Fernando Carneiro, um dos manifestantes que ainda se encontra dentro do BPP, garantiu à Lusa que os ânimos já acalmaram, mas criticou a polícia por ter «espancado pessoas que estão sem receber há 13 meses».
E, acrescentando que a polícia «está a tentar dissuadir o grupo de clientes para sair», garantiu que os manifestantes vão «resistir o máximo possível».
Outro manifestante que falou à Lusa contou ter saído, inserido num grupo, das instalações do banco por breves momentos e ter sido impedido de voltar a entrar pela polícia.
Contou ainda que os agentes (neste momento estão quatro fora das instalações) terão atingido um outro membro do grupo com gás pimenta, obrigando-o a receber tratamento hospitalar.
Lusa / SOL
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