Início Separador Opinião Separador Política Separador Sociedade Separador Economia Separador Internacional Separador Cultura Separador Desporto Separador Tecnologia Separador Vida
FaceBook Twitter RSS 2.0 Pesquisar
 
 
 
 
Diminuit textoAumentar texto
Conselho Europeu
Portas defende que crescimento economia é «mãe de todas as questões»
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, elegeu hoje o crescimento da economia como a «mãe de todas as questões», voltando a considerar «impensável» o aumento de impostos
 
Ver artigoVer comunidade

«Para nós sempre foi claro que a questão do crescimento era a primeira questão, a mãe de todas as questões, muito mais importante do que qualquer outra», defendeu o líder do CDS-PP, em declarações aos jornalistas na residência oficial do primeiro-ministro, no final de uma audiência com o chefe do executivo sobre o Conselho Europeu, que se realiza quinta e sexta-feira.

Colocando, assim, o crescimento económico como a «prioridade absoluta», Paulo Portas considerou que só com uma economia a crescer de «uma forma suficientemente forte» será possível defender, manter e gerar emprego.

Contudo, enfatizou, «para a economia crescer é impensável qualquer aumento de imposto».

«Pelo contrário, uma das armas para por a economia a crescer é, selectivamente e sustentadamente, ajudar as Pequenas e Médias Empresas, ajudar as empresas que exportam, ajudar as empresas que criam emprego e a classe média também do ponto de vista fiscal», sublinhou.

A este propósito, o líder do CDS-PP apontou o exemplo da Alemanha, onde a partir de 1 de Janeiro os impostos vão baixar.

«Será que é a chanceler Merkel que está ensandecida? Não, é uma pessoa realista, ela quer pôr a economia a crescer, quer gerar emprego e selectivamente vai ajudar Pequenas e Médias Empresas e classe média e média baixa do ponto de vista fiscal. Acho que ela é que está certa», declarou, insistindo que aumentar impostos é «matar a economia real», «dar cabo da confiança económica e prejudicar ainda mais as Pequenas e Médias Empresas».

No dia em que teve início a Conferência de Copenhaga, Paulo Portas defendeu que sejam alcançados «objectivos que sejam realistas», «o que às vezes é diferente de um discurso que oficialmente é mais exigente e que, depois na prática, do ponto de vista das emissões, é menos eficiente».

Questionado pelos jornalistas sobre as recentes críticas do primeiro-ministro à oposição, Paulo Portas criticou o «discurso de queixinha» de José Sócrates, desafiando-o a explicar porque é que não está de acordo com as políticas do CDS, nomeadamente com a proposta para o IVA ser reembolsado a 30 dias.

Lusa / SOL



 

 
 
 
© 2007 Sol. Todos os direitos reservados. Ficha Técnica. Regras de acesso. Contactos. Publicidade. Mantido por webmaster@sol.pt