SOL

Avaliação em Saldo

estranho

Pelas notícias recentes a avaliação dos professores está em saldo e desce todos os dias....

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Avaliação do Desempenho

 

Sobre a avaliação do Desempenho 

La evaluación a los docentes y el desarrollo de su carrera profesional son considerados temas que tienen incidencia en su desempeño. En efecto, son varios los países que han avanzando en la instalación de sistemas de evaluación, más allá de los tradicionales mecanismos instrumentados por la supervisión o la inspección escolar.

Pero todavía la discusión sobre estos campos está cargada de tensión. Por un lado están las diversas perspectivas teóricas que subyacen en cada propuesta, y por otro lado, están los procesos de implementación, que casi siempre están cubiertos por el velo del control y la sanción.

A cada país le corresponde transitar su propio camino, construir sus propuestas y compromisos. Sin embargo, hoy más que nunca, tenemos la enorme oportunidad de aprovechar la información, la experiencia y el conocimiento universal para tomar las mejores decisiones.

Por ello, el estudio que hoy presenta la Oficina Regional de Educación de la UNESCO para América Latina y el Caribe es, en estos momentos, uno de los esfuerzos más completos por ofrecer información oficial sobre la manera cómo los sistemas educacionales de América y Europa abordan la evaluación del desempeño y del desarrollo de la carrera profesional de los docentes. Una contribución que es parte del conjunto de estrategias que desarrollamos para ampliar la mirada sobre la profesión docente y de sus múltiples dimensiones, y para incidir en la formulación de políticas integrales para el desarrollo docente.

Ler mais em....

http://www.unesco.cl/medios/biblioteca/documentos/evaluacion_desempeno_carrera_profesional_docente.pdf

Os professores nunca têm razão...

 out
Pobres professores....
 
Se é jovem, não tem experiência;
Se é velho, está ultrapassado.·
Se não tem carro, é um coitado;
Se tem carro, chora de barriga cheia.
 
Se fala em voz alta, grita;
Se fala em tom normal, ninguém o ouve.
Se nunca falta às aulas, é parvo;
Se falta, é um 'turista'.
 
Se conversa com outros professores, está a dizer mal do Sistema;
Se não conversa, é um desligado.
 
Se dá a matéria toda, não tem dó dos alunos;
Se não dá, não prepara os alunos.
 
Se brinca com a turma, é palhaço;
Se não brinca, é um chato.
 
Se chama a atenção, é um autoritário;
Se não chama, não se sabe impor.
 
Se o teste é longo, não dá tempo nenhum;
Se o teste é curto, tira a oportunidade aos alunos bons
Se escreve muito, não explica;
Se explica muito, o caderno não tem nada.
 
Se fala correctamente, ninguém entende patavina;
Se usa a linguagem do aluno, não tem vocabulário.
 
Se o aluno reprova, é perseguição;
Se o aluno passa, o professor facilitou.
 
É verdade, os profs. nunca têm razão...
 
Mas se conseguiu ler tudo até aqui, agradeça-lhes a eles !!!
Recebi num email
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Ministra reúne com Sindicatos

 A ministra tem uma curiosa agenda de trabalho para a reunião com os sindicatos

Logo à frente coloca o caso dos contratados

Depois as benesses para os titulares como avaliadores.

Em nenhum ponto se discute a avaliação. Parece um negócio de compra e venda.

Contratados como escudos humanos para a avaliação passar e a ministra satisfazer os seus caprichos…depois os doces para os que alinharem…
Castigo ou problemas de consciência para a desobediência e os prémios para os que acataremas ordens superiores….receitas já conhecidas e usadas.
O importante não é corrigir o rematado disparate que esta avaliação representa, mas levar a birra em frente.

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Sondagem sobre Avaliação de Professores

06 Abril 2008

Educação: Sete em dez exigem professores avaliados

Metade dos portugueses discorda da ministra

Mais de 70 por cento dos portugueses não tem dúvidas de que o trabalho dos professores deve ser avaliado, ainda assim, metade da população acredita que o Ministério da Educação deve recuar, para já, no sistema de avaliação de desempenho que pretende aplicar.

Segundo uma sondagem CM/Aximage, 51,5 por cento dos inquiridos entende que, após a manifestação que juntou cerca de cem mil docentes em Lisboa, a ministra Maria de Lurdes Rodrigues deve recuar na avaliação do desempenho.

Na sua maioria, acredita que a avaliação devia avançar com critérios diferentes dos actuais (43,3%), enquanto 18,7 por cento não poupa críticas à forma como o Governo conduziu o processo. A solução apontada é, por isso, maior diálogo entre escolas, Ministério e professores. Há 8,7 por cento de inquiridos que sugere uma avaliação independente feita por uma entidade independente da tutela.

Somando à maioria dos entrevistados os que querem a avaliação já (34,3%) e os que não têm uma opinião clara sobre um eventual retrocesso, 70,3 por cento dos portugueses é favorável à existência de um sistema de avaliação que classifique o trabalho docente e que distinga o mérito.

Olhando para a questão do ponto de vista político, são sobretudo os eleitores do PS que defendem a manutenção da posição da ministra. Num outro ângulo, quem vota PSD defende a existência de um sistema de avaliação, mas aplaude um recuo do Governo na matéria.

Os grupos etários mais novos, dos 18 aos 29 e dos 30 aos 44 anos, são aqueles que mais defendem um adiamento do actual processo de avaliação. Pelo contrário, são as pessoas com mais idade, dos 45 aos 60 anos, quem mais apoia a posição de Maria de Lurdes Rodrigues.

APONTAMENTOS

INTERIOR

As pessoas do Interior do País são as que mais defendem um recuo do Governo no processo de avaliação dos professores. A maioria reside em vilas e cidades e tem pelo menos o 9.º ano de escolaridade.

NO ACTIVO

A maioria dos 70 por cento dos inquiridos que defendem a avaliação dos professores vive no Litoral Norte ou Centro Sul. Têm entre 45 e 60 anos e, na generalidade, são trabalhadores no activo.

RECUSA

A Fenprof denunciou, na sexta-feira, que o Ministério da Educação está a pressionar as escolas a avançar com o processo de avaliação, 'ainda que não reunam condições para esse efeito'.

FICHA TÉCNICA

Objectivo: Avaliação dos professores UNIVERSO Eleitores residentes em Portugal em lares com telefone fixo ou possuidores de telemóvel. AMOSTRA Aleatória e estratificada por região, habitat, sexo, idade, instrução e voto legislativo, polietápica e representativa do universo, com 503 entrevistas telefónicas (271 a mulheres) COMPOSIÇÃO Proporcional pela variável estratificação RESPOSTAS Taxa de resposta de 71,8 por cento. Desvio-padrão máximo de 0,022. REALIZAÇÃO 17 a 19 de Março, para o Correio da Manhã pela Aximage, com a direcção técnica de Jorge Sá e João Queiroz.

Mais agressões a professores

Um aluno de 14 anos foi ontem suspenso da Escola EB 2,3 Josefa d´Óbidos, em Lisboa, depois de ter empurrado três vezes a professora de Inglês na sequência de uma discussão. Segundo noticiou a TVI, a escola abriu processo disciplinar ao aluno e fez queixa do mesmo à polícia. A discussão começou dentro da sala de aulas, quando o aluno ameaçou abandonar a aula a meio. A professora proibiu-o e o aluno empurrou-a duas vezes. E uma terceira vez já nas escadas do estabelecimento escolar, segundo contou uma aluna da Josefa d´Óbidos.

Já há algum tempo, um aluno da Escola EB 2,3 Sophia de Mello Breyner, em Arcozelo, Gaia, foi transferido para outro estabelecimento por ter agredido um professor dentro da sala de aula.

O estudante, de 15 anos, frequenta o 6.º ano e era considerado um dos casos problemáticos, merecendo mesmo o acompanhamento de um dos tutores nomeados pela escola. Tudo aconteceu quando o professor ordenou ao aluno que se sentasse. Este recusou e empurrou o docente, que acabou por cair e ser projectado contra algumas carteiras. A suspensão foi decretada.

Diário de Notícias

Por que motivo há indisciplina e violência nas escolas?

 lápis

Porque o Ministério apostou e defendeu o princípio da desautorização dos docentes. Orientou, por isso, a sua política para uma pretensa pedagogia centrada sobre o aluno e desvalorizou e enxovalhou o papel social dos professores. Tudo o que envolvesse direitos dos professores era reprovado e olhado desconfiadamente. Passaram a ser os bodes expiatórios da educação.

Criou-se um polvo cujos tentáculos se estenderam a diversos sectores, que se cimentou com a protecção duma imprensa nas mãos de verdadeiros controladores.
Estes são apenas as criações mais visíveis do actual regime e tudo isso se introduziu na sociedade, e nas escolas que a reflectem.
Este ambiente de degradação é preocupante e só uma mudança na equipa ministerial pode inverter esta deslizar em direcção à total degradação.
Nas escolas deixaram de existir regras (qual o estatuto em vigor?) e, por isso, a lei da selva impera (algumas turmas são totalmente intratáveis, mesmo sem armas), mas estão disfarçadas ou são dissimuladas pela propaganda dos governantes, que tudo mimetizam e camuflam.

Apenas e só nos apercebemos de alguns reflexos que vão emergindo de um sistema que não soube e não quis dignificar a educação e desse modo o futuro de todos os portugueses.

Armas nas Escolas

O ministério registou 140 casos em que houve violência praticada com armas nas escolas.

O ministério da educação tenta ocultar dados conhecidos sobre a violência escolar, decorrentes do facilitismo e da impunidade implementados por este governo.

E a função da ministra que tutela o sector tem sido desvalorizar, desvalorizar, porque se trata de alunos....

E forçar a sua avaliação positiva da parte dos professores. São ainda estes que são considerados culpados, pois não demonstram capacidade para motivar certo tipo de alunos!!!!...

Ora bem....está tudo dito... até a avaliação e o abandono escolar são factores para culpabilizar professores....Sr Albino, que pensa o Sr. de tudo isto?

Ainda bem que o PGR não alinhou com a lenga-lenga do eduquês, e teve coragem para contrariar a ministra, tentando que se siga outro tipo de actuação sobre as condutas de "paninhos quentes"...que as escolas têm adoptado, seguindo a legislação dos seus mirabolantes estatutos!
É uma vergonha que o ensino tenha atingido níveis tão baixos.

Foi depois de Maiakovsky

 
O que todos os outros disseram, foi depois de ler Maiakovski e o que é incrível é que, após mais de cem anos, ainda nos encontremos tão desamparados, inertes, e submetidos aos caprichos da ruína ética e moral dos nossos governantes, que aliados àos grandes grupos económicos esbanjam o erário público, aniquilam as instituições, nomeadamente saúde e educação e deixam aos cidadãos  o direito ao silêncio :porque a palavra se banallizou ou talvez se tenha tornado inútil…
- até quando?...

E Niemöller continua

  
Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram
meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei .
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia mais ninguém para reclamar...
Martin Niemöller, 1933
- símbolo da resistência aos nazistas.

Continuando Maiakovsky .... Bertold Brecht

 
Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro
Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário
Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei
Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém
Ninguém se importa comigo.
Bertold Brecht (1898-1956)

Novo look do site da DGRHE

Já viram o novo look do site da DGRHE?

http://www.dgrhe.min-edu.pt/

Uma vida, uma carreira?
Sem comentários...

Publicidade enganosa?
Claramente!

A menos que o ideal "Uma vida, uma carreira" seja apenas para a DGRHE... alguma campanha de recrutamento de funcionários para a DGRHE? Deve ser. Só não sei para que é a equação atrás do senhor...

Reunião na Guarda

Posição das escolas do distrito da Guarda

Na reunião, não apareceram alguns, poucos, Presidentes dos Conselhos Executivos. Pelo que percebi, são os que terão andado à frente das tropas, num aceleradíssimo processo de produção massiva de papéis. Não se reviram nesta necessidade de a maioria dos PCE do distrito da Guarda se reunirem com o seu Representante no Conselho de Escolas.
Apesar de algumas pequenas divergências de pormenor, a sintonia geral apontava para uma actuação comum a todas as escolas, bem como uma crítica generalizada à complexidade absurda do modelo imposto pelo ME, gerador de tantas dúvidas, tantos imprevistos, tantos remendos. Uma crítica à forma muito pouco profissional e pouco séria com que se pretende, a uma velocidade irreal, implantar um modelo que não foi testado, que não foi comparticipado, e que gera tantas dúvidas na sua aplicação. E, obviamente, que reúne tanto desacordo quanto a alguns pontos.
Uma ideia também parecia ser generalizada: os PCE estavam ali, reunidos, acima de tudo, por causa dos seus professores contratados. A bem dizer, o ME chantageou descaradamente os PCE com a ameaça de desemprego garantido para os professores contratados que não fossem avaliados. Onde chega a baixeza!
Feitas as contas à vida, os PCE do distrito da Guarda decidiram definir uma actuação uniforme, sem contrariar as ordens do ME, ou seja, avançar com o processo de avaliação. Mas, pelos padrões mínimos, ou seja, contemplar apenas dois procedimentos:
1. Preenchimento de uma ficha de auto-avaliação baseada na versão proposta pelo ME, mas com seis dos catorze itens sendo de preenchimento facultativo e com uma pequena alteração na redacção de alguns dos itens. Esta ficha, por se constituir como um mero exercício de auto-reflexão do avaliado, não carece de comprovação documental por parte do avaliado nem de intervenção do coordenador.
2. Preenchimento dos itens A1 e A3 da ficha de avaliação do PCE (anexo XIII) e dos pontos 1, 6 e 7 do anexo XV.
Foi, também, elaborado um calendário comum para os passos necessários à implementação deste processo de avaliação, que culminará com a comunicação do resultado da avaliação até ao dia 15 de Julho.
do site Pedro na Escola
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