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Espanha vai pedir ajuda segunda-feira, diz Juncker

21 de Junho, 2012
A Espanha vai fazer um pedido formal para um programa de assistência financeira na segunda-feira, disse hoje o presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, no final da reunião dos ministros das Finanças da Zona Euro.

«Esperamos que as autoridades espanholas façam a sua solicitação oficial para uma ajuda financeira até à próxima segunda-feira», afirmou Juncker durante uma conferência de imprensa no Luxemburgo, citado pelas agências internacionais.

Lusa/SOL




10 Comentários
paralelo40
22.06.2012 - 14:59
Nunca cheguei a entender o que representa esta m**** da UE, em termos de crescimento em todas as áreas, quando não passa de um conjunto de sentimentalistas do conceito Pátria/Nação/egoísmo.
Para a UE vingar seria preciso que todos quisessem uma constituíção Europeia, um só presidente e estados federados, como os USA.
Desta forma, de passo a passo, qualquer burro como eu, sabe que a maioria destas regiões, sumptuosamente desígnadas por Países ou Pátrias, vão a caminho da falencia.
nsgoncalo
22.06.2012 - 12:26
Heidi Klum esqueceu-se das cuecas… visite o blog para rir http://esorirmaisnada.blogspot.pt/
Marocassemares
22.06.2012 - 12:19


OS ALEMÂES SEMPRE FORAM OS XULOS DA EUROPA!
A MERKEL È A MERETRIZ CHEFE DA XULARIA GERMANICA E NAZI!
ESTOU FARTO DE O DIZER!
Viriato Pedrada
22.06.2012 - 08:13
Resolver o problema financeiro, se é que o vão conseguir, não resolve pela certa o problema de fundo que é o económico. Continuam a dar comprimidos a um doente, quando a cura só é possível com uma intervenção cirúrgica. O problema da Europa resume-se a duas questões, que são não ter energia e ter perdido a industria nos últimos tempos, por a mesma se ter deslocado para os Países emergentes. O que antigamente fabricava e vendia e que lhe servia para comprar a energia que não tem, hoje ainda compra esses produtos. Sem resolver estes dois problemas a Europa e o Euro não tem viabilidade e vai ao fundo mais dia menos dia.

http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/06/alemanha-ganha-se-pedir-dinheiro.html

http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/05/olhos-nos-olhos-medina-carreira-com.html

http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/05/catastroika-legendas-em-portugues.html

http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2012/05/confissoes-de-um-assassino-economico.html
DEIXALA
22.06.2012 - 07:05
(Zeus)
Infelizmente não percebo nada de história mas muitas das coisas que escreve todas as pessoas deviam saber pois são mais do que lógicas e a maioria conhecidas por toda a gente.
Platao
22.06.2012 - 06:02
Para quem ainda nao entendeu: a Europa esta em decadencia...lenta, inexoravel, practicamente irreversivel dada a completa mediocridade e ganancia da politiquela corrupta que a gere. O BCE nao emite moeda e da a ganhar a banca comercial o negocio do seculo: recebe dinheiro a 1% e empresta aos estados a 5, 6, 7% e mais.

Os investimentos publicos sao pateticos, mais pensados para servir aos lobbies os dinheiros dos contribuintes do que para desenvolver os paises. A estrutura que gere a Europa e um monte de burocratas, demasiado bem pagos para o muito pouco que ocasionalmente produzem.

A Europa vai pelo cano, lenta mas inexoravelmente...

Sayonara!
Zeus
22.06.2012 - 03:27
Porque é que a UE e o Euro são projectos inviáveis?

As razões vão muito para além do facto de serem projectos insustentáveis. De facto, aqueles que têm memória e conhecem alguma coisa de História conseguem perceber facilmente. Os restantes não conseguem perceber devido à sua ignorância da História e ao facto de não terem memória.

________________________________________________________________________________
A memória dos Povos não deve ser curta!!!
Lembrando…


Em 1953, há menos de 60 anos - apenas uma geração - a Alemanha de Konrad Adenauer entrou em default, falência, ficou kaput, ou seja, ficou sem dinheiro para fazer mover a actividade económica do país. Tal qual como a Grécia actualmente.

A Alemanha negociou 16 mil milhões de marcos em dívidas de 1920 que entraram em incumprimento na década de 30 após o colapso da bolsa em Wall Street. O dinheiro tinha-lhe sido emprestado pelos EUA, pela França e pelo Reino Unido.

Outros 16 mil milhões de marcos diziam respeito a empréstimos dos EUA no pós--guerra, no âmbito do Acordo de Londres sobre as Dívidas Alemãs (LDA), de 1953. O total a pagar foi reduzido 50%, para cerca de 15 mil milhões de marcos, por um período de 30 anos, o que não teve quase impacto na crescente economia alemã.

O resgate alemão foi feito por um conjunto de países que incluíam a Grécia, a Bélgica, o Canadá, Ceilão, a Dinamarca, França, o Irão, a Irlanda, a Itália, o Liechtenstein, o Luxemburgo, a Noruega, o Paquistão, a Espanha, a Suécia, a Suíça, a África do Sul, o Reino Unido, a Irlanda do Norte, os EUA e a Jugoslávia. As dívidas alemãs eram do período anterior e posterior à Segunda Guerra Mundial. Algumas decorriam do esforço de reparações de guerra e outras de empréstimos gigantescos norte-americanos ao governo e às empresas.

Durante 20 anos, como recorda esse acordo, Berlim não honrou qualquer pagamento da dívida.

Por incrível que pareça, apenas oito anos depois de a Grécia ter sido invadida e brutalmente ocupada pelas tropas nazis, Atenas aceitou participar no esforço internacional para tirar a Alemanha da terrível bancarrota em que se encontrava.

Ora os custos monetários da ocupação alemã da Grécia foram estimados em 162 mil milhões de euros sem juros.

Após a guerra, a Alemanha ficou de compensar a Grécia por perdas de navios bombardeados ou capturados, durante o período de neutralidade, pelos danos causados à economia grega, e pagar compensações às vítimas do exército alemão de ocupação. As vítimas gregas foram mais de um milhão de pessoas (38 960 executadas, 12 mil abatidas, 70 mil mortas no campo de batalha, 105 mil em campos de concentração na Alemanha, e 600 mil que pereceram de fome). Além disso, as hordas nazis roubaram tesouros arqueológicos gregos de valor incalculável.

Qual foi a reacção da direita parlamentar alemã aos actuais problemas financeiros da Grécia? Segundo esta, a Grécia devia considerar vender terras, edifícios históricos e objectos de arte para reduzir a sua dívida.

Além de tomar as medidas de austeridade impostas, como cortes no sector público e congelamento de pensões, os gregos deviam vender algumas ilhas, defenderam dois destacados elementos da CDU, Josef Schlarmann e Frank Schaeffler, do partido da chanceler Merkel. Os dois responsáveis chegaram a alvitrar que o Partenon, e algumas ilhas gregas no Egeu, fossem vendidas para evitar a bancarrota.

"Os que estão insolventes devem vender o que possuem para pagar aos seus credores", disseram ao jornal "Bild".

Depois disso, surgiu no seio do executivo a ideia peregrina de pôr um comissário europeu a fiscalizar permanentemente as contas gregas em Atenas.

O historiador Albrecht Ritschl, da London School of Economics, recordou recentemente à "Spiegel" que a Alemanha foi o pior país devedor do século XX. O economista destaca que a insolvência germânica dos anos 30 faz a dívida grega de hoje parecer insignificante.

"No século xx, a Alemanha foi responsável pela maior bancarrota de que há memória", afirmou. "Foi apenas graças aos Estados Unidos, que injectaram quantias enormes de dinheiro após a Primeira e a Segunda Guerra Mundial, que a Alemanha se tornou inanceiramente estável e hoje detém o estatuto de locomotiva da Europa. Esse facto, lamentavelmente, parece esquecido", sublinha Ritsch. O historiador sublinha que a Alemanha desencadeou duas guerras mundiais, a segunda de aniquilação e extermínio, e depois os seus inimigos perdoaram-lhe totalmente o pagamento das reparações ou adiaram-nas. A Grécia não esquece que a Alemanha deve a sua prosperidade económica a outros países. Por isso, alguns parlamentares gregos sugerem que seja feita a contabilidade das dívidas alemãs à Grécia para que destas se desconte o que a Grécia deve actualmente.

A ingratidão dos países, tal como a das pessoas, é acompanhada quase sempre pela falta de memória.
Carapeteiro
22.06.2012 - 00:34
A seguir vem a Itália, que, como se sabe há séculos, não é a Grécia, nem Portugal, nem a Espanha, nem a Irlanda. Depois outros virão, que também não são nada, até chegar a altura dos Merkelianos.
Aí a orquestra continuará a tocar, mas irá já terá passado a 9ª sinfonia.
gipsyking
21.06.2012 - 23:28
A Espanha não é a Grécia.
A Irlanda não é a Grécia.
Portugal não é a Grécia.
A Grécia não é a Espanha.
Portugal não é a Espanha.
A Irlanda não é a Espanha.
A Espanha não é a Irlanda.
Portugal não é a Irlanda.
A Grécia não é a Irlanda.
A Irlanda não é Portugal.
A Grécia não é Portugal.
A Espanha não é Portugal.

Todos diferentes, todos iguais...

LoboLuso
21.06.2012 - 22:54
Caríssimos,
eu estou cansado de encher os bolsos aos abutres da alta finança mundial, que nos estão a sugar o suor e o trabalho, vamos mudar isto 180º vá a www.movimentopartidoiberico.com faça o REGISTO e venha fazer de Portugal e Espanha grandes y respeitados novamente. Venha dizer não à escravatura e à indignidade a que estes abutres nos querem submeter.


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