 | pinto2007 04.08.2012 - 11:48 | |
os erros estão a repetir-se e parace que ninguem quer aprender com a desgraça e realidade alheia!
quanto aos iberistas, felizmente que não fomos absorvidos por castela!
os felipes deram-nos um cheirinho, mas muito realista da realidade da governação castelhana!
perdemos todos as colonias para ingleses, holanda, frança, etc..
a nossa armada, maior força de artilharia naval ...foi-se na armada invencive!, a nobreza portuguesa subjugada totalmente á corrupção castelhana!
oa impostos aumentaram desmensuradamente para poder pagar o fausto , megalomanias e imaginário de castela!
felizmente, que o povo se revoltou contra tanta desvairio fiscal e limpou a sebo a uns capangas pagos e a mando de castela!
o custo da autonomias em espanha consomem sómente 45% do PIB!
comparem o nº de deputados com os da alemanha, os PIBs, ... e seguramente que se calarão com os iberismos, autonomias, regionalismos!
muitos a pagar para poucos!
recuperámos , com e restauração quase todas as colonias e tornámos a ser alguem no mundo!
 | paralelo40 03.08.2012 - 20:23 | |
Malditos revanchistas de 40.
Podíamos ser uma província autonómica da Grande Espanha, lidamos com tostões e eles com milhões, tornámo-nos numa coutada de um punhado de parasitas, tal como os terrenos incultos do amado líder KIM. Aqui, estamos debaixo dos interesses personalizados nas figuras tristes dos agastados CDS/PSD/PS.
Os outros nem contam, são a verdadeira foto de um " povo????" ranhoso.
 | maio68 03.08.2012 - 19:29 | |
Vejam o exemplo da Argentina quando há 11 anos mandou às urtigas as imposições do FMI, as mesmas trafulhices que estão fazendo na Europa onde os trabalhadores e as classes pobre e média são chulados pelo oligarquia financeira nacional e internacional que foge ao fisco escondendo somas astronómicas de dinheiro em paraísos fiscais com o conluio vergonhoso de uma classe política de novos gansters que estão roubando os povos e delapidando as economias nacionais e vergando as respectivas soberanias aos interesses dos donos do mundo, exemplo argentino que os povos europeus deveriam exigir de imediato aos seus governantes.
Acabar com o euro, voltar às moedas nacionais, fazer uma extensa auditoria às dívidas externas e só pagar aquelas que efectivamente serviram o interesse público e não o dos vampiros da finança e banca, e a dívida efectivamente apurada só seria liquidada em situação de crescimento económico sustentado e não de recessão imposta.
«Este jueves Argentina ha anunciado que seguirá su política de desendeudamiento y abandonará este viernes el denominado 'corralito' bancario al pagar el último bono a los bancos del país.
La iniciativa fue pronunciada por el ministro de Economía del país, Hernán Lorenzino. “Falta 1 día. El desendeudamiento nos permite hacer más cosas para la gente", escribió en su cuenta de Twitter el ministro en medio de la cuenta atrás para el pago este viernes de los denominados Boden 2012 por un total de 2.281 millones de dólares.
La medida se produce once años después de que el Gobierno argentino en la peor caída económica en la historia confiscara 70.000 millones de dólares en depósitos de los ahorristas.
“La forma en que Argentina avanzó desde 2001 fue por un lado el no pago de una parte importante de la deuda pública externa y la segunda medida importante fue una devaluación de la moneda nacional para favorecer la colocación de los productos nacionales en el mercado mundial”, dijo a RT el profesor de economía política Julio César Gambina.
Entre tanto, los analistas establecen muchas analogías entre la Argentina de hace una década y la España actual, que vive una grave recesión, fuga de capitales, ajustes, desconfianza en el sistema y un gran nivel de desempleo.
El ex ministro de economía Argentino Roberto Lavagna advirtió que el país ibérico hoy en día está yendo por el escenario equivocado, repitiendo el error que cometió Argentina con el 'corralito'.
Por lo tanto, Gambina cree que los países europeos actualmente pueden aprender del ejemplo de Argentina. “Lo primero que tienen que hacer los países europeos es investigar la creciente deuda pública que los países tienen. Dejar de subordinarse a la presión de la banca trasnacional y a partir de esa investigación decidir cuál es la deuda que se tiene que pagar y cuál es la que no”, aconseja el experto.»