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S. João da Madeira
Urgência mantém-se, mas fora da rede nacional
A Urgência do Hospital de S. João da Madeira vai continuar a funcionar, embora fora da rede nacional, de acordo com um protocolo celebrado hoje entre a autarquia e a Administração Regional de Saúde do Norte
 
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A Urgência do Hospital de S. João da Madeira era uma das estruturas hospitalares cujo encerramento era recomendado no relatório do Governo sobre a reorganização dos serviços de saúde.

A assinatura do protocolo decorreu nas instalações do hospital, numa sessão presidida pelo ministro da Saúde, Correia de Campos.

«Trata-se de um bom acordo, o 16.º a ser celebrado até ao momento em 18 possíveis», disse Correia de Campos, adiantando que o processo de reorganização das urgências «está no bom caminho».

 

Continuam a faltar Anadia e Peso da Régua, mas o ministro da Saúde garantiu não ter desistido de alcançar entendimento também nesses casos.

«Os sanjoanenses viveram, no último ano e meio, momentos de grande angústia e de grande ansiedade por causa da possibilidade de a urgência do seu hospital poder vir a encerrar», disse o presidente da Câmara de S. João da Madeira, o social-democrata Castro Almeida.

Com o cenário de fecho da Urgência afastado, Castro Almeida, realçou a "grande coesão dos sanjoanenses", referindo em particular o entendimento verificado entre as diferentes forças políticas da cidade.

O relatório do Governo, conhecido no final de Setembro de 2006, elaborado por uma comissão técnica propunha o encerramento de 14 urgências, entre as quais a do Hospital Distrital de S. João da Madeira.

Na altura, a Câmara Municipal apresentou um estudo contestando a proposta governamental, onde se elencavam 17 razões para manter a Urgência aberta e se identificavam, segundo a autarquia, «fragilidades, incoerências, omissões e erros» no relatório da comissão técnica.

 

Lusa / SOL



 

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