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Dois maridos

22 de Agosto, 2011por José António Saraiva
O Diário de Notícias de 9 de Agosto titulava em manchete: ‘Violência doméstica leva polícia a investigar ex-deputado e marido’. Convenhamos que era um título muito pouco compreensível. Apetecia dizer: «Importa-se de repetir?». Mas por isso mesmo fui ler a notícia.

Os títulos incompreensíveis têm muitas vezes essa vantagem: levam os leitores a ler as notícias, na expectativa de perceberem do que se trata. Pelas mesmíssimas razões, os títulos demasiado explicativos têm o efeito contrário: afastam a leitura, pois as pessoas acham que já tudo está dito e que o texto pouco ou nada adiantará.

Pois bem, a notícia do DN relativa ao título em causa dizia o seguinte: «A chamada para a esquadra de Benfica foi feita a 12 de Julho por Carlos Maceno, que apresentava escoriações no pescoço, e acusou o marido, Jorge Nuno de Sá, de agressão». Pensei que tinha lido mal e voltei atrás. É certo que a prosa não era propriamente modelar. Não é muito ortodoxo uma notícia começar por «A chamada para a esquadra de Benfica foi feita a 12 de Julho…». Mas o que me desnorteou não foi isto – foi o nome da mulher. Havia supostamente uma mulher que tinha acusado o marido de agressão. Ora a mulher chamava-se Carlos Maceno. Foi isto que me fez voltar atrás.

Verifiquei, porém, que tinha lido bem o nome.

E neste preciso momento começou a fazer-se luz no meu espírito. A palavra «ex-deputado» constante do título da notícia, associada a uma suposta relação gay, recordou-me um facto ocorrido há poucos meses e de que eu ouvira falar: o casamento de um deputado do PSD com um homem. Esta notícia do DN reportava-se pois, certamente, a esse ‘casal’. O ex-deputado agredira a mulher (ou o marido?) e esta fizera queixa à Polícia.

Continuei a ler: «O ex-deputado do PSD, actualmente coordenador para a Educação da Freguesia de Alcântara, recusa falar da sua vida privada mas garante que nunca agrediu ninguém. O casal, que se casou a 31 de Janeiro, está já separado».

Neste ponto da leitura voltei a parar. Separado? Mas os gays, que travaram uma luta tão grande, tão longa e tão dura para poderem casar-se, separam-se afinal com a mesma facilidade dos outros casais? Não seria normal que, pelo menos nos primeiros tempos de vigência da nova lei, procurassem ser exemplares, até para provarem aos opositores que as suas convicções eram fortes e sua luta era justa?

Acresce que um dos membros do ‘casal’, Jorge Nuno de Sá, na altura deputado, pessoa com alguma notoriedade social, ao assumir o risco de tornar pública a sua homossexualidade e o seu amor por um homem, parecia querer dizer a todos que a decisão de se casar fora devidamente amadurecida. Ora, depois disso, qual o sentido de se separar ao fim de meia dúzia de meses?

Mas a leitura de mais pormenores sobre o ‘casal’ ajuda a lançar alguma luz sobre a história. O ainda marido (ou mulher?) de Nuno de Sá é um massagista de nacionalidade venezuelana, de nome Carlos Eduardo Yanez Marcano (e não Maceno como dizia o DN), com menos 10 anos do que ele. Perante este bilhete de identidade, compreendem-se melhor as zangas, as agressões – e finalmente a lavagem de roupa suja na praça pública.

O jovem venezuelano acusa o marido de o ter agredido na cabeça com um computador e um telemóvel – o que faz irresistivelmente lembrar a trágica cena ocorrida num hotel de Nova Iorque, em que Renato Seabra atacou Carlos Castro com um plasma.

O ex-deputado do PSD garante, porém, que não agrediu ninguém.

Seja qual for a verdade, uma coisa é certa: um dos membros do ‘casal’ está a mentir. Ou Carlos Marcano se queixou à Polícia sem razão e não foi agredido pelo marido (embora tivesse escoriações patentes no pescoço) ou Nuno de Sá mentiu e agrediu mesmo Marcano.

Nesta altura do texto o leitor já percebeu uma dificuldade semântica com que me tenho defrontado neste texto: não havendo neste ‘casal’ um marido e uma mulher, poderá falar-se em dois maridos? Ou seja: Carlos Marcano é marido de Jorge Nuno de Sá e este é marido de Carlos Marcano?

Não é fácil descrever estas situações. Por essas e por outras, numa recente entrevista a Manuel Luís Goucha reafirmei a minha oposição aos casamentos homossexuais. «O casamento é entre um homem e uma mulher», respondi. As palavras que usamos têm um significado que o tempo e o uso foram consolidando – e ‘casamento’ na nossa civilização quer dizer a união entre um homem e uma mulher, ou seja, o acto fundador de uma família. Querer que a palavra tenha outros significados é uma aberração que põe em causa as próprias referências do meio em que vivemos.

Claro que dois homens podem viver juntos – sejam irmãos, amigos, companheiros ou sócios em qualquer coisa. Como duas mulheres podem viver juntas, por variadíssimas razões. E é justo que as pessoas que vivem juntas tenham certos direitos em comum. Mas, para isso, não é necessário pôr em causa as nossas referências nem baralhar os nossos pobres espíritos.

Nem – já agora– complicar a vida aos pobres jornalistas, pondo-os a pensar se estará certo dizer ‘o ex-marido de Jorge Nuno de Sá’.

Confesso que, até ao dia de escrever este texto, não me tinha debruçado sobre o modo como deverão tratar-se os dois membros de um ‘casal’ homossexual. Será correcto falar de ‘dois maridos’ ou de ‘duas esposas’?

Num romance célebre, Jorge Amado falava, de facto, da existência de dois maridos. Mas aí havia uma mulher no meio: Dona Flor. E, se bem me lembro, os dois maridos não estavam propriamente no mesmo plano, pois um já tinha morrido e só reaparecia à noite para consolar a mulher.

Agora um casamento onde há dois maridos e nenhuma mulher é coisa muito estranha. Ainda mais estranha se acabar com uma queixa na esquadra. Embora uma queixa na esquadra por agressão conjugal – quer se trate de dois maridos, de duas mulheres ou de um marido e uma mulher – seja sempre uma forma muito triste de acabar um casamento.

jas@sol.pt




115 Comentários
Bruno Mendes
20.11.2011 - 17:32
SR. José Saraiva

Só gostava gostava de lhe perguntar/esclarecer o seguinte:

1- Se lhe faz tanta confusão o casamento entre pessoas do mesmo sexo, tenho a solução para si : Não se case com nenhum homem, e tem o assunto resolvido.

2- Se tivéssemos na era de 40 a 45 o senhor tinha um bom posto como ministro da propaganda na antiga alemanha... sabe que se o senhor consultar a propaganda da época... vai ter um deja vú...

3 - Se o senhor quer proteger a tradição milenar do casamento está a dirigir armas a trupe errada... acabe com o divorcio. Esse é que o grande inimigo do casamento ... não concorda ?

4- Sabe que a sua comichão toda a volta deste assunto soa-me a ciuminho ehehheeh Olhe que ainda vai a tempo :P
panguerreiro
07.11.2011 - 23:51
Hoje recebi o resultado da apreciação da Entidade Reguladora para a comunicação Social, para com as queixas feitas ao Sr. José António Saraiva, em relação ao seu artigo "Dois Maridos" publicado no jornal Sol, que foi, obviamente reprovada porque "atendendo a que a publicação da dita crónica se insere no âmbito do discurso opinativo e se enquadra, consequentemente, no exercício regular - e legítimo - da liberdade de expressão, não estando pois adstrita ao elenco de deveres ético-jurídico tipicamente aplicáveis a conteúdos jornalísticos de pendor informativo."

e esta foi a minha resposta:

Ao Conselho Regulador da ERC,

é com bastante descontentamento que recebo a confirmação de rejeição do seguimento das queixas levantadas contra o artigo de 22 de Agosto do presente ano do jornal SOL, intitulado "Dois Maridos" do Sr. José António Saraiva, visto que mesmo se tratando de um "discurso opinativo", viola a Lei nº 59/2007 de 04-09-2007, Artigo 1.º - Alteração ao Código Penal, Artigo 240.º - Discriminação racial, religiosa ou sexual, e cito:

" 2 - Quem, em reunião pública, por escrito destinado a divulgação ou através de qualquer meio de comunicação social ou sistema informático destinado à divulgação:

a) Provocar actos de violência contra pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual; ou
b) Difamar ou injuriar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual, nomeadamente através da negação de crimes de guerra ou contra a paz e a humanidade; ou
c) Ameaçar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual;

com a intenção de incitar à discriminação racial, religiosa ou sexual, ou de a encorajar, é punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos. (fim de citação).

Ora o Sr. José António Saraiva, saberá perfeitamente que um homem homossexual, não é tratado por termos no sexo feminino (exceptuando se se trate de um transexual, obviamente), como o faz no seu texto referindo-se a um dos implicados por "esposa" ou ainda "mulher" e duvidar la legitimidade de casamento ou do estatuto de casal entre parceiros do mesmo sexo. O referido texto é sem qualquer dúvida um acto injurioso e discriminatório, em suma Homofóbico.

É vergonhoso constatar-se que as instituições que servem o respeito mutuo entre cidadãos e a comunicação social, deixe passar impune actos como este, num país em que Leis defendem o contrário.

cordialmente

Paulo Guerreiro
panguerreiro
07.11.2011 - 22:59
Hoje recebi o resultado da apreciação da Entidade Reguladora para a comunicação Social, para com as queixas feitas ao Sr. José António Saraiva, em relação ao seu artigo "Dois Maridos" publicado no jornal Sol, que foi, obviamente reprovada porque "atendendo a que a publicação da dita crónica se insere no âmbito do discurso opinativo e se enquadra, consequentemente, no exercício regular - e legítimo - da liberdade de expressão, não estando pois adstrita ao elenco de deveres ético-jurídico tipicamente aplicáveis a conteúdos jornalísticos de pendor informativo."

e esta foi a minha resposta:

Ao Conselho Regulador da ERC,

é com bastante descontentamento que recebo a confirmação de rejeição do seguimento das queixas levantadas contra o artigo de 22 de Agosto do presente ano do jornal SOL, intitulado "Dois Maridos" do Sr. José António Saraiva, visto que mesmo se tratando de um "discurso opinativo", viola a Lei nº 59/2007 de 04-09-2007, Artigo 1.º - Alteração ao Código Penal, Artigo 240.º - Discriminação racial, religiosa ou sexual, e cito:

" 2 - Quem, em reunião pública, por escrito destinado a divulgação ou através de qualquer meio de comunicação social ou sistema informático destinado à divulgação:

a) Provocar actos de violência contra pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual; ou
b) Difamar ou injuriar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual, nomeadamente através da negação de crimes de guerra ou contra a paz e a humanidade; ou
c) Ameaçar pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo ou orientação sexual;

com a intenção de incitar à discriminação racial, religiosa ou sexual, ou de a encorajar, é punido com pena de prisão de seis meses a cinco anos. (fim de citação).

Ora o Sr. José António Saraiva, saberá perfeitamente que um homem homossexual, não é tratado por termos no sexo feminino (exceptuando se se trate de um transexual, obviamente), como o faz no seu texto referindo-se a um dos implicados por "esposa" ou ainda "mulher" e duvidar la legitimidade de casamento ou do estatuto de casal entre parceiros do mesmo sexo. O referido texto é sem qualquer dúvida um acto injurioso e discriminatório, em suma Homofóbico.

É vergonhoso constatar-se que as instituições que servem o respeito mutuo entre cidadãos e a comunicação social, deixe passar impune actos como este, num país em que Leis defendem o contrário.

cordialmente

Paulo Guerreiro
Luar
08.09.2011 - 06:42
A aberração de se chamar casamento...utilizem outra palavra...
Gezus O Messias Cristo
06.09.2011 - 01:22
Casamento gay?? mas o que é isso??
O casamento é junção e união de duas pessoas do sexo opsto, é uma tradição milenar com bastante história. Agora casamento gay? Isso nunca poderá ser chamado de casamento, o que poderá eventualmente ser chamado é de união, mas nunca casamento. isso é um facto.
Gezus O Messias Cristo
06.09.2011 - 00:15
Casamento gay?? mas o que é isso??
O casamento é junção e união de duas pessoas do sexo opsto, é uma tradição milenar com bastante história. Agora casamento gay? Isso nunca poderá ser chamado de casamento, o que poderá eventualmente ser chamado é de união, mas nunca casamento. isso é um facto.
Gezus O Messias Cristo
05.09.2011 - 23:33
Casamento gay?? mas o que é isso??
O casamento é junção e união de duas pessoas do sexo opsto, é uma tradição milenar com bastante história. Agora casamento gay? Isso nunca poderá ser chamado de casamento, o que poderá eventualmente ser chamado é de união, mas nunca casamento. isso é um facto.
Paulo Oliveira
05.09.2011 - 15:32
Artigo extremamente preconceituoso. Nunca esperaria este tipo de comentários por parte do director de um jornal de panorama nacional. Também só podia ser no Sol...
clarificador
05.09.2011 - 15:06
Clarifique-se:este texto faz todo o sentido e reacções algumas,infelizmente e devido à evolução para PIOR,também.
__
clarificação concluída.
cfps
02.09.2011 - 14:39
Cara Biranta,

Faltou-lhe um ponto essencial: comentar o facto de, já que não há direitos iguais (ou não deveria haver de acordo com a sua lógica), então também não há deveres como fazer descontos para os cofres públicos, pagar IRS, pagar IVA etc etc.
Já agora,quando se lembrar de falar em propaganda NAZI lembre-se ao que isso está associado...tenha um pouco mais de respeito pelas pessoas que efectivamente sofreram com isso. Para além da falta de respeito óbvio que demonstra por pessoas diferentes de si,também o faz para com pessoas que muito sofreram nas mão do governo de Hitler (homossexuais incluidos,milhares mortos).RESPEITO é o que lhe falta!
Biranta
31.08.2011 - 12:37
Olá cfps!
Eu tinha-me despedido disto porque o caso não justifica nem o temnpo já perdido. Mas como você teve a amabilidade de perder tanto tempo par me doutrinar, cá vai uma resposta curta e esclarecedora:
A base da sua argumentação é, TODA ELA, pura PROPAGANDA NAZI... Inconsistente, incoerente, demagógica, estúpida, sem qualquer fundamento lógico, propositadamente e premeditadamente ofensiva e achincalhadora... como convém à Propaganda Nazi.
O seu discurso e os seus raciocínios "não têm ponta por onde se lhes pegue. São um chorrilho de asneiras e de disparates que só me vêm dar mais razão. Aliás, estes comentários aqui são bem reveladores do tipo de "associações mafiosas" (os americanos chamam-lhes "lobbies") ANTI-SOCIAIS, sectários, tendenciosos e homofóbicos EM QUE OS HOMOSSEXUAIS se movimentam e se "organizam", beneficiando-se mutuamente em prejuízo dos restantes, DA MAIORIA. Foi assim que fui prejudicada... não por um homossexual. Mas aí tem razão: já fui muito prejudicada e até molestada por heterossexuais (com a coinsciência de que não poderia contar com a solidariedade – só com os lamentos – dos homossexuais)
Não me vou alongar porque o nauseabundo da prosa, da sua e da dos outros, NÃO O JUSTIFICA. Vocês só têm tantos favorecimentos e beneficiam de tantos compadrios devido aos vossos amigos no poder porque o sistema eleitoral é VIGARISTA E NAZI, caso contrário estariam no vosso lugar, DEMOCRATICAMENTE e não a exercer ditadura sobre os outros.
Mas eu não gosto de falar sem JUSTIFICAR o que digo e, para isso, apenas um exemplo colhido do seu arrazoado, para ilustrar TUDO o que digo a respeito dele:
Você diz que, na idade média, as mães solteiras eram apedrejadas até à morte, mas esqueceu-se de ter em lkinha de conta que eu sou mãe solteira, POR OPÇÃO... se não tivesse essa opção não optaria... Mas não fui exigir a ninguém que me passasse a considerar "casada", apenas porque tenho um filho (e não o fiz sozinha).
Por outro lado, você está muito enganado, SEGUNDO AS NOTÍCIAS, ainda hoje as mulheres são apedrejadas até á morte... por muito menos. Portanto, para quem pretende demonstrar um elevadíssimo grau de "cultura", informe-se melhor.
Por outro lado, você diz que, antigamente, as mulheres que tivessem filhos fora do casamento eram apedrejadas até á morte... Mas, noutro passo, você diz, e estou a transcrever: “Deveria, quanto mais não fosse por cultura, informar-se sobre a civilização que a antecede, remontando-se à Grécia antiga e da Roma Imperial”, tentando, com isso, fundamentar na tradição a existência da homossexualidade.
Dois problemas se põem:
- aqui não está em causa a existência ou não da homossexualidade e nem eu tenha nada que ver com as opções de cada um nessa matéria; aqui está em causa o facto de, CONTRA-NATURA, os homossexuais terem imposto (através dos seus, no poder) a adulteração duma instituição, o casamento, para poderem ser incluídos... não cabendo E SEM TEREM QUALQUER NECESSIDADE DISSO, apenas por capricho e arrivismo; isto contra a vontade da maioria das pessoas.;
- Por outro lado, na Grécia antiga e Roma Imperial, havia outros “usos”: como por exemplo as lutas de gladiadores (até à morte), a escravatura, o espectáculo de fazer os condenados serem comidos pelas feras, etc. etc. etc.
Portanto, essa sua fundamentação de argumentação, essa sua “justificação” vale ZERO... ou seja: PROPAGANDA NAZI... Como todo o resto, por isso você me atribui epítetos que não mereço, que lhe assentam bem a si, e interpreta mal tudo o que digo, desvia a questão e transforma uma simples atitude de querer AS COISAS NO SEU LUGAR, democraticamente, num ataque a quem tem outras opções sexuais... Mais uma vez se denuncia: PURA PROPAGANDA NAZI. Nisso vocês são exímios, como se vê nestes comentários... e isso diz tudo acerca das nossas divergências. Vocês, quando as pessoas se opõem aos vossos CAPRICHOS de gente “inquieta”, respondem com TERRORISMO PSICOLÓGICO NAZI, onde vale tudo; onde vale, principlamente, deturpar e mistificar as questões, vale a incoerência, como demonstrei, vale o insulkto e o schincalhamento de “coitadinhos”. Curewm-se dos vossos tiques reaccionários, respeitem os que são diferentes de vós e respeitem a democracia (instituições sociais são para serem como a sociedade decidir) e poderemos viver em paz.
Portanto, recapitulando: quem é retrógrado, reaccionário e terroristicamente homofóbico são vocês (os que são, os que aparecem e movem influências, porque haverá certamente quem o não seja... mas esses não se vêem, tal como acontece com os heterossexuais).
Biranta
31.08.2011 - 12:36
Olá cfps!
Eu tinha-me despedido disto porque o caso não justifica nem o temnpo já perdido. Mas como você teve a amabilidade de perder tanto tempo par me doutrinar, cá vai uma resposta curta e esclarecedora:
A base da sua argumentação é, TODA ELA, pura PROPAGANDA NAZI... Inconsistente, incoerente, demagógica, estúpida, sem qualquer fundamento lógico, propositadamente e premeditadamente ofensiva e achincalhadora... como convém à Propaganda Nazi.
O seu discurso e os seus raciocínios "não têm ponta por onde se lhes pegue. São um chorrilho de asneiras e de disparates que só me vêm dar mais razão. Aliás, estes comentários aqui são bem reveladores do tipo de "associações mafiosas" (os americanos chamam-lhes "lobbies") ANTI-SOCIAIS, sectários, tendenciosos e homofóbicos EM QUE OS HOMOSSEXUAIS se movimentam e se "organizam", beneficiando-se mutuamente em prejuízo dos restantes, DA MAIORIA. Foi assim que fui prejudicada... não por um homossexual. Mas aí tem razão: já fui muito prejudicada e até molestada por heterossexuais (com a coinsciência de que não poderia contar com a solidariedade – só com os lamentos – dos homossexuais)
Não me vou alongar porque o nauseabundo da prosa, da sua e da dos outros, NÃO O JUSTIFICA. Vocês só têm tantos favorecimentos e beneficiam de tantos compadrios devido aos vossos amigos no poder porque o sistema eleitoral é VIGARISTA E NAZI, caso contrário estariam no vosso lugar, DEMOCRATICAMENTE e não a exercer ditadura sobre os outros.
Mas eu não gosto de falar sem JUSTIFICAR o que digo e, para isso, apenas um exemplo colhido do seu arrazoado, para ilustrar TUDO o que digo a respeito dele:
Você diz que, na idade média, as mães solteiras eram apedrejadas até à morte, mas esqueceu-se de ter em lkinha de conta que eu sou mãe solteira, POR OPÇÃO... se não tivesse essa opção não optaria... Mas não fui exigir a ninguém que me passasse a considerar "casada", apenas porque tenho um filho (e não o fiz sozinha).
Por outro lado, você está muito enganado, SEGUNDO AS NOTÍCIAS, ainda hoje as mulheres são apedrejadas até á morte... por muito menos. Portanto, para quem pretende demonstrar um elevadíssimo grau de "cultura", informe-se melhor.
Por outro lado, você diz que, antigamente, as mulheres que tivessem filhos fora do casamento eram apedrejadas até á morte... Mas, noutro passo, você diz, e estou a transcrever: “Deveria, quanto mais não fosse por cultura, informar-se sobre a civilização que a antecede, remontando-se à Grécia antiga e da Roma Imperial”, tentando, com isso, fundamentar na tradição a existência da homossexualidade.
Dois problemas se põem:
- aqui não está em causa a existência ou não da homossexualidade e nem eu tenha nada que ver com as opções de cada um nessa matéria; aqui está em causa o facto de, CONTRA-NATURA, os homossexuais terem imposto (através dos seus, no poder) a adulteração duma instituição, o casamento, para poderem ser incluídos... não cabendo E SEM TEREM QUALQUER NECESSIDADE DISSO, apenas por capricho e arrivismo; isto contra a vontade da maioria das pessoas.;
- Por outro lado, na Grécia antiga e Roma Imperial, havia outros “usos”: como por exemplo as lutas de gladiadores (até à morte), a escravatura, o espectáculo de fazer os condenados serem comidos pelas feras, etc. etc. etc.
Portanto, essa sua fundamentação de argumentação, essa sua “justificação” vale ZERO... ou seja: PROPAGANDA NAZI... Como todo o resto, por isso você me atribui epítetos que não mereço, que lhe assentam bem a si, e interpreta mal tudo o que digo, desvia a questão e transforma uma simples atitude de querer AS COISAS NO SEU LUGAR, democraticamente, num ataque a quem tem outras opções sexuais... Mais uma vez se denuncia: PURA PROPAGANDA NAZI. Nisso vocês são exímios, como se vê nestes comentários... e isso diz tudo acerca das nossas divergências. Vocês, quando as pessoas se opõem aos vossos CAPRICHOS de gente “inquieta”, respondem com TERRORISMO PSICOLÓGICO NAZI, onde vale tudo; onde vale, principlamente, deturpar e mistificar as questões, vale a incoerência, como demonstrei, vale o insulkto e o schincalhamento de “coitadinhos”. Curewm-se dos vossos tiques reaccionários, respeitem os que são diferentes de vós e respeitem a democracia (instituições sociais são para serem como a sociedade decidir) e poderemos viver em paz.
Portanto, recapitulando: quem é retrógrado, reaccionário e terroristicamente homofóbico são vocês (os que são, os que aparecem e movem influências, porque haverá certamente quem o não seja... mas esses não se vêem, tal como acontece com os heterossexuais).
Biranta
31.08.2011 - 12:36
Olá cfps!
Eu tinha-me despedido disto porque o caso não justifica nem o temnpo já perdido. Mas como você teve a amabilidade de perder tanto tempo par me doutrinar, cá vai uma resposta curta e esclarecedora:
A base da sua argumentação é, TODA ELA, pura PROPAGANDA NAZI... Inconsistente, incoerente, demagógica, estúpida, sem qualquer fundamento lógico, propositadamente e premeditadamente ofensiva e achincalhadora... como convém à Propaganda Nazi.
O seu discurso e os seus raciocínios "não têm ponta por onde se lhes pegue. São um chorrilho de asneiras e de disparates que só me vêm dar mais razão. Aliás, estes comentários aqui são bem reveladores do tipo de "associações mafiosas" (os americanos chamam-lhes "lobbies") ANTI-SOCIAIS, sectários, tendenciosos e homofóbicos EM QUE OS HOMOSSEXUAIS se movimentam e se "organizam", beneficiando-se mutuamente em prejuízo dos restantes, DA MAIORIA. Foi assim que fui prejudicada... não por um homossexual. Mas aí tem razão: já fui muito prejudicada e até molestada por heterossexuais (com a coinsciência de que não poderia contar com a solidariedade – só com os lamentos – dos homossexuais)
Não me vou alongar porque o nauseabundo da prosa, da sua e da dos outros, NÃO O JUSTIFICA. Vocês só têm tantos favorecimentos e beneficiam de tantos compadrios devido aos vossos amigos no poder porque o sistema eleitoral é VIGARISTA E NAZI, caso contrário estariam no vosso lugar, DEMOCRATICAMENTE e não a exercer ditadura sobre os outros.
Mas eu não gosto de falar sem JUSTIFICAR o que digo e, para isso, apenas um exemplo colhido do seu arrazoado, para ilustrar TUDO o que digo a respeito dele:
Você diz que, na idade média, as mães solteiras eram apedrejadas até à morte, mas esqueceu-se de ter em lkinha de conta que eu sou mãe solteira, POR OPÇÃO... se não tivesse essa opção não optaria... Mas não fui exigir a ninguém que me passasse a considerar "casada", apenas porque tenho um filho (e não o fiz sozinha).
Por outro lado, você está muito enganado, SEGUNDO AS NOTÍCIAS, ainda hoje as mulheres são apedrejadas até á morte... por muito menos. Portanto, para quem pretende demonstrar um elevadíssimo grau de "cultura", informe-se melhor.
Por outro lado, você diz que, antigamente, as mulheres que tivessem filhos fora do casamento eram apedrejadas até á morte... Mas, noutro passo, você diz, e estou a transcrever: “Deveria, quanto mais não fosse por cultura, informar-se sobre a civilização que a antecede, remontando-se à Grécia antiga e da Roma Imperial”, tentando, com isso, fundamentar na tradição a existência da homossexualidade.
Dois problemas se põem:
- aqui não está em causa a existência ou não da homossexualidade e nem eu tenha nada que ver com as opções de cada um nessa matéria; aqui está em causa o facto de, CONTRA-NATURA, os homossexuais terem imposto (através dos seus, no poder) a adulteração duma instituição, o casamento, para poderem ser incluídos... não cabendo E SEM TEREM QUALQUER NECESSIDADE DISSO, apenas por capricho e arrivismo; isto contra a vontade da maioria das pessoas.;
- Por outro lado, na Grécia antiga e Roma Imperial, havia outros “usos”: como por exemplo as lutas de gladiadores (até à morte), a escravatura, o espectáculo de fazer os condenados serem comidos pelas feras, etc. etc. etc.
Portanto, essa sua fundamentação de argumentação, essa sua “justificação” vale ZERO... ou seja: PROPAGANDA NAZI... Como todo o resto, por isso você me atribui epítetos que não mereço, que lhe assentam bem a si, e interpreta mal tudo o que digo, desvia a questão e transforma uma simples atitude de querer AS COISAS NO SEU LUGAR, democraticamente, num ataque a quem tem outras opções sexuais... Mais uma vez se denuncia: PURA PROPAGANDA NAZI. Nisso vocês são exímios, como se vê nestes comentários... e isso diz tudo acerca das nossas divergências. Vocês, quando as pessoas se opõem aos vossos CAPRICHOS de gente “inquieta”, respondem com TERRORISMO PSICOLÓGICO NAZI, onde vale tudo; onde vale, principlamente, deturpar e mistificar as questões, vale a incoerência, como demonstrei, vale o insulkto e o schincalhamento de “coitadinhos”. Curewm-se dos vossos tiques reaccionários, respeitem os que são diferentes de vós e respeitem a democracia (instituições sociais são para serem como a sociedade decidir) e poderemos viver em paz.
Portanto, recapitulando: quem é retrógrado, reaccionário e terroristicamente homofóbico são vocês (os que são, os que aparecem e movem influências, porque haverá certamente quem o não seja... mas esses não se vêem, tal como acontece com os heterossexuais).
Biranta
31.08.2011 - 12:35
Olá cfps!
Eu tinha-me despedido disto porque o caso não justifica nem o temnpo já perdido. Mas como você teve a amabilidade de perder tanto tempo par me doutrinar, cá vai uma resposta curta e esclarecedora:
A base da sua argumentação é, TODA ELA, pura PROPAGANDA NAZI... Inconsistente, incoerente, demagógica, estúpida, sem qualquer fundamento lógico, propositadamente e premeditadamente ofensiva e achincalhadora... como convém à Propaganda Nazi.
O seu discurso e os seus raciocínios "não têm ponta por onde se lhes pegue. São um chorrilho de asneiras e de disparates que só me vêm dar mais razão. Aliás, estes comentários aqui são bem reveladores do tipo de "associações mafiosas" (os americanos chamam-lhes "lobbies") ANTI-SOCIAIS, sectários, tendenciosos e homofóbicos EM QUE OS HOMOSSEXUAIS se movimentam e se "organizam", beneficiando-se mutuamente em prejuízo dos restantes, DA MAIORIA. Foi assim que fui prejudicada... não por um homossexual. Mas aí tem razão: já fui muito prejudicada e até molestada por heterossexuais (com a coinsciência de que não poderia contar com a solidariedade – só com os lamentos – dos homossexuais)
Não me vou alongar porque o nauseabundo da prosa, da sua e da dos outros, NÃO O JUSTIFICA. Vocês só têm tantos favorecimentos e beneficiam de tantos compadrios devido aos vossos amigos no poder porque o sistema eleitoral é VIGARISTA E NAZI, caso contrário estariam no vosso lugar, DEMOCRATICAMENTE e não a exercer ditadura sobre os outros.
Mas eu não gosto de falar sem JUSTIFICAR o que digo e, para isso, apenas um exemplo colhido do seu arrazoado, para ilustrar TUDO o que digo a respeito dele:
Você diz que, na idade média, as mães solteiras eram apedrejadas até à morte, mas esqueceu-se de ter em lkinha de conta que eu sou mãe solteira, POR OPÇÃO... se não tivesse essa opção não optaria... Mas não fui exigir a ninguém que me passasse a considerar "casada", apenas porque tenho um filho (e não o fiz sozinha).
Por outro lado, você está muito enganado, SEGUNDO AS NOTÍCIAS, ainda hoje as mulheres são apedrejadas até á morte... por muito menos. Portanto, para quem pretende demonstrar um elevadíssimo grau de "cultura", informe-se melhor.
Por outro lado, você diz que, antigamente, as mulheres que tivessem filhos fora do casamento eram apedrejadas até á morte... Mas, noutro passo, você diz, e estou a transcrever: “Deveria, quanto mais não fosse por cultura, informar-se sobre a civilização que a antecede, remontando-se à Grécia antiga e da Roma Imperial”, tentando, com isso, fundamentar na tradição a existência da homossexualidade.
Dois problemas se põem:
- aqui não está em causa a existência ou não da homossexualidade e nem eu tenha nada que ver com as opções de cada um nessa matéria; aqui está em causa o facto de, CONTRA-NATURA, os homossexuais terem imposto (através dos seus, no poder) a adulteração duma instituição, o casamento, para poderem ser incluídos... não cabendo E SEM TEREM QUALQUER NECESSIDADE DISSO, apenas por capricho e arrivismo; isto contra a vontade da maioria das pessoas.;
- Por outro lado, na Grécia antiga e Roma Imperial, havia outros “usos”: como por exemplo as lutas de gladiadores (até à morte), a escravatura, o espectáculo de fazer os condenados serem comidos pelas feras, etc. etc. etc.
Portanto, essa sua fundamentação de argumentação, essa sua “justificação” vale ZERO... ou seja: PROPAGANDA NAZI... Como todo o resto, por isso você me atribui epítetos que não mereço, que lhe assentam bem a si, e interpreta mal tudo o que digo, desvia a questão e transforma uma simples atitude de querer AS COISAS NO SEU LUGAR, democraticamente, num ataque a quem tem outras opções sexuais... Mais uma vez se denuncia: PURA PROPAGANDA NAZI. Nisso vocês são exímios, como se vê nestes comentários... e isso diz tudo acerca das nossas divergências. Vocês, quando as pessoas se opõem aos vossos CAPRICHOS de gente “inquieta”, respondem com TERRORISMO PSICOLÓGICO NAZI, onde vale tudo; onde vale, principlamente, deturpar e mistificar as questões, vale a incoerência, como demonstrei, vale o insulkto e o schincalhamento de “coitadinhos”. Curewm-se dos vossos tiques reaccionários, respeitem os que são diferentes de vós e respeitem a democracia (instituições sociais são para serem como a sociedade decidir) e poderemos viver em paz.
Portanto, recapitulando: quem é retrógrado, reaccionário e terroristicamente homofóbico são vocês (os que são, os que aparecem e movem influências, porque haverá certamente quem o não seja... mas esses não se vêem, tal como acontece com os heterossexuais).
Marta Guerreiro
30.08.2011 - 23:46
Estou chocada com tal artigo, o mesmo não deveria sequer ser permitido num Jornal tão, ou quase tão, conceituado, como o Sol. Revela ser extremamente preconceituoso, e sem querer especular muito, acredito que com um pouco de pressão pública, ele seria mesmo obrigado a "desaparecer do mapa", passo a expressão.
Onde é que já se viu utilizar-se expressões como: «Agora um casamento onde há dois maridos e nenhuma mulher é coisa muito estranha.» ou ainda «Seja qual for a verdade, uma coisa é certa: um dos membros do ‘casal’ está a mentir.» utilizando aspas na palavra - casal - (lamento imenso que isso lhe cause algum enjoou, mas é casal mesmo, e sem aspas caro José Saraiva.
Acrescento ainda que tenho um amor imenso pelo trabalho jornalístico, no entanto, é triste usar o talento da escrita associado ao revelar informação, para passar a raiva preconceituosa que vai dentro de cada um. É triste e não deveria ser permitido.
Espero que alguém tome alguma atitude relativamente ao artigo em cima, pois a democracia ainda não chegou a tanto (até porque liberdade de expressão não é sinónimo de racismo/preconceito).
Martalguerreiro
30.08.2011 - 23:42
Estou chocada com tal artigo, o mesmo não deveria sequer ser permitido num Jornal tão, ou quase tão, conceituado, como o Sol. Revela ser extremamente preconceituoso, e sem querer especular muito, acredito que com um pouco de pressão pública, ele seria mesmo obrigado a "desaparecer do mapa", passo a expressão.
Onde é que já se viu utilizar-se expressões como: «Agora um casamento onde há dois maridos e nenhuma mulher é coisa muito estranha.» ou ainda «Seja qual for a verdade, uma coisa é certa: um dos membros do ‘casal’ está a mentir.» utilizando aspas na palavra - casal - (lamento imenso que isso lhe cause algum enjoou, mas é casal mesmo, e sem aspas caro José Saraiva.
Acrescento ainda que tenho um amor imenso pelo trabalho jornalístico, no entanto, é triste usar o talento da escrita associado ao revelar informação, para passar a raiva preconceituosa que vai dentro de cada um. É triste e não deveria ser permitido.
Espero que alguém tome alguma atitude relativamente ao artigo em cima, pois a democracia ainda não chegou a tanto (até porque liberdade de expressão não é sinónimo de racismo/preconceito).
Beatriz Pereira
30.08.2011 - 18:40
Estou bastante mais enjoada com os algusn dos comentários aqui estritos do que com o artigo em si. Sim, algumas pessoas têm o direito de estar ainda confusas acerca do casamento homossexual. Afinal, a lei é recente. O que não têm direito é de insultar quem beneficia dessa lei, especialmente se não prejudica ninguém. Não me parece que o autor do artigo tovesse como intenção criar um julgamento base na orientação sexual dos envolvidos, meramente expressar a sua confusão. Mas deu uma desculpa excelente a todos os preconceituosos por aí para virem comentar aqui, como se tivessem encontrado a sua alma gémea... Não temos já problemas suficientes para nos virmos meter na vida conjugal de outras pessoas?
Beatriz Pereira
30.08.2011 - 18:40
Estou bastante mais enjoada com os algusn dos comentários aqui estritos do que com o artigo em si. Sim, algumas pessoas têm o direito de estar ainda confusas acerca do casamento homossexual. Afinal, a lei é recente. O que não têm direito é de insultar quem beneficia dessa lei, especialmente se não prejudica ninguém. Não me parece que o autor do artigo tovesse como intenção criar um julgamento base na orientação sexual dos envolvidos, meramente expressar a sua confusão. Mas deu uma desculpa excelente a todos os preconceituosos por aí para virem comentar aqui, como se tivessem encontrado a sua alma gémea... Não temos já probelmas suficientes para nos vrimso meter na vida conjugal de outras pessoas?
Renato Araújo
30.08.2011 - 17:57
não sabia que o PNR tinha direito a artigos de opinião no sol...
Pedro Miguel Ferreira d'Almeida
30.08.2011 - 12:37
Uma falsa ingenuidade que revela uma ignorância aterradora. Um texto sublinear que tenta ferir, enxovalhar e generalizar. Um chien-écrasés escondido debaixo das saias da Liberdade de Expressão. Sinto muito que o tempo o tenha tornado a si, José, um homem ignorante sem o saber.



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