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UnI
Pinto Monteiro considera prioritária investigação à Independente
O Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, admitiu hoje que as investigações ao caso da Universidade Independente (UnI) são prioritárias, uma vez que há presos preventivos
 
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«Sempre que há presos [preventivos], as investigações são prioritárias. É a regra geral», afirmou Pinto Monteiro, questionado sobre as investigações relacionadas com a UnI.

No final de uma reunião com o ministro da Justiça, Alberto Costa, para discutir a lei sobre Política Criminal, o PGR adiantou que «a celeridade devia ser importante em todas as investigações», mas que, «havendo presos, a lei manda que seja mais prioritária ainda».

No âmbito das suspeitas de burla, fraude e gestão danosa na Universidade Independente, foram constituídos três arguidos, entre eles o ex-vice reitor Rui Verde e Amadeu Lima de Carvalho, um dos principais accionistas da empresa que gere a instituição, ambos em prisão preventiva.

O ex-reitor Luíz Arouca foi também constituído arguido, tendo saído em liberdade com uma caução de 250 mil euros e a proibição de entrar na Universidade e na empresa que a detém, depois de ser interrogado no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa.

O ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, anuncia hoje ao final da tarde o futuro da UnI, sobre a qual recai um processo de encerramento compulsivo, instruído a 29 de Março, na sequência das investigações da Inspecção-Geral do Ensino Superior, iniciadas um mês antes.

Lusa / SOL

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