
O estudo durou nove meses e reuniu 331 alunos do secundário
Nove meses de estudos em cinco escolas secundárias contrariam as queixas frequentes de professores e pais, segundo os quais o uso do telemóvel é prejudicial para a aprendizagem.
Os investigadores forneceram telemóveis e smartphones a 331 alunos, com idades compreendidas entre os 14 e 16 anos, e analisaram a sua utilização.
Os dispositivos foram utilizados para fazer filmes curtos, gravar poemas lidos por professores, aceder a experiências e consultar sites de revisões e e-mails.
No final, alguns professores renderam-se aos resultados, outros nem tanto.
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