Início Separador Opinião Separador Política Separador Sociedade Separador Economia Separador Internacional Separador Cultura Separador Desporto Separador Tecnologia Separador Vida
FaceBook Twitter RSS 2.0 Pesquisar
 
 
 
 
Diminuit textoAumentar texto
Coimbra
Sindicato de guardas quer explicações sobre venda de canivetes a presos
O presidente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) vai pedir explicações à Direcção-Geral dos Serviços Prisionais sobre a venda de canivetes em alguns refeitórios de estabelecimentos prisionais
 
Ver artigoVer comunidade

Em declarações à agência Lusa, à margem da visita do deputado comunista António Filipe ao Estabelecimento Prisional de Coimbra (EPC), Jorge Alves considerou que a venda de canivetes e a utilização de talheres de metal em algumas penitenciárias do país são «pormenores que podem alterar a segurança».

No EPC, segundo revelou o Diário de Notícias de domingo, são vendidos na cantina pequenos canivetes com quatro centímetros de lâmina e dez de comprimento, incluindo o cabo, para que os reclusos possam, por exemplo, cortar alimentos.

«Quando no decorrer de buscas aos reclusos encontramos material cortante e perfurante temos obrigação de os apreender, portanto não se percebe a sua venda em alguns estabelecimentos», frisou o presidente do SNCGP, Jorge Alves.

O dirigente sindical afirmou que vai pedir explicações e reconheceu que os refeitórios podem ser os locais dentro de uma penitenciária de maior instabilidade, devido à maior concentração de reclusos, defendendo ainda a distribuição de talheres de plástico em todos os estabelecimentos prisionais do país.

Jorge Alves criticou ainda as recentes leis sobre a aposentação dos guardas, afirmando que o Governo «aumenta os anos de trabalho nas prisões e, por outro lado, diminui o tempo de reclusão aos detidos».

Lusa/SOL



 

Galeria Multimédia
 

mais galerias
 
 
 
© 2007 Sol. Todos os direitos reservados. Ficha Técnica. Regras de acesso. Contactos. Publicidade. Mantido por webmaster@sol.pt