SOL

Ponham-se na minha posição

Publicação: 16 September 06 01:56 AM

O BOM de falar de sexo é que uma pessoa nunca se cansa. Pode cansar-se de fazer, mas de falar sobre o tema é que não, até porque dá muito menos trabalho. Já toda a gente sabe que o sexo é bom e faz bem à saúde, por isso falar sobre ele, debatendo de forma descontraída ideias, preconceitos, tabus e truques não deve com certeza fazer mal a ninguém. Ou será que sim? Será que na sociedade portuguesa já se pode falar à vontade sobre sexo?

Há tempos, num talk show tardio, o ex-apresentador do programa Factor G Jorge Correia de Campos falava abertamente de homossexualidade. Entre alguns clichés, fez uma analogia que me deixou a pensar: há 20 ou 30 anos, o facto de uma mulher ser mãe solteira ainda era um escândalo na sociedade, ou pelo menos uma marca discriminatória, enquanto hoje já ninguém reage dessa forma. O mesmo está a acontecer com a homossexualidade.

Era tão bom se fosse assim. Até pode ser nas grandes áreas urbanas, mas no interior do país as coisas passam-se de forma diferente. Quanto mais pequena é uma estrutura social, mais opressiva tende a ser.  Acredito firmemente que, se o nosso território fosse mais vasto, também os espíritos seriam mais abertos. Felizmente, um punhado de homens inteligentes comandados pelo Infante D. Henrique – que, segundo as más-línguas da época, era gay – decidiu pôr o seu engenho ao serviço da curiosidade para descobrir novos mundos. De outra forma, teríamos sucumbido à nossa incontornável pequenez. Uma tacanhice que se sente em tudo, até na tendência quase patológica para nos escondermos atrás de preconceitos e comportamento hipócritas.

O sexo é uma forma de poder. Trocamos sexo por afecto, atenção e segurança. Cultivamos o bom sexo – em podendo, porque, como dizem os americanos, it takes two to tango – para nos sentirmos mais felizes. Porque não aceitamos de uma vez por todas a verdadeira importância do sexo nas nossas vidas? E porque não aprendemos uns com os outros a falar sobre ele, trocando ideias, experiências e pontos de vista? Se são precisas duas pessoas para dançar tango, também é preciso abrir os espíritos e soltar a língua sobre um dos maiores prazeres da existência. Para a semana falamos de posições. Com muito prazer.

Comentários

# Omentiroso said on September 20, 2006 2:28 AM:

GOSTEI. CÁ ESTOU EU PARA A SEMANA.

# Stradivariuus said on September 20, 2006 3:37 AM:

Minha querida Margarida a menina é tão jeitosa...

Quanto ao que escreveu sexo é óptimo mas amor é o elixir do corpo físico e mental...

Beijos querida ;)

Stradivariuus@gmail.com

# vagueandoporti said on September 20, 2006 7:26 AM:

http://vagueandoporti.blogspot.com/

para matéria .....

# oapicultor said on September 20, 2006 9:42 AM:

Parece-me que a senhora se estende em muitas matérias...

Sexo não se escreve, faz-se.

# AissiUel said on September 20, 2006 10:36 AM:

Querida Margarida, quando a menina passar da fase da adolescência e entrar numa fase mais matura irá descobrir muitos outros prazeres. É certo de que para tal vai ter que sair de casa... Se agora é como é, depois, vai ser um romance por semana! Com desejos de um bom e rápido desenvolvimento! Aissi Uel

# woo said on September 20, 2006 10:49 AM:

Que tema escolheu, Sra. Margarida…

Não.Não acho que falar de sexo seja tabu, caso contrário não seria a palavra mais escrita no Google e a que mais resultados fornece após pesquisa tirando os artigos e os pronomes.

Deixo desde já a pergunta: A fantasia é ou não uma forma de sexto? (depois explicarei qual é a ideia da pergunta) Aliás, já que este blogue está pelos vistos ligado ao sexo, estou curioso por saber se no próximo post vai definir sexo para que se saiba do que se fala, ou melhor, escreve.

Eu tenho uma teoria

Falar ou escrever acerca de sexo representa por si só uma das inúmeras formas de o praticar ou…uma das mil e uma posições, se preferir. Quase sempre, quando é para falar do tema…surgem nicknames, aparecem as máscaras.Porque será?

No meu entender o acto de falar de sexo por si só engloba uma certa dose de erotismo. Poderá este erotismo ser sentido pelo que fala, ou pelo que ouve, ou pelo que escreve…ou pelo que lê.

Poderá este erotismo ser um objectivo ou uma consequência, mas a verdade é que quando nos deparamos com a palavra sexo tendemos a trazer à memória um conjunto de recordações passadas ou projecções futuras. Ou seja, a palavra sexo é antítese de indiferença.

Recomendo-lhe um teste e um desafio… coloque um post com a palavra sexo no título e não escreva absolutamente mais nada…veremos depois o número de visitas. Depois “falamos” acerca da “ dificuldade em falar abertamente de sexo.

Fica a dica:O simples acto de falar de sexo pode significar bem mais do que isso...

# davireis said on September 20, 2006 10:54 AM:

Fazer cansa mas falar de fazer não? Tipicamente feminino...

# Indobravel said on September 20, 2006 11:27 AM:

... O sexo para ser verdadeiro tem que ser selvagem e secreto.

# Jaguar said on September 20, 2006 11:33 AM:

Ora a minha querida escreveu á pressa.

Vem querer falar de sexo e escolhe o Título " PONHAM-SE NA MINHA POSIÇÃO"?

E mais não adianto, que seria logo apelidado de taradinho.

Deve haver uma relação entre sexo e a posição.Porque ---"NÃO HÁ COINCIDÊNCIAS"

# Madalena said on September 20, 2006 12:09 PM:

O "nós" usado neste texto é de uma arrogância sem limites. Se fosse antes um "eu" seria muito mais interessante e de certeza, mais corajoso. (A Cidália sempre tem mais interesse...)

Não sei com quem a menina se dá, mas para mim a penequez de Portugal nada tem a ver com tacanhice... Vivendo eu numa cidade ainda mais pequena que a sua, nunca tive problemas de falar sobre sexo. Nem com senhoras sexagenárias!

A questão é que quem põe a silaba tónica na troca de ideias sobre sexo (como quem troca ideias sobre culinária) é porque não percebe que sexo sem intimidade é como comida sem sal. E intimidade requer sempre um pouco de recato. Falar muito sobre sexo, tira-lhe o encanto. Transforma-o na tal troca de que fala... "trocamos sexo por afecto, atenção, segurança..." - que triste que é!

Aceitar que o sexo é muito importante não implica falar muito sobre ele. As meias palavras neste campo resultam sempre muito melhor!

Eu sei que este texto(sendo o primeiro) serve de introdução à sua coluna. Por isso dou o devido desconto à generalização que faz e relativizo o que escreve.

De qualquer forma, a frugalidade parece ser um rótulo que não se lhe despega. E eu que pensei que podia ir muito mais longe no campo da escrita, pois que tem a capacidade de escrever sobre pessoas de hoje, esteriótipos que reconhecemos e que nos poderiam fazer pensar. Que pena.

Para quem se queixa de ser atacada injustamente, deixe-me dizer-lhe que a menina é muito culpada já que se põe tantas vezes a jeito...

Quanto ao seu convite, muito obrigada mas a sua posição não é a mais confortável..

# Isabelmor said on September 20, 2006 12:19 PM:

Margarida

Escolheu como tema de abertura deste jornal , o SEXO.

Já pensou, por acaso que haverá quem coloque ( sem querer provocar ofensa á autora do texto)questões , digamos, pouco ortodoxas.

Responder-me-á: é isso mesmo que se(nós-a que se refere a leitora anterior)pretende...??!!!

Eu fico a ver.

Mas, o texto é abaixo do light...

# XicodaSilva said on September 20, 2006 12:53 PM:

O que eu acho é que a Margarida está muito mais magra.

# Gambuzino said on September 20, 2006 1:00 PM:

Falar de sexo é uma posição essencial do Kama Sutra!...

# karlus said on September 20, 2006 1:38 PM:

Até que enfim de há alguém a falar de sexo se m tabus, aguarda-se a reacção da Igreja!!!!!

Espero que "desta vez" seja para manter o assunto "em aberto"

Karlus

# lesmasodomita said on September 20, 2006 2:16 PM:

oh margarida, como a torrente de banalidades a faz pensar.

proponho espontâneamente os tópicos seguintes:

-sou gaja.

-sou gaja que gosta de gajos.

-porque é que os gajos só querem gajas.

-gajas em gajos que garguejam.

-gárgulas de gajos e uma gaja.

# Gambozina said on September 20, 2006 2:21 PM:

Penso que falar de sexo não tem a ver com as áreas urbanas, mas sim com a educação que os nossos pais tiveram e transmitem aos filhos, agora se os pais convivem num meio diferente dos pais deles ai sim irão ser mais liberais e transmitir isso aos filhos, e assim não terão problema em falar de sexo abertamente. mesmo nas grandes áreas urbanas encontramos pessoas que teem vergonha de falar de sexo.

# Bartolomeu said on September 20, 2006 3:28 PM:

Ora, se me dão licença, vou sentar aqui um bocadinho e acrescentar mais umas considerações acerca do assunto que a todos apraz (mesmo que de modo diferente).

"Falar de sexo"...

Em minha opinião, e tanto quanto sei na dos sexologos, esta matéria, não dissocia fisico de mente. Assim, e visto que ambos estão dependentes um do outro, ou seja... sexo sem mente não funciona e a mente sem sexo parece que tb começa a desregular, será talvez sensato que as opiniões tambem surjam apoiadas em algum senso. Perdõem a brincadeira.

O aspecto de algumas mentes não passarem sem discriminar actos, gostos ou atitudes sexuais diferentes, parece-me mais dependente de aspectos que pouco terão a ver com sexo, provavelmente terão uma relação mais estreita, com a falta ou ausência do mesmo. Por experiência própria e alheia relatada, quem se realiza na pratica do sexo é isento de opiniões acerca dos comportamentos alheios. Se considerarmos as premissas anteriores de sexo e mente estarem em perfeita sintonia.

et voilá...

# Jomasafira said on September 20, 2006 3:43 PM:

Ola,

Pelo teor de muitos dos comentarios de facto falar sobre sexo em Portugal esta longe de ser uma naturalidade. E, de facto, a resposta a sua pergunta esta dada.

Mas este comentario vem a proposito de uma frase utilizada por si e que demonstra que a Margarida sofre do mesmissimo problema ao escrever "...Infante D. Henrique – que, segundo as más-línguas da época, era gay...".

Porque razao serao mas linguas? Porque nao se limitou a escrever esse dito da epoca, sem suposicoes? E se ele era mesmo gay? E que mas linguas eram essas para dizer isso com tanta conviccao? Sera que considera na actualidade que dizer que determinada pessoa e gay e um mal dizer? Falar de sexo e falar sem suposicoes e neste ponto nao consigo por-me na sua posicao...por mais que tente!

# APOLO said on September 20, 2006 4:04 PM:

    COM MUITO PRAZER

.

ponham-se na minha posição.

.

______________________

Qual posição margarida?

Ai que a querida ao escolher este assunto não soube apanhar as expressões que poderiam ser o bjecto de chacota...

E agora vamos desatar aqui a falar em sexo?

És gay?

ÉS lésbica?

Quantas vezes tal e tal?

e a irmã de canhota anda cansada?

Ó querida Margarida, pôs-se mesmo a jeito para levar ferroadas justas.

Não se queixe.

# quiafodu said on September 20, 2006 4:32 PM:

curioso que as repostas que teve a este seu primeiro texto no sol sejam de pessoas que dizem nao haver problemas em discutir o tema... mas q acham incorreto faze-lo...

:)

Na minha perspectiva enquanto a escola nao tiver a liberdade e formacao para discutir o sexo em qq nivel de ensino a coisa nao muda ... nos paises nordicos o sexo e discutido desde a primaria ... e isto nao faz deles mais tarados que os povos do sul ... antes pelo contrario ensina-lhes que o sexo e´algo especial e essencial para a vida de cada um ... sem tabus e sem problemas ... mas ainda com a aura de de ser algo muito especial para cada um.

# APOLO said on September 20, 2006 4:41 PM:

meu caro quifodu:

-

Discutir o sexo com a Guidinha? A moça é sexóloga?

Pare aí uma lasquinha.Convidasse o jornal um expert a matéria e certamente havaerai correspondência nos dois sentidos-pra cá e pra lá.

O que depreendo do que aqui se lê é que as pessoas não tomam a sério a escritora light.

Ou acha que são medos e provincianismos?

Náo estamos nós todos (ou quase todos)com nick que permite uma abertura no campo que a Margarida R.Pinto de propóe explorar?

Então?

Será que aquela cabecinha não dá para mais?

Vem-nos ensinar?

Vem aprender?

Ora bolas JAS  que já meteste a pata na argola.

# PUlrich said on September 20, 2006 7:19 PM:

Isto realmente... Está uma pessoa entretida a ler crónicas interessantes por este jornal fora e aparece-me isto. O problema não é falar de sexo. O problema é o monte de banalidades e trivialidades que a senhora que se diz escritora escreve. Esta tendência para o "vamos quebrar tabus" indiscriminadamente também tem de ter a sua conta e peso. Se me colocassem aqui um Julio Machado Vaz ou uma Marta Crowford a falar do tema ainda vá... Mas uma senhora que se diz escritora e que, segundo dizem as más linguas do meio literário onde ela se move (e este conheço eu bem), é das que tem um conhecimento da área bastante vasto e diversificado, é que já não há pachorra. Cara Margarida, tenha o bom senso de privar os portugueses desses seus ataques de líbido agudos. Poupe-nos às suas lições baratas de como tirar partido da vida na horizontal. "Sei Lá" se um dia a sua felicidade não surgirá na vertical...

# quiafodu said on September 20, 2006 8:29 PM:

ate concordo que um julio vaz podesse ajudar mais na conversa sobre quebrar os tabus do tema... mas esta senhora com o simples text oque aqui deixou so teve respostas q nao aprofundam nada sobre o tema e que so parecem dar razao a autora.... ??? o que e´que ela nos pode ensinar? talvez nada ... pelo menos sobre o assunto... na realidade a maioria das respostas tb nao ensinam nada a ningue, apenas mostras q sexo é algo sobre o qual nao se pode falar ... como disseram em cima parece que so se pode fazer ....

PS qt ao jornal... nao sei se foi uma boa ideia este txt pq ainda n vi o jornal em papel...so online ... p online acho q faz sentido estes txts pequenos ...

# Silvy said on September 20, 2006 8:54 PM:

Mas o p+robelma sexual é asunto sério.

Não é coisa para textos e comentarios desta cor.

Que pretendi este leitor( quifodu) que os opinantes avançassem no domínio em causa?

Margarida R.Pinto,vá teclar( termo que   gosta de utilizar)e fazer os seus romances que, parece, a satifazem.

# xing said on September 20, 2006 9:33 PM:

Henry Miller escreveu:

E aqui estou, singrando, rio abaixo, na

minha pequena canoa. Farei tudo o que desejares... gratuitamente. Esta é a terra da F..., na qual não há animais , árvores, estrelas ou problemas. Aqui, o espermatozóide reina sem discusão.

Nada é determinado com antecedência; o futuro é absolutamente incerto e o passado inexistente...

E escorregadio como uma enguia. " Como te chamas? ", grita alguem. Como me chamo? Trata-me apenas por Deus... Deus? o embrião.

Akele [[ ]]

xing

# maastricht said on September 20, 2006 10:00 PM:

E onde é que estão as gajas boas?...

Aquelas gajas, podres de boa... Hum, tão boas que de uma pessoa olhar para elas sente um... bem, mais boas do que a média. Onde é que elas estão? Sabes? Ou tenho que perguntar ao Gato Fedorento?

# Mosteiro said on September 20, 2006 10:53 PM:

A GUIDINHA está a precisar de um período de clausura, um período de recolhimento .

Eu, Mosteiro, a acolho dentro de mim.

# aivalhamedeus said on September 21, 2006 12:48 AM:

Recomendo a leitura do texto desta senhora (menina? frígida? vulcânica?) e, eventualmente, a leitura da senhora, em

http://aijesus.blogspot.com

(Espero que ela me não recomende a mim, porque esta coisa das posições é assunto de há tantos anos que já nem me lembro bem do que é isso).

Ai.valhamedeus

# RuyBerna said on September 21, 2006 1:52 AM:

As posições no sexo são tantas como opiniões sobre o mesmo!

Até gostei da sua posição, mas vou esperar para ("ver"),ler quais as posições de que nos quer falar para a semana.

Falando de posições, nunca pratico a de missionário! E Você? :)

# canadaswing said on September 21, 2006 2:59 AM:

Tá bem,RuyBerna.

Faz-te de esquesito.Nunca, nunca? Mais que a posição , importa a mulher em temos a mão .

.E trucatrucar a dançar um tango?

Eu e a Guida , como viemos ao mundo a extasiarmo-nos loucamente ao som de "por una cabeza"....

# antimater said on September 21, 2006 4:09 AM:

1. O sexo não é para falar é para fazer! Só se deve falar de sexo nos intervalos ou quiça durante o sexo.

2. Ao longo da minha vida conheci dois tipos de pessoas: os que falavam de sexo e os que estavam caladinhos que nem um rato com a barriga cheia...

3. Sobre os homossexuais e tal, pobres discriminados e tal...

Há imensas maiorias e nem são as mais precisadas as mais faladas.

E a propósito de minorias, uma sugestão para a autora, que sei que é escritora, uma ideia para um romance:

As minorias nos manicómios. Pode até ser uma bela história de amor.

# antimater said on September 21, 2006 4:11 AM:

1. O sexo não é para falar é para fazer! Só se deve falar de sexo nos intervalos ou quiça durante o sexo.

2. Ao longo da minha vida conheci dois tipos de pessoas: os que falavam de sexo e os que estavam caladinhos que nem um rato com a barriga cheia...

3. Sobre os homossexuais e tal, pobres discriminados e tal...

Há imensas maiorias e nem são as mais precisadas as mais faladas.

E a propósito de minorias, uma sugestão para a autora, que sei que é escritora, uma ideia para um romance:

As minorias nos manicómios. Pode até ser uma bela história de amor.

# quiafodu said on September 21, 2006 8:27 AM:

"Que pretendi este leitor( quifodu) que os opinantes avançassem no domínio em causa?"

Toda a gente sabe de sexo ... mais ou menos toda a gente pensa alguma coisa sobre o assunto... o q eu acho q a autora do txt quer e' q as pessoas se abram a troca de ideias sobre o assunto... e esta troca de ideias deve comecar nos casais (que muitos nunca conversaram sobre sexo - o q normalmente da asneira) e entre os pais e os filhos...

# LuisPrata said on September 21, 2006 9:06 AM:

Tenha paciência , querida, já viu que aqui freguesia não arranja.

Tem um único cliente--o "quiafodu "que parece querer desabafar qualquer coisita. Amigo, que tal a revista Maria ou similiar?? Deve por certo ter uma espaço aconchegante para os seus problemas.

E, quiduxa, que tal começar a fazer um cachecol de 10 metros, que o frio está a chegar'?

# LuisPrata said on September 21, 2006 9:08 AM:

e já agora,a quiduxa por acaso  tirou algum cursozito de sexologia?

Ao jornal SOL---que penalty ,hein??

# AlbertoDeLonge said on September 21, 2006 9:59 AM:

La belle de jour veut parler de quoi?

Não há paciência para enormidades neste espaço.

A senhora escolheu mal o local ,ou o jornal escolheu mal a senhora??

.

muito prazer, ponham-se na minha posição.

ASSIM TÃO DADA?( ..............)

A senhora sujeita-se a comentários que o seu texto pede.

C'est la vie....

# incogn65 said on September 21, 2006 10:45 AM:

Estou curioso em acompanhar este blogue, já que até agora (!) nunca li qq livro da Margarida. Mas concordo que o sexo se deve: escrever sobre ele, qto mais não seja para exercitar os dedos; falar, para pelo menos exercitar a lingua e os lábios, e fazer para se execritar todo o corpo; e tudo isso para exercitar a imaginação.

Inté.

# quiafodu said on September 21, 2006 12:01 PM:

" Tem um único cliente--o "quiafodu "que parece querer desabafar qualquer coisita. Amigo, que tal a revista Maria ou similiar?? "

É por comentarios deste que realmente cada vez mais acho que o povo tuga ainda tem mt de aprender ... :) como parece q n percebem, ou nao querem perceber, os comentarios q aqui pus, desisto... continuem a fazer sexo e nao falem nunca sobre o dito!! é concerteza pecado e diminui a nossa masculinidade!! :))

# asdrubaltudobem said on September 21, 2006 12:51 PM:

Menina Guida.

Começo por lhe dizer que como bom “tarado” que sou também eu gosto de falar de sexo, mas isso não basta para concordar com o seu artigo.

Em primeiro lugar não estou assim tão seguro que falar muito de sexo faça bem, é que nunca se falou tanto de sexo como nos tempos que correm e ao mesmo tempo nunca se viu tanta insatisfação como agora. Parece-me, a mim, que ao falar-se muito de sexo se criam expectativas mais altas nas pessoas e como bem sabemos quanto mais alto se sobe maior é a queda logo a desilusão é maior e aí vai tudo a correr fazer psicanálise para combater a insegurança e a insatisfação. Também não concordo quando diz que seria bom a nossa sociedade estar preparada para ser mais liberal em termos de sexo e para aceitar de forma aberta a homossexualidade e digo-lhe isto porque são bichas loucas como esse tal de Correia de Campos que dão mau nome à homossexualidade. Uma coisa é aceitar outra coisa é ter que levar com um espectáculo patético e degradante que essas pessoas (bichas loucas) nos proporcionam (fazem-me lembrar as feiras antigas onde se ganhava dinheiro a exibir aberrações da natureza). Tem toda a razão quando diz que o sexo é uma forma de poder já não a tem quando diz que, o sexo, se troca por amor e segurança. O sexo troca-se por dinheiro ou por outros interesses que sejam eles quais foram levam sempre ao mesmo, dinheiro. Muitas vezes, pelo menos nós homens, fazemo-lo por pura necessidade fisiológica, o que não quer dizer que não seja bom e muitas vezes chega a ser excelente. Já agora deixe-me que lhe lembre que por vezes basta um, claro que também podem ser mais, para ter sexo e do bom, eu pelo menos não me queixo quando o faço sozinho pois é quando quero, como quero e com quem quero. Melhor não é fácil de encontrar.  

http//maisvalericoecomsaudequepobreedoente.blogspot.com

# dudu said on September 21, 2006 2:08 PM:

Olá minha querida, venho apenas lhe dizer uma coisa... Se quiser ser surpreendida então a surpreenderei. Acho muito mais fácil fazer sexo quando ao longo do momento estámos a falar de sexo. E para além disso, acho muito trocar de posições e não pôr-me no lugar de alguém. Nunca me poria na posição da maior parte das "mulheres", nem de certos "homens".

Mas troco de posição com uma mulher, quando eu for o único homem nesse espaço. Não gosto nada desse tipo de formas mais evoluídas do relacionamento das pessoas!!!

# PUlrich said on September 21, 2006 5:09 PM:

"PS qt ao jornal... nao sei se foi uma boa ideia este txt pq ainda n vi o jornal em papel...so online ... p online acho q faz sentido estes txts pequenos ..." (Quiafu)

Quer-se dizer... Nós já temos que apanhar com as banalidades da menina Pinto, e este senhor ainda sugere um texto mais longo em papel. Não sei se reparou, mas o jornal tem concorrencia. Por muito bons cronistas que tenha, a dona Pinto nunca será uma delas. Poupe-nos lá a essas ideias infelizes. Cara menina Pinto, cinja-se lá aos seus livros porque, esses, só lê quem quer (e quem tem os neurónios adormecidos, mas isso é outra conversa). Deixe-nos entregues a quem tem algo de útil a oferecer à massa critica lusa.

# mingos said on September 21, 2006 5:33 PM:

Bom tema... LOL

# pppcccppp said on September 21, 2006 5:35 PM:

Como gosto de mandar os meus palpites, a coberto do anonimato, andava eu a passear pelo sol, e a ver onde meteria o tal bitaite.

E venho parar aqui.

Não comento o artigo porque nem sequer o li - mas realmente, cara Margarida, foi vc. que mais me puxou - e aqui estou, a melhorar o seu ranking de comentários.

Faço-o por si, apesar de achar que está magra demais!!!

# Isabelmor said on September 21, 2006 6:17 PM:

Não entendo a classificação do post ( 2.71= suficiente).

Como foram elaborados os cálculos?

Ao ler todos os comentários emitidos , a média seria uma desgraça...

O Sol não quer desconSOLar a " escritora"??

# Berenice said on September 21, 2006 7:02 PM:

Suponho que a Direcção do jornal teria tido uma conversinha com Margarida R.Pinto sobre o assunto que a mesma propõe desenvolver.

Mas, pasmo.A direcção aceitou alguém que não tem formação adequada para tratar de problemas tão específicos?

Se queria que o jornal abordasse este tema, natural seria que convidasse um especialista na matéria.

Assim? Deus do Céu, o jornal entra em paranoia...

E mais náo adianto.

# XicodaSilva said on September 21, 2006 8:07 PM:

A "piquena "não tem estaleca para a coluna. Pelos comentários  se nota ,não só o patamar da sua  capacidade , como a apreciação da sua obra "literária".

Não se aguenta.

# sombradetmc said on September 21, 2006 9:41 PM:

Meu Deus! (sou muito religioso)

Sinceramente... que povinho da treta... Adoram falar mal... tecleiros iluminados... a senhora fala de sexo e eles aí vêm a salivar... e a falar mal de tudo... sabichões iluminados... como se sexo para eles fosse algo de normal!... pedintes de sexo.

Que Deus vos ajude, porque sem ajuda já não vão lá...

Invejosos. Se fosse um homem a falar de sexo ou uma mulher a faze-lo... é? não é?...

depois continuamos.

# as1341813sapo said on September 21, 2006 9:57 PM:

Espanto! Não espanto pela frigidez da verborreia de Margarida, pois é eterna e imutável. Espanto pelo director do SOL ter escolhido a senhora Marca Registada que tanto escurece o acto da escrita. Com uma sombra destas, colada a tantas outras sombras de tantos outros artigos esvaziados de conteúdo, pergunto: que proposta de claridade é esta onde nem uma centelha se vislumbra? Todavia, dê-se o benefício da dúvida – jamais a desculpa – a José António Saraiva: será que ele "se pôs na posição de director" e leu os artigos?

# Sunset said on September 21, 2006 10:08 PM:

Que pinderiquice ,oh J.A.Saraiva.

Já reparou que pelo menos duas pessoas alertaram para essa estranheza que foi o Director do Sol convidar a articulista para uma tarefa deste género?( cá paa mim, ou de qualquer outro).

# Verdesaoscampos said on September 21, 2006 10:54 PM:

Cara Margarida

Sou suspeito porque até a tenho defendido nos meios literários. Tenha paciência, escreva sobre outras coisas, não se exponha desnecesariamente.

Um beijinho

# midnigth said on September 22, 2006 12:44 AM:

Pelo andar da carruagem daqui a tempos vai apregoar aos sete ventos que está in love with a porn star... Sim, eu conheço os títulos de alguns dos seus livros e tenho opinião formada sobre eles porque li o primeiro e, Sei Lá, detestei chorrilho de lugares comuns e leviandades; sim, o outro senhor tem razão e eu acrescento: há frases mal construídas...)

Adiante que isto está tudo pensado: "...chamamos a Rebelo Pinto para animar a coisa, pois polémica bacoca é com ela..." Mas parece-me que o público que vagueia por estas páginas é diferente da fauna que lê os seus livros e rapidamente se cansará das suas conjecturas e pensamentos 'fraquinhos'...

Em relação ao sexo, acho que entrou mal (depois os homens é que são pragmáticos...) pois, a partir de certa altura (no fim da adolescência) já se quer mais que simples fricção...

Há tempos reparei nas grandes parangonas que anunciavam que se tinha separado: uma foto sua, com esse seu ar de carneiro mal dormido e uma citação em que dizia que tinha achado a pessoa certa e que não tinha resultado; ora minha cara, talvez você não fosse a pessoa certa para ele... (demasiado pragmatismo)

# canadaswing said on September 22, 2006 9:45 AM:

É evidente que a querida Guida vai desistir.

Ela promete, no seu artigo, que no próximo irá falar e posições...

Ora onde ela se vai meter( se  iria, pressuponho)--deitadinha e pernas no ar, depois cada pé em cada mesa de cabeceira.

Ó querida, eu não aguentava ver a menina a explicar esse jogo de rins.

E aponto este pedacinho de uma hipótese de posições, para lhe abrir os olhos( eu disse os olhos, os olhos de ver o que a Margarida não fez.)

# canadaswing said on September 22, 2006 9:48 AM:

erro:

...no próximo irá falar em posições...

# Basofias said on September 22, 2006 1:53 PM:

Qual posição??

Essa de pensar que é a Carrie Bradshaw portuguesa....é uma posição que tem de rectificar o mais rápidamente possivel.

Beijinhos.

# Gambuzino said on September 22, 2006 2:10 PM:

Leis de Murphy no sexo  

Sexo leva o menor tempo e gera a maior confusão.  

Não há remédio para sexo a não ser mais sexo.

Sex appeal é 50% o que você tem e 50% o que os outros acham que você tem.

Virgindade pode ser curada.

Nunca durma com alguém mais louco que você.

Quando as luzes estão apagadas, todas as mulheres são bonitas.

Podem haver algumas coisas melhores que sexo, e algumas piores que sexo. Mas não há nada exatamente igual.

Amor é uma questão química, sexo de física.

Uma mulher nunca esquece o homem que ela poderia ter tido; um homem, a mulher que ele não pode.

"Isso não vai doer, eu prometo."  

# HelderP said on September 22, 2006 3:21 PM:

É cheio de lugares comuns, este seu post, sr.ª Margarida Rebelo Pinto. Assim, não dá para continuar a ler.

# numaroal said on September 22, 2006 4:05 PM:

No que respeita á matéria colocada pela nossa e conhecida, Margarida Rebelo Pinto, de facto, está em volta em algum tabú.

Esperamos, que a sociedade possa ter hábitos e conhecimentos para puderem ser esclarecidos e haja consciência e resonsabilidade para puder haver opiniões esclarecedoras.

# aphextwin said on September 22, 2006 7:31 PM:

Só me surge...  LOL, aliás: lolada..

i wonder pq terá a linda Margarida tantos comments? e até lhe deixam endereços de e-mail...  

MRP: És uma senhora (sem a conotação negativa asssociada á idade de uma senhora) de algum charme.. Já várias vzs o constatei Live.. Responsável plo crescimento de algum respeitinho pela Escritora portuguesa, ainda que da chamada Light Prose..  :)

O q assusta o povo português é só n suportarem quem se expressa without fears, ainda que a forma...

PS: SEXO CANSA??!??!?!?  

   Jamais, Salomé...

   Alguém deve estar a fazer algo de   errado..ou a não fazer...

:p

# aphextwin said on September 22, 2006 7:36 PM:

# re: Ponham-se na minha posição

quarta-feira, 20 de Setembro de 2006 12:09

por Madalena

em 2 palavras: bru-tal!

# oceano said on September 22, 2006 10:17 PM:

Ok. Teorias...

# aphextwin said on September 22, 2006 11:38 PM:

Põe em prática, Oceano...

Afinal é suposto estares bem fornecido...

:)

# LuisPrata said on September 23, 2006 1:27 AM:

Ai Margarida, parece que as  suas expectativas nem uma semana duraram.A glória não bafeja todos.Só se ornamenta com ela, quando ela deixar.E aqui, como se viu, todos a esconderam,pois que a Margarida a náo merecia.

Que lhe sirva de lição para a vida.

# Malhadinhas said on September 23, 2006 3:50 AM:

"O BOM de falar de sexo é que uma pessoa nunca se cansa. Pode cansar-se de fazer, mas de falar sobre o tema é que não, até porque dá muito menos trabalho.".

.

.

~__________________//_________________

Prosa e raciocinio dignos de almanaque.

Francamente.

Que tal meter-se a estudar matemática, já que para a escrita,só zeros???

Minha querida,que tal amandar-se para os integrais e os sigma-aneis hereditários?

# zerozero said on September 23, 2006 3:53 AM:

Finges que queres sexo... mas queres é vender livros!

# zerozero said on September 23, 2006 4:28 AM:

Queria dizer-lhe que o lobie gay também se passeia por este blogue!

# johnnyboy said on September 23, 2006 4:53 PM:

Margarida Rebelo pinto, é precisamente o contrário, fazer sexo nunca cansa (com os devidos pequenos períodos de repouso), falar de sexo em demasia, é que cansa, aborrece e pela adrenalina que cria não libertada.

E só afirma o contrário disto, quem não pratica.

# procaz said on September 23, 2006 5:05 PM:

Não me é possível estar nessa posição sem uma erecção.

E eu detesto fazer figura de cabide em público.

De urso é recorrente. Cabide, não.

Três coisas.

1. Falar de sexo é divertido, como é fazer sexo. Falar de homossexualidade, mães solteiras, pedofilia e zoofolia é triste.

Não é preconceito de 20 ou 30 anos, que não existe hoje. É triste. Mas dá para fazer piadas. Como sobre a morte.

2.No interior d país ou da capital, há preconceitos, tabus e segredos, com a mesma forma. As pessoas tem direitos a ter os seus preconceitos, tabus e segredos.

3.Sexo e dinheiro (e/ou poder) têm uma relação inabalável de séculos.

Ainda hoje morrem jovens com a promessa de passar a vida eterna com mil virgens ao dispor da sua vontade (será que isto está mesmo escrito)

Let's talk about sex...

# dissidencias said on September 23, 2006 5:26 PM:

Margarida,

Em primeiro lugar agradeço-lhe pelas suas excelentes obras e crónicas que, à semelhança da saudosa série "O Sexo e a Cidade", também têm contribuído para despreconceitualização do universo das relações entre homens e mulheres, entre homens e homens e também entre mulheres e mulheres, no plano sexual. De facto, encerrados sobre séculos de uma socialização de tradições judaico-cristãs, os portugueses e portuguesas só agora começam a "sair do armário" e, com alguma timidez, a assumir os seus fetiches, os seus desejos e preferências sexuais. De facto, a sedução, o fetiche e o prazer, quando assumidos por nós como fazendo parte da nossa essência humana, conduzem-nos a um nível de existência mais elevado, mais rico e, pricipalmente, mais realizado, condição essencial para nos sentirmos bem connosco próprios e com aqueles que nos rodeiam, quer em instâncias familiares, quer em instâncias socialmente mais alargadas, como o grupo de amigos ou o grupo de trabalho.

Porque quando a morte nos chamar, aí sim, vamos olhar para trás e consciencializarmo-nos de todas as oportunidades que perdemos de sermos felizes...e nesse momento terminal, vamos chorar...não pela nossa morte eminente...mas por tudo o que não vivemos...em nome do politicamente correcto em matéria sexual... Força Margarida, continue simplesmente como é...

Director do dissidencias

# OlhoDoMocho said on September 23, 2006 7:04 PM:

Há dissidência pegajosas, outras invejosas, outras amigalhaças para oq ue der e vier -a gente cá tá--A í temos a 5ª coluna, os leitores dos livros-pimba.

Faltava esta parte dos que lêem.!!!

# Inexita357 said on September 23, 2006 7:05 PM:

Lalalalalala

Eu n li nada sou uma simplex criança lalalalala!

# AMR said on September 23, 2006 7:08 PM:

Para já a metáfora "ponham-se na minha posição". :-)

Mas dizia eu, o mau de falar de sexo é, concordando com tudo o que diz, poder levar com um processo de assédio em cima enquanto se elogia de alma e coração todos os atributos femininos com que somos agradavelmente confrontados...

Quanto à homossexualidade, sinto que persegue algo mais que uma igualdade. Uma mãe solteira esfalfa-se, um "gay" esforça-se... com o devido respeito que todos merecem, sem dúvida, não se podem meter os conceitos no mesmo saco.

Parabéns pelo tema polémico, vindo de uma Senhora, de uma Mulher, é sem dúvida... er... estimulante. :-)

(E não consegui ler nem 1/10 dos comentários, logo duvido que leia o meu... mas cá fica para a posteridade, sem malícia alguma, com a filosofia de que poucos - por ora - poderão retirar substância... )

# OlhoDoMocho said on September 23, 2006 10:08 PM:

Por alguma razão o SOL dispensou mo ONLINE a coluna da rapariga.

Aquilo no papel, hoje, é ainda mais pobrezinho, um "artiguito "cheio de banalidades estafadas do tempo dos nossos avós...Para quê?

O jornal acha que tem uma mais valia com aquela redacção emque a utora refere que não liga ao kamasutra?

E prontos-vagina slargas e funas  em desconcerto com penis pequenos e finos, já está.O que tem graça é que a autora aponta para estes casos mas não apresenta POSIÇÃO favorável para tais casos...

O SOL deve estar a nadar em notas graúdas para manter uma pinderiquice destas.

Pos que pinderiquice se trata e a pinderiquice afecta a imagem do jornal...

# fartodemalandros said on September 23, 2006 10:44 PM:

Louann Brizendine? Vale a pena ler! A certa altura, a Dra.  Brizendine afirma que sexo para homem é como um aeroporto internacinal enquanto que para mulher é um aeródromo! Então eu pergunto:se vocês, mulheres, só têm um aeródromo, porque raio insistem tanto em quererem que lá aterre um Boeing 747 ou um Airbus A340 (o A380 ainda está atrasado na sua produção)? Aliás, aeródromo é bom mesmo para um Cessnazito rafeiro, um monomotor de 2 lugares, que o "pitrol" é caro e a hora de voo uma barbaridade!

Suponho que a investigadora nada perceba de aeronaútica (e a cara Margarida também não, suponho), senão não se metia a fazer comparações descabidas!

É claro que o homem só pensa em sexo! É isso que faz dele homem! Velho já não é "exactamente" homem, infelizmente, por isso se diz "velho", já só pensa em usar a aeronave para voos de circuito limitado, a maior parte do tempo com "raters" e os pistões a pingar óleo pelos segmentos gastos devido ao uso excessivo enquanto novo e consecutivas faltas de revisão. É, por isso, perfeitamente razoável que quando um homem apresenta a sua mulher se refira a ela como "a minha metade"; de facto, homem casado não passa de meio homem e, já se sabe, quando arrrefece o encanto inicial, as interdições à pista (dores de cabeça) são frequentes, aí não há cessna que aguente e prefere mudar de aeródromo! É claro que, em oposição sujeita-se a que no aeródromo base por lá queira aterrar, não digo um Boeing 747, mas um ATR72-500, por exemplo, o que não resolverá, seguramente, nem o problema do aeródromo por não ter pista que chegue, nem do cessna por falta de GPS que o safe a explorar novos novos locais (VFR) e não se entender com o aeródromo novo, quiçá mais exigente nas regras de utilização para uma aeronave já tão usada e abusada e cheia de amolgadelas (não está em causa a idade, mas sim as horas de voo).

Além do mais, e baseado nas afirmações da investigadora, é sabido que o homem não é muito dado a dar à língua, prefere ser mais "telegráfico" na sua comunicação, aliás, isso mesmo é regra aeronáutica em qualquer parte do mundo, nas comunicações diz-se "exactamente" o que se pretende alto e claro com o mínimo de palavras, e depois bico calado, razão pela qual existem tão poucas mulheres a pilotar aeronaves quando comparadas percentualmente com os homens (a razão é simples, elas detestam ficar limitadas no seu reportório e, em comunicações, é mesmo assim, não é lugar para se porem a fazer vento com a língua). Enfim, por vezes o aeródromo novo tem luzes de aproximação à pista e luzes para taxiamento nocturno o que permite voos pela noite fora (para quem tenha o brevet em dia e licença de voo nocturno). Para evitar surpresas desagradáveis e acidentes desnecessários, sugere-se que estes cessnas tenham atenção às pistas encerradas ao tráfego, que aterrem nelas apenas em caso de emergência ou quando devido a encerramento provisório da pista principal! Isso não é assim tão invulgar como isso e adestra os reflexos do piloto, além de dar alguma hipótese à pista principal para recuperar do desgaste de continuadas movimentações de aeronaves ora levantando, ora aterrando.

Leia o artigo e verá, cara senhora, que não posso estar mais de acordo tanto consigo, como com ela, nas partes em que as afirmações de ambas se entrecruzam. Acho que não tem razão quando afirma que o bom de falar de sexo é que a gente nunca se cansa (fazê-lo sim, não cansa), por isso o melhor é calar-me que isto já vai longo. Vou mas é voar, tenho uma pista a assediar-me com luzes de aproximação!A ver se não dá bota e me caçam o brevet.

E não, não me ponho na sua posição, era só o que faltava, que o meu é um cessna a sério!

Melhores cumprimentos

fartodemalandros

# portugalclub said on September 24, 2006 3:20 AM:

Do PortugalClub:

Sexo não se escreve, faz-se.

Pela conversa da Margarida, ela não gosta é de homem.

Faz apologia a homossexualidade, lendo a Cartilha do PS de José Sócrates.... assim Portugal fecha as portas ao repovoamento... Casimiro. Está explicado. Fechando Escolas e Maternidades, incentivando o Aborto e a homossexualidade, Portugal por este caminho logo se acaba.... casimiro@casimiro.info

www.portugalclub.org portugalnoticias.com portugal@portugalclub.org

# Poemas said on September 24, 2006 10:42 AM:

Falar de sexo?! Porque não? Os intermináveis intervalos podem muito bem assim ser preenchidos...talvez até se tornem mais curtos.

Mas desde que não se torne abssessão ok?

Fique bem e tenha um Excelente Domingo!

# Sunset said on September 24, 2006 12:40 PM:

No jornal papel,a menina tem direito a ocupar MEIA PÁGINA do mesmo.Isto nem no crime ou no 24 horas.

Não gostei.Bauxa o nével do jornal aquela lenga que nada t´raz , nada ensina, nada faz pensar, a não ser que o moçoila não percebe que está a mais.

Por muito menos, alguns convidados do concorrente foram sacudidos pelas opiniões dos leitores ON.

Aquela página ,no campo e em tempos mais recuados seria para limpar o que mal cheira.

# figueiredobatista said on September 24, 2006 12:52 PM:

 Mas porque sera que exalas uma especie de fedor cristina caras lindas parte dois.

 DEixa de contar os teus pelos pubicos e embarca num certo carisma como a clara e outras. Anorectica

# Laranja said on September 24, 2006 1:27 PM:

Ja havia a necessidade de se escrever uma coluna sobre o "tal assunto",muitos poderao considerar que não é tabu, mas a realidade é q é,qualquer pagina das "marias"nos mostra... e a curiosidade das camadas mais jovens pode levar a erros devido a inibiçao em falar sobre sexo.

Adorei puder ler que alguem retrata o sexo nao como um bem material mas de espirito,ultimamente tudo se associa ao sexo, de tal modo q toda aquela mistica se perde...

laranja

# johnnyboy said on September 24, 2006 3:25 PM:

Estas crónicas da margarida rebelo pinto, a rainha da Literatura fácil, não vai um pouco contra a Estrutura Editorial que o "SOL" se propôs?

Ninguém quer um jornal "chato", mas "pimba" também não?

MRPinto traz alguma mais-valia para o "SOL"? Em termos económicos, talvez...em qualidade, 0.

# alvarito said on September 24, 2006 3:37 PM:

vc fala de aeronautica, mas não se iluda pk vc não é nenhum avião...nem avioneta

# portugalclub said on September 24, 2006 5:57 PM:

Ola sr. Casimiro e Amigos(as) do Portugal Club

Desculpe, mas do texto da dna Margarida Rebelo Pinto não podemos depreender que a referida senhora " não gosta de homens". E, mesmo se fosse esse o caso, nós não teríamos nada com isso.

A homossexualidade do Primeiro Ministro Sócrates, a ser verdadeira, só me interessa se na comitiva ministerial o "affair" do Primeiro Ministro esteja incluído, como assessor de imprensa ou similar ( de repente, lembrei-me do José Xexário e da sra. Flores, ou seria Folhas??) e que eu esteja pagando. Ou seja, os "vícios privados" de suas excelências, sejam homo ou hetero, não me interessam para nada, a menos que mexam no meu bolso.

Senhor Casimiro: falando em sexo, o senhor não publicou o meu texto sobre a recente composição de Caetano Veloso " Porquê" onde o "inspirado" compositor repete , incessantemente, durante 3 minutos e 56 segundos , a expressão " Estou-me a vir"  com um irritante acento de pronúncia " à lisboeta".  O senhor ficou envergonhado com isso? Acha que é assunto para pessoas adultas?

Por favor, deixe-se de pudores em relação a isso, já que não teve o mínimo ao deduzir que a dona Margarida Rebelo Pinto " não gosta de homens".

Eu também não gosto de homens. Gosto de Cavalheiros ou então de Homens, com " H" maiúsculo. Certos aprendizes de homens, dispenso.

E sobre o aborto: com tantos métodos anti-conceptivos à disposição , só atribuo a gravidez indesejada a descuido, desmazelo, a um estilo de vida despreocupado e irresponsável. Com os programas de planeamento familiar as famílias portuguesas se conscientizaram do quanto custa ter um filho e dar-lhe as mínimas condições para que venha a tornar-se um adulto saudável em todos os sentidos. Não nos devemos preocupar com o decréscimo populacional em Portugal: para as grandes riquezas que o país possui, se chegarem a viver 5 milhões no rectangulo" à beira-mar esquecido" , ainda ficará faltando saúde, educação e habitação para todos.

Quem prega o "crescei e multiplicai-vos" de forma irresponsável são as elites governantes do Brasil e de outros países do terceiro, quarto e quinto mundos porque a elas só interessam, adultos votantes, paridos criados sob quaisquer circunstâncias. Quando falo em elites governantes também incluo o "novo rico" sr. Luiz Lula da Silva.Como a gente se habitua rapidamente ao " bem bom", não é?  

Um abraço a todos e bom domingo

Eulalia

----- Original Message -----

From: CCP.ORG-ConselhoCidadaniaPortuguesa

To: Undisclosed-Recipient:;

Sent: Saturday, September 23, 2006 11:11 PM

Subject: Sexo não se escreve, faz-se.

Ponham-se na minha posição

de: MargaridaRebeloPinto

O BOM de falar de sexo é que uma pessoa nunca se cansa. Pode cansar-se de fazer, mas de falar sobre o tema é que não, até porque dá muito menos trabalho. Já toda a gente sabe que o sexo é bom e faz bem à saúde, por isso falar sobre ele, debatendo de forma descontraída ideias, preconceitos, tabus e truques não deve com certeza fazer mal a ninguém. Ou será que sim? Será que na sociedade portuguesa já se pode falar à vontade sobre sexo?

Há tempos, num talk show tardio, o ex-apresentador do programa Factor G Jorge Correia de Campos falava abertamente de homossexualidade. Entre alguns clichés, fez uma analogia que me deixou a pensar: há 20 ou 30 anos, o facto de uma mulher ser mãe solteira ainda era um escândalo na sociedade, ou pelo menos uma marca discriminatória, enquanto hoje já ninguém reage dessa forma. O mesmo está a acontecer com a homossexualidade.

Era tão bom se fosse assim. Até pode ser nas grandes áreas urbanas, mas no interior do país as coisas passam-se de forma diferente. Quanto mais pequena é uma estrutura social, mais opressiva tende a ser.  Acredito firmemente que, se o nosso território fosse mais vasto, também os espíritos seriam mais abertos. Felizmente, um punhado de homens inteligentes comandados pelo Infante D. Henrique – que, segundo as más-línguas da época, era gay – decidiu pôr o seu engenho ao serviço da curiosidade para descobrir novos mundos. De outra forma, teríamos sucumbido à nossa incontornável pequenez. Uma tacanhice que se sente em tudo, até na tendência quase patológica para nos escondermos atrás de preconceitos e comportamento hipócritas.

O sexo é uma forma de poder. Trocamos sexo por afecto, atenção e segurança. Cultivamos o bom sexo – em podendo, porque, como dizem os americanos, it takes two to tango – para nos sentirmos mais felizes. Porque não aceitamos de uma vez por todas a verdadeira importância do sexo nas nossas vidas? E porque não aprendemos uns com os outros a falar sobre ele, trocando ideias, experiências e pontos de vista? Se são precisas duas pessoas para dançar tango, também é preciso abrir os espíritos e soltar a língua sobre um dos maiores prazeres da existência. Para a semana falamos de posições. Com muito prazer.  MargaridaRebeloPinto

Do PortugalClub:

Sexo não se escreve, faz-se.

Pela conversa da Margarida, ela não gosta é de homem.

Faz apologia a homossexualidade, lendo a Cartilha do PS de José Sócrates.... assim Portugal fecha as portas ao repovoamento... Casimiro. Está explicado. Fechando Escolas e Maternidades, incentivando o Aborto e a homossexualidade, Portugal por este caminho logo se acaba.... casimiro

# Tubarao said on September 24, 2006 6:12 PM:

“Bocage passou à História através das anedotas, Eça ficou ficou para sempre ligado à pirosa da Soraia Chaves, o Pessoa aos charros e o Bulhão Pato está preso às amêijoas” – Quitéria Barbuda

www.riapa.pt.to

# magna1215 said on September 24, 2006 7:16 PM:

Gostei mais dos comentários do que do artigo, que aliás nem consegui acabar de ler, assim como os livros da escritora em causa.

Quando voltei para Portugal vi que tinha tantos livros no top de vendas que pensei "wow, isto dever ser mesmo bom para ter despertado o hábito de leitura dos Portugas". Comprei meia dúzia...meia dúzia! Foi a primeira vez que tive que desistir de ler um livro (aliás, seis)!

# PORTUGALZINHO said on September 24, 2006 8:19 PM:

Fiquei memso excitado com este post... Parabéns Margarida!

http://sol.sapo.pt/blogs/PORTUGALZINHO/default.aspx

# aphextwin said on September 24, 2006 9:34 PM:

Excitado!???!! get lost, freak!!

Se o objectivo era quebrar o recorde de post+comentado, tudo bem, julgo que vai no bom caminho.

Se o objectivo era outro qq, n vai lado nenhum, Maggy..

Xispa!!!

:)

# solicito said on September 24, 2006 10:28 PM:

Olá cara M.R.P.

Ponho-me na sua posição e sinto-me incomodado. De facto é estranho que as pessoas de uma forma anónima, ou pelo menos sem ser "cara a cara" tenham tanta deselegância consigo. Acho o seu artigo fútil, mas penso que o objectivo era mesmo esse. Imagino que lhe tenham pedido para escrever algo light, ao estilo do "sexo e a cidade" e a Margarida fez exactamente isso.

Não lhes ligue. Sabe, neste país seguem-se as modas e falar mal dos seus livros é uma moda. Também falar mal da música pimba (que por acaso não aprecio, mas de que não falo mal), dos jornais como o Correio da Manhã, de tantas outras coisas que incrivelmente são as mais procuradas, mas que não encontramos ninguem a falar bem delas, tudo é moda. Já pensou nisso?

Sobre os seus livros, deixe-me dizer-lhe que sendo de facto, também eles leitura bastante light, tiveram o mérito (sobretudo o 1.º) de me fazer conhecer melhor o universo da mulher citadina, que trabalha na capital, de perceber algo sobre elas. Pareceu-me algo de autobiográfico. Estarei errado? E eu numa história, gosto simplesmente de a ler, de me imaginar nela e saber como reagiria se fosse determinada personagem e isso consegui com os seus livros, como consegui com o "Harry Potter" ou outros. Claro que gostei muito mais de um "Equador" do MSTavares ou de "A FILHA DO CAPITÃO" ou ainda do "CODEX", ambos do JRSantos, como também dos 3 livros que li do Dan Brown, mas isso é outra literatura e, tal como quando vamos ao cinema, não podemos esperar o mesmo de "A Lista de Schindler" p. exemplo do que de uma qualquer comédia bem feita p. ex. pelo Hugh Grant, mas não quer dizer que não gostemos desta última.

Boa sorte para os seus próximos trabalhos e um bj de solidariedade pelas inúmeras manifestações contra si Perpetradas e inqualificáveis neste blogue.

# surpreso said on September 24, 2006 11:19 PM:

Ouça ,rica,sem termos a fotografia "na sua posição" isto não tem graça.Tá?...

# APOLO said on September 25, 2006 1:11 AM:

Ó KIDUCHA, a menina lembra-se de, num programa de Julia pinheiro transmitido pela TVI e apresentado por Elsa Raposo ( outra KIDA),quando foi convidada a falar de sexo com Carlos Amaral Dias, afirmar que a mulher casada tem de ser " simultaneamente espos ae ***"???

O pessoal entende. Escusado era ter falado daquele jeito. Preferível teria sido cantar " uma dama na mesa,uma louca na cama " de Marco Paulo.

Náo tenho das palavras. Tenho medo da sua cabeça que as náo sabe escolher.

E olhe que de liberal sou todo feito.

# alfamike said on September 25, 2006 2:35 AM:

Um artigo, diria de qualidade suficiente, light se assim lhe querem chamar, não deveria suscitar tantos comentários, muito menos deselegantes, se maioria o acha banal e se acha assim tão normal falar de sexo, e se acham ainda que é errado o que diz, nomeadamente que falar de sexo não cansa, não se compreende porque ainda não se cansaram.os comentários deselegantes,ordinários até, mostram que o nivel cultural do País é baixo. Por acaso n aprecio os livros de MRP, mas acho isto muito triste.

# PUlrich said on September 25, 2006 10:05 AM:

O senhor "solicito" contrapõe a escrita da Kiduxa com a de nomes como Dan Brown, MST ou JRSantos. Ora bem, que qeira desprestigiar a pena da MRP ainda vá, uma vez que, de facto, dali saiem poucas ideias que acrescentam alguma coisa de útil ao nosso ser. Não divertem, de tão básicos e futeis que são os livros, e muito menos ensinam alguma coisa. Agora, contrapôr com os nomes que o fez, isso sim, é mesmo para rir. Que me viesse falar de autores, verdadeiramente autores, ainda era como o outro, mas chamar autor ao charlatão do Dan Brown e ao simplério do JRSantos é que começa a ser dificil de engolir. Ainda hoje não consigo entender o fenómeno Dan Brown. Foi um suplicio chegar ao fim daquele monte de baboseiras (acabei por me render às evid~encias de l~e-lo), mas o mais curioso para mim é haver quem queira mais, e daí os "Anjos" e afins. Mas enfim, pelo menos a nossa MRP é mais honesta e não se assume como uma autora, mas uma contadora de histórias. Confesso que li o "Sei lá", ainda da priemira edição de uma outra editora por onde passou, mas ficou-se por aí. O meu copo de literatura light tem o formato de um shot e encheu nas priemiras páginas.

# Gato said on September 25, 2006 11:43 AM:

Será por isso que eu ando adoentado???

# SOCIEDADE said on September 25, 2006 11:52 AM:

SEM DUVIDA UM ARTIGO INTERRESSAMTISSIMO.

JÁ AGORA GOSTARIA DE CONVIDAR VOSSA EXa PARA O LANÇAMENTO DA OBRA: O GRITO DAS VERDADES MUDAS, NO PROXIMO DE 30 ÁS 16 HORAS NO MUSEU DA CIDADE DE LISBOA.

MAIS INFORMAÇOES EM

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# Luana said on September 25, 2006 6:31 PM:

Margarida

Tenho a certeza que esperava a leveza (digo ligeireza) com que os leitores comentaram o seu trabalho. É uma pena mas este é o país que temos e os cidadãos que nele vivem são assim.

Acho que a Margarida teve coragem em abordar esse tema e julgo que devia continuar a falar dele com a naturalidade que ele devia merecer.Talvez só a compreendam quando a Margarida já for velhinha. Mas mesmo assim vale a pena.

Gosto muito de si e da sua escrita. Já não sou jovem mas ainda sou suficientemente nova para saber como é complicado clamar no deserto!!!

Um abraço

# jovemvidente said on September 26, 2006 12:14 AM:

O sexo é bom E VENDE BEM.

Minha rica:já li dois livrinhos seus e achei interessantes. Sobretudo,como escola para começar a escrever também uns livrinhos!

# claudia said on September 27, 2006 11:44 PM:

Ola Margarida:como mulher deixo-lhe a minha solidariedade sobre o que estes anormais lhe têm aqui dito

# tulipa said on September 30, 2006 3:20 PM:

Ai Ai

Cara Margarida,

É mesmo uma 'Alma de pássaro'!

Não voe tão alto que pode queimar as asitas!

Às vezes é melhor voar baixinho...para a queda

não ser tão grande!

# OFAROL said on September 30, 2006 3:37 PM:

Eu cá bem mostro a minha luz,mas nada.!

Já não tenho posição a que me ajeite.

Ai estas senhoras que aparcem por aqui a tecer louvores, ó Margarida, nota-se que a família sabe socorrer .

lollol.

# OFAROL said on September 30, 2006 3:47 PM:

oh Túlipa?

Voar alto?

Tomara a Margarida fazer voo rasante.Só que não pode, que não tem asas para essa aventura.

Tal como as galinhas!!!!

# trout said on October 2, 2006 10:13 AM:

falar de Sexo, e futebol ,o ponta de lança  aproximou-se pela rectaguarda e golo,gooolo.  

# fumanchu said on October 4, 2006 1:42 PM:

Qual é a posição em que te encontras?

# Arden said on October 4, 2006 2:22 PM:

A Margarida é Linda, independente, polémica. Tem todos os ingredientes para ter sucesso a escrever crónicas sobre Sexo. Já comprovou isso mesmo com os milhares de Leitores que compraram os seus livros ( E aqui o mérito só a ela pode ser atribuído ). Por que Diabo ( Essa entidade altamente erótica ) insiste em continuar a transcrever e descrever, ao invés de Escrever. As lições sobre tamanhos, idades e desempenhos, são dadas todas as noites na Novela Jura. Margarida, não é por mal, mas quando é que pensa, começar de facto, a Escrever no Semanário Sol ? Ninguém lhe pede que seja candidata ao Nobel ( para isso já temos o Director do Jornal ), apenas se lhe exije que .... escreva. É que não há coincidências e se de repente um Jovem lhe oferecer flores, isso é Impulse...

# abbaias said on October 6, 2006 12:30 AM:

Ponham-se na minha posição!

Seco é bom mas fazer desporto ajuda a melhorar a nossa vida e a nossa performance no sexo... Por isso Pratique desporto:

http://abbaias.blogspot.com

# UNIVERSALEX said on October 6, 2006 1:20 PM:

não vána conversa dela...eh1eh!

# hokalos said on October 6, 2006 3:44 PM:

Le xxe siècle est pour la philosophie le siècle de l’affirmation des rationalités scientifiques et celui de

la crise de la raison proprement philosophique. La question du langage et des langues est au croisement

de ces deux mouvements de sens inverse. C’est pour cela que le xxe est aussi le siècle de la poésie

entendue comme recours pour la philosophie, comme manifestation du pouvoir de la parole. Les

grands poètes de ce siècle, de leur côté, depuis Mallarmé, ont expressément affirmé une fonction

d’expressivité ontologique et développé des poétiques réflexives fortement philosophiques. La

rencontre de la poésie, de son muthos, qui a été constitutive de la formation du logos avec Platon, fut

une mauvaise rencontre pour la poésie puisque Platon chassa Homère de la cité après l’avoir couronné

de fleurs. À la fin de l’histoire de la métaphysique occidentale, la situation semble s’inverser.

Constatant l’épuisement de la métaphysique, sanctionné par le triomphe du logos devenu volonté

technique de puissance, le dernier métaphysicien, Heidegger, ouvre une rencontre finale où la poésie

cette fois est prise, avec Hölderlin, comme guide en vue d’un philosopher poétisant ou d’un poétiser

philosophant. La question de la poésie est l’envers ou l’endroit de la question de la rationalité.

Ou como já alguém aí disse:"Então , lembrando o seu anterior post de vagina largas e profundas, pode ser que um

jovem não goste muito de entrar em minas já muito cavadas, ja não têm metal que deleite,

percebe, sua marota??"

Aceite a liberdade de expressão, sem managers a quererem proibir uma óptima e acertada crítica ao que até hoje tem escrevinhado,aprenda a escrever e, depois, vá para a cama com quem quiser.

# hokalos said on October 6, 2006 3:47 PM:

> Le premier signe de l'ignorance, c'est de présumer que l'on sait. [ Baltasar Gracian Y Morales ]

Et vous présumez, mas sabe zero

# hokalos said on October 6, 2006 3:50 PM:

 L'erreur ne devient pas vérité parce qu'elle se propage et se multiplie ; la vérité ne devient pas erreur parce que nul ne la voit.  [Gandhi, Homme politique et philosophe indien]  

# hokalos said on October 6, 2006 3:54 PM:

If you think education is expensive, try ignorance

# hokalos said on October 6, 2006 3:57 PM:

Education is a progressive discovery of our own ignorance

# hokalos said on October 6, 2006 3:58 PM:

Mon exigence pour la vérité m'a elle-même enseigné la beauté du compromis.[Gandhi,Homme politique et philosophe indien  

Extrait de Autobiographie ou Mes expériences de vérité]  

# hokalos said on October 6, 2006 4:00 PM:

La mesure de l'amour, c'est d'aimer sans mesure. [Saint Augustin,Père de l'Église latine et théologien  

Extrait d'un Sermon ]  

# hokalos said on October 6, 2006 4:07 PM:

"pene d'amor perduto" (King Lear (?))

# hokalos said on October 6, 2006 4:59 PM:

domingo, 24 de Setembro de 2006 15:25 por johnnyboy

Estas crónicas da margarida rebelo pinto, a rainha da Literatura fácil, não vai um pouco contra a Estrutura Editorial que o "SOL" se propôs?

Ninguém quer um jornal "chato", mas "pimba" também não?

MRPinto traz alguma mais-valia para o "SOL"? Em termos económicos, talvez...em qualidade, 0.

# hokalos said on October 6, 2006 5:00 PM:

a rainha da Literatura fácil não vai um pouco contra a Estrutura Editorial que o "SOL" se propôs?

# hokalos said on October 6, 2006 5:04 PM:

Jorge Guillén, poeta difícil

Ricardo Gullón

El primer movimiento del poeta, resumimos, es pensar o sentir. El gran problema, la transmisión de experiencias vitales. La tarea ulterior, en cualquier raso, inventar formas donde verter sus conquistas; esta tarea consiste fundamentalmente en el hallazgo de un lenguaje eficiente que infunda a sus comunicaciones la vitalidad y virtualidad requeridas. Unas veces la expresión resulta complicada por la conveniencia de encubrir la trivialidad del mensaje o por defecto del mecanismo verbal, y a tal poesía llamaremos simplemente oscura; otras veces los vocablos tendrán abstracta y erizada apariencia por ser vestidura de un pensamiento vasto, ambicioso y complejo, que para entregarse recaba solicitaciones insistentes, y entonces la obra será dicha «difícil». En el segundo supuesto inciden los poemas de Jorge Guillén.

# hokalos said on October 6, 2006 5:20 PM:

sábado, 30 de Setembro de 2006 9:23

A nova tendência

Na edição inglesa da Elle de Setembro, a jornalista Amy Fleming escreve um artigo intitulado Young Women Seek for Even Younger Guys (Mulheres Novas Procuram Homens Ainda Mais Novos). Nele refere não apenas os casos mediáticos,  como Demi Moore versus Ashton (com 15 anos de diferença), mas vários casais – com diferentes profissões e dos mais diversos extractos sociais – com a mesma história, muito mais próxima do realismo e rigor do filme Prime (escrito e realizado por Ben Yonger, com a bela Uma Thurman, de 37 anos, apaixonada por um homem de 23) do que do estereótipo retratado no clássico Mrs. Robinson.

Os depoimentos das várias mulheres neste artigo são unânimes: os homens mais novos são mais divertidos, mais abertos, têm um desempenho sexual melhor e mais criativo e não se sentem ameaçados pelo sucesso e dinheiro das suas parceiras. Não carregam traumas nem vivem obcecados com os clichés do homem clássico, o provider, o chefe de família, quem tem o controlo.

Todas elas, sem excepção, mantiveram relações anteriores estáveis com homens mais velhos ou da mesma idade, e todas afirmam não querer voltar atrás.

Mas afinal, o que faz destes miúdos com meia dúzia de trocos no bolso, jeans rotos e ténis esfolados, seres tão especiais?

A biologia tem um nome que aqui se aplica na perfeição: simbiose. Nos braços delas, eles sentem-se invencíveis. Nos braços deles, as mulheres sentem-se umas deusas. A diferença de idades permite a complementaridade em vez da competição, a tolerância em vez da exigência, a paz em lugar da luta.

A guerra de egos é substituída por maratonas de prazer. O respeito e a cumplicidade ganham contornos desconhecidos. Amy Fleming faz ainda uma observação curiosa: se a diferença de idades for inferior a 10 anos, nem sequer é assunto. Toyboys, douradinhos, petit fours, chamem-lhes o que quiserem, porque, para um certo tipo de mulheres, eles são irresistíveis.

É claro que os homens mais novos podem acordar um dia, abrir a asas e voar. Quantos de nós conhecemos homens de 40, 50 e até de 60 anos que acabam com casamentos de décadas por um par de mamas de uma lambisgóia com metade da idade deles?

Bem vistas as coisas, se são sempre uns miúdos, então mais vale consumi-los dentro do prazo de validade, sem pneus na barriga nem pregos na cabeça.

Posted por MargaridaRebeloPinto

# UNIVERSALEX said on October 6, 2006 6:37 PM:

we are de champions...

"Eh gringo dont across de river in dthe other side there are many many "bandoleros" they kil you for nothing!"

# PelaGrei said on October 8, 2006 10:34 PM:

AHHHHH, mas que post tão refrescante. Vou até tomar um duche de água fria.

Tou a brincar, gostei de verdade.

# Xiologo said on October 9, 2006 5:41 PM:

Realmente ler algumas linhas de uma burguesa sobre a homosexualidade actual é no mínimo magnifico. Abraços

# chicodabatuta said on November 4, 2006 12:12 AM:

Desculpe, minha senhora, mas lá pôr-me na sua posição é que eu não me ponho. Sem ofensa. Aproveito para a avisar de que vou começar a fazer-lhe concorrência no meu blog. Um dia estaremos os dois, lado a lado, na frontpage desta comunidade blogueira.

Até lá.

# Nemesis said on February 18, 2007 4:26 PM:

Imagine lá que para comentar este post dou por mim de blog criado. Um dia destes dou por mim a escrever nele.

Não estou a responder ao seu post, que é apenas um início de conversa e uma afirmação de algumas opiniões, com um título provocatório que conseguiu provocar e mostrar uma agressão sistemática. Não sei se ainda cá vem ver os comentários, são bastante redundantes... Onde há agressão gratuita não há só testosterona, há medo, e em questões de medo,  "we are the champignons" e vivemos o sexo público escondidinhos debaixo dos fetos na encosta húmida do presbitério, que é o mesmo que dizer em gabanços de cervejaria ou terapias de grupo de casa de chá.

É engraçado não passar pela cabeça da maioria dos postantes indignados por a Margarida querer falar de sexo que o sexo começa na cabeça e - salvo as violações inesperadas com ataque pelas costas - até a mais rafeira das relações sexuais começa pela fala, quanto mais não seja para perguntar quanto é preciso pagar (para que alguém faça de boneco insuflável animado por um tempo determinado) ou no pior dos casos para dizer que "se gritas mato-te".

Vim aqui parar porque andava à procura de textos curtos, bem escritos e acessíveis que se prestassem a ser ponto de partida para falar de sexo com os meus alunos adolescentes sem que eles entrassem em bulição efervescente ou os pais me fizessem uma esperinha à porta da escola. "Porque de sexo não se fala, faz-se." Falar é animar ao acto, mais vale enfiar a cabeça na areia e esperar que tudo corra pelo melhor, com muita fé em deus.

Mas a mim não me chega passar-lhes as brochuras com a informação sobre a prevenção da gravidez e das DST, o grande problema deles consiste num terceiro, ao que se confirma pelos comentários acima o problema é dos adultos também.

Dum lado as raparigas, caladas e receosas. Do outro os rapazes, calados e receosos, os mais afoitos em risadas e comentários para o do lado. Abrindo o tema por "sexo sem afecto, tratar o outro como coisa?" - são as mulheres que sistemáticamente são apresentadas como coisas, usadas na publicidade em comparações miseráveis como numa recente a uma máquina de café "sou tua onde quiseres: no quarto, na sala, na cozinha. Seduzido?"

As raparigas entendem que a participação na sexualidade por parte da mulher é socialmente posta em foco como coisa passiva, comprável, ("o que você quer sei eu, quer é vender livros") os rapazes nem tanto.

Depois de conseguirem começar a FALAR realmente e a pôr questões - uma rapariga abre o assunto real -  e depois de passar pela homossexualidade e pela bissexualidade, o tema mais importante para os rapazes, a conversa vai depressa para debater o teorema que tão bem conhecemos, ao equacionar-se a distonia causada pela dupla moral: será que, realmente, "os homens dão afecto em troca de sexo e as mulheres dão sexo em troca de afecto"?

As raparigas queixam-se de que não podem viver "normalmente" (como se fosse possível um "normalmente") a sua sexualidade porque os rapazes fingem que gostam delas só para "se safarem" e depois de se safarem expõem públicamente o que fizeram. Eles saem aparentemente enriquecidos na sua reputação e elas "estragadas", artigos de segunda mão. As raparigas passam a sofrer o assédio emocional dos outros (até terror por SMS) e até de raparigas, tachadas de cabras, p* e outros títulos e ainda a servir de referência para gabarolices oportunistas de coisas que nunca aconteceram.

Os rapazes dão mostras de não ter ainda pensado muito sobre o facto de que as mulheres lhes estejam constantemente a ser apresentadas como coisas e muito menos no facto de que cada gabarolice maldosa que têm é um prego a mais na caixa que fecha as mulheres no medo de serem "faladas". A INTIMIDADE e o respectivo respeito é um termo ausente.

Estamos no Porto, mas é o mesmo que estarmos numa aldeolazinha minada pelo facto de todos se conhecerem e dominada pelo sr. prior do alto do púlpito. A construção social da sexualidade entre os adolescentes continua reaccionária e profundamente machista e há uma interferência policial e refractária ao verdadeiro apoio, protecção e informação por parte dos adultos responsáveis.

Porque não se pode falar de sexo na idade adequada, isto é, antes de embarcar em relações deformadas, deformantes, limitadoras e traumatizantes para ambos os lados, é que está este seu post recheado de comentários superficiais amedrontados com a largueza e a profundidade das vaginas versus a pequenez dos pénis.

Mas isto há-de melhorar.

Cumprimento-a pela coragem.

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