Toureio à Portuguesa

             G.P. 1946

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AUGUSTO GOMES

                                               G.P. 1946

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Júlio Procópio

                                  G.P. 1946

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MANUEL DOS SANTOS - Um toureiro completo

                (G.P. 1946)

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Alberto Luís Lopes

                 G.P. 1946

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PILAR ALBARRACÍN...

...e a sua paródia a alguns lugares comuns da Cultura Ibérica

A maravilhosa Torera

A humilhação do bravo Tartero

A com-paixão de Verónica

http://www.pilaralbarracin.com/

 

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Nazaré Felício - a cavalo e a pé

(Séc. Ilust., Nov. 1947)

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ROSA GONÇALVES - mulher forcado

(in G.P. 1947)

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Conchita Cintron - La Diosa de Oro

(Sec. Ilust. 1944) Daqui http://revistaantigaportuguesa.blogspot.com/

Nascida no Chile, em 1922, Concepción Cintrón Verrill, ficou conhecida por Conchita Citron ou "La Diosa Rubia ou de Oro", como era chamada no mundo da Festa Brava. Em Lima, no Peru, para onde foi viver ,com a idade de três anos, com a sua família, frequentou a escola de equitação do cavaleiro tauromáquico português Ruy Zarco da Câmara, exilado em Lima, que lhe ensinou, não só a lusitana "arte de bem cavalgar toda a sela", mas também a não menos portuguesa de tourear a cavalo. Pode dizer-se que aqui começa a sua ligação a Portugal, que vem posteriormente a fortalecer-se, quando, no início dos anos 50, se casa com o português Francisco de Castelo Branco, ficando a residir em Portugal até 1975, ano em que, por motivos políticos, se vê obrigada a refugiar-se no México, com seu marido. Porém, logo que foi possível, regressam a Portugal, em 1995. A Deusa de Oiro, que, nos anos trinta, ousou enfrentar o mais bacoco dos conservadorismos "de género", que lidou toiros a cavalo e a pé e que sofreu algumas colhidas, é, sem dúvida, género à parte, uma referência maior na Festa Brava.
Morreu em Fevereiro deste ano, em Portugal, país que adoptou por amor, mas terá sido esquecida pelos que, por ofício, obrigatoriamente deviam lembrá-la nessa hora, assim lhe prestando a mais que merecida "última homenagem".
Aqui fica esta modesta homenagem a essa mulher que foi o ídolo de muitas raparigas da sua e minha geração.
Praça de pé para Conchita Citron!

(Vídeo - imagens retiradas da Net; música: PasoDoble "La Virgen de Macarena", da autoria de Calero e Monterde, interpretado pela Banda Taurina)

Sites relacionados

http://novafloresta.blogspot.com/2009/02/deusa-loura-caminho-do-olimpo.html

http://sol.sapo.pt/blogs/tordesilhas/archive/2009/02/18/Morte-de-Conchita-Citr_F300_n.aspx

http://www.pedradaanixa.com/historia3.htm

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"BARRETE VERDE"

 

 (recorte do Sec. Ilust. de Ago.1944)

As Festas do Barrete Verde e das Salinas, com mais de 60 anos de história, anualmente realizadas em Alcochete, na 2ª semana de Agosto, e que atraiem anualmente milhares de visitantes, são uma homenagem ao forcado, ao salineiro e ao campino.

Em Setembro de 1955, o Aposento do Barrete Verde foi visitado pelo fadista Moniz Trindade e pelos compositores Frederico de Brito e Ferrer Trindade, criador e autores do fado "Barrete Verde", respectivamente, fado que se tornou muito popular em Alcochete e é como que o seu Hino e das suas Festas. Aqui o temos, interpretado por Moniz Trindade, neste belíssimo vídeo 

  

Neste outro vídeo, podemos ouvir a interpretação desse mesmo fado pelo fadista Manuel de Almeida, um trabalho que dedico a todos os Alcochetanos e particularmente ao Pedro - MrJiggy069, residente na Alemanha

 

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No Campo Pequeno - 1915

O Chico Marujo a quem o fado se canta e o José Casimiro, que ia ouvir cantar o fado...

Por muito que alguns meninos não queiram, a Festa Brava é Tradição Nacional e, como tal, já vem de longe!...

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MANUEL DOS SANTOS - Homenagem

Há, pelo menos, dois fados que celebram esta enorme figura da Festa Brava - o do filme "Audácia e Touros", de que aqui se exibe a partitura, e estoutro disponibilizado em     http://www.youtube.com/watch?v=bxaMj06K1V8

De facto, Manuel dos Santos era, como muita gente da Festa, frequentador de casas de fado e amante da Canção Nacional. Aqui o podemos ver, na Adega Mesquita, posando ao lado das fadistas Mariana Silva e Estela Alves, do cantador Gabino Ferreira e da Tia Adelina.

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Estação do Metro do Campo Pequeno - "O Forcado foi esquecido"

A propósito dos meus anteriores posts sobre a Praça do Campo Pequeno, o conceituado bloger do Partebilhas e do Tordesilhas, e Homem da Festa, Manuel Peralta, chamou-me a atenção para o facto de, nos painéis do Metro do Campo Pequeno não se encontrar representada essa figura maior da Festa Brava que é o Forcado. Efectivamente assim acontece; estão representados ou toureiros a cavalo e a pé, bem como o cavalo e o touro, mas "o forcado foi esquecido", como muito bem refere, no seu texto, publicado no Festa Brava, de 10.04.1997, Manuel Peralta Godinho e Cunha, um dos fundadores do Grupo de Forcados Amadores de Évora.

Aqui http://www.metrolisboa.pt/Default.aspx?tabid=451  encontram a informação relativa à remodelação da Estação e a identidade dos que, em princípio, poderão explicar este lamentável esquecimento e, quem sabe, tentar ainda "emendar a mão"!...

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Mudar de sítio...

... é o que vou fazer!

Gostava de continuar com este espaço, dedicado ao Fado e à Festa Brava, mas é muito complicado postar vídeos e agora também já não tenho espaço no Album, o que me impede de postar imagens.

Continuarei a escrever sobre estes assuntos nos blogues

http://olhai-lisboa.blogspot.com/

http://fadistascomoeusou.blogspot.com/

Até lá!

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