A imagem foi utilizada por Teixeira dos Santos na comissão parlamentar de inquérito ao BPN, em resposta a uma interpelação do deputado do CDS-PP Nuno Melo.
«Se o senhor deputado visse uma criancinha prestes a ser atropelada, telefonava primeiro a um consultor?», questionou.
«Não precisei de estudos para avaliar alternativas e tomei a decisão que se impunha», defendeu o ministro, que contudo indicou que foram ponderadas outras alternativas à nacionalização: uma injecção de capital, não realizada devido à incerteza sobre as imparidades do banco; a venda do BPN, recusada pela administração; e a falência da instituição.
Teixeira dos Santos voltou ainda a recusar a ideia de «falha de supervisão», garantindo que o BPN é «um caso de polícia», e que nenhum supervisor poderia ter detectado irregularidades propositadamente escondidas.
«Se há banco que foi supervisionado e acompanhado, foi o BPN, ao ponto de se queixar», declarou.
O ministro indicou ainda que foi o Banco de Portugal que indentificou a relacção entre o BPN e o Banco Insular de Cabo Verde.
SOL
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