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Museu dos Coches deverá estar concluído em finais de 2013

18 de Abril, 2012
O director-geral do Património Cultural, Elísio Summavielle, revelou hoje que o novo Museu dos Coches, em Belém, deverá estar concluído em finais de 2013, mantendo-se um pólo no antigo edifício onde o espólio agora se encontra.

O responsável falava aos jornalistas no Museu Nacional de Etnologia no final da sessão de abertura de um encontro para assinalar o Dia Internacional de Monumentos e Sítios, que hoje se comemora, com mais de 500 iniciativas em todo o país.

Elísio Summaviele disse que a nova orgânica da Direcção Geral do Património Cultural (DGPC) - resultado da fusão do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) com o Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) e a Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo (DRLVT) - vai ser aprovada em Conselho de Ministros na quinta-feira.

Questionado sobre a situação do Museu do Coches, um projecto da autoria do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, em construção, o director-geral do Património Cultural indicou que o edifício «deverá estar concluído no verão, e depois seguir-se-á o processo de criação de uma museografia e montagem».

«Se tudo correr bem, e dentro dos prazos, sem derrapagens financeiras, em finais de 1013 teremos o museu concluído», estimou.

No quadro das mudanças que vão ocorrer na reestruturação dos sectores do património e dos museus, Elísio Summavielle, ex-secretário de Estado da Cultura do anterior Governo, avançou que alguns espaços museológicos passarão a estar ligados numa única gestão, ficando um director e um coordenador.

Para esta situação vão passar o Museu de Arte Popular, em Belém, que vai ficar ligado ao Museu Nacional de Etnologia, no Restelo, e a Casa-Museu Anastácio Gonçalves, também em Lisboa, que ficará ligada ao Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado.

Quanto ao projecto da mudança do Museu Nacional de Arqueologia para a Cordoaria Nacional, na Junqueira, em Lisboa, os estudos do projecto estão prontos, indicou, «mas neste momento não há disponibilidade financeira para a mudança».

A tutela também tem a intenção de avançar na transferência da gestão dos palácios nacionais de Sintra e de Queluz para a empresa pública Parques de Sintra - Monte da Lua, na qual o Estado é accionista.

Também está em cima da mesa, para avaliação, o aumento dos preços dos bilhetes dos museus e a limitação das entradas gratuitas aos domingos de manhã, uma medida que o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, já tinha anunciado anteriormente.

Lusa/SOL




1 Comentário
lillyrose
22.04.2012 - 01:34
Esta construção foi mais uma MEGALOMANIA do kabrão do Manel Pinho agora PRESIDENTE do Banco de àfrica!!!!!pois é!!!!foi também a maneira de dar a ganhar milhões a arquitectos brasileiros e kagar no que é Português! o PIOR de tudo é que os GATUNOS ficam sempre impunes neste portugal da treta!r o zé povinho que arqueie com tanta despesa, não há dinheiro para comoida nem medicamentos mas os impostos dos contribuintes TÊM OBRIGATORIAMENTE que liquidar estas "loucuras" de kabrões incompetentes que se vêm colocados no poder porque a maçonaria é muito poderosa!


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