Segundo noticia o EL Pais, eram 32 os trabalhadores encontrados nestas condições mas um não conseguiu sobreviver aos maus-tratos. O seu corpo foi envolto em plástico e largado numa montanha perto em Dezembro passado.
O dono da fábrica em causa era Wang Dongji, secretário-geral do Partido Comunista da China em Hongdong, que argumentou ter subalugado as instalações a Heng Tinghan. Actualmente este último encontra-se em paradeiro desconhecido.
Os aldeões encontravam-se desnutridos, descalços e com as roupas rotas e num trauma tal que muito não se recordavam do próprio nome. Dormiam no chão e apenas comiam pão e água. Eram vigiados por seis pessoas e seis cães e eram maltratados se não fossem rápidos a trabalhar.
As falhas de memória estão a dificultar as investigações que pretendem ajuda-los a regressar às suas famílias. Os trabalhadores eram recrutados em estações de comboio e outros locais de passagem.
Quanto à única vítima mortal, a investigação considerou como suspeito principal Chao Yanbing, um dos vigilantes. Este já foi detido pela polícia local no entanto os outros suspeitos ainda se encontram em paradeiro desconhecido.
SOL c/ agências