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História de setubal
04 August 07 06:53 PM | susaninha | 0 Comentário(s)   

 Situada a nascente da serra da Arrábida, na foz e na margem direita do rio Sado, em frente de Tróia e a 48 km para sueste de Lisboa, a cidade de Setúbal é sede de concelho e de distrito desde 1926.

A ocupação humana no território do concelho (170 km2) remonta à Pré-História, especialmente desde o Neolítico, e o núcleo urbano de Setúbal é objecto de ocupação desde a Idade do Ferro, e conhece particular incremento com os Romanos que se apoderaram de um importante entreposto comercial animado pelos povos do Mediterrâneo que haviam entrado em contacto, por via fluvial, com os centros mineiros do interior alentejano.

A Setúbal romana (séculos I a IV da nossa era) foi um importante núcleo urbano e industrial principalmente ligado à salga de peixe, e era servido por uma vasta estrutura industrial multiforme que se estendia pelas duas margens do Sado, integrando Tróia.

Com as invasões bárbaras e durante a ocupação dos Árabes, Setúbal entra num processo de decadência devido a estes últimos terem preferido outros locais mais férteis e resguardados, caso de Palmela, Alcácer e Azeitão. A reconquista de Palmela e o estabelecimento da Ordem de Santiago vai propiciar o repovoamento de Setúbal, que, apesar de possuir foral desde 1249, só no século XIV terá o seu termo limitado por uma cintura de muralhas.

Experimentou grande desenvolvimento durante o período dos Descobrimentos, especialmente no reinado de D. João II, tendo sido criadas várias novas freguesias e construídos diversos equipamentos indispensáveis à sua crescente importância urbana. Setúbal foi bastante afectada pelo terramoto de 1755, mas foi rapidamente reconstruída, em grande parte à custa de impostos lançados sobre os próprios moradores.

O grande desenvolvimento económico e social de oitocentos transforma a vila num dos mais importantes centros comercias e industriais do País, pelo que é elevada a cidade em 1860. Inaugurada a via férrea Barreiro-Setúbal em 1861 e, dois anos depois, a iluminação a gás, Setúbal assistiu nos cem anos seguintes a um surto incomparável de urbanização. Em 1926 foi elevada a capital de Distrito.

Grande centro industrial, especialmente desde que durante o século XIX aqui se fixaram fábricas de conservas, cimento, mármores e adubos, é na actualidade, apesar das suas grandes unidades de montagem de veículos, celulose, construção naval, químicas, entre outras, área onde mais intensamente se tem sentidos os efeitos da crise nas décadas de 1970 e 1980.

No concelho verifica-se grande actividade agrícola que aproveita os seus solos e as suas magníficas condições climáticas, produzindo assim grandes quantidades de cereais, legumes, azeite, excelentes vinhos e muita fruta, especialmente as suas afamadas laranjas. Nas franjas costeiras, e muito especialmente em Setúbal, o seu porto, um dos mais movimentados do País, produz actividades ligadas ao tráfego marítimo e fluvial e alberga ainda uma importante frota pesqueira.

A ocupação humana no território do concelho (170 km2) remonta à Pré-História, especialmente desde o Neolítico, e o núcleo urbano de Setúbal é objecto de ocupação desde a Idade do Ferro, e conhece particular incremento com os Romanos que se apoderaram de um importante entreposto comercial animado pelos povos do Mediterrâneo que haviam entrado em contacto, por via fluvial, com os centros mineiros do interior alentejano.

A Setúbal romana (séculos I a IV da nossa era) foi um importante núcleo urbano e industrial principalmente ligado à salga de peixe, e era servido por uma vasta estrutura industrial multiforme que se estendia pelas duas margens do Sado, integrando Tróia.

Com as invasões bárbaras e durante a ocupação dos Árabes, Setúbal entra num processo de decadência devido a estes últimos terem preferido outros locais mais férteis e resguardados, caso de Palmela, Alcácer e Azeitão. A reconquista de Palmela e o estabelecimento da Ordem de Santiago vai propiciar o repovoamento de Setúbal, que, apesar de possuir foral desde 1249, só no século XIV terá o seu termo limitado por uma cintura de muralhas.

Experimentou grande desenvolvimento durante o período dos Descobrimentos, especialmente no reinado de D. João II, tendo sido criadas várias novas freguesias e construídos diversos equipamentos indispensáveis à sua crescente importância urbana. Setúbal foi bastante afectada pelo terramoto de 1755, mas foi rapidamente reconstruída, em grande parte à custa de impostos lançados sobre os próprios moradores.

O grande desenvolvimento económico e social de oitocentos transforma a vila num dos mais importantes centros comercias e industriais do País, pelo que é elevada a cidade em 1860. Inaugurada a via férrea Barreiro-Setúbal em 1861 e, dois anos depois, a iluminação a gás, Setúbal assistiu nos cem anos seguintes a um surto incomparável de urbanização. Em 1926 foi elevada a capital de Distrito.

Grande centro industrial, especialmente desde que durante o século XIX aqui se fixaram fábricas de conservas, cimento, mármores e adubos, é na actualidade, apesar das suas grandes unidades de montagem de veículos, celulose, construção naval, químicas, entre outras, área onde mais intensamente se tem sentidos os efeitos da crise nas décadas de 1970 e 1980.

No concelho verifica-se grande actividade agrícola que aproveita os seus solos e as suas magníficas condições climáticas, produzindo assim grandes quantidades de cereais, legumes, azeite, excelentes vinhos e muita fruta, especialmente as suas afamadas laranjas. Nas franjas costeiras, e muito especialmente em Setúbal, o seu porto, um dos mais movimentados do País, produz actividades ligadas ao tráfego marítimo e fluvial e alberga ainda uma importante frota pesqueira.

A ocupação humana no território do concelho (170 km2) remonta à Pré-História, especialmente desde o Neolítico, e o núcleo urbano de Setúbal é objecto de ocupação desde a Idade do Ferro, e conhece particular incremento com os Romanos que se apoderaram de um importante entreposto comercial animado pelos povos do Mediterrâneo que haviam entrado em contacto, por via fluvial, com os centros mineiros do interior alentejano.

A Setúbal romana (séculos I a IV da nossa era) foi um importante núcleo urbano e industrial principalmente ligado à salga de peixe, e era servido por uma vasta estrutura industrial multiforme que se estendia pelas duas margens do Sado, integrando Tróia.

Com as invasões bárbaras e durante a ocupação dos Árabes, Setúbal entra num processo de decadência devido a estes últimos terem preferido outros locais mais férteis e resguardados, caso de Palmela, Alcácer e Azeitão. A reconquista de Palmela e o estabelecimento da Ordem de Santiago vai propiciar o repovoamento de Setúbal, que, apesar de possuir foral desde 1249, só no século XIV terá o seu termo limitado por uma cintura de muralhas.

Experimentou grande desenvolvimento durante o período dos Descobrimentos, especialmente no reinado de D. João II, tendo sido criadas várias novas freguesias e construídos diversos equipamentos indispensáveis à sua crescente importância urbana. Setúbal foi bastante afectada pelo terramoto de 1755, mas foi rapidamente reconstruída, em grande parte à custa de impostos lançados sobre os próprios moradores.

O grande desenvolvimento económico e social de oitocentos transforma a vila num dos mais importantes centros comercias e industriais do País, pelo que é elevada a cidade em 1860. Inaugurada a via férrea Barreiro-Setúbal em 1861 e, dois anos depois, a iluminação a gás, Setúbal assistiu nos cem anos seguintes a um surto incomparável de urbanização. Em 1926 foi elevada a capital de Distrito.

Grande centro industrial, especialmente desde que durante o século XIX aqui se fixaram fábricas de conservas, cimento, mármores e adubos, é na actualidade, apesar das suas grandes unidades de montagem de veículos, celulose, construção naval, químicas, entre outras, área onde mais intensamente se tem sentidos os efeitos da crise nas décadas de 1970 e 1980.

No concelho verifica-se grande actividade agrícola que aproveita os seus solos e as suas magníficas condições climáticas, produzindo assim grandes quantidades de cereais, legumes, azeite, excelentes vinhos e muita fruta, especialmente as suas afamadas laranjas. Nas franjas costeiras, e muito especialmente em Setúbal, o seu porto, um dos mais movimentados do País, produz actividades ligadas ao tráfego marítimo e fluvial e alberga ainda uma importante frota pesqueira.

A ocupação humana no território do concelho (170 km2) remonta à Pré-História, especialmente desde o Neolítico, e o núcleo urbano de Setúbal é objecto de ocupação desde a Idade do Ferro, e conhece particular incremento com os Romanos que se apoderaram de um importante entreposto comercial animado pelos povos do Mediterrâneo que haviam entrado em contacto, por via fluvial, com os centros mineiros do interior alentejano.

A Setúbal romana (séculos I a IV da nossa era) foi um importante núcleo urbano e industrial principalmente ligado à salga de peixe, e era servido por uma vasta estrutura industrial multiforme que se estendia pelas duas margens do Sado, integrando Tróia.

Com as invasões bárbaras e durante a ocupação dos Árabes, Setúbal entra num processo de decadência devido a estes últimos terem preferido outros locais mais férteis e resguardados, caso de Palmela, Alcácer e Azeitão. A reconquista de Palmela e o estabelecimento da Ordem de Santiago vai propiciar o repovoamento de Setúbal, que, apesar de possuir foral desde 1249, só no século XIV terá o seu termo limitado por uma cintura de muralhas.

Experimentou grande desenvolvimento durante o período dos Descobrimentos, especialmente no reinado de D. João II, tendo sido criadas várias novas freguesias e construídos diversos equipamentos indispensáveis à sua crescente importância urbana. Setúbal foi bastante afectada pelo terramoto de 1755, mas foi rapidamente reconstruída, em grande parte à custa de impostos lançados sobre os próprios moradores.

O grande desenvolvimento económico e social de oitocentos transforma a vila num dos mais importantes centros comercias e industriais do País, pelo que é elevada a cidade em 1860. Inaugurada a via férrea Barreiro-Setúbal em 1861 e, dois anos depois, a iluminação a gás, Setúbal assistiu nos cem anos seguintes a um surto incomparável de urbanização. Em 1926 foi elevada a capital de Distrito.

Grande centro industrial, especialmente desde que durante o século XIX aqui se fixaram fábricas de conservas, cimento, mármores e adubos, é na actualidade, apesar das suas grandes unidades de montagem de veículos, celulose, construção naval, químicas, entre outras, área onde mais intensamente se tem sentidos os efeitos da crise nas décadas de 1970 e 1980.

No concelho verifica-se grande actividade agrícola que aproveita os seus solos e as suas magníficas condições climáticas, produzindo assim grandes quantidades de cereais, legumes, azeite, excelentes vinhos e muita fruta, especialmente as suas afamadas laranjas. Nas franjas costeiras, e muito especialmente em Setúbal, o seu porto, um dos mais movimentados do País, produz actividades ligadas ao tráfego marítimo e fluvial e alberga ainda uma importante frota pesqueira.

Fundada em 1985 abrange uma área correspondente ao território de 13 diferentes municípios.

A nossa geografia tem como grandes referências parte significativa da Área Metropolitana de Lisboa e o Alentejo Litoral.

Na nossa geografia de treze municípios, nove situam-se entre o Tejo e o Sado: Almada, Seixal, Moita, Barreiro, Montijo, Alcochete, Palmela, Sesimbra e Setúbal. Quatro no Alentejo Litoral: Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Sines.

Quatro referências maiores "marcam" esta geografia: o Tejo (Almada, Seixal, Moita, Barreiro, Montijo e Alcochete); o Atlântico (Almada, Sesimbra e Setúbal); o Sado (Setúbal, Alcácer, Grândola e Santiago) e o Alentejo Litoral (Alcácer, Grândola, Santiago e Sines).

 

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