A abertura do inquérito visa também apurar «eventuais anomalias registadas na concretização de actos processuais», adianta uma nota da Procuradoria Geral da República (PGR) hoje divulgada.
A PGR garante que Pinto Monteiro «nunca colocou qualquer limitação» à investigação do Freeport, designadamente «de tempo ou lugar, concordando inclusive com todas as deslocações ao estrangeiro» que os magistrados entenderam fazer.
Assegura ainda que «os magistrados titulares do processo procederam à investigação, com completa autonomia, inquirindo as pessoas que julgaram necessárias e realizaram todas as diligências que tiveram por oportunas».
Lusa/SOL