Início Separador Opinião Separador Política Separador Sociedade Separador Economia Separador Internacional Separador Cultura Separador Desporto Separador Tecnologia Separador Vida
FaceBook Twitter RSS 2.0 Pesquisar
 
 
 
 
Diminuit textoAumentar texto
Centenário do Regícidio
Centenas evocam D. Carlos no Terreiro do Paço
Centenas de pessoas assinalam o centenário do regídio com um minuto de silêncio e gritos de ‘Viva o Rei!’. Viram-se várias personalidades conhecidas mas nenhum membro do Governo
 
Ver artigoVer comunidade
Centenas evocam D. Carlos no Terreiro do Paço

Mais de 500 pessoas juntaram-se esta tarde no Terreiro do Paço para assinalar os 100 anos do assassínio do Rei D.Carlos e do seu filho, o príncipe herdeiro Luís Filipe, com um minuto de silêncio, no local onde ocorreu o regicídio

A cerimónia começou pouco depois das 17h com a chegada da família de D. Duarte a que se seguiu um minuto de silêncio em memória do Rei e do príncipe.

Como já era esperado o exército não participou na homenagem e o Governo também não se fez representar. Ainda assim não faltaram caras conhecidas como Paulo Teixeira Pinto, Carmona Rodrigues, o ex-ministro Gomes da Silva e o presidente do PNR Pinto Coelho.

Entre bandeiras monárquicas e gritos de «Viva o Rei!» viam-se as caras solenes das várias centenas de pessoas entre burburinhos de descontentamento pela atitude do governo que Luís Baena classifica de «perfeita imbecilidade».

Para este militar o dia 1 de Fevereiro de 1908 foi «o princípio do fim, a morte de um Chefe de Estado que foi mártir».

José Maria Duque, um jovem de 22 anos, critica a proibição da participação das Forças Armadas: «O que aconteceu há cem anos foi um atentado por razões que ainda hoje existem e além disso o governo não é capaz de distinguir questões de ideologia de actos políticos».

Matilde Mendes de 19 anos explica que participou na cerimónia por lamentar o atentado: «Quando mataram o Rei morreu a figura de autoridade do povo»

O discurso no Terreiro do Paço ficou entregue ao padre Pedro Quintela que descreveu D.Carlos como «um Rei Nobre e Valente» que foi morto por «balas de ódio, cegueira e injustiça e ressentimento».

A cerimónia terminou com a deposição de uma coroa de flores, pelo herdeiro da Casa Real, D. Duarte Pio, e pelo seu filho, junto à lápide que assinala o local onde o Rei foi mortalmente alvejado.

Foi na esquina da R. Arsenal  com o Terreiro do Paço que, Manuel Buiça e Alfredo Costa, atentaram contra a família real.



 

Galeria Multimédia
 

mais galerias
 
 
 
© 2007 Sol. Todos os direitos reservados. Ficha Técnica. Regras de acesso. Contactos. Publicidade. Mantido por webmaster@sol.pt