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Nova baía a partir de 2014

16 de Dezembro, 2013por Carlos Ramos
Está quase finalizada a compactação dos 494 mil m2 de área de construção da cidade financeira, que vai permitir a edificação de 25 prédios de escritórios e habitação na Baía de Luanda, a partir do próximo ano.

O valor do investimento – 1,5 mil milhões de dólares – foi confirmado pelo administrador executivo da Sociedade Baía de Luanda (SBL), Miguel Carneiro, na última sexta-feira, durante uma cerimónia em que foram apresentados publicamente os 12 promotores que apostaram nesta fase do projecto da SBL.

“Para os 25 edifícios do Centro Financeiro serão investidos 1,5 mil milhões de dólares. O projecto não pode estar fechado, porque depende ainda dos projectos de engenharia e arquitectura, e das escolhas de cada um dos investidores”, afirmou ao SOL Miguel Carneiro, que explicou também como se chegou a tal montante de investimento: “Fixámos um preço médio de construção de 4 mil dólares por m2”.

Recorde-se que o valor total do projecto da nova Baía de Luanda rondará os 7 mil milhões de dólares.

Promotores de várias áreas

Entra as empresas promotoras do projecto contam-se a Baía Premium; a Cooperativa Essandju – a que está ligado o empresário e homem da cultura, Rui Mingas; o fundo de investimento Odel, com 4 lotes e uma área de construção, a maior, de mais de 161 mil m2; a Pumangol; a Sanford & Manhattan, numa área de mais de 92 mil m2; a IHE com mais de 61 mil m2; ou a Investimo, ligada à construtora Omatapalo, com quase 32 mil m2 para construir escritórios.

Nesta área, a parcela A do projecto de requalificação da marginal da Baía de Luanda – uma parceria entre Governo central e sector empresarial privado –, e que diz respeito a apenas 30 % da totalidade, uma das empresas anunciadas e a Investimo-Omatapalo, reconhecida pela construção recente dos pavilhões multiusos usados no Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, em Luanda e Namibe.

O seu administrador, Carlos Alves, confirmou que “nesta parcela há um lote para a edificação de escritórios”. Questionado sobre o valor global do investimento da sua empresa, disse ao SOL não ser possível quantificar ainda, “porque o projecto não está concluído”.

O responsável adiantou ainda que, estando já com 20 mil m2 de área previstos, o objectivo final é “mais do que duplicar essa área de construção na Baía de Luanda. Creio que vamos poder chegar acima dos 50 mil m2”.

Este aumento do espaço comercial em edifícios da capital angolana levanta a questão dos valores de venda e arrendamento. Carlos Alves acredita que, “independentemente deste projecto, os preços do imobiliário em Luanda vão descer. Obviamente, a preços constantes”.

O empresário referiu que a tendência natural é para continuarem a baixar “acima de tudo porque se nota hoje em Angola um aumento muito grande da eficiência da cadeia de produção”. Justifica que “a logística é mais fácil, mais rápida e mais barata, e a própria incorporação de matérias-primas e mão-de-obra nacional é muito maior, o que faz descer os preços”.

Ainda sobre o investimento feito na cidade financeira da Baía de Luanda, Carlos Alves garantiu que “no que diz respeito à aquisição de terrenos o financiamento é 100% de capitais próprios”.

carlos.ramos@sol.co.ao




1 Comentário
donnisinnod
17.12.2013 - 10:20
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