«O que importa agora é trabalharmos todos juntos com serenidade e eficácia por Lisboa», disse Pedro Santana Lopes em declarações ao SOL, desvalorizando o facto de o candidato que preferia ter saído derrotado.
António Prôa, que foi vereador no executivo camarário de Carmona Rodrigues, conseguiu 22 votos nas eleições para a liderança da bancada laranja. Um resultado para o qual contribuíram muito os votos dos presidentes de Junta de Freguesia - já que entre os eleitos directamente a votação ficou muito dividida entre os dois candidatos.
Manuel Falcão – o candidato que, caso o PSD tivesse ganho as eleições, Santana Lopes propunha que fosse presidente da Assembleia Municipal – teve apenas 16 votos.
Ao SOL, Prôa assegurou estar «disponível para trabalhar em conjunto», com todos, incluindo com a vereação liderada por Santana, «no respeito pela autonomia de funções dos dois órgãos».
António Prôa diz querer acreditar «que não são verdade os rumores que avançavam a hipótese de os independentes que apoiaram Falcão criarem um grupo próprio na Assembleia Municipal». E sublinha que irá trabalhar tendo em conta «a responsabilidade de estar num órgão onde o PS não tem maioria absoluta» e que ganha, por isso, relevância política.
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