Juiz Rui Teixeira tem carreira estagnada devido ao processo Casa Pia
A carreira do juiz Rui Teixeira estará a ser prejudicada por ter sido o juiz de instrução do processo Casa Pia. Todos os magistrados judiciais são avaliados de 4 em 4 anos. Mas a última avaliação de Rui Teixeira foi feita em 2001. Desde então o magistrado voltou a ser inspeccionado com classificação de muito bom mas três conselheiros do Conselho Superior da Magistratura, nomeados pelo Partido Socialista, não concordam com a nota que lhe foi atribuída.
SIC
...e depois dizem que o PS é feito de santinhos!!!
...é bom não esquecer tudo o que se passou com a instauração do processo Casa Pia. Só do PS era quase tudo... a mesma maçonaria com as suas lojas de "negócios" SUJOSSSSSSSSS, todos eles.
...que a Justiça anda comprada já se sabe há muito tempo. Só não se sabe como poderá ela funcionar com o rigor que conhecíamos nos anos anteriores a 1974! Acho que a infiltração de maçons é de tal ordem que dificilmente poderemos voltar a ter uma Justiça séria.
...está tudo podre neste país!
MBedina
E eu a julgar que a campanha já tinha começado!!! Afinal era só "pré"! O que nos vai agora cair em cima até 25 de Setembro???? Acho que podiam dar como já realizada e não abusar da paciência das pessoas. Que não estava elucidado está agora. E se não está mal vai a coisa, acabam por não pôr lá os pés. Será que vale a pena gastar tantos milhões para nos agredirem a toda a hora na comunicação social? Não creio. Mas quem paga somos nós portanto os políticos estão-se nas tintas. UFF!!! Estou farta disto! MBedina
Sócrates, o ditador, por António Barreto
Sócrates, o ditador, por António Barreto
Único senhor a bordo tem um mestre e uma inspiração. Com Guterres, o primeiro-ministro aprendeu a ambição pessoal, mas, contra ele, percebeu que a indecisão pode ser fatal, ao ponto de, com zelo, se exceder. Prefere decidir mal, mas rapidamente, do que adiar para estudar. Em Cavaco, colheu o desdém pelo seu partido. Com os dois e com a sua própria intuição autoritária, compreendeu que se pode governar sem políticos.
Onde estão os políticos socialistas ?
Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são responsáveis pelo seu passado? Uns saneados, outros afastados. Uns reformaram-se da política, outros foram encostados. Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão. Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro. Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas empresas que dependem do Governo. Manuel Alegre resiste, mas já não conta. Medeiros Ferreira ensina e escreve. Jaime Gama preside sem poderes. João Cravinho emigrou. Jorge Coelho está a milhas de distância e vai dizendo, sem convicção, que o socialismo ainda existe. António Vitorino, eterno desejado, exerce a sua profissão. Almeida Santos justifica tudo. Freitas do Amaral, "ofereceu-se, vendeu-se" e reformou-se! Alberto Martins apagou-se. Mário Soares ocupa-se da globalização. Carlos César limitou-se definitivamente aos Açores. João Soares espera. Helena Roseta foi à sua vida independente. Os grandes autarcas do partido estão reduzidos à insignificância. O Grupo Parlamentar parece um jardim-escola sedado. Os sindicalistas quase não existem. O actual pensamento dos socialistas resume-se a uma lengalenga pragmática, justificativa e repetitiva sobre a inevitabilidade do governo e da luta contra o défice. O ideário contemporâneo dos socialistas portugueses é mais silencioso do que a meditação budista.
Ainda por cima, Sócrates percebeu depressa que nunca o sentimento público esteve, como hoje, tão adverso e tão farto da política e dos políticos. Sem hesitar, apanhou a onda.
Desengane-se quem pensa que as gafes dos ministros incomodam Sócrates. Não mais do que picadas de mosquito. As gafes entretêm a opinião, mobilizam a imprensa, distraem a oposição e ocupam o Parlamento. Mas nada de essencial está em causa.
Os disparates de Manuel Pinho fazem rir toda a gente. As tontarias e a prestidigitação estatística de Mário Lino são pura diversão. Não se pense que a irrelevância da maior parte dos ministros, que nada têm a dizer para além dos seus assuntos técnicos, perturba o primeiro-ministro. É assim que ele os quer, como se fossem directores-gerais.
Só o problema da Universidade Independente e dos seus diplomas o incomodou realmente.
Mas tratava-se, politicamente, de uma questão menor. Percebeu que as suas fragilidades podiam ser expostas e que nem tudo estava sob controlo. Mas nada de semelhante se repetirá.
O estilo de Sócrates consolida-se. Autoritário, Crispado, Despótico, Irritado, Enervado, Detestando ser contrariado.
Não admite perguntas que não estavam previstas ou antes combinadas. Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber. Tem os seus sermões preparados todos os dias. Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação. O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade, nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob seu mando e no processo que o Ministério da Educação abriu contra um funcionário que se exprimiu em privado. O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive, feito já de medo e apreensão. A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa. A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação. As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações. Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e sem oposição à altura, Sócrates trata de si. Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns interesses económicos, Sócrates governa. Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do Estado. Nomeia e saneia a bel-prazer.
Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos. É possível. Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta de carinho dos portugueses pela liberdade. MBedina
Estou cada vez mais farta destes pólíticos! Não suporto ouvir Sócrates, sobretudo. E ainda nem começou a campanha eleitoral!!! MBedina
Afinal eu estava enganada... Sócrates é tão meiguinho, tão compreensivo, tão amorosoooooooooo! E, coitadinho, é tão vitima de cabalas!!! Os portugueses estão tão enganados quando o julgam um ditador... o quê??????? ele é o oposto disso!!!!!!!!!!! Conclusão: até vende a alma ao diabo se preciso for para ganhar eleições, tão querido que ele é!!!!! MBedina
Verificou-se ontem mais uma vez a descrença que o povo português tem da sua classe política. Os resultados assim o demonstram. Os votos no PSD foram sobretudo CONTRA o PS. Isto foi o chamado cartão amarelo ao Governo. O PS perdeu brutalmente mas Sócrates continua cego, surdo e mudo, sem qualquer espécie de humildade, mantendo o "seu" programa sem conseguir tirar as verdadeiras elações ao sucedido... tristezaaaaa! Vai continuar com mais do mesmo e fazer o que muito bem lhe apetece convencido de que ganha as legislativas. Espero bem que não! Espero que o povo lhe mostre finalmente o cartão vermelho. Maiorias nunca mais. Os partidos mais pequenos subiram todos e assim vai continuar a ser. Tudo o que o Governo fizer agora só mostra que continua em campanha eleitoral. O ditador Sinistro não se convence que já ERAAAAAAAAA! E quem vai pagar a factura seremos nós, mais uma vez! Fiquei satisfeita com estes resultados. Já li muitas opiniões em que se critica todos os partidos. Até concordo. Mas temos de aceitar a realidade e pensar nos "voto útil" que para mim será sempre anti PS de Sócrates. Nunca na vida iria votar neles depois do que vi e da tristeza em que deixou este país! Qualquer partido que lhes faça frente para mim serve porque pior do que isto não há, de certeza! MBedina
MÁRIO CRESPO Não é a crise que nos destrói. É o dinheiro 2009-05-11 2009-05-11 """Nesta fase Nada no mundo me faria revelar o nome de quem relatou este episódio. É oportuno divulgá-lo agora porque o parlamento abriu as comportas do dinheiro vivo para o financiamento dos partidos. O que vou descrever foi-me contado na primeira pessoa. Passou-se na década de oitenta. Estando a haver grande dificuldade na aprovação de um projecto, foi sugerido a uma empresária que um donativo partidário resolveria a situação. O que a surpreendeu foi a frontalidade da proposta e o montante pedido. Ela tinha tentado mover influências entre os seus conhecimentos para desbloquear uma tramitação emperrada num labirinto burocrático e foi-lhe dito sem rodeios que se desse um donativo de cem mil Contos "ao partido" o projecto seria aprovado. O proponente desta troca de favores tinha enorme influência na vida nacional. Seguiu-se uma fase de regateio que durou alguns dias. Sem avançar nenhuma contraproposta, a empresária disse que por esse dinheiro o projecto deixaria de ser rentável e ela seria forçada a desistir. Aí o montante exigido começou a baixar muito rapidamente. Chegou aos quinze mil Contos, com uma irritada referência de que era "pegar ou largar". Para apressar as coisas e numa manifestação de poder, nas últimas fases da negociação o político facilitador surpreendeu novamente a empresária trazendo consigo aos encontros um colega de partido, pessoa muito conhecida e bem colocada no aparelho do Estado. Este segundo elemento mostrou estar a par de tudo. Acertado o preço foram dadas à empresária instruções muito específicas. O donativo para o partido seria feito em dinheiro vivo com os quinze mil Contos em notas de mil Escudos divididos em três lotes de cinco mil. Tudo numa pasta. A entrega foi feita dentro do carro da empresária. Um dos políticos estava sentado no banco do passageiro, o outro no banco de trás. O da frente recebeu a pasta, abriu-a, tirou um dos maços de cinco mil Contos e passou-a para trás dizendo que cinco mil seriam para cada um deles e cinco mil seriam entregues ao partido. O projecto foi aprovado nessa semana. Cumpria-se a velha tradição de extorsão que se tornou norma em Portugal e que nesses idos de oitenta abrangia todo o aparelho de Estado. Rui Mateus no seu livro, Memórias de um PS desconhecido (D. Quixote 1996), descreve extensivamente os mecanismos de financiamento partidário, incluindo o uso de contas em off shore (por exemplo na Compagnie Financière Espírito Santo da Suíça - pags. 276, 277) para onde eram remetidas avultadas entregas em dinheiro vivo. Estamos portanto face a uma cultura de impunidade que se entranhou na nossa vida pública e que o aparelho político não está interessado em extirpar. Pelo contrario. Sub-repticiamente, no meio do Freeport e do BPN, sem debate parlamentar, através de um mero entendimento à porta fechada entre representantes de todos os partidos, o país político deu cobertura legal a estes dinheiros vivos elevados a quantitativos sem precedentes. Face ao clamor público e à coragem do voto contra de António José Seguro do PS, o bloco central de interesses afirma-se agora disposto a rever a legislação que aprovou. É tarde. Com esta lei do financiamento partidário, o parlamento, todo, leiloou o que restava de ética num convite aberto à troca de favores por dinheiro. Em fase pré eleitoral e com falta de dinheiro, o parlamento decidiu pura e simplesmente privatizar a democracia.""" MBedina
""""Ministério do Ambiente destruiu dossiers sobre caso Cova da Beira Os processos e contratos da Cova da Beira foram destruídos ilegalmente, mas o Ministério do Ambiente explica a eliminação de arquivos com base nas regras comunitárias. O problema é, segundo o Público, que essas normas contrariam a legislação portuguesa"""" ...isto é DEMAIS!!! ...SÓ NÃO ENTENDO COMO ALGUÉM AINDA VOTA NESTA CORJA CORRUPTA QUANDO É MAIS QUE CLARO TODA A PORCARIA QUE FIZERAM, EM ESPECIAL ESTE "SINISTRO"!!!!! MBedina
URGENTE: VOTAÇAO NO PARLAMENTO EUROPEU NO DIA 5 DE MAIO DE 2009 Não deixe que o parlamento europeu lhe feche a internet… não haverá volta atrás! Aja agora! O acesso à internet não é condicional Todos os que têm um site, blog bem como todos aqueles que usam o Google ou o Skype, todos aqueles que gostam de expressar as suas opiniões livremente, investigarem do modo que entendem seja para questões pessoais, profissionais ou académicas, todos os que fazem compras online, fazem amigos online, ouvem música ou vêm videos… Milhões de europeus dependem da internet quer seja directa ou indirectamente no seu estilo de vida. Tirá-la, limitá-la, restringi-la ou condicioná-la, terá um impacto directo naquilo que fazemos. E se um pequeno negócio depender da internet para sobreviver, torná-la inacessível num período de crise como o que vivemos não pode ser bom. Pois a internet que conhecemos está em vias de extinção através das novas regras que a União Europeia quer propôr no final de Abril. Segundo estas leis, os provedores de serviço, ou seja as empresas que nos fornecem a internet, PT, Zon, Clix entre muitas outras, vão poder legalmente limitar o número de websites que visitamos, além de nos poderem limitar o uso ou subscrição de quaisquer serviços que queiramos de algum site. As pessoas passarão a ter uma espécie pacotes de internet parecidos com os da actual televisão. Será publicitada com muitos “novos serviços” mas estes serão exclusivamente controlados pelo fornecedor de internet, e com opções de acesso a sites altamente restringidas. Isto significa que a internet sera empacotada e a sua capacidade de aceder e colocar conteúdo será severamente restringida. Criará pacotes de acessibilidade na internet, que não se adequam ao uso actual que damos à internet hoje. A razão é simples… Hoje a internet permite trocas entre pessoas que não são controladas ou promovidas pelo intermediário (o estado ou uma grande empresa), e esta situação melhora de facto a vida das pessoas mas força as grandes corporações a perderem poder, controle e lucros. E é por isso que estas empresas forçam os políticos “amigos” a agirem perante esta situação. A desculpa é a pirataria de filmes e música, mas as verdadeiras vítimas seremos todos nós, a democracia e a independência cultural e informativa do cidadão. Recentemente, vieram com a ideia que a pirataria de vídeos e música promove o terrorismo (http://diario.iol.pt/tecnologia/mapinet-internet-pirataria-terrorismo-crime-tvi24/1058509-4069.html ) para que seja impensável ao cidadão comum não estar de acordo com as novas regras… Pense no modo como usa a internet! Que significaria caso a sua liberdade de escolha lhe fosse retirada? Hoje em dia, a internet é sobre a vida e liberdade. É sobre fazer compras online, reservar bilhetes de cinema, férias, aprendermos coisas novas, procurar emprego, acedermos ao nosso banco e fazermos comércio. Mas é também sobre coisas divertidas como namorar, conversar, convidar amigos, ouvir música, ver humor, ou mesmo ter uma segunda vida. Ela ajuda-nos a expressarmo-nos, inovarmos, colaborarmos, partilharmos, ajuda-nos a ter novas ideias e a prosperar… tudo sem a ajuda de intermediários. Mas com estas novas regras, os fornecedores de internet escolherão onde faremos tudo isso, se é que nos deixarão fazer. Caso os sites que visitamos, ou que nós criámos não estejam incluídos nesses pacotes oferecidos por estas empresas, ninguém os poderá encontrar. Se somos donos de um site ou de um blog e não formos ricos ou tivermos amigos poderosos, teremos de fechar. Só os grandes prevalecerão, com a desculpa de que os pequenos não geram tráfego suficiente para justificar serem incluídos no pacote. Continuaremos a ter a Amazon, a Fnac ou o site das finanças, mas poucos mais. Os telefonemas gratuitos pela internet decerto que acabarão ( como já se passa nalguns países da Europa) e os pequenos negócios e grupos de discussão desaparecerão, sobretudo aqueles que mais interessam, os que podem e querem partilhar a sua sabedoria gratuitamente com o mundo. Se nada fizermos perderemos quase de certeza a nossa liberdade e uso livre da internet. A proposta no Parlamento Europeu arrisca o nosso futuro porque está prestes a tornar-se lei, uma lei quase impossível de reverter. Muitas pessoas, incluíndo deputados do Parlamento Europeu que a vão votar positivamente, não fazem a menor ideia do que isto pode querer dizer, nem se apercebem das implicações brutais que estas regras terão na economia, sociedade e liberdade. Estas medidas vêm embrulhadas numa coisa chamada “Pacote das Telecom´s” disfarçando estas leis de algo que apenas é relativo à indústria das telecomunicações. Mas na verdade, tudo não passa de regras sobre o uso futuro da internet. A liberdade está a ser riscada do mapa. Nestas leis propostas, estão incluídas regras que obrigam as Telecoms a informaram os cidadãos das condições em que o acesso à internet é fornecido. Parece ser uma coisa boa, em nome da transparência, mas não passa de uma diversão para poderem afirmar que podem limitar o nosso acesso à liberdade na internet, apenas terão é que informar-nos disso. O futuro da internet está em jogo e precisamos de agir já para o salvar. Diga ao Parlamento Europeu que não quer que estas alterações sejam votadas. Lembre-os que as eleições europeias são em Junho e que a internet ainda nos dá alguma liberdade para que possamos observar e julgar os seus actos no Parlamento. Saiba que não está sozinho(a) nesta luta… Enquanto lê isto, centenas e centenas de outras organizações estão a trabalhar para que esta mensagem chegue a quem de direito. Milhares de pessoas estão também a contactar os seus deputados neste sentido. Ajude-se a si mesmo, colabore e faça o que pode por esta causa… A internet é tão sua como deles… Divulgue esta mensagem o mais que possa… Pode também escrever aos seus deputados… Estes são os nossos deputados no Parlamento Europeu: http://pt.wikipedia.org/wiki/Deputados_de_Portugal_no_Parlamento_Europeu_(2004-2009) ou http://www.europarl.europa.eu/members/expert/groupAndCountry/search.do;jsessionid=69ADF04943C000194117E9C7032EEC31.node1?country=PT&language=PT Para mais informações sobre a lei: http://www.laquadrature.net/en/telecoms-package-towards-a-bad-compromise-on-net-discrimination http://www.laquadrature.net/wiki/Telecoms_Package http://en.wikipedia.org/wiki/Telecoms_Package http://www.blackouteurope.eu/ ...a ser verdade tudo pode acontecer até mesmo a implatação duma ditadura... não quero acreditar nisto mas pelo sim pelo não aqui fica registado! MBedina
""""""O Tribunal da Relação de Lisboa deu razão ao ex-aluno da Casa Pia acusado por Jaime Gama de difamação, no âmbito de um recurso interposto pelo presidente da Assembleia da República depois de já ter perdido o processo em Junho do ano passado ." Estamos a ver uma decisão que afecta a segunda figura do Estado, em termos simbólicos. A pessoa que lhe dá corpo, perdeu um processo crime que instaurou contra um indivíduo que o acusou de coisas indignas da segunda figura do Estado. Demita-se a pessoa que foi escolhida para essa figura, porque a situação apresenta-se objectivamente como sendo de má figura e o Estado não pode suportar estas coisas."""""
...Jaime Gama, Ferro Rodrigues e Paulo Pedroso todos perderam os processos por difamação que tinham instaurado contra uma criança da Casa Pia... foi pública a denuncia da dita criança na TVI... e agora é tudo ARQUIVADO???????????????? ainda intreposeram para a Relação e perderam novamente!!!!!!!!!!!!!!! ...porcaria de país que protege os poderosos mesmo que seja provado que agiram como criminosos!!! ...Por detrás disto tudo está a Maçonaria nas suas "lojas de negócios" quer do GOL quer da REGULAR... Não haverá meio de fazer valer a Justiça quando estão à vista crimes como estes???????? Indigna-me e mete raiva estar a assistir e ser impotente para repor a verdade e castigar os criminosos! MBedina
António Barreto, o perfil ditatorial do actual Primeiro- Ministro.
O perfil ditatorial do actual Primeiro- Ministro. 'Sócrates, o ditador' por António Barreto
A saída de António Costa para a Câmara de Lisboa pode ser interpretada de muitas maneiras. Mas, se as intenções podem ser interessantes, os resultados é que contam. Entre estes, está o facto de o candidato à Autarquia se ter afastado do Governo e do Partido, o que deixa Sócrates praticamente sozinho à frente de um e de outro. Único senhor a bordo tem um mestre e uma inspiração. Com Guterres, o primeiro-ministro aprendeu a ambição pessoal, mas, contra ele, percebeu que a indecisão pode ser fatal, ao ponto de, com zelo, se exceder. Prefere decidir mal, mas rapidamente, do que adiar para estudar. Em Cavaco, colheu o desdém pelo seu partido. Com os dois e com a sua própria intuição autoritária, compreendeu que se pode governar sem políticos. Onde estão os políticos socialistas? Aqueles que conhecemos, cujas ideias pesaram alguma coisa e que são responsáveis pelo seu passado? Uns saneados, outros afastados. Uns reformaram-se da política, outros foram encostados. Uns foram promovidos ao céu, outros mudaram de profissão. Uns foram viajar, outros ganhar dinheiro. Uns desapareceram sem deixar vestígios, outros estão empregados nas empresas que dependem do Governo. Manuel Alegre resiste, mas já não conta. Medeiros Ferreira ensina e escreve. Jaime Gama preside sem poderes. João Cravinho emigrou. Jorge Coelho está a milhas de distância e vai dizendo, sem convicção, que o socialismo ainda existe. António Vitorino, eterno desejado, exerce a sua profissão. Almeida Santos justifica tudo. Freitas do Amaral, "ofereceu-se, vendeu-se" e reformou-se! Alberto Martins apagou-se. Mário Soares ocupa-se da globalização. Carlos César limitou-se definitivamente aos Açores. João Soares espera. Helena Roseta foi à sua vida independente. Os grandes autarcas do partido estão reduzidos à insignificância. O Grupo Parlamentar parece um jardim-escola sedado. Os sindicalistas quase não existem. O actual pensamento dos socialistas resume-se a uma lengalenga pragmática, justificativa e repetitiva sobre a inevitabilidade do governo e da luta contra o défice. O ideário contemporâneo dos socialistas portugueses é mais silencioso do que a meditação budista. Ainda por cima, Sócrates percebeu depressa que nunca o sentimento público esteve, como hoje, tão adverso e tão farto da política e dos políticos. Sem hesitar, apanhou a onda. Desengane-se quem pensa que as gafes dos ministros incomodam Sócrates. Não mais do que picadas de mosquito. As gafes entretêm a opinião, mobilizam a imprensa, distraem a oposição e ocupam o Parlamento. Mas nada de essencial está em causa. Os disparates de Manuel Pinho fazem rir toda a gente. As tontarias e a prestidigitação estatística de Mário Lino é pura diversão. Não se pense que a irrelevância da maior parte dos ministros, que nada têm a dizer para além dos seus assuntos técnicos, perturba o primeiro-ministro. É assim que ele os quer, como se fossem directores-gerais. Só o problema da Universidade Independente e dos seus diplomas o incomodou realmente. Mas tratava-se, politicamente, de uma questão menor. Percebeu que as suas fragilidades podiam ser expostas e que nem tudo estava sob controlo. Mas nada de semelhante se repetirá. O estilo de Sócrates consolida-se. Autoritário, Crispado, Despótico, Irritado, Enervado, Detestando ser contrariado. Não admite perguntas que não estavam previstas ou antes combinadas. Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber. Tem os seus sermões preparados todos os dias. Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação. O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade, nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob seu mando e no processo que o Ministério da Educação abriu contra um funcionário que se exprimiu em privado. O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive, feito já de medo e apreensão. A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa. A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação. As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações. Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e sem oposição à altura, Sócrates trata de si. Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns interesses económicos, Sócrates governa. Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do Estado. Nomeia e saneia a bel-prazer. Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos. É possível. Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta de carinho dos portugueses pela liberdade.
MBedina
É um pouco longo mas vale a pena ler! DENÚNCIA Já que estamos em tempo de Páscoa, vejamos qual a “via-sacra” dos clientes do Banco Privado Português (BPP), com depósitos a prazo naquele banco: • Foram enganados pelo BPP, quando fizeram os seus depósitos a prazo, com capital garantido, taxas garantidas e períodos de vigência rigorosamente definidos; capital garantido, taxas garantidas e períodos de vigência rigorosamente definidos; Foram enganados pelo BPP, quando fizeram os seus depósitos a prazo, com capital garantido, taxas garantidas e períodos de vigência rigorosamente definidos; • Foram burlados pela cáfila do João Rendeiro, que passou a chamar, a esses depósitos a prazo, aplicações de “retorno absoluto”, alegando, depois, que eram aplicações em produtos financeiros de baixo risco (dos quais eram titulares os clientes) mudando, a seguir, a linguagem para veículos que não estão em nome dos clientes e, finalmente, considerando que esses clientes são apenas detentores de “direitos económicos” de não se sabe o quê; depósitos a prazo, aplicações de “retorno absoluto”, alegando, depois, que eram aplicações em produtos financeiros de baixo risco (dos quais eram titulares os clientes) mudando, a seguir, a linguagem para veículos que não estão em nome dos clientes e, finalmente, considerando que esses clientes são apenas detentores de “direitos económicos” de não se sabe o quê; Foram burlados pela cáfila do João Rendeiro, que passou a chamar, a esses depósitos a prazo, aplicações de “retorno absoluto”, alegando, depois, que eram aplicações em produtos financeiros de baixo risco (dos quais eram titulares os clientes) mudando, a seguir, a linguagem para veículos que não estão em nome dos clientes e, finalmente, considerando que esses clientes são apenas detentores de “direitos económicos” de não se sabe o quê; • Simultaneamente, os burlões, mesmo sabendo que o nosso sistema judicial não funciona, tomaram-se de cautelas e foram colocando a parte importante do seu património em nome de entidades sedeadas em offshores; não funciona, tomaram-se de cautelas e foram colocando a parte importante do seu património em nome de entidades sedeadas em offshores; Simultaneamente, os burlões, mesmo sabendo que o nosso sistema judicial não funciona, tomaram-se de cautelas e foram colocando a parte importante do seu património em nome de entidades sedeadas em offshores; • Foram atraiçoados pelas entidades reguladoras e de supervisão – Banco de Portugal e CMVM – que não viram ou não quiseram ver o que se estava a passar naquele banco, ao longo dos vários anos da sua existência; Portugal e CMVM – que não viram ou não quiseram ver o que se estava a passar naquele banco, ao longo dos vários anos da sua existência; Foram atraiçoados pelas entidades reguladoras e de supervisão – Banco de Portugal e CMVM – que não viram ou não quiseram ver o que se estava a passar naquele banco, ao longo dos vários anos da sua existência; • Foram enganados pela Deloitte, que auditava as contas do BPP, vindo-se a verificar que os seus relatórios eram meras operações de cosmética; verificar que os seus relatórios eram meras operações de cosmética; Foram enganados pela Deloitte, que auditava as contas do BPP, vindo-se a verificar que os seus relatórios eram meras operações de cosmética; • Foram abandonados pelos accionistas de referência da “Privado Holding”, detentora da totalidade do capital social do BPP, que não têm a honradez de assumir as suas responsabilidades, enquanto donos daquele banco, ficando à espera que alguém lhes perdoe as dívidas; detentora da totalidade do capital social do BPP, que não têm a honradez de assumir as suas responsabilidades, enquanto donos daquele banco, ficando à espera que alguém lhes perdoe as dívidas; Foram abandonados pelos accionistas de referência da “Privado Holding”, detentora da totalidade do capital social do BPP, que não têm a honradez de assumir as suas responsabilidades, enquanto donos daquele banco, ficando à espera que alguém lhes perdoe as dívidas; • Depois do banco entrar em colapso, o prestidigitador João Rendeiro, que fez desaparecer o dinheiro que os clientes confiaram ao banco, veio pedir o aval do Estado para um empréstimo de 750 milhões de euros, o qual foi recusado pelo Banco de Portugal; fez desaparecer o dinheiro que os clientes confiaram ao banco, veio pedir o aval do Estado para um empréstimo de 750 milhões de euros, o qual foi recusado pelo Banco de Portugal; Depois do banco entrar em colapso, o prestidigitador João Rendeiro, que fez desaparecer o dinheiro que os clientes confiaram ao banco, veio pedir o aval do Estado para um empréstimo de 750 milhões de euros, o qual foi recusado pelo Banco de Portugal; • Logo a seguir, o Banco de Portugal autorizou o BPP a suspender quaisquer pagamentos aos clientes, e afastou o João Rendeiro da administração do banco, nomeando para o cargo de presidente uma pessoa da sua confiança, mantendo, no entanto, na administração, elementos da anterior equipa, concedendo-lhes, assim, a oportunidade de disfarçarem as irregularidades por eles cometidas; pagamentos aos clientes, e afastou o João Rendeiro da administração do banco, nomeando para o cargo de presidente uma pessoa da sua confiança, mantendo, no entanto, na administração, elementos da anterior equipa, concedendo-lhes, assim, a oportunidade de disfarçarem as irregularidades por eles cometidas; Logo a seguir, o Banco de Portugal autorizou o BPP a suspender quaisquer pagamentos aos clientes, e afastou o João Rendeiro da administração do banco, nomeando para o cargo de presidente uma pessoa da sua confiança, mantendo, no entanto, na administração, elementos da anterior equipa, concedendo-lhes, assim, a oportunidade de disfarçarem as irregularidades por eles cometidas; • Entretanto, o Ministério das Finanças avaliza um empréstimo ao BPP de 450 milhões de euros, concedido por um sindicato de bancos portugueses; 450 milhões de euros, concedido por um sindicato de bancos portugueses; Entretanto, o Ministério das Finanças avaliza um empréstimo ao BPP de 450 milhões de euros, concedido por um sindicato de bancos portugueses; • Com esse empréstimo, o BPP abre os cordões à bolsa e paga o que devia a “clientes privilegiados”, apesar do bloqueio de saídas de dinheiro, autorizado pelo Banco de Portugal; “clientes privilegiados”, apesar do bloqueio de saídas de dinheiro, autorizado pelo Banco de Portugal; Com esse empréstimo, o BPP abre os cordões à bolsa e paga o que devia a “clientes privilegiados”, apesar do bloqueio de saídas de dinheiro, autorizado pelo Banco de Portugal; • Os clientes não privilegiados, e que tinham depósitos exactamente iguais àqueles a quem foram feitos os pagamentos, utilizando o empréstimo dos 450 milhões, ficaram a “ver navios”, apesar do aval do Estado, que permitiu pagar aos outros, ter sido dado, também, com o suporte dos impostos pagos pelos clientes rejeitados; àqueles a quem foram feitos os pagamentos, utilizando o empréstimo dos 450 milhões, ficaram a “ver navios”, apesar do aval do Estado, que permitiu pagar aos outros, ter sido dado, também, com o suporte dos impostos pagos pelos clientes rejeitados; Os clientes não privilegiados, e que tinham depósitos exactamente iguais àqueles a quem foram feitos os pagamentos, utilizando o empréstimo dos 450 milhões, ficaram a “ver navios”, apesar do aval do Estado, que permitiu pagar aos outros, ter sido dado, também, com o suporte dos impostos pagos pelos clientes rejeitados; • De notar que os clientes do BPP já estavam a ser discriminados pelo Governo, se atendermos à rápida intervenção e protecção dada ao Banco Português de Negócios (BPN), cuja situação também era de insolvência, em contraposição com a total falta de interesse pelo respeito dos direitos dos clientes do BPP, limitando-se o ministro das finanças a aconselhá-los a irem para tribunal; Governo, se atendermos à rápida intervenção e protecção dada ao Banco Português de Negócios (BPN), cuja situação também era de insolvência, em contraposição com a total falta de interesse pelo respeito dos direitos dos clientes do BPP, limitando-se o ministro das finanças a aconselhá-los a irem para tribunal; De notar que os clientes do BPP já estavam a ser discriminados pelo Governo, se atendermos à rápida intervenção e protecção dada ao Banco Português de Negócios (BPN), cuja situação também era de insolvência, em contraposição com a total falta de interesse pelo respeito dos direitos dos clientes do BPP, limitando-se o ministro das finanças a aconselhá-los a irem para tribunal; • O argumento usado pelo Governo, para não intervir no BPP, ao contrário do que fez no BPN, foi o insulto aos clientes do BPP, chamando-lhes “jogadores de casino” e “especuladores”, alegando, ainda, demagogicamente, que o BPP era o “banco dos ricos”, optando assim, pela mentira mais torpe. E desde quando é que ser rico é crime e ou factor de exclusão? Serão os pobres a relançar a economia?!... do que fez no BPN, foi o insulto aos clientes do BPP, chamando-lhes “jogadores de casino” e “especuladores”, alegando, ainda, demagogicamente, que o BPP era o “banco dos ricos”, optando assim, pela mentira mais torpe. E desde quando é que ser rico é crime e ou factor de exclusão? Serão os pobres a relançar a economia?!... O argumento usado pelo Governo, para não intervir no BPP, ao contrário do que fez no BPN, foi o insulto aos clientes do BPP, chamando-lhes “jogadores de casino” e “especuladores”, alegando, ainda, demagogicamente, que o BPP era o “banco dos ricos”, optando assim, pela mentira mais torpe. E desde quando é que ser rico é crime e ou factor de exclusão? Serão os pobres a relançar a economia?!... • O ministro das finanças reforça a mentira com a afirmação de que “a queda do BPP não constitui qualquer risco sistémico”. No entanto, o grau de desconfiança internacional na banca portuguesa aumenta, traduzindo-se no facto de, imediatamente, Portugal passar a ocupar o penúltimo lugar no tocante ao “risco de crédito”, no ranking de vinte e dois países ditos desenvolvidos, ficando apenas à frente da Islândia e sendo o pior da União Europeia; do BPP não constitui qualquer risco sistémico”. No entanto, o grau de desconfiança internacional na banca portuguesa aumenta, traduzindo-se no facto de, imediatamente, Portugal passar a ocupar o penúltimo lugar no tocante ao “risco de crédito”, no ranking de vinte e dois países ditos desenvolvidos, ficando apenas à frente da Islândia e sendo o pior da União Europeia; O ministro das finanças reforça a mentira com a afirmação de que “a queda do BPP não constitui qualquer risco sistémico”. No entanto, o grau de desconfiança internacional na banca portuguesa aumenta, traduzindo-se no facto de, imediatamente, Portugal passar a ocupar o penúltimo lugar no tocante ao “risco de crédito”, no ranking de vinte e dois países ditos desenvolvidos, ficando apenas à frente da Islândia e sendo o pior da União Europeia; • E tudo isto apesar de, anteriormente, o primeiro-ministro e o ministro das finanças terem afirmado que “as poupanças dos portugueses estavam garantidas” e que nenhum banco português estava em risco; finanças terem afirmado que “as poupanças dos portugueses estavam garantidas” e que nenhum banco português estava em risco; E tudo isto apesar de, anteriormente, o primeiro-ministro e o ministro das finanças terem afirmado que “as poupanças dos portugueses estavam garantidas” e que nenhum banco português estava em risco; • Então, ter-se-á de concluir que os clientes do BPP não são portugueses e que o BPP ou não é um banco ou também não é português; o BPP ou não é um banco ou também não é português; Então, ter-se-á de concluir que os clientes do BPP não são portugueses e que o BPP ou não é um banco ou também não é português; • Face à desconfiança, relativa ao sistema financeiro português e à palavra do Governo, alguns clientes do BPP, aos quais ainda restou alguma poupança, locada noutros bancos, têm vindo a retirar o seu dinheiro desses bancos e a transferi-lo para a CGD ou para outros países de menor risco; Governo, alguns clientes do BPP, aos quais ainda restou alguma poupança, locada noutros bancos, têm vindo a retirar o seu dinheiro desses bancos e a transferi-lo para a CGD ou para outros países de menor risco; Face à desconfiança, relativa ao sistema financeiro português e à palavra do Governo, alguns clientes do BPP, aos quais ainda restou alguma poupança, locada noutros bancos, têm vindo a retirar o seu dinheiro desses bancos e a transferi-lo para a CGD ou para outros países de menor risco; • Face à discriminação de que estão a ser vítimas, é mais que legítima a campanha em curso, com apelo ao voto “nulo” em todas as próximas eleições. Não sendo tratados como portugueses, não poderão escolher, para os representar, cidadãos que, afinal não são seus compatriotas; campanha em curso, com apelo ao voto “nulo” em todas as próximas eleições. Não sendo tratados como portugueses, não poderão escolher, para os representar, cidadãos que, afinal não são seus compatriotas; Face à discriminação de que estão a ser vítimas, é mais que legítima a campanha em curso, com apelo ao voto “nulo” em todas as próximas eleições. Não sendo tratados como portugueses, não poderão escolher, para os representar, cidadãos que, afinal não são seus compatriotas; • Entretanto, a administração nomeada pelo Banco de Portugal para o BPP, que era constituída por elementos da equipa de João Rendeiro e da confiança do Banco de Portugal, lá calaram a boca dos clientes privilegiados e deram sumiço aos 450 milhões de euros, emprestados pelo sindicato bancário; que era constituída por elementos da equipa de João Rendeiro e da confiança do Banco de Portugal, lá calaram a boca dos clientes privilegiados e deram sumiço aos 450 milhões de euros, emprestados pelo sindicato bancário; Entretanto, a administração nomeada pelo Banco de Portugal para o BPP, que era constituída por elementos da equipa de João Rendeiro e da confiança do Banco de Portugal, lá calaram a boca dos clientes privilegiados e deram sumiço aos 450 milhões de euros, emprestados pelo sindicato bancário; • Descobertos indícios fortes de graves irregularidades cometidas pela equipa do João Rendeiro, o Banco de Portugal resolveu substituir os elementos da anterior administração por outros da sua confiança, incumbindo-os de encontrarem uma solução para o banco; do João Rendeiro, o Banco de Portugal resolveu substituir os elementos da anterior administração por outros da sua confiança, incumbindo-os de encontrarem uma solução para o banco; Descobertos indícios fortes de graves irregularidades cometidas pela equipa do João Rendeiro, o Banco de Portugal resolveu substituir os elementos da anterior administração por outros da sua confiança, incumbindo-os de encontrarem uma solução para o banco; • No entanto, continuaram a pagar, integralmente, os salários aos elementos da anterior administração, apesar de suspensos e o mais irónico é que esses pagamentos, tal como a despesa corrente do banco, têm sido assegurados pela liquidez gerada pelos produtos, que dizem estar afectos aos nossos depósitos a prazo; da anterior administração, apesar de suspensos e o mais irónico é que esses pagamentos, tal como a despesa corrente do banco, têm sido assegurados pela liquidez gerada pelos produtos, que dizem estar afectos aos nossos depósitos a prazo; No entanto, continuaram a pagar, integralmente, os salários aos elementos da anterior administração, apesar de suspensos e o mais irónico é que esses pagamentos, tal como a despesa corrente do banco, têm sido assegurados pela liquidez gerada pelos produtos, que dizem estar afectos aos nossos depósitos a prazo; • A nova equipa gestora, passou a dizer-se empenhada em resolver, prioritariamente, o problema dos clientes ditos do “retorno absoluto” (leiase puros depósitos a prazo!), tendo apresentado ao Governo uma proposta de solução, que o ministro das finanças rejeitou no dia de Carnaval (não sabemos se a data escolhida para o anúncio da rejeição continha algum simbolismo!); prioritariamente, o problema dos clientes ditos do “retorno absoluto” (leiase puros depósitos a prazo!), tendo apresentado ao Governo uma proposta de solução, que o ministro das finanças rejeitou no dia de Carnaval (não sabemos se a data escolhida para o anúncio da rejeição continha algum simbolismo!); A nova equipa gestora, passou a dizer-se empenhada em resolver, prioritariamente, o problema dos clientes ditos do “retorno absoluto” (leiase puros depósitos a prazo!), tendo apresentado ao Governo uma proposta de solução, que o ministro das finanças rejeitou no dia de Carnaval (não sabemos se a data escolhida para o anúncio da rejeição continha algum simbolismo!); • Aos clientes do BPP não foi dado conhecimento da proposta apresentada pela administração do banco e rejeitada pelo ministro das finanças; pela administração do banco e rejeitada pelo ministro das finanças; Aos clientes do BPP não foi dado conhecimento da proposta apresentada pela administração do banco e rejeitada pelo ministro das finanças; • Os clientes lesados sentem-se no direito de conhecer a proposta rejeitada, bem como as razões que levaram o ministro das finanças a recusá-la; bem como as razões que levaram o ministro das finanças a recusá-la; Os clientes lesados sentem-se no direito de conhecer a proposta rejeitada, bem como as razões que levaram o ministro das finanças a recusá-la; • A partir daqui, a administração do BPP passou a falar na constituição dum “mega fundo”, que, mais tarde, o presidente Adão da Fonseca veio a dizer que afinal não era “mega” e que agora se suspeita que não seja coisa nenhuma; “mega fundo”, que, mais tarde, o presidente Adão da Fonseca veio a dizer que afinal não era “mega” e que agora se suspeita que não seja coisa nenhuma; A partir daqui, a administração do BPP passou a falar na constituição dum “mega fundo”, que, mais tarde, o presidente Adão da Fonseca veio a dizer que afinal não era “mega” e que agora se suspeita que não seja coisa nenhuma; • A actual administração continua a falar na hipótese de constituição de um fundo, para o qual quer empurrar os clientes com depósitos a prazo, mas com a exigência de que os clientes abdiquem da garantia de capital, da liquidez que estava associada aos prazos dos depósitos e ainda da rendibilidade que havia sido garantida. Isto é, pretendem que abdiquem de tudo e que sejam envolvidos numa aventura sem retorno e com um risco, que nunca pretenderam assumir e que ninguém é capaz de avaliar; fundo, para o qual quer empurrar os clientes com depósitos a prazo, mas com a exigência de que os clientes abdiquem da garantia de capital, da liquidez que estava associada aos prazos dos depósitos e ainda da rendibilidade que havia sido garantida. Isto é, pretendem que abdiquem de tudo e que sejam envolvidos numa aventura sem retorno e com um risco, que nunca pretenderam assumir e que ninguém é capaz de avaliar; A actual administração continua a falar na hipótese de constituição de um fundo, para o qual quer empurrar os clientes com depósitos a prazo, mas com a exigência de que os clientes abdiquem da garantia de capital, da liquidez que estava associada aos prazos dos depósitos e ainda da rendibilidade que havia sido garantida. Isto é, pretendem que abdiquem de tudo e que sejam envolvidos numa aventura sem retorno e com um risco, que nunca pretenderam assumir e que ninguém é capaz de avaliar; • Desde 24 de Novembro de 2008, os clientes deixaram de receber os extractos mensais das suas contas e, quando, já em Março de 2009, receberam os extractos relativos a 31 de Dezembro de 2008, verificaram que estes eram puras fantasias; mensais das suas contas e, quando, já em Março de 2009, receberam os extractos relativos a 31 de Dezembro de 2008, verificaram que estes eram puras fantasias; Desde 24 de Novembro de 2008, os clientes deixaram de receber os extractos mensais das suas contas e, quando, já em Março de 2009, receberam os extractos relativos a 31 de Dezembro de 2008, verificaram que estes eram puras fantasias; • Entretanto, foram-se atingindo as datas de vencimento de muitos depósitos a prazo e os montantes envolvidos não só não ficaram à disposição dos clientes, como nem sequer foram contabilizados nas respectivas contas à ordem; a prazo e os montantes envolvidos não só não ficaram à disposição dos clientes, como nem sequer foram contabilizados nas respectivas contas à ordem; Entretanto, foram-se atingindo as datas de vencimento de muitos depósitos a prazo e os montantes envolvidos não só não ficaram à disposição dos clientes, como nem sequer foram contabilizados nas respectivas contas à ordem; • Os clientes têm apresentado inúmeras reclamações, junto do BPP, da CMVM e do Banco de Portugal, sem que tenham obtido qualquer resposta, na generalidade dos casos – esbarram, assim, com um muro de silêncio ou com respostas evasivas; CMVM e do Banco de Portugal, sem que tenham obtido qualquer resposta, na generalidade dos casos – esbarram, assim, com um muro de silêncio ou com respostas evasivas; Os clientes têm apresentado inúmeras reclamações, junto do BPP, da CMVM e do Banco de Portugal, sem que tenham obtido qualquer resposta, na generalidade dos casos – esbarram, assim, com um muro de silêncio ou com respostas evasivas; • Aos clientes, que nunca pretenderam ser tomadores de risco e a quem foram dadas garantias de capital, de juros e de prazos de imobilização e depois de os burlarem, propõe-se-lhes que esqueçam esses “pequenos pormenores” e, como contrapartida de abdicarem de tudo, oferecem-lhes “nada”; foram dadas garantias de capital, de juros e de prazos de imobilização e depois de os burlarem, propõe-se-lhes que esqueçam esses “pequenos pormenores” e, como contrapartida de abdicarem de tudo, oferecem-lhes “nada”; Aos clientes, que nunca pretenderam ser tomadores de risco e a quem foram dadas garantias de capital, de juros e de prazos de imobilização e depois de os burlarem, propõe-se-lhes que esqueçam esses “pequenos pormenores” e, como contrapartida de abdicarem de tudo, oferecem-lhes “nada”; • Para os levar a aceitar tão generosa oferta, ameaçam-nos com a falência do banco, dizendo-lhes que, nesse caso, não irão lá buscar praticamente nada. Agitam o fantasma da falência, que ninguém quer, mas que muitos desejam evitar, exclusivamente à custa dos clientes com depósitos a prazo; banco, dizendo-lhes que, nesse caso, não irão lá buscar praticamente nada. Agitam o fantasma da falência, que ninguém quer, mas que muitos desejam evitar, exclusivamente à custa dos clientes com depósitos a prazo; Para os levar a aceitar tão generosa oferta, ameaçam-nos com a falência do banco, dizendo-lhes que, nesse caso, não irão lá buscar praticamente nada. Agitam o fantasma da falência, que ninguém quer, mas que muitos desejam evitar, exclusivamente à custa dos clientes com depósitos a prazo; • O poder político deixa completamente ao abandono os clientes do BPP, apenas estando interessado em atender à contabilidade eleitoral. Lava as mãos como Pilatos, como se as entidades, por ele tuteladas, não tivessem falhado na sua função de regulação e de supervisão e não continuem a falhar, ao permitirem que a banca nacional prossiga com a comercialização de produtos, com a fachada de depósitos a prazo, perfeitamente equiparáveis aos que vieram a lançar o BPP na situação em que se encontra; apenas estando interessado em atender à contabilidade eleitoral. Lava as mãos como Pilatos, como se as entidades, por ele tuteladas, não tivessem falhado na sua função de regulação e de supervisão e não continuem a falhar, ao permitirem que a banca nacional prossiga com a comercialização de produtos, com a fachada de depósitos a prazo, perfeitamente equiparáveis aos que vieram a lançar o BPP na situação em que se encontra; O poder político deixa completamente ao abandono os clientes do BPP, apenas estando interessado em atender à contabilidade eleitoral. Lava as mãos como Pilatos, como se as entidades, por ele tuteladas, não tivessem falhado na sua função de regulação e de supervisão e não continuem a falhar, ao permitirem que a banca nacional prossiga com a comercialização de produtos, com a fachada de depósitos a prazo, perfeitamente equiparáveis aos que vieram a lançar o BPP na situação em que se encontra; • Vemos os políticos mais apostados em sacrificar as vítimas do que empenhados em perseguir e condenar os responsáveis pela “mega burla”, ocorrida no BPP. Esta sim! É “MEGA”! empenhados em perseguir e condenar os responsáveis pela “mega burla”, ocorrida no BPP. Esta sim! É “MEGA”! Vemos os políticos mais apostados em sacrificar as vítimas do que empenhados em perseguir e condenar os responsáveis pela “mega burla”, ocorrida no BPP. Esta sim! É “MEGA”! • Prepara-se, deste modo, a imolação não de um carneiro, mas de toda a “carneirada”, apenas para que se dê a “ressurreição” do banco (encarnando com outro nome) e não a dos Cristos traídos pelos Judas (leiase: João Rendeiro como presidente do BPP; Victor Constâncio como Governador do Banco de Portugal; Teixeira dos Santos, na dupla qualidade de ex-responsável pela CMVM e actual ministro das finanças, para além de outros acólitos). E, assim, se assiste ao milagre da subida aos “Céus” de 1,2 mil milhões de euros, provenientes de depósitos a prazo que de “Retorno Absoluto” se transformaram em “Roubo Absoluto”, o que, para os burlões, é o mesmo, pois, habituados a esconder o principal, aprazem-se com a aparência garantida pela sigla “RA”, que, afinal, até é a mesma!... E não se importam da descida aos “Infernos” dos dramas familiares de quem amealhou uma vida inteira, para agora ser vítima desta pérfida imolação! LINDO QUADRO PASCAL! Nota: Esta síntese deverá ser difundida pela comunicação social nacional e estrangeira, bem como pelas instâncias da UE. MBedina
“carneirada”, apenas para que se dê a “ressurreição” do banco (encarnando com outro nome) e não a dos Cristos traídos pelos Judas (leiase: João Rendeiro como presidente do BPP; Victor Constâncio como Governador do Banco de Portugal; Teixeira dos Santos, na dupla qualidade de ex-responsável pela CMVM e actual ministro das finanças, para além de outros acólitos). E, assim, se assiste ao milagre da subida aos “Céus” de 1,2 mil milhões de euros, provenientes de depósitos a prazo que de “Retorno Absoluto” se transformaram em “Roubo Absoluto”, o que, para os burlões, é o mesmo, pois, habituados a esconder o principal, aprazem-se com a aparência garantida pela sigla “RA”, que, afinal, até é a mesma!... E não se importam da descida aos “Infernos” dos dramas familiares de quem amealhou uma vida inteira, para agora ser vítima desta pérfida imolação! LINDO QUADRO PASCAL! Nota: Esta síntese deverá ser difundida pela comunicação social nacional e estrangeira, bem como pelas instâncias da UE. MBedina
MBedina
"""""17 Abril 2009 - 00h30
Investigação: Inquérito conclui que Artur Pereira pressionou inspectoresConfirmadas pressões no processo Casa PiaA Polícia Judiciária (PJ) arquivou o processo disciplinar instaurado contra os inspectores do processo Casa Pia e concluiu que Rosa Mota e Dias André tiveram razão quando acusaram o ex-director nacional adjunto da PJ, Artur Pereira, de interferir na investigação para proteger Carlos Cruz.
Conheça todos os pormenores na edição de sexta-feira do jornal 'Correio da Manhã'.""""" ...esta e muitas outras diminuiram as penas dos arguidos e tiraram Paulo Pedroso da "lista"... talvez um dia se venha a saber a verdade completa sobre a pouca vergonha que tem sido o processo Casa Pia! MBedina
EM DIRECTO DO PORTUGAL PROFUNDO, BLOG DE ANTÓNIO BALBINO CALDEIRA """"""Quinta-feira, 9 de Abril de 2009 João Ferreira de Sousa vence Ferro Rodrigues "Ana Luísa Nascimento 9 Abril 2009 - 00h30 Difamação: Tribunal da Relação revoga indemnização a socialista Professor ganha a Ferro
O Tribunal da Relação de Lisboa absolveu o professor que chamou "grande mentiroso" a Ferro Rodrigues do crime de difamação a que foi condenado, em Junho de 2008, e consequentemente do pagamento de uma indemnização de mil euros ao socialista por danos morais.
No acórdão de 24 de Março, ao qual o CM teve acesso, os desembargadores acolheram a tese do arguido e do Ministério Público, segundo a qual Ferreira de Sousa apenas "quis repor a verdade e defender o seu bom-nome, agindo no exercício do direito à liberdade de expressão". A Defesa de Ferro vai recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça, confirmou ao CM o advogado Pedroso Lima.
Em causa esteve uma notícia publicada no CM, em Março de 2004, onde, a propósito do processo Casa Pia, o professor universitário acusou Ferro de "ser um grande mentiroso" e de mentir "sobre o seu passado e sobre o seu currículo". O docente disse então que o socialista tinha tido conhecimento da existência de abusos sexuais na Casa Pia em 1994, acusando-o ainda de não ter presidido à Associação de Estudantes de Económicas em 1969, como constava do seu currículo, mas sim em 1971, concluindo, por isso, que Ferro era "moralmente inapto para o exercício de qualquer cargo público".
O ex-secretário-geral do PS avançou com uma queixa por difamação e com um pedido de indemnização cível de cem mil euros. O tribunal deu-lhe razão e condenou o professor a pagar-lhe mil euros por danos morais. Na sequência de um recurso, o tribunal da Relação de Lisboa veio agora revogar a sentença, por considerar que Ferreira de Sousa não agiu de forma premeditada nem "procurou que as suas ofensas tivessem a maior repercussão possível, aproveitando o escândalo Casa Pia para o efeito". "Tratando-se de meros juízos de valor, não existe a possibilidade de ser provada a verdade da imputação", escrevem ainda os juízes da 5ª secção.
APONTAMENTOS
JUIZ DO FREEPORT
O juiz que condenou o professor universitário Ferreira de Sousa a pagar uma indemnização a Ferro Rodrigues, Alexandre Oliveira, foi o mesmo que condenou o ex-inspector José Torrão por violação de segredo de funcionário no âmbito do caso Freeport.
MORGADO TESTEMUNHA
Maria José Morgado e Saldanha Sanches foram testemunhas de defesa de Ferreira de Sousa. A procuradora contou que encaminhou o professor para o Ministério Público, onde veio a ser ouvido como testemunha do caso Casa Pia. Ambos entenderam que o arguido agiu de boa-fé.
CURRÍCULO E CASA PIA
Ferreira de Sousa disse em tribunal que Ferro teve conhecimento de abusos sexuais na Casa Pia em 1994, muito antes de o escândalo ter rebentado, e provou que este mentiu quando disse que tinha presidido à Associação de Estudantes de Económicas em 1969." 9 Abril 2009 - 00h30 Difamação: Tribunal da Relação revoga indemnização a socialista Professor ganha a Ferro
O Tribunal da Relação de Lisboa absolveu o professor que chamou "grande mentiroso" a Ferro Rodrigues do crime de difamação a que foi condenado, em Junho de 2008, e consequentemente do pagamento de uma indemnização de mil euros ao socialista por danos morais.
No acórdão de 24 de Março, ao qual o CM teve acesso, os desembargadores acolheram a tese do arguido e do Ministério Público, segundo a qual Ferreira de Sousa apenas "quis repor a verdade e defender o seu bom-nome, agindo no exercício do direito à liberdade de expressão". A Defesa de Ferro vai recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça, confirmou ao CM o advogado Pedroso Lima.
Em causa esteve uma notícia publicada no CM, em Março de 2004, onde, a propósito do processo Casa Pia, o professor universitário acusou Ferro de "ser um grande mentiroso" e de mentir "sobre o seu passado e sobre o seu currículo". O docente disse então que o socialista tinha tido conhecimento da existência de abusos sexuais na Casa Pia em 1994, acusando-o ainda de não ter presidido à Associação de Estudantes de Económicas em 1969, como constava do seu currículo, mas sim em 1971, concluindo, por isso, que Ferro era "moralmente inapto para o exercício de qualquer cargo público".
O ex-secretário-geral do PS avançou com uma queixa por difamação e com um pedido de indemnização cível de cem mil euros. O tribunal deu-lhe razão e condenou o professor a pagar-lhe mil euros por danos morais. Na sequência de um recurso, o tribunal da Relação de Lisboa veio agora revogar a sentença, por considerar que Ferreira de Sousa não agiu de forma premeditada nem "procurou que as suas ofensas tivessem a maior repercussão possível, aproveitando o escândalo Casa Pia para o efeito". "Tratando-se de meros juízos de valor, não existe a possibilidade de ser provada a verdade da imputação", escrevem ainda os juízes da 5ª secção.
APONTAMENTOS
JUIZ DO FREEPORT
O juiz que condenou o professor universitário Ferreira de Sousa a pagar uma indemnização a Ferro Rodrigues, Alexandre Oliveira, foi o mesmo que condenou o ex-inspector José Torrão por violação de segredo de funcionário no âmbito do caso Freeport.
MORGADO TESTEMUNHA
Maria José Morgado e Saldanha Sanches foram testemunhas de defesa de Ferreira de Sousa. A procuradora contou que encaminhou o professor para o Ministério Público, onde veio a ser ouvido como testemunha do caso Casa Pia. Ambos entenderam que o arguido agiu de boa-fé.
CURRÍCULO E CASA PIA
Ferreira de Sousa disse em tribunal que Ferro teve conhecimento de abusos sexuais na Casa Pia em 1994, muito antes de o escândalo ter rebentado, e provou que este mentiu quando disse que tinha presidido à Associação de Estudantes de Económicas em 1969." A sentença de condenação da primeira instância, em que, importa recordar, o próprio Ministério Público, que acusava, havia pedido a absolvição após a produção da prova no julgamento, foi revogada pelo Tribunal da Relação e o Prof. Ferreira de Sousa venceu.
A verdade pode demorar, mas acaba por prevalecer. A vida não se repristina, não se olvida o sacrifício, nem se pode reconstituir integralmente a destruição provocada, mas a vitória constitui sempre uma satisfação e uma oportunidade de recomeço. """""""
MBedina
Mário Crespo Perguntas
Porque é que o cidadão José Sócrates ainda não foi constituído arguido no processo Freeport? Porque é que Charles Smith e Manuel Pedro foram constituídos arguidos e José Sócrates não foi? Como é que, estando o epicentro de todo o caso situado num despacho de aprovação exarado no Ministério de Sócrates, ainda ninguém desse Ministério foi constituído arguido? Como é que, havendo suspeitas de irregularidades num Ministério tutelado por José Sócrates, ele não está sequer a ser objecto de investigação? Com que fundamento é que o procurador-geral da República passa atestados públicos de inocência ao primeiro-ministro? Como é que pode garantir essa inocência se o primeiro-ministro não foi nem está a ser investigado? Como é possível não ser necessário investigar José Sócrates se as dúvidas se centram em áreas da sua responsabilidade directa? Como é possível não o investigar face a todos os indícios já conhecidos? Que pressões estão a ser feitas sobre os magistrados do Ministério Público que trabalham no caso Freeport? A quem é que o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público se está a referir? Se, como dizem, o estatuto de arguido protege quem o recebe, porque é José Sócrates não é objecto dessa protecção institucional? Será que face ao conjunto de elementos insofismáveis e já públicos qualquer outro cidadão não teria já sido constituído arguido? Haverá duas justiças? Será que qualquer outro cidadão não estaria já a ser investigado? Como é que as embaixadas em Lisboa estarão a informar os seus governos sobre o caso Freeport? O que é que dirão do primeiro-ministro de Portugal? O que é que dirão da justiça em Portugal? O que é que estarão a dizer de Portugal? Que efeito estará tudo isto a ter na respeitabilidade do país? Que efeitos terá um Primeiro-ministro na situação de José Sócrates no rating de confiança financeira da República Portuguesa? Quantos pontos a mais de juros é que nos estão a cobrar devido à desconfiança que isto inspira lá fora? E cá dentro também? Que efeitos terá um caso como o Freeport na auto-estima dos portugueses? Quanto é que nos vai custar o caso Freeport? Será que havia ambiente para serem trocados favores por dinheiros no Ministério que José Sócrates tutelou? Se não havia, porque é que José Sócrates, como a lei o prevê, não se constitui assistente no processo Freeport para, com o seu conhecimento único dos factos, ajudar o Ministério Público a levar a investigação a bom termo? Como é que a TVI conseguiu a gravação da conversa sobre o Freeport? Quem é que no Reino Unido está tão ultrajado e zangado com Sócrates para a divulgar? E em Portugal, porque é que a Procuradoria-Geral da República ignorou a gravação quando lhe foi apresentada? E o que é que vai fazer agora que o registo é público? Porque é que o presidente da República não se pronuncia sobre isto? Nem convoca o Conselho de Estado? Como é que, a meio de um processo de investigação jornalística, a ERC se atreve a admoestar a informação da TVI anunciando que a tem sob olho? Será que José Sócrates entendeu que a imensa vaia que levou no CCB na sexta à noite não foi só por ter feito atrasar meia hora o início da ópera?
...interessante, não é? MBedina
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