Início Separador Opinião Separador Política Separador Sociedade Separador Economia Separador Internacional Separador Cultura Separador Desporto Separador Tecnologia Separador Vida
FaceBook Twitter RSS 2.0 Pesquisar
 
 
 
 
Diminuit textoAumentar texto
INEM
Ordem dos Enfermeiros quer condições para permanecer no INEM
A Ordem dos Enfermeiros apelou hoje ao Ministério da Saúde para que crie condições no sentido de garantir a permanência de membros da classe, experientes e com competências específicas, nas equipas do INEM
 
Ver artigoVer comunidade

A entidade profissional mostra-se preocupada com notícias sobre a existência de «problemas laborais relacionadas com a mobilidade dentro da Administração Pública e que poderão pôr em causa a operacionalidade dos meios de Suporte Imediato de Vida (SIV) do INEM na Região Centro a partir de 1 de Janeiro de 2010».

A Ordem dos Enfermeiros considera «grave esta situação pelo eventual impacto negativo na acessibilidade dos cidadãos a cuidados de saúde em situação de Emergência Pré-hospitalar» e exige, a «rápida intervenção da Direcção Nacional do INEM, da Administração Regional de Saúde do Centro e do Ministério da Saúde».

Em comunicado, hoje divulgado, a Secção Regional do Centro da Ordem dos Enfermeiros (SRC/OE) classifica ainda de «irresponsáveis as declarações públicas da responsável de comunicação e imagem do INEM, Raquel Leal, pela desvalorização do problema».

«O desenvolvimento de competências na área em apreço é fundamental para a garantia da qualidade dos cuidados, pelo que a resolução do problema não passará pela mera substituição de profissionais, mas sim por criar as condições promotoras da estabilidade laboral a quem ao longo dos anos aí desenvolveu a sua actividade profissional e detém as competências para o efeito», acentua.

No entendimento da SRC/OE, «as respostas deverão ser asseguradas por enfermeiros com experiência que garantam uma prestação de cuidados segura e de qualidade».

«A requalificação da Rede de Urgências e Emergência Pré-hospitalar implica um marcado esforço de adequação às reais necessidades das pessoas, a garantia da sua segurança e a rentabilização dos recursos existentes. A reforma desta rede terá, necessariamente, de ser precedida e acompanhada da análise das implicações das mudanças propostas, interligando-a fortemente às outras reformas em curso na Saúde», sublinha.

Acrescenta que a reforma da rede de Urgências «necessita de sustentabilidade e credibilidade e a sua execução deverá ir acontecendo na sequência da criação efectiva de respostas alternativas aos cidadãos, de molde a não criar hiatos de consequências graves para a saúde das populações e fatais para a confiança das mesmas no sistema de saúde».

Lusa / SOL



 

Galeria Multimédia
 

mais galerias
 
 
 
© 2007 Sol. Todos os direitos reservados. Ficha Técnica. Regras de acesso. Contactos. Publicidade. Mantido por webmaster@sol.pt