SOL

Açores Sem Temperatura

É uma mera curiosidade e terá a importância que cada um lhe atribuir. No cabeçalho dos blogues e da página do sol está a data e o registo da temperatura de várias cidades do país. Será que se esqueceram dos Açores? Nem uma das nossas cidades aparece referenciada. É pena.

Esta é uma situação recorrente em várias aplicações informaticas da internet, inclusive em sitios onde nos registamos em que só aparecem cidades de Portugal continenta e temos de nos registar em outra cidade que não a nossa.

 

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DIA DE BP FUNDADOR DO ESCOTISMO / ESCUTISMO

É já no próximo dia 22 de Fevereiro o dia de BP (Baden - Powell).

Este ano reveste-se de uma época especial, uma vez que se comemora o centenário do escutismo.

Portugal não fica alheio a este acontecimento e na sua emissão filatélica da europa, serão emitidos selos sobre escutismo. Finalmente.

 A unica emissão sobre escutismo da filatelia portuguesa foi em 1962. O tema foi a 18º Conferência Internacional de Escutismo. Esta emissão era composta por 6 selos ( $20, $50, 1$00, 2$50, 3$50 e 6$50).

Bem hajm os promotores desta iniciativa, uma vez que nós os filatelistas portugueses,  coleccionadores  deste tema, já desejamos mais uma série em Portugal de escutismo.

Espero que no futuro aconteça mais vezes.

Viva BP, viva o escutismo / escotismo.

 

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O contrato foi hoje assinado e validado.

Abaixo está o artigo do publico de 19/10/2006.

Hoje num canal de televisão apareceu a grande vencedora do referendo Yolanda Hernandez, entrevistada em directo.

Agora só falta apresentar as contas da campanha e verificar quem foram os verdadeiros apoiantes  dos movimentos.

Há contactos com a DGS

Aborto: Clínica dos Arcos vai abrir instalações em Lisboa já em 2007 
19.10.2006 - 09h18   Lusa, PUBLICO.PT


 

A Clínica dos Arcos, que nos últimos 12 meses recebeu nas suas instalações, em Espanha, quatro mil portuguesas que queriam interromper a sua gravidez, vai abrir instalações no centro de Lisboa durante o primeiro trimestre de 2007.

A garantia foi dada ao PUBLICO.PT pela directora da clínica, Yolanda Hernandez, que assegura que já estabeleceu contactos com a Direcção-Geral de Saúde (DGS) portuguesa, com alguns partidos políticos e com organizações de mulheres.

A directora adiantou ainda que a clínica - que será composta por pessoal médico português - irá abrir, "independentemente" do resultado do referendo em Portugal, uma vez que iniciou os contactos para a abertura do estabelecimento de saúde mesmo antes de saber da convocação de um novo referendo.

Em toda a Espanha existem cerca de 120 clínicas com a mesma acreditação especial do Ministério espanhol da Saúde para a prática da interrupção da gravidez.

Contactada pela agência Lusa, a Direcção-Geral de Saúde confirmou que tem sido contactada por unidades médicas estrangeiras especializadas na interrupção voluntária da gravidez que visam a construção de clínicas privadas em Portugal.

"Desde o final do ano passado, a DGS tem sido contactada por unidades médicas estrangeiras especializadas na IVG para a criação de clínicas privadas", disse o director-geral de Saúde, Francisco George.

De acordo com a mesma fonte, essas unidades estrangeiras têm contactado os serviços da DGS no sentido de conhecer o quadro legal em vigor no país com vista ao licenciamento de unidades privadas de saúde com internamento ou sala de recobro.

Francisco George lembra que a lei portuguesa já permite a interrupção da gravidez quando a vida da mãe está em perigo, em caso de má formação do feto ou em caso de violação.

O Parlamento vai aprovar hoje a proposta socialista de realização de um segundo referendo sobre a despenalização do aborto em Portugal, que questionará os portugueses sobre se concordam com a interrupção até às dez semanas.

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E DEPOIS DO DIA 11 DE FEVEREIRO

Para que não fiquem dúvidas e poupar o esforço a quem ler este artigo, digo já que  vou votar NÃO no dia 11 de Fevereiro e que considero que mesmo nas situações da lei actual, um aborto é sempre eliminar uma vida.

Quando se encerrarem as urnas  e se contarem os “votos”, o resultado que será apurado  indica-nos o tipo de consciência social que moldamos.

Se o sim prevalecer,  significará que estamos a enviar uma mensagem ao nosso futuro, no sentido de dizer que passamos a tomar uma atitude de desperdício, onde até a vida é dispensável; prevalecendo o não significará que haverá esperança no futuro, que o que queremos é apoiar, não empurrar, que queremos a felicidade das mães, dos pais e dos filhos, que queremos que sejam criadas políticas de apoio à maternidade, como uma obrigação e dever dos nossos governantes.

 Por isso cada qual deve ser capaz de olhar as situações e encaminhar, apoiar, não recriminar. Se por alguma razão não podemos ajudar directamento, podemos ao menos encaminhar para quem possa.

Depois do dia 11 de Fevereiro os  apoiantes do sim e os seus partidos irão continuar nas suas actividades políticas, retirando deste referendo os créditos e débitos desta votação. O seu trabalho termina com o referendo, devido à ausência de propostas concretas que visem apoiar as mulheres, uma vez que a sua solução mais fácil é o aborto.

Para os defensores do não, o seu trabalho não se esgota neste referendo, uma vez que continuarão junto dos variados movimentos que existem e que promovem, o carinho, o apoio, a dedicação às mães a quem só se lhes apresentava a solução do aborto como a solução mágica dos seus problemas, e que nestes movimentos e associações, encontram pessoas que as aconselham, acarinham e ajudam.

Não há ajuda quando se empurram as mulheres para a solução do aborto, não há ajuda quando se diz à mulher que a melhor solução é que retire do ventre o seu filho, não há ajuda quando se diz a uma mulher “ - na tua situação o melhor é fazer um aborto”.

O nosso futuro está na juventude, pelo que  dificuldade em entender que o que se poderá estar a ensinar aos jovens, é que a vida é um desperdício, que o que interessa é o nosso comodismo. É claro que nós olhamos para a nossa vida, que engloba a nossa carreira, as nossas férias, o nosso casamento,  a nossa posição social. São estas as condições para abortar? As opções? Efectivamente, o que é mais importante?

O que é o conceito de uma gravidez indesejada? O termo não será mais uma gravidez não planeada? E depois? E se acontecer? Não será nosso filho até às 10 semanas? Não será nosso filho após as 10 semanas? Não há capacidade para resolver as situações? Existirá uma tão grande incapacidade de acção das mães e dos pais para conciliar um filho com o trabalho, a carreira, a posição social, que leve ao aborto?

É necessário investir na família, é necessário que as empresas olhem para os seus funcionários como um todo familiar e não como um só indivíduo; quanto mais uma família feliz for, melhor as pessoas se sentem, melhor produzem, melhor contribuem.

O que o dia 11 nos traria se vencesse o sim, é tão simplesmente a mentalidade de que se pode engravidar quando se quiser, sem problemas, uma vez que se pode abortar um bebé com dois meses quando se quiser e apetecer; é esta a resposta que queremos dar no dia 11 de Fevereiro?

É claro que o lógico é que seja NÃO.

Ilusões à Venda

Dizer sim á pergunta que nos foi feita e que responderemos no dia 11 de Fevereiro, significa "comprar" a quem nos "vende",  uma ilusão.

É um ilusão que a "despenalização" / desculpabilização do aborto vai acabar com o aborto clandestino.

É uma ilusão que o que desejam é defender as mulheres, quando o que resulta da sua idéia, é exactamente aumentar o perigo das condições físicas e psiquicas das mulheres.

É uma ilusão tentar afirmar que até às 10 semanas de gravidez, uma mãe ainda não tem um filho no seu ventre.

É uma ilusão dizer que o que pretendem não transforma o aborto num método contraceptivo.

É uma ilusão dizer que se deve abortar devido ás condições económicas da mulher.

É UMA ILUSÃO DIZER QUE VOTAR SIM AO ABORTO, CRIA UMA MELHOR VIDA, não fosse o aborto tão simplesmente igual à morte.

Nota: Dicionário de Lingua Portuguesa Online

ILUSÃO 

s.f. 

engano dos sentidos ou da inteligência;

errada interpretação de um facto;

pensamento quimérico;

coisa efémera;

utopia;

fantasia;

efeito artístico que produz ou procura produzir a impressão da realidade. 

O ISCO

Os partidos e movimentos a favor da liberalização, oops desculpem, da desculpabilização do Aborto, pretenderam lançar um isco camafulado de boas intenções.

1º Tentam colocar a questão só no âmbito da problemática da mulher.

2º Induzem a que se pense que o aborto é uma solução

3º Caminham e acabam por promover o aborto como um método contraceptivo.É esta a idéia que a juventude tem.

4º Pretendem capitalizar quaisquer mais uns votos numas próximas eleições, referindo que são os grandes defensores das mulheres, etc , etc.

 A nossa sociedade tem de caminhar para questões de maternidade responsável. Ter um filho não é o fim do mundo, é o início de um novo mundo.

É claro que há pessoas, famílias com dificuldades, é claro que há doenças, é claro que a vida não é fácil. Mas cabe-nos a nós  mudá-la, criar condições, olhar para o nosso futuro. Não basta ficarmos no  aconchego dos nosssos sofás e no calor da  nossa lareira.

É necessário que quando alguém nos diga, tenho problemas porque estou grávida e assim não posso acabar o curso, o pai não quer assmir o filho, é uma vergonha para a minha familia, a minha carreira está em jogo, entre tantas outras justificações, que possamos olhar para aquela rapariga e possamos dizer:

 - Ok, tem calma. A vida agora é que se inicia. Vamos ajudar-te  a vencer. Vamos ajudar-te a criar as condições necessárias, vamos encaminhar-te para quem te pode orientar. Porque dai a 5, 10, 15 anos estarás a disfrutar da companhia do teu filho, viste-o crescer, sorrir e chorar. Limpaste-lhe as feridas, sofreste com ele, viveste com ele.

Dizer sim no dia 11, é não querer dar a mão a quem necessita. Dizer sim no dia 11 é só a forma mais fácil de tentar resolver problemas. Dizer sim no dia 11 não é uma ajuda, é um empurrão para o precipício

Dizer NÃO OBRIGADA, é um acto de compromisso, é estender a mão, é ajudar, é clarificar.

Dizer NÃO, é olhar o futuro com outros olhos e com novos olhos. 

1 SORRISO DE VIDA

POR UMA VIDA COM SORRISO

 

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Açores Pela Vida

Foi criado um movimento de defesa do Não ao Aborto.

http://acorespelavida.org

E na sua 1ª Nota à Impressa é referido:

 

Nota de Imprensa nº 1

 

Açores pela Vida integra Plataforma Não Obrigada

 

“Açores pela Vida” é o nome do movimento de cidadania que está a ser constituído no arquipélago, sob a égide da Plataforma Não Obrigada, e que defende o Não no referendo à despenalização do aborto, que se realiza no próximo dia 11 de Fevereiro.

Com sede em São Miguel, mas com núcleos em praticamente todas as ilhas do arquipélago, este movimento surge como um acto de cidadania voluntária, activa e esclarecida a favor da defesa da vida.

O movimento que começa agora a ganhar corpo é constituído por pessoas de sectores sócio profissionais transversais a toda a sociedade congregando, médicos, juristas, advogados, economistas, professores, jornalistas e agentes culturais, com várias sensibilidades políticas e religiosas, unidos num só pressuposto: o da defesa da vida e o Não ao aborto voluntário e generalizado.

A acção do movimento, que será apresentado publicamente no próximo dia 4 de Janeiro, estender-se-á a todas as ilhas com iniciativas concretas junto das escolas, associações e população em geral. Aliás, o contacto com as pessoas e as sessões de esclarecimento darão o mote a uma campanha que se quer pela positiva pois o lema da Plataforma é dizer sim à vida e Não ao aborto a pedido.

Todos os eventos que este movimento irá promover centrar-se-ão numa mensagem clara, positiva, despartidarizada e fora do contexto confessional, dizendo Não à alteração da Lei do aborto e Não á liberalização total do aborto até às dez semanas.

O contributo da Plataforma e, especificamente deste amplo movimento de cidadania, aberto a todas as pessoas que defendam a vida como valor supremo, pretende ser no sentido de contribuir para uma sociedade mais justa que tenha como primado a defesa da vida, impedindo que o Estado aplique o dinheiro dos impostos no financiamento do aborto, através do sistema regional e nacional de saúde que não está minimamente vocacionado para a realização de abortos a pedido.

Resistir ao facilitismo, à desresponsabilização da sociedade perante a maternidade, à desqualificação do poder paternal ou à inexistência permanente da disciplina de educação sexual nas escolas ou ao deficiente acesso generalizado a consultas de planeamento familiar, é optar por uma sociedade mais justa e mais equilibrada, adulta e consciente.

É por isso que a Plataforma luta e, ao aborto, diz Não Obrigada.

 

 

 

 

 

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A Personagem Mais Injusta do Mundo

A personagem mais injusta do mundo é o Pai Natal. Dá muito a uns, pouco a outros e a alguns nada.

É uma personagem que fascina, até no pouco que dá. É a ilusão da vida perfeita , da caridade perfeita, do amor perfeito.

Acaba por ser uma das figuras centrais do Natal. Anda pelas ruas, vende raspadinhas e lotaria entre outras coisas.

O Pai Natal é uma mentalidade que se criou, que se usa e abusa.

O Natal deveria ser muito mais do que isso.

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O carro à frente dos Bois

Os movimentos a favor da "legalização do aborto" em Portugal andaram como que desesperados a formarem-se com uma antecedência tal, ainda não tinha nada decidido o nosso Presidente da Republica. Foi este o seu primeiro sinal de desespero.

Os partidos políticos, os movimentos pelo sim saidos destes partidos, algumas associações e indivíduos que já têm na mira ganhar "algum" dinheiro com as clinicas de aborto, andaram numa roda viva a tentar aparecer o mais rápido possivel, com medo de não se anteciparem e de perderem votos.

Os Defensores do Não, e portanto os defensores da Vida, esperaram que fossem tomadas as decisões, foram discutindo idéias, as formas de passar a mensagem e de uma forma serena. Já vimos e ouvimos  em alguns debates o desespero com que os apoiantes do sim, têm dificuldade em em apresentar algumas idéias e de combater os dados, as razões e as certezas dos defensores do Não.

Os partidos que tanto desejam o sim, pretendem tão só ganhar espaço politico, pretendem transmitir uma imagem de coerência, enquando que os defensores da vida e portanto do NÃO no referendo, dirigem as suas vidas, as suas energias para esta causa e depois vão à sua vida, ajudando e orientando as mães a terem os seus filhos, a educarem os seus filhos, a verem crescer os seus filhos.

A grande diferença dos apoiantes do sIm e dos Defensores do NÃO é que os primeiros limitam a vida a pessoas de direito próprio às 10 semanas e os defensores do NÃO, vêm uma vida que cresce e que faz a diferença.

Abortar é um acto egoista, é tão simplesmente matar, e é tão fácil ajudar a viver.

No DIA 11 DE FEVEREIRO DE 2007, Não vamos fazer mais um dia de "terrorismo", vamos dizer

NÃO à morte de crianças

NÃO aos interesses económico que estão por detrás desta tentativa de legalização

NÃO  às mentiras que se estão a apregoar às mães

No dia 11/2/2007 Vamos fazer deste dia um dia alegre e olhar o futuro e olhar à nossa volta e dar ajuda a quem dela necessita.

DIGA NÃO, que não é dificil

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Jornal Sol em Saco do Expresso

Foi curioso, ontem, quando me dirigi a um local para ver os jornais que havia, que reparei no lote de jornais. Pelo saco era o expresso. Abri o saco e estranhei ver a revista Tabu. O que pensei foi que era uma revista de qualidade sendo distribuida em mais do que um jornal. Engano meu.

Por detrás da revista estava o jornal Sol. Achei piada ao engano da loja. Dirigi-me simpáticamente ao funcionário  disse que tinha havido um lapso e que tinham colocado o jornal Sol, dentro do saco do expresso. O funcionário olhou para mim e com cara de poucos amigos disse-me que não tinha sido erro nenhum, tinham era faltado os sacos do jornal e tinham aproveitado os do Expresso.

 Muito bem, viva o profissionalismo. Os clientes do Sol pagam publicidade nos sacos para que o Sol seja distribuido em saco do Expresso.

Achei piada à questão, como leitor que gosta de situações insólitas.

 

 

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O Lugar do Autocarro

O rapaz entrou no autocarro, ou seja, na camioneta (como se dizia há uns anos atrás, aqui em São Miguel), e sentou-se num dos poucos lugares disponíveis que encontrou, naquele dia de manhã a caminho da escola.

Nas paragens seguintes os lugares vagos foram ocupados por outros rapazes, senhoras e senhores que se deslocavam para os seus afazeres para trabalhar, ou simplesmente ir à cidade fazer compras.

A camioneta, ou seja o autocarro, cedo ficou com os lugares todos ocupados e os que restavam eram os 10 ou 12 lugares de pé.

Naquele tempo, que não é um tempo assim tão longo, era normal, fazia parte da vida, era incutido pelos pais e ficava bem, quando alguém mais velho entrava no autocarro, ou seja na camioneta, os mais novos cediam o seu lugar, por uma questão de respeito, por uma questão de educação ou porque simplesmente fazia parte da vida.

Dizem-me que na altura em que eu andava de camioneta, havia falta de liberdade e até fizeram um revolução por causa disso. Não me lembro, era muito novo. Tudo o que sei disseram-me depois. Mas aprendi que ganhamos muitos direitos, muitos deveres, que ficamos melhor, a nossa vida transformou-se, ficamos mais evoluídos, mais reividicativos…

Mas olhando à volta sinto que por vezes, que nas muitas camionetas que circulam há pessoas que não aprenderam por vezes e na altura certa, a serem rapazes que aprenderam com os pais a ceder o lugar.

Será que é necessária uma nova revolução?

 

autocarro - veículo automóvel para transporte colectivo.

camioneta - pequeno camião para transporte de passageiros ou de mercadorias.

 in - Dicionário Lngua Portuguesa Online 

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O Reino do Porco

No pátio do porco, como aprendi em criança que se chamava, é fácil  um porco viver. Está só, tem uma pia só para si, sendo rei e senhor do seu espaço.

Um dia o seu dono, (porque todos os porcos têm dono), decide colocar naquele reino mais um porco. Esqueceu-se foi de colocar mais uma pia.

O porco que era rei e costumava ter uma pia só para ele, não viu com bons olhos a situação - mais um porco a comer na mesma pia.

Por aqueles dias havia sempre luta, um porco queria sempre comer mais do que o outro, fosse ele ou não rei. Empurravam-se, guinchavam, maltratavam-se, mas sempre a comer da mesma pia.

Naturalmente, o porco que mais comia engordava e quanto mais gordo ficava, mais queria comer. O problema era a pia ser sempre a mesma.

Em determinada altura o dono decidiu fazer uma festa e assim destronou o rei porco do seu pátio - era o que estava mais gordo.

O novo rei tomou então as rédeas do pátio, onde satisfeito tinha uma pia só para si; mas o problema destas coisas de ser rei porco, é que haverá sempre um outro porco para comer da mesma pia.

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