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Crise financeira
AIG e Fortis ‘estoiram’ dinheiro em luxo depois de saírem da falência
Depois de os dinheiros estatais terem salvado o mercado, a seguradora AIG gastou 330 mil euros em banquetes, partidas de golfe e massagens num resort da Califórnia. Já o Fortis levou 50 distribuidores a Monte-Carlo e pagou-lhes um pequeno-almoço de três mil euros por pessoa
 
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A polémica instalou-se. Algumas das instituições bancárias que estavam à beira da falência e que foram salvas pelos planos de emergência financeira do seu país decidiram ‘festejar’ os novos tempos de bonança com luxo, como explica o Jornal de Negócios.

Poucos dias depois de o Governo norte-americano ter salvado a seguradora AIG, alguns dos seus executivos gastaram centenas de milhares de dólares num SPOA de luxo na Califórnia. A factura, paga pela AIG, ascende aos 330 mil euros em alojamento, partidas de golfe e massagens.

A Casa Branca considerou «bastante desprezível» a atitude dos líderes da AIG. Mas a seguradora não foi a única.

Na Europa, o Fortis organizou um evento gastronómico num dos melhores restaurantes do Mónaco, pouco tempo depois de o BNPO Paribas o ter resgatado. A factura foi de 150 mil euros por um pequeno-almoço para 50 pessoas no Hotel de Paris Monte Carlo, ou seja, três mil euros por pessoa.

As condutas de ambas as instituições estão a causar indignação junto de académicos e líderes políticos, que consideram que esta vai ser também uma parte importante na história que esta crise está a fazer.

andreia.coelho@sol.pt

 

 

 

 



 

 
 
 
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