A UNESCO adicionou hoje à lista de Património Mundial dez novos locais, incluindo as minas de mercúrio de Almadén, Espanha, e Idrija, Eslovénia, para além da sala de ópera de Bayreuth, na Alemanha.
Parte das novidades de hoje é também a maior fortificação abaluartada do mundo, em Elvas, que foi hoje classificada como Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
O Comité do Património Mundial, que vai estar reunido até à próxima sexta-feira, colocou hoje, segundo comunicado publicado na sua página da Internet, na lista de locais classificados a sepultura de Gonbad-e Qabus, no Irão, a herança arqueológica do vale Lenggong, na Malásia, a paisagem de Grand-Pré, no Canadá, as duas maiores minas de mercúrio do mundo, localizadas em Espanha e na Eslovénia, a casa de ópera Margravial em Bayreuth, na Alemanha, cidade onde todos os anos se realiza o maior festival dedicado ao compositor Richard Wagner, para além da bacia mineira de Nord-Pas de Calais, em França.
De manhã, aquela estrutura da UNESCO, composta por 21 Estados-membros, já tinha aprovado as propostas a Património Mundial dos 17 edifícios na cidade de Murharraq, no Barém, local de apanha de pérolas, bem como a denominada “Mesquita de Sexta-feira” no centro histórico de Isfahan, no Irão.
Na sexta-feira, a UNESCO inscreveu a igreja da Natividade em Belém (Cisjordânia) no Património Mundial, através de um procedimento de urgência durante uma sessão em São Petersburgo, no noroeste da Rússia.
Para além da igreja da Natividade, o dia assistiu ainda à inclusão na lista de Património Mundial de Xanadu, a norte da Grande Muralha da China, da área de Bassari, no Senegal, e da primeira capital da Costa do Marfim, de nome Grand-Bassam.
Também o monte Carmel, em Israel, a lagoa do sul das Ilhas Rochosas, no Palau, a paisagem cultural de Bali, na Indonésia, e a cidade de Rabat, em Marrocos, foram incluídos na listagem da UNESCO.
Lusa/SOL