A lei de 1999, feita para compensar militares que se viram afastados da carreira pelo seu envolvimento na revolução, está a ser usada de forma abusiva, denunciam vários sectores.
Num documento a que o SOL teve acesso, o CEME confessa não ter poderes para alterar a situação, mas considera que as «preocupações» existentes são «inteiramente justas no plano moral» pois há «situações geradoras de falta de equidade».
Existem casos em que militares que saíram das fileiras militares nos anos 80 pelo seu próprio pé ultrapassaram agora colegas da Academia Militar que continuaram sempre nas Forças Armadas.
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