Esta mudança teve, sobretudo, que ver com o spread (o lucro do banco) previsto no contrato com o consórcio – que, inicialmente, se candidatou com 0,19% de spread mas acabou por mudar a proposta para 0,25%, aumentando em, pelo menos,25 milhões de euros os seus lucros com esta operação.
Segundo os documentos que constam do processo-crime, foi o ex-ministro da Defesa, Paulo Portas, que autorizou esta mudança de última hora na proposta do consórcio bancário.
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