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Vinhos portugueses cada vez mais presentes no mercado russo

13 de Fevereiro, 2013por José Milhazes, da agência Lusa
As exportações de vinhos portugueses estão a conhecer um aumento significativo para a Rússia e as empresas nacionais investem cada vez mais neste mercado.

A Associação Empresarial de Portugal (AEP) juntou no seu pavilhão, na feira Prodexpo, várias empresas que exportam produtos alimentares e vinhos para a Rússia.

O Grupo Carmin, que produz conhecidos vinhos do Alentejo, exportou no ano passado para a Rússia entre 200 mil e 250 mil garrafas.

"Estamos aqui para consolidar as nossas posições e novos parceiros", declarou à Lusa Luís Ribeiro, representante dessa empresa alentejana, esperando para o ano corrente "um aumento de 20 a 30 por cento".

"Sentimos orgulho em que os nossos vinhos sejam vendidos, não só em Moscovo, mas noutras regiões da Rússia", frisou.

A empresa Enopartner, que promove vinhos de várias regiões de Portugal no estrangeiro, também já não é novata no mercado russo.

"Em 2012, exportámos para aqui cerca de dez mil garrafas de vinho e, se estamos nesta feira, é porque tencionamos aumentar o volume de vendas", declarou Carlos Moreira, chefe das exportações dessa empresa, enquanto dava a provar os seus vinhos a potenciais clientes.

A Comissão Vitivinícola Regional do Tejo também está presente com o seu pavilhão, que reúne 14 empresas da região, mais seis da Fenadegas, outra organização de produtores de vinhos portugueses.

"No ano passado, exportámos 40 mil litros de vinho para a Rússia e este é um dos mercados prioritários para nós", disse à Lusa Edna Barbosa, responsável do Departamento de Marketing da CVR do Tejo.

"A Rússia é o sexto mercado extraeuropeu para nós, mas queremos reforçar aqui as nossas posições", frisa.

Por seu lado, Gonçalo Furtado, da Fenadegas, referiu que o grupo de empresas que representa exportou para o mercado russo, no ano passado, 300 mil garrafas de vinho e que está optimista quanto a este ano.

Os produtos alimentares também tentam entrar no mercado russo ou reforçar posições. A Probar, que exporta presuntos e fiambres, ainda não superou todos os testes de certificação.

"São demasiadas exigências, análises, burocracias", declarou à Lusa Maria João Oliveira, encarregada das exportações da empresa, mas frisou: "somos persistentes e estamos convencidos que vamos vencer neste mercado".

A empresa Minhofumeiro, de Ponte de Lima, já superou todas essas barreiras, procurando agora clientes para os seus presuntos e outras carnes fumadas.

"Para nós, o mercado russo é estratégico", declarou António Paulino, administrador da empresa.

Lusa/SOL




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