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ONU admite apoio a nova missão árabe na Síria

9 de Fevereiro, 2012
O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, admitiu que a Liga Árabe pretende voltar a intervir na monitorização da acção do regime sírio através do envio de um novo leque de observadores, numa missão que se prevê conjunta com a ONU.

A decisão surge numa altura em que os bombardeamentos do Exército na cidade de Homs, que começaram no sábado, se multiplicam com o intuito de recuperar o controlo da cidade maioritariamente dominada pelos rebeldes da oposição.

De acordo com activistas, centenas de pessoas terão morrido nesta nova vaga de violência na terceira maior cidade do país, registando-se já cerca de 30 mortes nesta quinta-feira, o sexto dia de bombardeamentos intensivos.

E enquanto a situação de violência parece cada vez mais descontrolada, as várias potências mundiais tentam encontrar novas aproximações diplomáticas rumo ao fim do derrame de sangue encabeçado por Bashar al-Assad.

Depois da declaração, o secretário-geral da ONU não quis fornecer mais detalhes acerca da intervenção, mas a ideia parece querer dar um novo alento à anterior missão da Liga Árabe, que fracassou devido a questões de segurança.

«Estamos prontos para ajudar de todas as maneiras possíveis para melhorar a situação no terreno», avançou Ban Ki-moon, que também reiterou o seu «profundo pesar» pela incapacidade da ONU de falar a uma só voz na estratégia de travar o regime sírio. Referia-se com isto à posição da Rússia e da China, que vetaram no passado sábado uma resolução de apelo ao afastamento de Assad.

Perante a dificuldade em encontrar um consenso e uma estratégia eficaz, o secretário-geral das Nações Unidas mostrou grande preocupação: «Temo que a brutalidade que testemunhamos em Homs, com bombardeamentos em bairros civis, seja um prenúncio sombrio do pior que ainda está para vir».

AP/SOL




5 Comentários
sinadelis
29.08.2012 - 00:42
ONU cala-se.

Força Assad!
GUEDES1955
15.02.2012 - 14:17
Ontem já era tarde, estão a ser cometidos crimes contra a população, e contra a humanidade.
Porque espera a ONU?
Avancem já com uma zona de esclusão aerea, e com sanções económicas ao clâ ASSAD.
Congelamento imediato de todas as contas no exterior, quer sejam da Siria ou de membros do governo.
Proibição de venda de petróleo à siria.
Ataque aereo imediato a todas as forças sirias que cercam Homs.
Destruição de infraestruturas que estejam a ser usadas para apoiar os ataques à população.
Aeroportos, bases militares, centro de comando, governo e palácio presidencial.
BASTA DE CRIMES CONTRA CIVIS E CONTRA A HUMANIDADE.
vicentearaujo2
09.02.2012 - 19:53
Não será necessária nenhuma "missão". A paz já esta sendo negociada na Síria - esperemos que a "Comunidade",que não a deseja, deixe os sírios,somente eles, resolverem os assuntos da Síria e que não a usem como pretexto para atingir o Irão.
pedrox
09.02.2012 - 17:19
Se em Portugal e nos paises democraticos os manifestantes fossem bombardados quando protestam ,há dezenas de anos que tinha-mos livrado da porcaria comunista tantas sao as manifes e as greves contra todos os governos desde finais de 1975 ,mas nao seria mal pensado!!!!!! Vamos convidar o Assad a vir para cá uns tempos para resolver o problema!
Quetzal
09.02.2012 - 15:51
Uma boa missao seria uns misseis bem potentes no palacio da genocida ,sanguinario ditador,este canalha deste driminoso manda bombardear bairros pobres e mata impunemente,já sao para cima de 5 mil mortos e o filha de uma pvta (com respeito para as ditas) nao para a senda de terror ,sao indisvritiveis as imagens qiue passam nas tv, e uma vergonha para toda a humanidade o que este demente Bashar al-Assad,está a fazer!


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