É o próprio Marcos Aragão Correia que revela ao 24 horas esta sua faceta desconhecida. «Estudo parapsicologia há cerca de 10 anos mas nunca tinha tido qualquer visão até ao caso Maddie», diz o advogado assegurando ter visto o corpo da menina inglesa numa zona que, mais tarde, veio a identificar como sendo a Barragem do Arade, próximo de Lagos.
Na zona foram efectuadas buscas, que se revelaram infrutíferas. «Nesse caso cometi um grande erro. Revelei o que iria fazer com muita antecedência e o responsável pela morte da Maddie teve tempo para ir lá retirar o corpo», garante Aragão Correia.
A segunda visão surgiu-lhe no âmbito do caso Joana, quando se deslocou ao estabelecimento prisional para entrevistar o tio da menina algarvia, João Cipriano, condenado a 16 anos de prisão pela co-autoria de um crime de homicídio e ocultação de cadáver, segundo contou ao 24 Horas.
«Quando estava a falar com ele vi imenso sangue a escorrer pela cara abaixo, como se estivesse manchado por um crime hediondo», revela o alegado médium.
Embora convencido do envolvimento de João Cipriano no desaparecimento de Joana, Aragão Correia não tem a certeza que ela esteja morta, porque diz ter tido uma outra visão em que a viu a caminhar acompanhada por um casal.
SOL
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