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Efectivos da Polícia Nacional beneficiam de mais de 150 residências sociais

22 de Fevereiro, 2012
Cento e setenta e uma residências de média e baixa rendas foram entregues formalmente esta quarta-feira, em Luanda, aos efectivos da Polícia Nacional (PN), cujo projecto, denominado Vila Azul está localizado no município de Viana.

O comandante-geral da Polícia Nacional, Ambrósio de Lemos, procedeu simbolicamente a entrega de uma das residências de baixa renda a uma subinspectora da corporação, que manifestou a sua satisfação pela aquisição de um imóvel próprio.

Do lote de fogos habitacionais entregues formalmente, constam 94 de média renda e 77 de baixa renda, cujo projecto está a cargo do Cofre de Previdência do Pessoal da Polícia Nacional (CPPPN). O projecto, de grande dimensão, está a ser feito de forma faseada, sendo que na primeira fase foram já entregues mais de 250 residências.

A par desta cerimónia, procedeu-se ainda a inauguração de uma creche localizada na mesma Vila Azul, com capacidade para albergar 60 petizes, cujo corte da fita coube ao vice-ministro do Interior para a Protecção Civil e Bombeiros, Eugénio Laborinho.

Em declarações à Angop, o comandante-geral da Polícia Nacional, Ambrósio de Lemos, disse que o facto representa a materialização do projecto em termos de infra-estruturas na área social. «Primeiro a habitação, para que os efectivos possam desenvolver tranquilamente as suas actividades», disse.

Segundo o comissário-geral Ambrósio de Lemos, a criação de condições sociais para os efectivos da corporação constitui uma preocupação primária na direcção do órgão. «Para além do seu vencimento, que pode ou não corresponder com o custo de vida, a corporação tem que ter a preocupação de encontrar outros incentivos para que o polícia possa estar em condições absolutas de trabalhar», frisou.

Fez saber que o projecto se estenderá nas restantes províncias do país.

Já o comissário Luís Alexandre, responsável do Cofre de Previdência do Pessoal da Polícia Nacional (CPPPN), disse que a instituição que dirige tem estado a contribuir para que ao nível da corporação se possa melhorar as condições sociais dos efectivos. Adiantou que ao nível da PN não havia um órgão que olhasse para os assuntos do homem, fundamentalmente ligadas às suas condições sociais: casas, empréstimos bancários, entre outras situações que afligem o homem polícia. «Portanto, o Cofre tem estado a contribuir para minimizar tais preocupações», sublinhou.

Angop/SOL




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