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OMA regista mais de quatro mil casos de violência doméstica em 10 meses

25 de Novembro, 2011

 

Foram registados 4412 casos de denúncias de violência doméstica entre Janeiro e Outubro, de acordo com o aconselhamento da Organização da Mulher Angolana (OMA).

A informação foi avançada hoje à Angop, em Luanda, pela secretária provincial OMA, Eulália Rocha, a propósito do lançamento da campanha do 16 dias do activismo contra a violência doméstica.

A responsável explicou que, do total acima referido, quinhentos e sete foram encaminhados ao Ministério da Assistência e Reinserção Social, enquanto 3.029 foram resolvidos a nível do aconselhamento. Segundo Eulália Rocha, Luanda é a província com maior número de casos de violência, visto que tem um quarto da população de Angola. Referiu ainda que relativamente aos municípios de Luanda, maior número de casos de violência doméstica foram registados nos municípios de Kilamba Kiaxi, Rangel e Maianga.

Quanto as campanhas de sensibilização, Eulália Rocha afirmou que os resultados são positivos, pois tem permitido que muitas mulheres e homens conheçam os seus direitos e deveres de forma a saber como agir perante actos de violência ou conflitos.

Avançou que a Lei sobe a Violência Doméstica é um instrumento que mostra que quem prevaricar terá de arcar com as consequências da pena estabelecida, pois a legislação é pública. Quanto aos tipos de violências mais registados, a responsável apontou as agressões físicas, ofensas morais e a fuga a paternidade, sem, no entanto, dar dados estatísticos. «Actualmente há maior informação no seio das pessoas, o que faz com que desperte as suas mentes e sem receios e medos procurem as suas soluções», disse.

Salientou que os casos que não são resolvidos na sala de aconselhamentos da OMA são encaminhados ao tribunal, esquadras policiais e ao Ministério da Assistência e Reinserção Social.

Angop/SOL




1 Comentário
clarificador
26.11.2011 - 18:19
Cada caso,é um caso...
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A "fuga à paternidade",é aqui um dos casos de violência doméstica indicados,mas que na denominação virtual do clarificador,não tem sentido;um Pai,virtualmente,NUNCA FOGE à PATERNIDADE(claro..).
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Qual a expressão virtualmente correcta,para a vossa "fuga à paternidade"(que expressão mais idiota!Como se um Homem Casado,um Pai,tivesse sequer intenção ou mesmo lhe passasse pela cabeça,"fugir" da sua Família....vocês,alguns cidadãos reais têm com cada uma,que mais parecem três!!)?A expressão denominativa virtualmente correcta,será esta :|Resistência dolosa ao reconhecimento por parte do progenitor genético,para fins legais e responsáveis,inerentes aos descendentes|.
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Um Homem,virtualmente não foge à Paternidade(Linha Afectuosa Profundamente Socalcada Dentro do Casamento);foge é no dia a seguir de uma queca fugaz, onde se esqueceu do preservativo ou houve um acidente e este rompeu-se,como exemplos.
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Muitos casos de violência doméstica,não surgem de "geração expontânea" e estão interligados,Se estes "prevaricadores" sofrem as consequências e alguns deles serão mesmo prevaricadores e até merecerão ser penalizados ....E OS OUTROS TODOS,AQUELES QUE TIRAM O TRABALHO ÀS PESSOAS,OS QUE AUMENTAM OS IMPOSTOS,SOBEM OS BENS ESSENCIAIS;JÁ NÃO CONSIDERAM VIOLÊNCIA e NÃO SABEM,que VIOLÊNCIA GERA VIOLÊNCIA?PORQUE NÃO DESCOBREM,QUEM ATIROU A PRIMEIRA PEDRA,DARIA MUITO MAIS TRABALHO,NÃO É???!!!!!É pois...
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É mais fácil prender, o que está "mais à mão"..pois..
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Sabem muito...mas,"chaticezita" : o clarificador virtual, não nasceu própriamente ontem.


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