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Contas do BES sob pressão

31 de Janeiro, 2014por João Madeira
A gestão de Ricardo Salgado à frente do Banco Espírito Santo (BES) vive dias agitados. O banco deve apresentar em breve o maior prejuízo de que há registo nos últimos anos, está a vender algumas das participações mais valiosas para recapitalizar o grupo e enfrenta um contra-relógio para escapar à ajuda da troika, a que os outros bancos já recorreram. E o Banco de Portugal (BdP) vai apertar a vigilância sobre as relações financeiras entre empresas do grupo, no âmbito dos testes à banca que realiza este ano.

O BES ainda não indicou a data em que vai revelar as contas de 2013, mas o mercado antecipa que seja na próxima semana. Depois de perdas de 380 milhões até Setembro, o total do ano deverá ser superior: o departamento de estudos do rival BPI prevê que as perdas atinjam 477 milhões de euros. Nas contas reportadas pelo banco à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, que recuam a 1999, o prejuízo mais elevado foi de 109 milhões de euros, em 2011.

O incumprimento do crédito e a desvalorização dos activos do grupo foram os principais motivos para a queda dos resultados até Setembro. "As fraquezas são o crédito malparado, que ainda não está totalmente resolvido, e a baixa diversificação geográfica, que aumenta a exposição ao risco soberano e ao ciclo económico em Portugal", explica ao SOL Steven Santos, gestor da corretora XTB.

Leia mais na edição impressa do SOL, hoje nas bancas

joao.madeira@sol.pt




15 Comentários
jooliveira
01.02.2014 - 18:15
...então não é que as próximas auditorias pelas autoridades do BCE não é que vão ser mais brandas...
Então e os testes de stesse?
Os resultados não foram todos bons, ou quase todos?
e os milhões dos lucros estão investidos em quê?
começa a desenhar-se o plano para os depositantes pagarem os desmandos das administrações.
E os investimentos de alto risco são da responsabilidade dos depositantes?
veritatis
01.02.2014 - 17:22
Estes bancos que anunciavam lucros de milhões todos os anos, onde os meteram?!!!
Opadreco
01.02.2014 - 09:18
---OldPirate---dos meus tomates, diz, ----- No tempo do zé trocas-te nem piavam uma crítica e até apoiavam o TGV e uma nova ponte...
Agora andam a balões de soro !...----mas neste governo dos teus amigos, o primeiro já declarou que o túnel do marão é para avançar, que um novo aeroporto tem de ser construido e que o TGV não está esquecido.
mundonovo50
31.01.2014 - 21:10
ZePovinho
31.01.2014 - 19:51

Pois, acabou a mama das PPP's do Sócas...

estás a dar-nos uma novidade, ou será que estás a aldrabar, as PPPs continuam de vento em popa
ZePovinho
31.01.2014 - 19:51
Pois, acabou a mama das PPP's do Sócas...
OldPirate
31.01.2014 - 18:58

No tempo do zé trocas-te nem piavam uma crítica e até apoiavam o TGV e uma nova ponte...
Agora andam a balões de soro !...

Lobodomestico
31.01.2014 - 14:58
Andaram a emprestar dinheiro sem o terem, pois viviam dos empréstimos que pediam ao BCE a menos de 1% e emprestavam a 5% e 10% a gente que não o podia pagar. Ainda lembro que não se cansavam de telefonar para casa das pessoas a oferecer crédito, sem as conhecer. Emprestavam mais de 100% a quem compra casa incentivando a compra dos moveis e até carro. Muita dessa gente perdeu o emprego e entregou a casa. Financiaram também a compra de terrenos para construção os quais não saíram do papel. Um exemplo é os terrenos em Oeiras do futuro IPO.

http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2013/03/a-cise-e-contribuicao-da-banca.html

http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2013/07/divida-publica-os-credores-de-portugal.html

http://viriatoapedrada.blogspot.pt/2013/03/banca-europeia-deve-ser-salva-pelos.html
Sensor
31.01.2014 - 14:02
Era ironia mundonovo50... Se até o Salgado anda à rasca...
mundonovo50
31.01.2014 - 13:16
Sensor
31.01.2014 - 12:59

A culpa é dos portugueses com essa mania das grandezas e de viver com o que não se tem. É preciso empobrecer como manda o Governo.


com essa teoria vamos ter um bonito enterro, os mais capazes piram-se daqui para fora, ficam cá os velhos e os menos capazes e os malandros, depois quero ver como o pais cresce, pobreza trás mais pobreza e miséria
Sensor
31.01.2014 - 12:59
A culpa é dos portugueses com essa mania das grandezas e de viver com o que não se tem. É preciso empobrecer como manda o Governo.
mundonovo50
31.01.2014 - 12:51
com as actuais politicas de contracção existentes em Portugal em que as pessoas não tem cheta e assim a actividade economica vai pelo cano, os bancos serão os principais perdedores, prevejo que a médio prazo toda a banca portuguesa tenha que ser nacionalizada pare evitar um maior desastre, curiosamente a banca tem defendido estas politicas contracionistas levadas a cabo pela direita com apoio da troika contra os seus próprios interesses. PS: o PCP deve estar a rir-se porque a direita do desgoverno esta a cumprir a ideologia defendida pelo PCP, a nacionalização do sector financeiro, o resto vira por acrescimo.
pontaesquerda
31.01.2014 - 12:15
He!...he!...


se este está falido...


...imaginem os outros!...


e imaginem a austeridade que ainda falta vir!...

sim porque quem paga são os do costume!...

e quem tem menos para dar sofre mais, tiram os ossos!...



pelos vistos a coreia do norte não deve ser tão má...

os menos favorecidos pelo sistema capitalista estão muito abaixo...

e se calhar um estadista do nível de Fidel Castro ou Hugo Chaves faz falta por cá...


...bom...


...já para não falar do Estaline...

...ou fazer uma expurgação cultural de tipo maoista...




...se a direita chamava aldrabão ao Sócrates...


esta rapaziada do p"sd" e demais catres...


não têm qualificativos...
LuaLuar2
31.01.2014 - 11:54
Este é o Salgado que um dia quando sair de Presidente do BES .....

Vai ter que se Justificar em Tribunais, Nacionais e Internacionais

Pois è .....
oleg
31.01.2014 - 11:34
Os bancos portugueses estão todos falidos por culpa dos empréstimos que fizeram ao estado no tempo do Socas.
Verdadeiro1
31.01.2014 - 10:56
Considerando apenas a actividade doméstica, que é a comparável, todos os grandes Bancos vão dar prejuízo com excepção do Banco Santander Totta. É triste que seja o Banco que, apesar de ter gestão Portuguesa, seja de um Grupo Espanhol a apresentar melhores indicadores em todas as rúbricas. Sera que é porque desde 2000 para além da supervisão do Banco de Portugal também tem a do Banco de Espanha?


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