Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Licenciatura Informática
Interacção Pessoa Computador
ACESSIBILIDADE DAS CAIXAS MULTIBANCO
Na Cidade de Vila Real

Estudo realizado por: NunoCunha Sónia Santos Rui Teixeiria Ana Júlia Ricardo Matos Ivânia Pires Rute Teixeira Leandro Gomes Vítor Peixoto
1. INTRODUÇÃOACESSIBILIDADE – UM DIREITO A QUE TODOS TEMOS DIREITO
Na nossa sociedade o que não faltam são exemplos de erros arquitectónicos que são obstáculos para pessoas com capacidades físicas ditas "normais". Então e se nos pusermos na perspectiva de uma pessoa com capacidades limitadas a que conclusão chegaríamos? O problema de acessibilidade tem ganho relevância na nossa sociedade e todos começamos a ficar sensíveis a esta realidade. Entre os problemas com que qualquer pessoa se depara no quotidiano, podemos referir alguns entre muitos. Certamente já teve que utilizar uma caixa Multibanco colocada a uma altura optimizada para o Michael Jordan ou, então, subir uma escadaria tipo Bom Jesus (Braga) para apenas consultar o seu saldo. Devido a estes problemas colocámo-nos por momentos na pele de uma pessoa com mobilidade condicionada e analisámos 55 caixas Multibanco situadas na cidade de Vila Real. Começámos por fazer uma distribuição das caixas Multibanco pelos alunos do curso de Informática da UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro), no âmbito da disciplina de “Interacção Pessoa-Computador”, que ficaram responsáveis por analisar minuciosamente as suas características e registaram os resultados dos quais surge este trabalho de avaliação da acessibilidade destas caixas Multibanco.
“As maiores dificuldades que encontrei não foram as derivadas da minha condição, mas as atitudes das pessoas com visão em relação às minhas capacidades.” Hellen Keller (escritora surdacega)
2. A ANÁLISE
Esta análise baseou-se na avaliação da acessibilidade e nas características dos terminais de Multibanco. Foi avaliada a acessibilidade de utilizadores em cadeira de rodas, com baixa visão e cegueira ás diferentes caixa de Multibanco situadas na cidade de Vila Real. Relativamente às características dos ATM’s, foram avaliados os modelos da caixa, o tipo de teclado, existência ou não do alto contraste e o estado do módulo de voz nos ATM’s.
2.1 Análise da acessibilidade
Para realizar esta análise foi por nós criado um nível de acessibilidade em que “0” significa “Muitos problemas”, “1” “Alguns problemas” e “2” “Poucos problemas”. Nesta análise realizamos dois tipos de avaliação, uma em que foi considerado o total das caixas, 55 ao todo, e outra em que consideramos as caixas situadas na cidade de Vila Real excluindo as 8 caixas situadas na UTAD, e as 13 caixas situadas nas grandes superfícies comerciais, já que estas representam um peso muito grande nas conclusões finais, cerca de 38% das ATM’s analisadas. Retiramos estas 21 caixas devido ao facto de estas estarem situadas dentro de edifícios públicos, não estando sujeitas as dificuldades que se podem encontrar numa qualquer rua da cidade. Para obtermos o “Resultado” presente nas tabelas presentes neste relatório foi por nós considerado os seguintes pressupostos:
- Caso uma das caixas apresente uma das características estudadas com muitos problemas, atribuímos-lhe o valor de o”0” (Muitos Problemas), significando que não podem ser acedidas.
- Se uma das características estudadas apresentar poucos problemas e outra característica apresentar alguns problemas atribuímos-lhe o valor de ”1” (Alguns Problemas), pois se as caixas apresentarem uma das características em cima referidas, poderão ser acedidas, embora com alguns problemas.
- Se as caixas possuírem a mesma avaliação das características estudadas, o resultado vai ter a mesma avaliação.
Utilizadores em cadeira de rodas
Para um utilizador de cadeira de rodas os maiores obstáculos existentes na utilização de uma caixa Multibanco são os seus acessos (escadas, rampas com inclinação elevada, ressalto e estado do piso) e a altura a que se encontram as ranhuras de introdução de cartão, fornecimento de talões e as teclas laterais do ecrã. Para elaborar a tabela que vamos apresentar a seguir, baseamo-nos nas seguintes normas técnicas do DL 163/2006: secção 2.5 (rampas); secção 4.8 (ressaltos); secção 4.2.2 (altura dos elementos da caixa Multibanco):
Secção 2.5 —Rampas: 2.5.1— As rampas devem ter a menor inclinação possível e satisfazer uma das seguintes situações ou valores interpolados dos indicados: 1) Ter uma inclinação não superior a 6 %, vencer um desnível não superior a 0,6 m e ter uma projecção horizontal não superior a 10 m; 2) Ter uma inclinação não superior a 8 %, vencer um desnível não superior a 0,4 m e ter uma projecção horizontal não superior a 5 m.
Secção 4.8 — Ressaltos no piso: 4.8.1— As mudanças de nível abruptas devem ser evitadas (exemplos: ressaltos de soleira, batentes de portas, desníveis no piso, alteração do material de revestimento, degraus, tampas de caixas de inspecção e visita). 4.8.2— Se existirem mudanças de nível, devem ter um tratamento adequado à sua altura: 1) Com uma altura não superior a 0,005 m, podem ser verticais e sem tratamento do bordo; 2) Com uma altura não superior a 0,02 m, podem ser verticais com o bordo boleado ou chanfrado com uma inclinação não superior a 50%; 3) Com uma altura superior a 0,02 m, devem ser vencidas por uma rampa ou por um dispositivo mecânico de elevação.
Secção 4.2.2 (altura dos elementos da caixa Multibanco) Se a zona livre permitir uma aproximação lateral, os elementos ao alcance de uma pessoa em cadeira de rodas devem situar-se dentro dos intervalos definidos em seguida:  Figura 1 – Normas Técnicas para a altura dos elementos da caixa Multibanco A seguir apresentamos a tabela (ver tabela no link abaixo) com os resultados das avaliações sobre as ATM’s efectuadas pelos alunos, tendo em consideração que “0”, “1” e “2” significam respectivamente “Muitos problemas”, “Alguns problemas” e “Poucos problemas”.
"Tabela de avaliação para utentes de cadeira de rodas"
Com base nos resultados obtidos construíram-se os seguintes gráficos: 
Figura 2 – Nível de acessibilidade da altura das 55 caixas
Analisando o gráfico da Figura 2 podemos concluir que relativamente à altura dos elementos das caixas Multibanco: a 16 Apresentam muitos problemas; a 8 Apresentam alguns problemas; a 31 Apresentam poucos problemas. 
Figura 2.1 – Nível de acessibilidade da altura das 34 caixas
Analisando o gráfico da Figura 2.1 podemos concluir que relativamente à altura dos elementos das caixas Multibanco: a 16 Apresentam muitos problemas; a 8 Apresentam alguns problemas; a 10 Apresentam poucos problemas. 
Figura 3 – Acesso às 55 caixas Multibanco
Com base no gráfico da Figura 3 podemos concluir que relativamente ao acesso às caixas Multibanco: a 19 Apresentam muitos problemas; a 9 Apresentam alguns problemas; a 27 Apresentam poucos problemas. 
Figura 3.1 – Acesso às 34 caixas Multibanco
Com base no gráfico da Figura 3.1 podemos concluir que relativamente ao acesso às caixas Multibanco: a 16 Apresentam muitos problemas; a 5 Apresentam alguns problemas; a 13 Apresentam poucos problemas. 
Figura 4 – Acesso às 55 ATM's em cadeira de rodas
Observando o Gráfico da Figura 4 podemos concluir que das 55 caixas analisadas apenas 35% (19 caixas) apresentam poucos problemas para pessoas em cadeira de rodas, 16% (9 caixas) apresentam alguns problemas e 49% (27 caixas) muitos problemas. Ou seja, para pessoas em cadeira de rodas, quase metade das caixas analisadas estão inacessíveis. As caixas do Finibanco (N. S. da Conceição), CGD (Tribunal) e Shopping Dolce Vita Douro são alguns exemplos de caixas acessíveis para pessoas em cadeira de rodas.

Figura 4.1 – Acesso às 34 ATM's em cadeira de rodas
Observando o Gráfico da Figura 4.1 podemos concluir que das 34 caixas analisadas apenas 15% (5 caixas) apresentam poucos problemas para pessoas em cadeira de rodas, 15% (5 caixas) apresentam alguns problemas e 70% (24 caixas) muitos problemas. Ou seja, para pessoas em cadeira de rodas, a maioria das caixas analisadas estão inacessíveis. Utilizadores com baixa visão
Para utilizadores com baixa visão as maiores dificuldades em usar uma caixa Multibanco são: a Leitura do ecrã – iluminação deficiente; a Teclado – mau estado da cor, pouco espaçamento entre teclas, formato das teclas todo igual, pouco relevo e feedback sonoro, mau retorno táctil.
Com base nestes erros elaborámos a seguinte tabela (ver tabela no link abaixo), em que “0”, “1” e “2” significam respectivamente “Muitos problemas”, “Alguns problemas” e “Poucos problemas”.
"Tabela de avaliação para a baixa visão" Com base nos resultados obtidos construíram-se os seguintes gráficos:
Figura 5 – Problemas no teclado e ecrã para pessoas com baixa visão nas 55 caixas
Analisando o gráfico da Figura 5 podemos concluir que relativamente ao teclado das caixas Multibanco: a 2 Apresentam muitos problemas; a 24 Apresentam alguns problemas; a 29 Apresentam poucos problemas.
Em relação ao ecrã: a 2 Apresentam muitos problemas; a 22 Apresentam alguns problemas; a 31 Apresentam poucos problemas. 
Figura 5.1 – Problemas no teclado e ecrã para pessoas com baixa visão nas 34 caixas
Analisando o gráfico da Figura 5.1 podemos concluir que relativamente ao teclado das caixas Multibanco: a 2 Apresentam muitos problemas; a 19 Apresentam alguns problemas; a 13 Apresentam poucos problemas.
Em relação ao ecrã: a 1 Apresenta muitos problemas; a 15 Apresentam alguns problemas; a 18 Apresentam poucos problemas.
Figura 6 – Problemas para pessoas com baixa visão nas 55 caixas
Observando o Gráfico da Figura 6 podemos concluir que das 55 caixas analisadas apenas 35% (19 caixas) apresentam poucos problemas para pessoas com dificuldades de visão, 58% (32 caixas) apresentam alguns problemas e 7% (4 caixas) muitos problemas. As caixas do BBVA (Miracorgo), Barclays (Mercado) e Totta (N. S. da Conceição) são alguns exemplos de caixas acessíveis para pessoas com baixa visão. Figura 6.1 – Problemas para pessoas com baixa visão nas 34 caixas
Observando o Gráfico da Figura 6.1 podemos concluir que das 55 caixas analisadas apenas 29% (10 caixas) apresentam poucos problemas para pessoas com dificuldades de visão, 62% (21 caixas) apresentam alguns problemas e 9% (3 caixas) muitos problemas.
Utilizadores com cegueira
Para utilizadores com cegueira, as maiores dificuldades em usar uma caixa Multibanco são: a Teclado – pouco espaçamento entre teclas, formato das teclas todo igual, pouco relevo e feedback sonoro, mau retorno táctil. a Audição de interface áudio – não existência da funcionalidade e, quando existe, o volume ser demasiado baixo.
Com base nestes erros elaborámos a seguinte tabela (ver tabela no link abaixo), em que “0”, “1” e “2” significam respectivamente “Muitos problemas”, “Alguns problemas” e “Poucos problemas”.
"Tabela de avaliação para Cegueira" Com base nos resultados obtidos construíram-se os seguintes gráficos:
Figura 7 – Problemas no teclado e saída de voz para cegos nas 55 caixas
Analisando o gráfico da Figura 7 podemos concluir que relativamente ao teclado das caixas Multibanco: a 6 Apresentam muitos problemas; a 43 Apresentam alguns problemas; a 6 Apresentam poucos problemas.
Em relação à saída de voz: a 30 Apresentam muitos problemas; a 0 Apresentam alguns problemas; a 25 Apresentam poucos problemas. 
Figura 7 .1– Problemas no teclado e saída de voz para cegos nas 34 caixas
Analisando o gráfico da Figura 7.1 podemos concluir que relativamente ao teclado das caixas Multibanco: a 3 Apresentam muitos problemas; a 25 Apresentam alguns problemas; a 6 Apresentam poucos problemas.
Em relação à saída de voz: a 22 Apresentam muitos problemas; a 0 Apresentam alguns problemas; a 12 Apresentam poucos problemas. 
Figura 8 – Problemas para cegos nas 55 caixas
Observando o Gráfico da Figura 8 podemos concluir que das 55 caixas analisadas apenas 9% (5 caixas) apresentam poucos problemas para pessoas cegas, 31% (17 caixas) apresentam alguns problemas e 60% (33 caixas) muitos problemas. Ou seja, das 55 caixas analisadas só 5 se podem considerar acessíveis a pessoas cegas. As caixas da CGD (Tribunal), Barclays (Mercado) e Totta (N. S. da Conceição) são alguns exemplos de caixas acessíveis para pessoas com cegueira.

Figura 8.1 – Problemas para cegos nas 34 caixas
Observando o Gráfico da Figura 8.1 podemos concluir que das 34 caixas analisadas apenas 15% (7 caixas) apresentam poucos problemas para pessoas com cegueira, 21% (5 caixas) apresentam alguns problemas e 64% (21 caixas) muitos problemas. Ou seja, das 34 caixas analisadas só 7 se podem considerar acessíveis a pessoas cegas.
1.1 Características do terminal de Multibanco
Alto Contraste e Modelo de voz
Nesta fase da avaliação iremos estudar duas características presentes nos ATM’s essenciais para pessoas com baixa visão e cegueira. Estas duas funções da caixas de Multibanco ficam disponíveis quando pressionada a tecla 5 durante algum tempo. Esta tecla deve ter um ponto de relevo para indicar a sua localização no teclado da caixa. Relativamente ao alto contraste, é um ecrã negro com caracteres de dimensão bastante grandes apenas com os três menus essenciais. O modelo de voz é uma ajuda sonora das operações que estão as ser usadas no momento. O estudo consistia em ver se estava presente o modelo de voz e se estava audível sem dificuldade.
A seguir apresentamos a tabela (ver tabela no link abaixo) tendo em consideração que para o alto contraste considerámos o “0” como não estava a funcionar e “1” como estava a funcionar. Para o módulo de voz consideramos o “0” como ausente, “1” com presente mas com problemas na audição, “2” como presente e audível.
"Tabela de avaliação para alto contraste e modulo de voz"
Com base nos resultados obtidos construíram-se os seguintes gráficos:

Figura 9 – Alto contraste
Analisando o gráfico da Figura 9 podemos concluir que relativamente ao alto contraste dos elementos das caixas Multibanco: · 45 Apresentam alto contraste; · 10 Não apresentam alto contraste.
A maioria das caixas presentes na cidade de Vila Real, 82%, tem a funcionalidade alto contraste em funcionamento, enquanto que 18% não tem o alto contraste em funcionamento, mas mesmo estas deviam ter esta funcionalidade presente pois esta é indispensável para pessoas com problemas de visão.

Figura 10 – Módulo de Voz
Analisando o gráfico da Figura 10 podemos concluir que relativamente ao módulo de voz dos elementos das caixas Multibanco: · 21 Não apresentam módulo de voz; · 9 Apresentam módulo de voz mas com problemas de audição; · 25 Apresentam módulo de voz audível.
Verificamos que a maior percentagem é atribuída as caixas que possuem módulo de voz audível, 46%, mas mesmo assim ainda se verificam muitas caixas com problemas no áudio, 16%, e uma elevada percentagem de caixas que não possui esta funcionalidade, 38%.
Teclados Para realizarmos esta avaliação identificamos 5 tipos de teclados, que vamos descrever a seguir:
Tipo 1 – Teclas todas redondas sem espaçamento:
 Tipo 2 – Teclas de função espaçadas rectangulares:

Tipo 3 – Teclas de função com relevo: 
Tipo 4 – Teclas de levantamento:
 Tipo 5 – Teclado com gravação Braille:

Com base nestes 5 tipos de teclados construímos a seguinte tabela (ver tabela no link abaixo) para avaliar o tipo de teclado das diferentes ATM’s:
"Tabela de avaliação para teclados"
Com base nos resultados obtidos construíram-se os seguintes gráfico:

Figura 11 – Tipos de teclado
Analisando o gráfico da Figura 11 podemos concluir que relativamente aos tipos de teclado dos elementos das caixas Multibanco: · 6 Apresentam o tipo 1; · 15 Apresentam o tipo2; · 5 Apresentam o tipo3; · 28 Apresentam o tipo 4; · 1 Apresenta o tipo 5.
Podemos concluir que metade dos teclados, 51%, presente nas caixas pertence ao tipo 4, enquanto que a outra metade é repartida pelos restantes 4 tipos, 27% para tipo 2, 11% para tipo 1, 9% para o tipo 3 e 2% para o tipo 5.
Modelos de caixas de Multibanco
Para realizarmos esta avaliação identificamos 12 modelos de caixas de Multibanco, que vamos apresentar a seguir:
Modelo CGD Modelo ToTTA  Modelo 1 Modelo 2  Modelo 3 Modelo 4
Modelo 5 Modelo 6  Modelo 7 Modelo 8  Modelo 9 Modelo 10 As 55 caixas analisadas inserem-se todas nestes modelos.
"Tabela de avaliação de modelos de caixa de multibanco"
Com base nos resultados obtidos construíram-se o seguinte gráfico:

Figura 12 – Modelos
Analisando o gráfico da Figura 12 podemos concluir que relativamente aos modelos dos elementos das caixas Multibanco: · 19 Apresentam o modelo 1; · 9 Apresentam o modelo 2; · 3 Apresentam o modelo 3; · 1 Apresenta o modelo 4; · 3 Apresentam o modelo 5; · 1 Apresenta o modelo 6; · 8 Apresentam o modelo 7; · 1 Apresenta o modelo 8; · 2 Apresentam o modelo 9; · 5 Apresentam o modelo 10; · 2 Apresentam o modelo CGD; · 1 Apresenta o modelo Totta.
1. CONCLUSÕES FINAIS
Depois de analisarmos todos estes dados elaborámos as tabelas e os gráficos que são um resumo dos resultados obtidos anteriormente. Para aceder à análise mais detalhada consulte a Tabela Análise Detalhada.
Resultado das 55 caixas:
TOTAIS | Cadeira de Rodas | Baixa Visão | Cegueira | 0 - Muitos Problemas | 27 | 4 | 33 | 1 - Alguns Problemas | 9 | 32 | 17 | 2 - Poucos Problemas | 19 | 19 | 5 |
Resultado das 34 caixas (excluindo as caixas situadas nos centros comerciais e UTAD):
TOTAIS | Cadeira de Rodas | Baixa Visão | Cegueira | 0 - Muitos Problemas | 24 | 3 | 22 | 1 - Alguns Problemas | 5 | 21 | 7 | 2 - Poucos Problemas | 5 | 10 | 5 |
Gráficos: 
Figura 13 – Análise final das 55 caixas

Figura 13.1 – Análise final das 34 caixas

Figura 13.2 - Análise final das 34 caixas Multibanco
Depois de analisarmos as caixas Multibanco verificamos dados preocupantes. Embora a maior parte destes terminais sejam muito recentes não se vislumbra grande preocupação para com as pessoas com necessidades especiais. E as alterações necessárias não são assim tão difíceis de concretizar. Difícil…? Foi chegar à Lua e nada nos impediu de lá chegar. Não podemos ficar apenas pelas boas palavras ou intenções. Importante é criar uma verdadeira acessibilidade para todos, para que todos sejamos cidadãos de primeira! Porque todos somos diferentes, mas também todos somos iguais!
Esta caixa pode ser interpretada como um mau exemplo, uma vez que várias falhas lhe podem ser apontadas. O modelo do terminal é antigo, e como tal, lento, o que já por si é uma falha grave; Uma vez que a sua localização é central, numa parte da cidade com muito movimento e com muitos estabelecimentos comerciais, o seu uso durante o dia é praticamente contínuo. Ora, este facto já é o suficiente para justificar um terminal mais rápido, que desse vazão aos requisitos a que tem de atender. Na minha óptica, talvez a própria entidade bancária ficasse beneficiada com a instalação de dois terminais, assim como, claro, os utentes.

O maior problema encontrado neste terminal é sem dúvida, o acesso, ou neste caso a falta dele. Como se pode ver nas imagens, há dois degraus com cerca de 20 centímetros, o que impossibilita desde logo o acesso por parte de uma pessoa com cadeira de rodas. Não se encontra qualquer tipo de rampa de acesso nas imediações. O teclado encontra-se a uma altura de sensivelmente 1,10m, e a ranhura do cartão a cerca de 1,30m, o que está em conformidade com o decreto-lei 163/2006. O teclado, como se pode ver na imagem, está bastante gasto, e as teclas por vezes não respondem. O modo sonoro funciona bem, e o ecrã é protegido da luminosidade excessiva. 

Esta caixa ATM localiza-se numa zona central da cidade e relativamente a acessos, o seu posicionamento é bastante bom.  Uma pessoa numa cadeira de rodas chega facilmente ao local, pois a passadeira, a cerca de 20 metros do terminal, acessa ao passeio por intermédio de um corte naberma do passeio que não chega aos 0.02m ,como estabelecido por lei.  A luminosidade é perfeitamente aceitável, quer de dia quer de noite, e não se verificam problemas com o excesso de luz incidente, pois o prédio no qual o terminal está embutido tapa a luz solar e consequentes problemas de visibilida-de não se verificam. De uma maneira geral amáquina encontra-se em bom estado de funcionamento, com o modo sonoro a funcionar bem, as teclas minimamente perceptíveis e o ecrã com poucos riscos e nítido.  Filipe Alves - aluno 17950

Esta ATM oferece boas condições
de acesso e tem a sua volta uma área completamente desobstruída podendo então
oferecer muito melhor acesso na sua utilização, podendo este acesso ainda ser
melhorado se a caixa fosse colocada uns centímetros mais baixa , pois para uma
pessoa que utilize a cadeira de rodas terá alguma dificuldade em introduzir ou
retirar o cartão e o talão. 
Esta ATM tem uma boa
sinalização sonora quando premidas as teclas e também nas mensagens de ajuda
das operações, facilitando assim a vida às pessoas com algum problema cognitivo
bem como as pessoas que usam os terminais pela primeira vez. 
O teclado é um teclado que
não permite a selecção das operações básicas, levantamento e consulta de
movimentos, ficando apenas pelos dígitos e operações anular, corrigir e continuar.
O tipo de letra deste teclado
deveria ter uma fonte com maiores dimensões pois assim iria facilitar o
utilizador com deficiência visual a pressionar as teclas correctas. Pedro Cardoso
Caixa 2 – Utad, Eng.1
Esta caixa situa-se na entrada do
Eng.1, na UTAD.
Características
1. Em
relação ao ecrã, nesta máquina ate é bastante visível, não se encontrando grandes
dificuldades em ler o que nela aparece escrito. (Figura 7)
2. Em
relação ao teclado, o teclado esta em bastante bom estado, o botão 5 possui um
relevo ao centro, mas mais uma vez não detectei o módulo de voz. O teclado
possui teclas grandes que facilita a sua visibilidade. (Figura 8)
3. A
visualização do ecrã é boa, visto estar no interior, o que não fica afectada
pela luz. (Figura 9)
4. A
ranhura do cartão está algo elevada, o que dificulta às pessoas de cadeiras de
roda o seu acesso. Em relação ao acesso do teclado por parte das pessoas de
cadeiras de roda, também é complicado pois o teclado não esta inclinado.
(Figura 9 e 10)
Figura 7
Aqui podemos ver o ecrã
da máquina, a foto ficou mal, por causa do flash da máquina fotográfica. 
Figura 8
Aqui podemos ver o teclado da maquina, que
esta em boas condições.
Figura 9
Aqui podemos ter uma
vista global da caixa, e podemos ver o ser ecrã.
Figura 10
Nesta foto podemos
observar a colocação da ranhura para o cartão.
Acessos
- Os acessos a esta caixa são muito maus. Para
começar, o acesso ao Eng.1 é feito por umas escadas, sem acesso para
pessoas com cadeiras de rodas, e de seguida tem umas portas que dificulta
a passagem a cadeiras de rodas. (Figuras 11 e 12)
 Figura 11
As escadas de acesso
ao Eng.1  Figura 12
As portas de acesso
ao Eng.1 Conclusão
Após a avaliação das duas caixas
multibanco constatei que viver em
Vila Real tendo problemas motores ou visuais, passo a redundância,
é um verdadeiro problema, pois os acessos são limitados e as funcionalidades
escassas. Este trabalho fez-me ver que os problemas existem e que ninguém faz
nada para os resolver, visto que as pessoas com deficiências são uma minoria.
Mas infelizmente uma minoria que tende a aumentar e os recursos a diminuir,
pois mesmo as construções recentes não se encontram adaptadas para este tipo de
problemas.
Marcio Cardoso nº23514
Introdução
O principal objectivo deste trabalho é analisar as principais dificuldades em fazer determinadas tarefas que para mim são banais, como por exemplo levantar dinheiro ou outras tarefas relacionadas com uma caixa multibanco, mas que para pessoas com deficiências motoras e visuais se tornam impossíveis devido a barreiras arquitectónicas e sonoras. Ao analisarmos minuciosamente determinadas caixas multibanco verificamos que não tem as mínimas condições para estas pessoas, havendo pouquíssimas que contem as funcionalidades necessárias e os acessos pretendidos. Neste trabalho as duas caixas foram escolhidas são usadas regularmente. São elas a caixa multibanco situada na UTAD no Eng.1, e a outra a caixa multibanco externa da Caixa Geral de Depósitos, na avenida em frente ao Tribunal. De realçar que na foto em que aparece uma pessoa em frente à caixa mutibanco, essa pessoa tem cerca de 1,80m de altura. Caixa 1 – Caixa Geral de Depósitos, Avenida
Figura 
Esta caixa situa-se no exterior da Caixa Geral de Depósitos, havendo por perto mais 3 caixas, sendo estas internas e servindo também para cadernetas. Características <!--[if !supportLists]-->1. <!--[endif]-->Em relação ao ecrã, como é habitual, tem o ecrã pequeno, o que torna muito difícil às pessoas com algum tipo de deficiência visual verem o que se encontra lá escrito. As pessoas com deficiência motora têm alguma dificuldade em se aproximar do ecrã para uma melhor visão. (Figura 2) <!--[if !supportLists]-->2. <!--[endif]-->Em relação ao teclado, este encontra-se em condições aceitáveis, o botão 5 possui um relevo ao centro, mas não detectei o modulo de voz, que permite ajudar as pessoas invisuais. (Figura 3) <!--[if !supportLists]-->3. <!--[endif]-->Em termos de visão, o ecrã fica um bocado a desejar, pois não se encontra muito bem protegida do sol. Durante a noite a luz da máquina é suficiente. <!--[if !supportLists]-->4. <!--[endif]-->A máquina está a cerca de 1 metro do chão e possui um pequeno parapeito de cerca de 10cm, o que faz com que a maquina fique mais afastada, e faz com que o teclado seja de difícil acesso. (Figura 4) Figura 2
Imagem do ecrã onde se pode ver também o seu teclado.
Figura 3 A imagem mostra-nos o teclado onde podemos ver o seu estado e as cores bem visíveis, vemos também o seu reduzido tamanho
Figura 4 Aqui podemos ver a altura da caixa, e se repararmos bem na imagem, Podemos verificar o parapeito da máquina. Localizar no mapa em panoramio.com
Acessos - Em relação ao acesso, esta maquina não esta mal situada, tem um passeio largo, onde se anda bem. Possui 2 pontos de acesso principais. Um muito bom, mas que também é usado por carros naquela rua (Figura 5), por isso é preciso ter cuidado, e outro péssimo para pessoas de cadeiras de roda, pois o passeio é muito alto para poder ser ultrapassado (Figura 6).
Figura 5
Aqui podemos ver o acesso principal, em que se pode ver se é de fácil acesso para cadeiras de roda.

Figura 6 Aqui podemos ver a parte do passeio. Pela imagem podemos verificar que é totalmente impossível para uma pessoa de cadeira de rodas passar este obstáculo
Marcio Cardoso nº23514

Figura4 Esta segunda caixa pertence ao Banco Totta (figura4),
situada na rua direita junto ao Talho Pucarinhos, através desta foto é
nos possível verificar a acessibilidade ao local à caixa Multibanco.
Junto a esta estão vários automóveis estacionados que dificulta o
acesso, o piso é inclinado e existe junto a este um pequeno degrau que
mede 25cm de altura em relação ao passeio e 24cm de largura (alcance
lateral á caixa).
Figura 5 Nesta figura é nos possível ver o posicionamento da saída dos talões, do dinheiro, e a ranhura de entrada dos cartões e vemos também o teclado, e o ecrã.
Características da Caixa Multibanco (figura 5): · A altura do passeio à ranhura de introdução do cartão é: 1.50cm · A altura do passeio à ranhura de fornecimento de talão é: 1.65cm · Esta caixa não é protegida da iluminação do sol e não tem inclinação · O Teclado: o Inclui
teclas de levantamento 20,40,60,80,100,150,200 e de uma de outros
levantamentos, tem também teclas de carregamento PMB, de Pagamento de
serviços, de Consulta de movimentos, de Saldo e teclas com nºs de 0 a
9,teclas para corrigir, continuar, anular o A cor das teclas está desgastada, e estas não se conseguem ver, excepto as de levantamento e de carregamento o O espaçamento, formato das teclas e o relevo para mim são normais o Quando
carregamos na tecla 5,após a introdução do código verifiquei a
existência de um péssimo feedback sonoro, e as letras do ecrã ficaram
mais contrastadas (branco e preto) que permite a sua visualização por
pessoas amblíopes, onde tinha as seguintes opções: § 1-Levantamento em euro § 4-Mudificação do código de acesso § 5-Pagamento de serviços Conclusão Em
ambas as caixas as ranhuras de entrada de cartão e de saída de talão
ultrapassam as medidas do alcance lateral definido por lei, e ambas têm
a cor do teclado um pouco desgastadas, penso que bastaria uma revisão
anual ao teclado e boa vontade para este problema ser resolvido, assim
como todos os outros, é claro. Espero
que ao verem estes trabalhos, alguma coisa seja alterada nas vossas
mentes e atitudes de modo a melhorar a vida desta minoria, que por o
serem não deixam de ser pessoas como nós, mas só com mobilidade
condicionada e deficiência visual. Espero também que algo seja feito
pelas pessoas que governam este país para aniquilarem estes problemas
de vez, antes que o mal lhes bata á porta. Se bem que se isso
acontecesse eles moveriam montanhas para resolver esta insignificante e
ao mesmo tempo tão importante questão, da qual depende a qualidade de
vida, se não mesmo a própria vida de cada vez mais pessoas. Basta só
pensar na nossa vida que por mais fútil e monótona que seja, basta uma
alegria diária para nós nos sentirmos bem com ela e não nos queremos
ver livres dela, já o contrário não se pode verificar, ou pelo menos
não está cientificamente provado que assim o seja, ou seja, se a nossa
vida fosse fútil, monótona e só fosse construída de impedimentos
diários, de certeza que não lutávamos tanto para a manter com um
sorriso na cara, como o fazemos.
Filipa Moura nº22699
Objectivo: Avaliação da acessibilidade das Caixas Multibanco da
Cidade de Vila Real para pessoas com mobilidade condicionada e
deficiência visual Introdução
Um degrau? Qual é o significado desta palavra para nós, pessoas com a
posse total das capacidades? O que representa isto na nossa vida? É
fácil saber a resposta não é? Porque enquanto para nós um degrau é um
simples levantar de perna para outras pessoas, com menos capacidades
motoras e visuais que nós, um simples degrau é somente um oceano que as
separa do seu objectivo por mais simples que ele seja.
Eu pensava exactamente como a maioria das pessoas antes de ter esta
disciplina, porque ao fazer este trabalho fui me apercebendo de quão
difícil é o dia a dia destas pessoas, já que não possuindo a totalidade
das suas capacidades, também não têm um mundo totalmente livre de
impedimentos de modo a possibilitar lhes um quotidiano digno, ou melhor
não têm meios para tornar isso possível, ou ainda melhor, parece que a
maioria das pessoas consideradas normais estão empenhadas em construir
obstáculos para a esta minoria. Basta só pensar que em cada degrau
insignificante poderia estar um rampa, de certeza que nenhum de nós se
ia importar com esta pequena troca, pois não? E é bom lembrar, para
nunca mais nos esquecermos, que isto é só a ponta de um gigantesco
iceberg, e que basta uma pequena rasteira da vida para pertencermos a
este mundo em minoria que insistimos em não prestar a devida atenção. Figura1
Aqui temos a entrada do Banco BBVA (figura1),
situado na rua direita junto ao Centro De Recrutamento Do RI13,através
desta foto é nos possível verificar a acessibilidade ao interior do
banco onde se situa a Caixa Multibanco. Na entrada deste deparamos nos
com um pequeno degrau onde a parte mais baixa mede 6cm de altura em
relação ao passeio de modo que a meu ver não dificulta o acesso ao
interior do banco, já que a porta que vemos fechada na figura dá para
abrir caso a cadeira de rodas não consiga passar.

Figura 2
Figura3 Nestas
figuras é nos possível ver o posicionamento da saída dos talões, do
dinheiro, e a ranhura de entrada dos cartões e vemos também o teclado,
e o ecrã.
Características da Caixa Multibanco (figura2e3): · A altura do chão à ranhura de introdução do cartão é: 1.47cm · A altura do chão à ranhura de fornecimento de talão é: 1.65cm · Esta caixa é protegida da iluminação do sol e não tem inclinação · O Teclado: o Inclui
teclas de levantamento 20,40,60,80,100,150,200 e de uma de outros
levantamentos, tem também teclas de carregamento PMB, de Pagamento de
serviços, de Consulta de movimentos, de Saldo e teclas com nºs de 0 a
9,teclas para corrigir, continuar, anular o A cor das teclas está desgastada, mal se consegue ver, excepto as de levantamento e de carregamento
o O espaçamento, formato das teclas e o relevo para mim são normais o Quando
carregamos na tecla 5,após a introdução do código verifiquei a
existência de um excelente feedback sonoro, e as letras do ecrã ficaram
mais contrastadas (branco e preto) que permite a sua visualização por
pessoas amblíopes, onde tinha as seguintes opções:
Filipa Moura nº 22699
Caixa Multibanco do Montepio Geral:
- Localizada na marginal, na rua do Miracorgo para o Sinaleiro.
Imagem 4:
O acesso externo a esta Caixa é muito bom não havendo degraus nem qualquer tipo de obstáculo.
Imagem 5:
Imagem 6:
As principais características desta Caixa são:
A altura a partir do chão até a ranhura de introdução do cartão é 1.49cm.
A altura a partir do chão até a ranhura de saída do talão é 1.63cm.
Existe um alcance lateral sobre obstáculo de 17cm.
Ao
carregar na tecla 5 após a introdução do código podemos verificar que
aparece o ecrã a preto e branco com as opções levantamento em euro,
modificação do código de acesso e pagamentos de serviços o que facilita
a leitura para pessoas com deficiência visual, mas não possui feedback
sonoro.
Tipo de teclado: inclui teclas de levantamento.
Estado da cor: as teclas numéricas estão desgastadas as restantes encontram-se em perfeitas condições.
Espaçamento entre as teclas: razoável
Iluminação: está protegida do sol.
Conclusão
Após
a recolha dos dados e da elaboração deste trabalho posso concluir que a
acessibilidade das caixas Multibanco não é de todo perfeita. Encontrei
muitas condicionantes tais como o acesso à caixa Multibanco e a falta
de certas ajudas na mesma.
Autora:
Carina Rodrigues
nº 22508
Esta caixa encontra-se no interior da superfície comercial;
 Tem bom acesso, rampas com inclinação reduzida;
 Localizar no mapa em http://www.panoramio.com/photo/5468700 O acesso á ranhura do cartão, fornecimento de talão e utilização das teclas laterais do ecrã está a uma altura adequada para utilizadores de cadeiras de rodas; Protegido do sol, logo tem boa iluminação; Inclinação do ecrã não é adequada para utilizadores de cadeiras de rodas;
 O teclado tem apenas os números e as teclas (anular, corrigir e confirmar), possui também relevo e feedback sonoro;
 Esta caixa possui um sistema de acompanhamento por voz para as operações essenciais, permitindo uma maior facilidade na utilização do serviço por parte da população com deficiência visual (para a utilização deste sistema, após inserir o código secreto, o cliente deverá premir a tecla 5,que activa o modulo de voz para acompanhamento da operação e permite que a aplicação afixe ecrãs especialmente concebidos para uma melhoria da leitura.)

Esta caixa encontra-se no exterior do banco; Tem mau acesso, porque possui escadas por todos os lados;
 O acesso á ranhura do cartão, fornecimento de talão e utilização das teclas laterais do ecrã está a uma altura adequada para utilizadores de cadeiras de rodas; Como se localiza no exterior do banco nem sempre está protegido do sol; Inclinação do ecrã é adequada para utilizadores de cadeiras de rodas;

O teclado tem apenas os números e as teclas (anular, corrigir e confirmar), possui também relevo e feedback sonoro; Esta caixa possui um sistema de acompanhamento por voz para as operações essenciais, permitindo uma maior facilidade na utilização do serviço por parte da população com deficiência visual (para a utilização deste sistema, após inserir o código secreto, o cliente deverá premir a tecla 5,que activa o modulo de voz para acompanhamento da operação e permite que a aplicação afixe ecrãs especialmente concebidos para uma melhoria da leitura.)
Uma caixa Multibanco dos finais dos anos 90 com uma fraca ou quase nula indicação de presença de serviço de ATM.
Altura de ranhura de cartões, recibos e de saída de dinheiro:

A ranhura de cartões está a sensivelmente ~1,20m, a saída de recibos a ~1,30m, e teclado e saída de notas a ~1,00m. Pode-se então validar que esta máquina está de acordo com as normas do Decreto de Lei nº 163/2006. Evidencia umas pequenas falhas em termos de acessibilidade como a retirada do dinheiro e a visualização já pouco nítida por parte do vidro de protecção já apresentar alguns riscos e baço.
Não apresenta apoio por voz para deficiência visual. A sua localização esta bem situada em termos de acesso a ATM.A altura desta caixa (1,15 metros desde o chão até à ranhura de entrada do cartão) também não é a mais adequada para pessoas que precisem de se deslocar em cadeiras de rodas. O acesso a ATM é perfeitamente acessível embora terá de passar por portas extremamente difíceis de abertura caso estejam fechadas. Possui uma rampa de acesso ao pavilhão e não contem nenhum degrau para o seu acesso. A localização da maquina é bem iluminada embora o seu vidro de monitor estar com algumas deficiências de uso. A ranhura do cartão é afunilada e não tem luz intermitente a assinalar a ranhura do cartão.
 Podemos verificar também que o seu acesso ao levantamento de notas é muito dificultoso, não apropriado para pessoas de cadeiras de rodas Digamos que, as caixas mais recentes já começam a estar em conformidade com a lei vigorada pelo Decreto de Lei nº 136/2006.

Esta máquina encontra-se no interior do Banco Português de Investimento, situada no largo junto há superfície comercial Miracorgo, o acesso ao edifício, é feito através do largo Miracorgo, uma superfície ligeiramente plana, com irregularidades do piso. Para se conseguir entrar é necessário sempre o cartão para abrir a porta.
 Distancia do chão até teclado: 1,10m Distancia do chão até a ranhura do talão: 1,30m Distancia lateral até a ranhura do talão/monitor: 0,30m A visibilidade é constante devido a sua interior colocação da máquina, protegendo-se da luz solar e também por ser tecnologia de ponta em termos visuais. 
O teclado, possui as teclas numéricas, 3 teclas de decisão Anular/Cancel – Corrigir/Clear – Confirmar/Enter, os quais são de boa visibilidade, bem separados e contendo letras em Braille. É emitido um som audível sempre que se carrega nos botões para efectuar alguma operação. Existe um nível de relevo nas teclas de decisão permitindo uma melhor compreensão. Fica a faltar as teclas de valores predefinidos, os atalhos que podem tornar a vida mais fácil a uma pessoa.
O monitor é tecnologia de ponta, melhor visibilidade e clareza, tendo quatro botões de selecção e apoio na navegação da operação a fazer (4 de cada lado), quando se preciosa a tecla “5” (tecla bem sinalizada com um pontinho) verifica-se uma nova forma de visualização mais suave, com três escolhas/soluções:
 1-levantamento em euro 4-alteração do código 5-Pagamento de serviços
Esta máquina encontra-se no interior do Banco Espírito Santo, situada no largo junto há superfície comercial Miracorgo, o acesso ao edifício, é feito através do largo Miracorgo, uma superfície ligeiramente plana, com irregularidades do piso.
 Existe uma superfície em madeira colocada a frente da máquina, que não permite o devido acesso a pessoas com mobilidade reduzida. Distancia do chão até teclado: 1,06m Distancia do chão até patamar: 0,80m Distancia do chão até a ranhura do talão: 1,40m Distancia lateral até a ranhura do talão/monitor: 0,60m A visibilidade é constante devido a sua interior colocação da máquina, protegendo-se da luz solar. O teclado, possui as teclas numéricas, 3 teclas de decisão Anular – Corrigir – Confirmar, os quais são de fraca visibilidade, bem separados. 
É emitido um som audível sempre que se carrega nos botões para efectuar alguma operação. Existe um nível de relevo nas teclas de decisão permitindo uma melhor compreensão, fica a faltar as letras em Braille e luz de aviso de ranhura de cartões. Possui também doze teclas de atalhos permitindo uma mobilidade e facilidade imensa.
O monitor é um dos tipos mais usuais neste tipo de maquinas, tendo quatro botões de selecção e apoio na navegação da operação a fazer (4 de cada lado), quando se preciosa a tecla “5” (tecla bem sinalizada com um pontinho) verifica-se uma nova forma de visualização mais suave, com três escolhas/soluções:
1-levantamento em euro 4-alteração do código 5-Pagamento de serviços
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