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Gaspar: Prioridade é 'contribuir para o crescimento'

22 de Março, 2013
O ministro das Finanças, Vítor Gaspar, garantiu hoje que a prioridade actual do programa de ajustamento económico de Portugal passa por "criar condições para o investimento privado contribuir para o crescimento" do país.

Em texto publicado na página Internet do ministério das Finanças alemão, Gaspar traça uma retrospectiva da evolução da economia portuguesa desde a entrada do país na União Europeia até à actual fase do ajustamento português.

"Apenas o investimento produtivo vai permitir a recuperação económica e, posteriormente, a criação de emprego. Estas são as bases para o crescimento sustentável e um ajustamento bem-sucedido na zona euro", escreve o governante em texto, realça, escrito durante a sétima avaliação da 'troika' (Banco Central Europeu, Comissão Europeia e Fundo Monetário Internacional).

"No geral", nota Gaspar, "é agora claro que Portugal não adaptou as suas instituições para as exigências da participação na zona euro", o que tornou "urgente e obrigatório" o pedido de resgate financeiro de 2011.

"Em Abril de 2011, o pedido de assistência financeira internacional foi inevitável. Desta vez, o ajuste não foi só urgente - era obrigatório", considera.

O ministro volta a demonstrar preocupação com os custos sociais do ajustamento da economia portuguesa, nomeadamente ao nível do desemprego e do constante crescimento da taxa de pessoas sem emprego.

"Em Portugal, o ajuste trouxe um custo social elevado. Isso é claro no aumento da taxa de desemprego, muito acima das previsões iniciais", relembra.

"O desemprego é a preocupação mais premente em Portugal. As repercussões sociais e económicas são dramáticas. Assim, a principal prioridade nesta nova etapa do programa de ajustamento económico é criar condições para o investimento privado contribuir para o crescimento", assinala ainda o titular da pasta das Finanças.

Os resultados da sétima avaliação da 'troika' foram apresentados na passada sexta-feira pelo ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar.

Nessa ocasião, o Governo reviu novamente as metas para o défice orçamental deste ano, passando a nova meta do défice para os 5,5% do PIB, superior ao objectivo para 2012.

O Executivo reviu também em baixa a sua projecção para a economia portuguesa, prevendo agora que a recessão seja de 2,3% do PIB este ano e não de 1% do PIB.

Por outro lado, o ministro das Finanças reviu em alta a taxa de desemprego para este ano de 16,4% para 18,2%.

 Lusa / SOL




8 Comentários
pedrox
24.03.2013 - 23:41
A pura verdade é que os nosso políticos dos últimos 17 anos ,tem estado alheados da realidade do pais ,basta ver as leis fiscais que foram implementadas nos últimos 17 anos ,mesmo os fiscais das finanças e directores das finanças da província criticaram certas leis que iriam levar ao encerramento de milhares de micro empresas ,ninguém lhes deu ouvidos ??? NÃO !!!Nem sequer ao pequeno comercio lhes deram ouvidos ,só três empresários tem gabarito para serem ouvidos,os outros se fecharem para os sucessivos governos não tem importância nenhuma.Procurem ver a evolução do desemprego nos últimos 17 anos e a correlação com as leis fiscais e da segurança social ,isso só é possível quando os governantes não tem conhecimento do terreno ,com a troika é mesma coisa Bruxelas sabe la como é a vida em Bragança ou no Alentejo,para eles é tudo luxo e largas avenidas e carros topo de gama,sabem la da miséria do interior do pais e das suas micro empresas sem logística e familiares....

Teria imenso gosto que o Sr Gaspar lê-se este comentário,assim como os últimos primeiro ministros e ministros das finanças dos últimos 17 anos .-
Quetzal
23.03.2013 - 17:52
Depois quantas menos empresas ficam no limiar sobrevivência eles logo aumentam os impostos para compensar as que faliram ,levando logo de seguida para a falências essas que ate ai tinham sobrevivido... rsssss ninguém consegue ver um palmo a frente do nariz ,mais vale ir todo mundo para o subs, do RSI e ficar a dormir todo dia!...
Quetzal
23.03.2013 - 16:22
Este super inteligência é primo direito do louça ,curioso ambos saem-se com cada anedota ,são bem primos!
Quetzal
23.03.2013 - 16:20
Novas máquinas ,pessoas idosas sem saber trabalhar com Internet ,enfim muitos negócios encerraram precisamente logo em Janeiro,menos impostos mais desemprego,menos dinheiro a entrar, mais dinheiro a sair(Óbvio) ,logo 2+2 = 4,que pretendiam?bastava ter a 4 classe mal feita para saber disso ,agora com doutores professores catedráticos em economia acha muitíssimo estranho não verem isso...Será que o Gaspar também tirou o curso ao Domingo por fax?

Para crescer só com viagra ,mas da maneira que está a coisa, porventura já nem isso resulta...
parasol
23.03.2013 - 12:18
vendap
23.03.2013 - 00:38 E do desemprego.
vendap
23.03.2013 - 00:38
...para o crescimento dos banqueiros!
esteves
22.03.2013 - 19:01
Que grande cambalhota, é uma viragem de 360 graus...Será anedota, afinal se alguma coisa foi marcante com este ministro, além da incompetência e do falhanço de todas as previsões, dizia, se alguma coisa foi marcante foi o humor rasteiro e insolente. Ainda assim que ninguém se iluda o abismo é o que espera este rapaz impreparado, neoliberal retrógrado de estrema direita senhorial, do tipo fascista/comunista chinês...Afinal é o testa de ferro dos coelhos. É o dentes e unhas com que atacam os trabalhadores e poupam os acionistas monopolistas e das PPP…
TerraQueimada
22.03.2013 - 18:54
O "astrólogo" Gaspar brinda-nos com mais uma das suas adivinhações...


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