«É uma situação normal» e «só vem sublinhar que o tão falado prestígio nacional do Presidente da C.M. do Porto é falso! Aliás só 'existe' para ser usado por aqueles que se querem aproveitar da sua antipatia pelo FC Porto para tentarem centralizar ainda mais o país», sustentou Pinto da Costa numa declaração enviada à Lusa.
O presidente do FC Porto considera ainda que «fica dada mais uma prova» da «inferioridade negocial» do autarca «quando a disputa é com Lisboa, perdendo até uma das suas maiores bandeiras populistas que era a realização desta prova».
O acordo de deslocalização da prova de aviação foi assinado terça-feira pelo Turismo de Lisboa, em representação dos municípios de Lisboa e Oeiras, e a Red Bull Air Race.
Segundo o documento a que a Lusa teve acesso as autarquias que recebem o evento devem «providenciar à competição, gratuitamente, o uso do espaço onde o evento decorre, incluindo as áreas dedicadas aos aviões, e uma pista de aterragem, para que seja possível realizar os voos de teste, treinos e voos de qualificação facilmente».
As autarquias devem ainda garantir «os equipamentos necessários para a cobertura mínima de 100 mil espectadores».
Os municípios de Lisboa e Oeiras têm até 31 de Janeiro para concluir a elaboração de um protocolo que vai estabelecer as obrigações e direitos das três partes envolvidas.
Lusa / SOL
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