Paulo Portas considerou que os resultados obtidos em Lisboa foram mais significativos do que a maioria dos eleitores poderia supor e que por isso, tendo o Governo «ganho a câmara de Lisboa» e o CDS deixado de ter representação na capital decidiu convocar de imediato o Conselho Nacional do partido, estando a reflectir sobre as «condições de exercício da acção política em Portugal».
Deixando em aberto todos os desfechos, o líder centrista nada mais disse, reservando para a reunião do Conselho Nacional o anúncio das que conclusões a que, entretanto, chegará. Por seu lado, Temo Correia, o candidato derrotado, assumiu todas as responsabilidades anunciando ir pedir de imediato a sua demissão da vice-presidência do CDS e do lugar de líder parlamentar.
Telmo Correia não escondeu estar perante uma derrota objectiva, apesar de estar de «consciência absolutamente tranquila».
Estas são para já as principais consequências do resultado do CDS nas eleições na capital que levaram à sua exclusão da gestão da cidade, o que pela primeira vez acontece.
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