segunda-feira, 20 de Maio de 2013, 0:47
Pesquisa
pesquisar
Emprego Imobiliário Motores
iPad
FMI sublinha 'importância' de cumprir metas para 2013

6 de Julho, 2012
Fundo Monetário Internacional afirmou hoje que a decisão do Tribunal Constitucional sobre os subsídios não terá impacto sobre o Orçamento de Estado de 2012, e que será de «particular importância» que o mesmo suceda em 2013.

Albert Jaeger, representante do FMI em Lisboa, reagiu à decisão do Tribunal Constitucional sublinhando o «compromisso renovado do governo português com os objectivos do défice orçamental» contidos no programa de ajustamento económico.

«A decisão não vai afectar a implementação do orçamento de 2012, e portanto será particularmente importante assegurar que o Orçamento de 2013 está em linha com as metas do programa, bem como com esta decisão», afirma Jaeger.

O responsável do FMI adianta que o orçamento de 2013 será discutido durante a quinta revisão do programa da ‘troika’ para Portugal.

«Portugal tem um histórico forte de implementação de consolidação orçamental e de reformas estruturais, e continuaremos prontos a assistir o país nestes esforços», adianta.

A Comissão Europeia afirmou hoje esperar que o Governo apresente uma proposta que compense, em termos orçamentais, a diminuição da despesa prevista com o corte de subsídios de férias e de Natal já em 2013.

O porta-voz do executivo comunitário para as questões económicas e financeiras, Simon O'Connor, esclareceu hoje que «as autoridades portuguesas têm que apresentar uma proposta equivalente».

O Tribunal Constitucional (TC) declarou na quinta-feira a inconstitucionalidade da suspensão do pagamento dos subsídios de férias ou de Natal a funcionários públicos ou aposentados, ainda que a decisão não tenha efeitos para este ano.

Considerou que o corte de subsídios inscrito no Orçamento do Estado para 2012 «não se faz de igual forma entre todos os cidadãos na proporção das suas capacidades financeiras», havendo «soluções alternativas» para cumprir o défice, que é responsabilidade de «todos».

O TC justificou a decisão, aprovada por uma maioria de oito juízes contra três, no facto de «a dimensão da desigualdade de tratamento, que resultava das normas sob fiscalização», violar o princípio da igualdade, consagrado no artigo 13.º da Constituição.

Lusa/SOL




4 Comentários
GALAICOLUSITANO
09.07.2012 - 10:19
Á ATENÇÃO DO FMI


Administração Tributária detectou inúmeros comerciantes com programas de facturação ilegais.

A megaoperação da Administração Tributária (AT), lançada em Abril, aos estabelecimentos comerciais de todo o país, detectou 230 em infracção grave, sem programas de facturação certificados, o que permite a alteração ou eliminação dos valores de facturas emitidas, levando a declarar à administração fiscal rendimentos inferiores aos efectivamente obtidos. Aos comerciantes encontrados em falta serão aplicadas coimas que poderão ascender a 3,8 milhões de euros, revelou ao Diário Económico o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.
DFIÁRIO ECONÓMICO - HOJE

ABATAM ESTES LADRÕES JÁ.
pedescalco
06.07.2012 - 23:17
..
O FMI que vá pro c#$""&! que vão mandar na casa deles!

É apanhá-los cá, e pô-los com alcatrão e penas!

jordi24
06.07.2012 - 21:17
A primeira medida seria meter no TC 6 juizes privados. Deixavam-se ficar lá 6 juizes funcionários publicos.
A segunda medida, seria tirar ao juizes do TC aquelas vestes ridiculas.
A terceira medida seria dizer ao governo que não devem ser os portugueses a pagar a crise, devem ser os dinamerqueses ou os noruegueses.
jordi24
06.07.2012 - 21:11
A primeira medida seria tirar os salários todos (14) aos juizes do Tribunal Constitucioinal.
A segunda seria meter no TC juizes privados, na proporção de 6/12.
A terceira seria tiral-lhes aquelas vestes ridiculas.


PUB
PUB
Siga-nos
Marrocos Portugal
Passatempo SOL & ZOO: Ganhe bilhetes duplos para o Jardim Zoológico de Lisboa.
Siga o SOL no Facebook


© 2007 Sol. Todos os direitos reservados. Mantido por webmaster@sol.pt