Estou no WORDPRESS, mas isso não impede que...

Olá princesa, sou o papá…

Publicação: Sunday, February 04, 2007 6:58 PM por bluewater68
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Comentários

 

ifabiao said:

O meu marido acompanhou-me no nascimento da minha primera filha, mas neste último , infelizmente e tratando-se de um nado-morto, não chegou a tempo.Não fiquei magoada porque fui muito bem assitida, mas também aceitaria se ele não quisesse assistir.Ele próprio me disse que quando viu o primeiro achou que não é qualquer um que aguenta.

Bjs

February 4, 2007 7:25 PM
 

XXI said:

Olá Bluewater68

Vim aqui para comentar o post do"Divórcio da sétima arte", pois há pouco não tive tempo, e deparo-me com outro, ao qual não resisto de tecer um breve comentário.

Adorei, mais uma vez o conteúdo e a clareza com que desenvolve cada tema. ESPECTACULAR!

Já fui mãe há alguns anos e confesso que não teria gostado que o pai estivesse presente. Justificação: seria uma preocupação acrescida.

Concordo, no entanto, que exista esse acompanhamento, desde que natural e espontâneo, não por ser “moda”, porque os amigos também assistiram. Cada caso é um caso, e depende muito do feitio de cada pessoa.

Confessar que não se está à altura de um acontecimento, não é cobardia mas é ser verdadeiro, e para mim é uma qualidade.

Maria Romã

February 4, 2007 7:36 PM
 

Mendro said:

Muito sinceramente, não sei se terei estômago para assistir a um parto, mas pessoalmente concordo que a presença do pai seja encarada como uma responsabilidade paterna.

cumprimentos

February 4, 2007 8:16 PM
 

amargura said:

Boa noite Bluewater68,

Impressionante o seu relato.

O meu marido esteve presente no parto do meu "Anjo" que nasceu numa Casa de Saúde. O meu "anjo" nasceu com 3,890 Kg e 48 cm. Vi o meu marido tão pálido, enquanto eu estava a puxar (parte normal, sem epidural) que pensei: ele vai cair no chão ... Entrei às 3.15 da manhã e o meu "Anjo" só decidiu nascer às 15h30, num domingo, a chover torrencialmente ...

Quanto à minha "Princesa" que nasceu também nas mesmas condições. Ela nasceu com 3,980Kg e 51,5 cm ... Era enorme ... Parte normal, sem epidural. A minha "Princesa" não queria de modo algum sair, mesmo lá chegando para a ter às 5h30 e às 10h30 cá estava fora. Mas foi horrível, porque ela não queria mesmo sair ...

Orgulhosamente, tenho de dizer que nesse dia foi a menina maior que nasceu e a mais pesada, mesmo tendo em conta os meninos que lá tinham nascido, naquele dia de calor tórrido ...

Respondendo à sua pergunta, nunca teria perdoado o meu marido, se ele não tivesse lá ... Os filhos fazem-se a dois, por isso, tem-se a dois ...

Parabéns!

Beijinhos

February 4, 2007 8:55 PM
 

JATavares said:

BW, fiquei encantado com a ternura do seu post.

Dá para pensar como é possível que tal milagre possa ter desfecho tão trágico como o que defendem os apoiantes do SIM. Ainda ontem num programa do National geographic apresentaram imagens de fetos que, às seis semanas já deixam que se distinga se são meninos ou meninas. Há tanta mulher desejosa de engravidar e, afinal dá Deus as nozes a quem não tem dentes para as roer! Já estou pelo que vier.

Sobre assistir, ou não, ao nascimento dos filhos, eu não vi onascimento dos meus, mesmo que quisesse tal não me seria permitido. Penso que é uma questão bastante polémica. Afinal se a sua mulher entrar nas urgências do Hospital por um qualquer motivo,  não o deixam entrar. A presença de familiares em actos médicos pode perturbar não só o pessoal médico como também o próprio paciente.

Subscrevo totalmente o que foi dito pela Maria Romã, realmente se for por moda não vale a pena. falando da minha experiência não sinto pena nenhuma de não ter assistido ao nascimento dos meus filhos, acho também que isso é uma questão civilizacional. Em certas culturas isso seria impensável.

Aprofundando um pouco as questões delicadas podemos pensar que certos actos por nós praticados são feitos com muito recato e longe de quaisquer olhares ,mas isso não quer dizer que em certas culturas também seja assim.

Quando Camões chegou às ilhas que hoje constituem parte da Indonésia ficou paralizado e chamou-lhes as Ilhas dos Amores, não só os pais ofereciam as filhas aos forasteiros como a sexualidade era praticada sem qualquer tabu.

Se fôssemo mesmo aqui ao lado, a Marrocos e propuséssemos que o futuro pai fosse ver o nascimento do filho as pessoas ficariam horrorizadas connosco.

Tudo o que disse está em constante transformação e é natural que daqui por algum tempo nem sequer se pense que em tempos os pais não acompanhavam as mães no momento do nascimentos de seus filhos.

Parabéns por um post tão sensível e que denota um sentimento profundo pelo valor da família e da união que deve existir num casal.

Um abração do

JT

February 4, 2007 9:06 PM
 

poetacomalma said:

Meu amigo,

Uma palavra apenas:

Parabéns pelo ser humano que revelas ser através das tuas palavras e dos teus interessantes raciocínios e pela tua forma de percepcionar o mundo...

Um abração e boa semana,

Poeta

February 4, 2007 9:22 PM
 

Anahory said:

OH BLuewater, este teu execlente post emocionou-me imenso, de tal foram que fui incapaz de suster as lágrimas. Lágrimas não de tristeza, mas sim de ler uma descrição de um nascimento de uma filha feita com tanto amor e sentimento!!!

É dificil imaginar o que sentiste no momento em que pegaste pela primeira vez na tua querida Princesinha mas tenho a certeza que jamais esquecerás.

Em relação a ser natural os pais de hoje assistirem aos partos estou convencida que a maioria o quer fazer e o faz.

Claro que os pais mais velhos serão mais renitentes e claro está que há mulheres que preferem ter as mães ao lado pois consideram que estas podem ser de maior ajuda que os maridos.

Mas eu penso que um bebé que foi concebido pelos dois deve nascer com os dois presentes.

Um grande beijo para um grande e babado pai

Kiki

February 4, 2007 9:31 PM
 

Tozzola said:

Confesso que fiquei impressionado com este relato. Muito real e apelativo.

Mas como me traz memórias um pouco difíceis, fico sem palavras para expressar algo mais. Mas que tudo seja feito a dois.

Um abraço

Tozzola

February 4, 2007 10:23 PM
 

paulavale said:

Olá bw

Mais uma vez um post formidável.

Nos meus dois partos bastante dificeis (foram os dois partos normais mas c fórceps visto eu não ter feito e nenhum dos 2 a dilatação) daria tudo para ter o meu marido ao lado e o meu marido tb gostaria de ter assistido. Seria uma grande ajuda p mim, pois sinto nele sempre uma egrança muito grande. Mas na altura não era permitido na Maternidade Júlio Dinis no Porto. Felizmente agora  já dão essa oportunidade aos pais.

No entanto sou capaz de aceitar q alguns homens não tenham coragem para assistir a um parto.

Mas elo menos deveriam tentar, na minha opinião.

Bjs

Paula

February 4, 2007 10:50 PM
 

MargaridaC said:

Bluewater,

gostei muito deste teu post e fez-me relembrar...

Como acho que já toda a gente sabe tenho trigémeos e por isso o parto não foi bem como descreves... estava sozinha e acabei por ser eu a dar a notícia ao meu marido. se isso me incomodou? Nem pensar! não é por não ter estado ali naquele momento comigo que foi pior marido ou é pior pai!

Sei que os nossos pensamentos estavam em sintonia... isso sim é que interessava!

Beijinhos

Margarida

February 4, 2007 10:54 PM
 

recardenense said:

Blue:

Também ontem, li na totalidade a "tabú", pois tinha cá o meu neto e portanto o escritório ocupado.

Esse artigo, foi dos que mais me impressionou. Já estou como o JATavares, agora os tempos são outros. Há 40/50, anos isso estava fora de questão.

Mas pela sua fineza de sentimentos, vê-se qual é a sua maneira de ser. Já não sou só eu que sou sentimental, pois por norma, a lágrima vem-me sempre ao canto do olho.

Pessoalmente, olhando para a rectaguarda, não sei se gostaria de ver.

Costumo ter grande sangue frio, quando é preciso actuar, mas não sou muito de ver sangue e dores.

Sou capaz, muitas das vezes de aguentar muito, mas depois, quando tudo acaba e já na solidão, pareço uma Madalena.

Um abração.

Humberto

February 4, 2007 11:02 PM
 

AJSM said:

Olá Bluewater

Quando dos nascimentos dos meus filhos não era comum a presença dos pais. Compreendo e concordo que é uma ajuda importante para a mãe, desde que não seja mais um motivo de preocupação e um impecilho para os técnicos presentes. Um abraço.

Armando

February 5, 2007 1:58 AM
 

meiadeleite said:

Olá, amigo bluewater,

Talvez de todos os posts, este tenha sido o que mais gostei de ler por razões sentimentais. Normalmente quando perguntam a uma mulher qual foi o dia mais importante da sua vida, as mulheres dizem que foi quando tiveram os seus filhos. Antes de os ter, achava isto estranho. Hoje, subscrevo inteiramente.

Não te vou descrever aqui como tive os dois, mais do que dizer que foi relativamente rápido e fácil para mim, parto normal sem epidural. Das duas vezes o pai esteve presente.

E quanto à tua pergunta: embora aceite que há quem fique impressionado, pessoalmente ficaria muito desiludida se não tivesse a sua presença comigo. Até porque o pai está lá para ajudar a mãe e não para sentar e assistir ao espectáculo. Sempre de lado, de mão dada.

Beijos, meiadeleite

February 5, 2007 8:05 AM
 

Lili4 said:

Olá!

Gostei especialmente deste teu post...está muito humanizado!!!

Quanto à tua pergunta...ainda não tenho filhos mas gostaria que o meu marido estivesse presente quando acontecer. .."companheiro não assistisse ao parto, por este reconhecer que não seria capaz de aguentar esse momento?..." Também eu não assistia ao parto se pudesse escolher...

Fique bem

Lili4

February 5, 2007 3:11 PM
 

unroyal said:

BW,

Deve ser muito emocionante acompanhar a chegada de um filho. As tuas princesas são umas sortudas, por terem em ti um rei digno de império.

Parabéns.

February 5, 2007 3:36 PM
 

cneves said:

Olá BW,

Gostei muito deste post.

No meu caso, o meu marido também assistiu ao parto do Rodrigo, não lhe fez impressão nenhuma e gostei que ele estivesse ali a lembrar-me que tinha de respirar....

Só saiu durantes uns segundos, quando a médica teve de utilizar os forceps para o pequeno sair...(O Rodrigo nasceu com 2,935 kg e 48 cm)

Mas entrou logo de seguida.

Nunca cheguei a ver a minha placenta, mas também medricas como sou ainda me dava uma coisa, porque realmente faz muita impressão....

O que me recordo mais desse dia, foi a quantidade de gente que estava na minha sala, pois o Rodrigo nasceu eram quase duas da manhã e não havia mais nenhum bebé a nascer aquela hora, então foram todas para a minha sala, médicas e enfermeiras. 3 médicas tentaram puxar o Rodrigo antes de utilizarem os forceps, em vão...

Se tiver mais algum, vou querer o meu marido perto de mim outra vez!!

Fica bem!!!

Beijinhos

Cláudia Neves

February 5, 2007 4:02 PM
 

Arden said:

Blue, eu já vou no segundo parto e não me arrependo, mas acredito que existam pais que não estão preparados e isso não faz deles piores maridos e piores pais. Agora que é um momento único, é, e recomendo a todos que não faltem à chamada.

February 5, 2007 5:04 PM
 

boogie said:

Olá Bluewater

Gostei imenso da sua narrativa muito real e humana.As suas princesas têm razões para se orgulhar de si.

Boogie

February 5, 2007 6:08 PM
 

brincalhao said:

Finalmente encontrei o famoso blue!!!

Sou novo por aqui. Gostava que passasses pelo meu.

um grande abração!!!

P.S: ainda não sou papa mas estou desejoso para o ser

February 5, 2007 6:09 PM
 

IceMan said:

Oi blue, como deves ter reparado, sou novo por aqui e claro que vou continuar por aqui depois do 11 de Fevereiro, seja qual for o resultado.

Eu ando por aqui ainda um pouco à pesca, a ver como isto funciona, mas toda a ajuda é sempre bem vinda.

Um abraço.

P.S. - Eu não estive no parto da minha filhota, porque foi de cesariana e do meu filhote, as enfermeiras não me deixaram assistir, tive que aguardar à porta.

February 5, 2007 7:41 PM
 

dissidencias said:

Olá BW,

O teu relato, a forma como colocas as questões e as fotos são, de facto, impressionantes. EU acompanhei sempre em tudo a minha mulher, durante a gravidez (fui com ela às consultas todas e vi e ouvi pela primeira vez o coração do meu filho a bater, às 7 ou 8 semanas) mas não assisti ao parto, por ser cesariana. No entanto passei os 5 dias seguintes, das 09 da manhã às 09 horas da noite, na enfermaria com a minha mulher e o meu filho. Era eu quem dava banho e mudava as fraldas ao meu filho, ensinadopelas enfermeiras. As coisas correram, felizmente, muito bem, comigo a acompanhar todo o processo de gravidez e pós parto. Apenas não estive com a minha mulher durante o parto, durante uma horita... De resto, somos inseparáveis desde que vivemos juntos, já lá vai mais de uma década...

Acho que deve ser o casal a combinar previamente se o homem deve assistir ou não, embora reconheça a cresente pressão social para que o homem esteja presente na hora H, que estreia já no próximo domingo... com o Herman...

Aprobeito a ocasião para apelar ao "NÃO" ao HABORTO (ver o meu último Editorial)...

Um abraço

dissidencias

February 6, 2007 10:33 AM
 

Annnna said:

GOSTEI MUITO simplesmete GOSTEI MUITO.

Um beijo

Annnna

February 6, 2007 10:44 AM
 

Reis said:

Olá BW,

Muito rapidamente antes de partir por alguns dias...

Não vi os meus filhos nascer por que na altura tive medo... principalmente de me revelar um estorvo na sala de partos.

Hoje, estou arrependido... nunca saberei como teria reagido. E por que concordo que é um momento único que perdi. Mas isso sempre o soube.

Abraços

February 6, 2007 12:03 PM
 

lylas said:

obrigada!!!

s precisar d alguma coisa ja sei a quem recorrer...

:)

***************

February 6, 2007 3:16 PM
 

MssN said:

BlueWater:

O pai das minhas filhas assistiu ao nascimento de ambas, com a vantagem de estar absolutamente preparado por ser médico. Na segunda foi mesmo interneviente directo porque estava de serviço.

Como já disse sou avó e o meu genro embora acompanhasse a gravidez da minha filha não se sentiu capaz de assistir ao parto, tal como eu própria...

Belíssimo este artigo.

Beijo

February 6, 2007 9:28 PM
 

jtretas said:

Caro amigo de comunidade, até à data, apesar de já me terem indicado V. Ex.ª, ainda não tinha necessidade de o fazer, mas agora tenho, quero responder com firmeza ao tretas do poetacomalma, quando tiver um tempinho, passe pelo meu blog e deixe lá as instruções para eu meter fotos e outros artigos naquela treta. Obrigado um abração. O bonitão acima da média o Big Jtretas

February 6, 2007 11:21 PM
 

sarah said:

que história magnífica. um post sentido e com sentido. gostei!

um beijinho às princesas e um abraço ao papá babado.

até...

February 7, 2007 4:31 PM
 

patana said:

Olá Bluewater,

Com sabe sou nova nestas andanças bloguistas e resolvi vir conhecer o seu blog. Adorei a sua descrição do nascimento da sua princesinha. Quando a minha Catarina nasceu, o meu marido esteve sempre ao pé de mim excepto no momento da expulsão pois as enfermeiras achaam que ele estava muito pálido. De qualquer forma, foi o primeiro a pegar nela após limpa e vestida. Não foi por causa de não ter assistido ao parto que ele se sentiu menos pai. Vou ser sincera que apreciei mais o facto de estar ao meu lado no periodo de tempo antes da Catarina nascer (12 horas!) do que na altura do parto.

February 13, 2007 2:14 PM
 

anatarouca said:

Bluewater68,

adorei o teu relato do que foi certamente um dos momentos mais marcantes da tua vida.

O meu marido esteve comigo durante as 22 horas de parto da minha primeira filha. Não foi fácil nem para ele nem para mim. Mas psicologicamente, para mim, foi muito importante a sua presença. Seis anos depois tive gémeos, foi cesariana e assim o meu marido se safou de mais um momento muuuiiinto intenso. Mas quando vemos os nossos filhos pela primeira vez, o momento é mágico e a felicidade anestesia as dores.

Parabéns pelo post.

Bjs

Ana Tarouca

March 15, 2007 2:26 PM
 

gomes2000 said:

olá bluewater,

este é talvez o teu post mais bonito (para mim).

O meu amor também esteve sempre comigo.

É muito bom ser papá, e mamã, claro.

beijinhos

February 28, 2008 10:24 PM
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About bluewater68

 
Biografia Marafada
De forma abreviada posso dizer que em Lisboa, era assim que eu brincava. Mais tarde, divorciei-me da 7ª Arte e nunca mais fui ao cinema. Sempre tive certezas nas minhas escolhas académicas e profissionais. Para cortar com um dos vícios, tive que tirar a vesícula. E este foi, sem sombra de dúvida, um dos dias mais felizes da minha vida. Reconheço, tenho fobias. Gosto de andar. Não sei se gosto de Caracóis. Sei que gosto de Sardinhas. Já lá vai o tempo em que saía à noite, e sobretudo, não complico na forma de ver a vida.
 
Coisas do Ma Ke Jeto, Mosso

O Blogue: O Ma Ke Jeto, Mosso foi criado em Outubro de 2006. Depois de já ter ouvido falar bastante 'dessa coisa dos blogues', experimentei abrir um espaço onde iria escrever sobre tudo, sobre nada, mas sobretudo, onde iria escrever. Apesar da diversidade dos assuntos focados, o autor reconhece que os temas relacionados com Política Internacional, são os que lhe dão mais incentivo a escrever.

Bluewater68: Há muitos anos, andava eu a tentar criar uma conta num site. Depois de inúmeras tentativas, recebia sempre o aviso que o nickname pretendido já estava ocupado. Já com pouca paciência, ficou uma mistura entre a cor favorita, o elemento favorito e o ano da colheita (sim, este magano já entrou nos ‘entas’).

Avatar: É uma imagem do personagem Earl Hickey, interpretada pelo actor Jason Lee, na série “O Meu Nome é Earl”

 
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