«Não há responsabilização nenhuma. A atitude tomada foi uma atitude lógica», disse Oliveira Pereira aos jornalistas no final da apresentação do Sistema de Informação e Gestão de Armas e Explosivos (SIGAE), na Direcção Nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP), em Lisboa.
O director nacional da PSP explicou que no domingo à tarde estava um polícia à porta da esquadra de Moscavide, Loures, que foi dispensado para fazer patrulhamento a pé.
Depois disso, entre dez a 15 pessoas entraram na esquadra onde agrediram um jovem que apresentava queixa contra o mesmo grupo ao único polícia presente nas instalações, colocando-se depois em fuga.
Segundo Oliveira Pereira, a zona onde se situa a esquadra é um «local onde não há qualquer ameaça e o risco de acontecer qualquer acidente é praticamente nulo», adiantando que o graduado de serviço decidiu que era preferível o polícia que estava à porta da esquadra ir fazer patrulhamento a pé.
O responsável da PSP garantiu que «não vai voltar a acontecer que um homem fique sozinho na esquadra», situação que se vai «corrigir».
O director nacional da Polícia de Segurança Pública disse ainda que os meios humanos «nunca são suficientes», sendo necessário racionalizá-los.
«A curto prazo vamos ter um reforço de mil homens, naturalmente que são fundamentais e fazem falta», salientou.
Lusa / SOL