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Como lidar com pessoas más

23 de Julho, 2012por Margarida Rebelo Pinto
A minha educação católica ensinou-me a ver o próximo com bons olhos, até informação em contrário. Se disser que na minha família mais chegada não há ninguém mau, dá para perceber como sou uma pessoa cheia de sorte.

O problema de se nascer numa família de pessoas boas é que não crescemos a aprender a lidar com o mal. Muitas vezes nem sequer desenvolvemos mecanismos para o reconhecer, como é uma realidade que nunca nos tocou, não somos atentos nem sensíveis a ela.

Quando estava a entrar na faixa dos 20, tive uma amiga má. Uma amiga má é uma ferramenta fundamental para o crescimento de qualquer mulher, porque ela ensina-nos imensas coisas, nomeadamente a ser má, se for preciso. Hoje já teria os mecanismos de defesa devidamente treinados para detectar a maldade na dita amiga, mas com 20 anos o mundo é lindo, todas as cidades que visitamos nos parecem boas para viver, apaixonamo-nos com grande facilidade e encantamo-nos com tudo o que é novo, estimulante e diferente.

A minha amiga era divertida, bem-disposta, disponível e parecia gostar muito de mim, até ao dia em que me tornei namorada do seu único irmão. Passei então de princesa a Gata Borralheira, porque a minha suposta amiga fazia tudo o que estava ao seu alcance para me deitar abaixo. Vivi dois anos mergulhada num inferno, sem saber como lidar com aquilo, porque o meu treino em maldade era nulo. E quando tudo se acabou, guardei as lições que aprendi do convívio amargo com aquele ser por quem os meus sentimentos passaram da admiração à raiva, da raiva ao desprezo e deste à indiferença.

Quis a divina providência que a ‘cunhada má’, versão da irmã má da Cinderela, dos anos 90, nunca mais se cruzasse no meu caminho, mas se isso um dia ainda acontecer, imagino-me a cumprimentá-la com um sorriso quase simpático. Na verdade, estou-lhe grata por me ter mostrado que existem pessoas que se alimentam de maldade pura, cuja existência se consome em prejudicar deliberadamente a vida alheia e para quem o único interesse está em chatear, criticar ou prejudicar o próximo.

A noção de maldade humana também me ensinou que não devemos ser bons para quem nos trata mal. Quando alguém nos desrespeita ou demonstra por actos e palavras – ou pela ausência dos mesmos – falta de estima, de consideração, de empatia ou da mais elementar simpatia, não devemos responder na mesma moeda; o melhor é nem sequer responder.

É difícil passar da admiração directamente para a indiferença, mas com o treino, consegue-se. O tempo é o nosso maior aliado, porque a vida é mesmo curta. Basta pensar que não podemos dar-nos ao luxo de perder tempo com quem não merece nada de nós. E é bom não esquecer que os adultos são como as crianças: só vão até onde os deixam ir. Como disse uma vez o avô de um amigo meu em São Carlos, a meio de uma ópera muito chata: «Basta que é difícil».

As pessoas más são pessoas difíceis, tristes, que não cresceram bem. Ser mau é como ter um pé boto ou um olho vesgo. As pessoas más são mal acabadas e, por isso, o melhor é acabar com elas na nossa vida antes que elas acabem connosco.




20 Comentários
michu63
02.08.2012 - 11:07
bom, eu fujo das pessoas más...concordo com o seu artigo de opinião.
Azedo
29.07.2012 - 21:19
Também já estou a ensalivar, Kalvin.
Deve ser bem apanhado, ler a elitista e muito tia Guida Rebelo a vergastar os seus congéneres. Uma fulana urbanóide que escreve umas coisas sobre as relações de gente muito Chiado, colada em scrappers de papel biblia e perfumado, vem agora aí armada em metalúrgica/estivadora , defensora do povinho anónimo e f*****, a zurzir nos-que mandam-na-gente?
No lo creo, hombre!
surpreso
28.07.2012 - 12:37
Era o que faltava,agora virarmos "kalvinistas"...
Kalvin
28.07.2012 - 09:41
Enquanto isso, vamos tentando sobreviver neste ambiente hostil em que Portugal se tornou, país gerido por mafiosos.

Estou ansioso pelo novo artigo de MRP. Nada como alguém dar o pontapé de saída para se poder escrever umas boas sátiras às elites deste país. Venha de lá a próxima terça-feira, caraças ! :)

As elites portuguesas, em termos de sujidade, fazem-me lembrar aqueles fiozinhos de pinhões que havia antigamente à venda nas feiras das terrinhas. Quando se puxava por um pinhão, vinham os outros todos atrás. A coisa mais engraçada é que hoje, adultos, lembramo-nos que as velhotas que metiam os pinhões nesses fios lambiam-nos antes de os enfiarem no buraquinho que era feito no pinhão... e nós comíamos ! Tal como das elites, comemos tudo, só que há quem não goste de pinhões !

Era bom era que o artigo fosse publicado na segunda-feira em vez de na terça ! :) Eh eh eh eh ! Um abraço a todos e bom fim de semana !
Kalvin
28.07.2012 - 09:34
"Azedo", por acaso, por vezes podia ser mais sucinto, mas nem sempre se pode, embora pense que o mais importante seja esclarecer.

Por essa internet fora lemos coisas bastante extensas e não nos queixamos da prolixidade. Algumas, sendo bastante reveladoras, merecem respostas mais extensas do que outras. Outras, alertando-nos para consequências ou retaliações nas nossas vidas, merecerão um tratamento especial, sobretudo se formos ameaçados de tráfico de influências visando o desemprego ou o pré-desemprego, expressão que alguns preferem aplicar.

E naturalmente que me estou a referir às elites e a quem as protege atacando pessoas inocentes. Elites essas que, segundo vi, aproveitarei para satirizar um pouco no próximo artigo de MRP que já li esta sexta na Tabu mas que aqui só é colocado às terças feiras seguintes... digo-lhe, estou ansioso por terça-feira, mas aviso desde já os mais incautos que as sátiras que irei escrever não se destinam à rapaziada cá do burgo mas ao que designo por elites mesmo, malta do topo dos topos de Portugal.

Neste país de corruptos em que para se viver, não tarda muito terá de se beijar a mão e ajoelhar e fazer uma vénia aos grandes senhores, resta-nos o consolo da fragilidade da condição do ser humano.

Para as elites portuguesas, o poder é absoluto, eterno e tem um dono único. Felizmente que, sem bebedeiras ou faltas de lucidez, que na realidade o poder é algo efémero. Ao longo destes quase 40 anos de neoliberalismo, tenho constatado que por vezes é mais fácil derrubar um governo, atingir poderosos, do que até levarmos a cabo algumas tarefas mais ou menos complexas com que somos confrontados no nosso dia a dia profissional. O problema é que ninguém pode dizer que "os meus corruptos são melhores do que os teus" e tirar uma máfia do poder, em Portugal, significa meter lá outra. Era fácil, mas seria um esforço inútil.
(cont.)
Azedo
27.07.2012 - 23:49
Este Kalvin, pela prolixidade, fica algures entre o Clarificador e a Azeitona Albina.
Kalvin
27.07.2012 - 23:29
(cont.) Procurei complementar o texto e concordei com a maioria das coisas, agora é claro que ainda que não constituindo carapuças, pois não foi essa a intenção, a realidade é que só as enfia quem quer.

Para mais, para criticar, tenho inúmeras figuras públicas da sociedade portuguesa a quem o fazer, algumas das quais já me prejudicaram, assim como a todos os portugueses, devido às suas decisões irresponsáveis.

E, embora não os tenha lido, mais facilmente lerei os livros de MRP do que perderei o meu tempo a ler livros de políticos que defraudaram o país e ainda se permitem ir publicando umas coisas com uns títulos pomposos, quando na realidade, esses livros dos políticos portugueses, mais valia que as editoras lhes dessem um título genérico como por exemplo "Como é que eu, o político X, consegui roubar-vos a todos, portugueses, e vocês ainda me agradecem e votam em mim".

Como referi, as carapuças são para quem entende que lhe servem, ainda que não tenha sido essa a intenção. Naturalmente que num mundo com gente com as personalidades mais diversas e que costumem ler os nossos comentários, até posso acreditar que tenha conseguido encaixar uns chapéus nas cabeças de alguém, mas de certeza que isso não terá sido nem na articulista nem nos que comentaram este artigo até agora, apesar das críticas que alguns me fizeram.

A sério, não perco tempo nem a criticar comentadores nem jornalistas / cronistas. Há tanto para falar sobre o triste mundo das elites em Portugal que seria um desperdício de tempo estar a gastá-lo com críticas supérfluas e, diga-se de passagem, inúteis. A crítica de que gosto é aquela que faz com que, juntando todas as que vejo na internet no mesmo sentido, surgem depois na boca dos políticos e outros que tal a armarem-se em coitadinhos porque as pessoas dizem isto ou aquilo, etc. Essa sim, é a crítica que me apraz e que explica o desejo de muitas elites em encerrarem estes espaços ou controlá-los na totalidade. Um bom fim de semana a todos.

Kalvin
27.07.2012 - 23:14
Basta-me olhar para alguns dos comentários, não apenas neste artigo mas por essa internet fora, para constatar porque motivo Portugal chegou onde chegou e porque o povo português cai sempre no engôdo dos políticos, as vezes que eles querem e que forem necessárias para que tudo vá mudando e que tudo fique na mesma.

Um tipo não só concorda com o texto como inclusive dá uma achega. A autora nada escreveu sobre as coisas que comentei excepto a questão do factor irmã mais nova, algo que a própria concluiu que na altura ainda era muito jovem mas que hoje até lhe agradece porque lhe ensinou bastante.

Quanto ao resto, concordei com tudo e até procurei complementar. A interpretação que foi feita ao meu comentário apontou para uma crítica ou facadinhas contra o artigo. Et voilà, porque motivo os portugueses ouvem que há uma crise, forjam-lhe meia dúzia de provas e se preciso for até vão para o café insultar-se dizendo que a culpa era do PM anterior e que este coitadinho tem de pagar porque nos disse isto e mais aquilo e como tal, tem toda a razão. E tudo isto com o português a esquecer-se de fenómenos como alternância de poder, de mentir para liderar, de sossegar todo um povo e induzi-lo a acreditar que existe crise e mais, que os próprios estrangeiros, opinião habitualmente tida como importante para os "tugas" mesmo que nada valha, também dizem que sim, que é preciso reduzir salários, aceitar recibos verdes em vez de um contrato de trabalho normal, que é preciso pagar mais impostos, que os bancos não podem dar tanto juro, que é preciso pagar mais IMI.

E, pasme-se, há portugueses que são capazes de insultar o seu semelhante caso alguém lhes diga que estes chavões são a mais pura das maldades e falsidades. E tudo porquê ? Pelos mesmíssimos motivos que vejo na interpretação de um simples comentário, extrapolando essa forma de pensar para a política. (cont.)
MPortugal
27.07.2012 - 22:17
COncordo com o seu texto.
Azedo
27.07.2012 - 21:38
"porque um gajo que comprou os livros todos da Margafrida para oferecer às amigas, só lhes deseja mesmo muito mal!"

Nem mais!
surpreso
27.07.2012 - 12:18
Beatifiquemo-la...
MakongoNgombo
26.07.2012 - 20:22
* Se há coisa que aprecio são homens e mulheres que sobem na vida por mérito e não pela burla ou a aceitarem dinheiro de toda a gente, não importando de onde este vem, mesmo que seja sujo desde que subam.

E já agora, acrescento-lhe que embora não os tenha lido, adquiri todos os livros que MRP escreveu, todos eles, para oferecer aos familiares que gostam de ler o tipo de literatura que ela oferece. *

Mas eu perguntei-lhe alguma coisa da sua vidinha?
Já agora porque não diz as facadinhas lá por fora. Hã?

Para já a sua amiga não era má e pelos vistos você é que era o vilão, porque um gajo que comprou os livros todos da Margafrida para oferecer às amigas, só lhes deseja mesmo muito mal.
Abraço retribuído, assim como assim.
Pois pois.
PedroPenedo
26.07.2012 - 15:26
Kalvin
«saiba que se pretendesse criticar algum dos jornalistas ou cronistas deste espaço, não o faria em comentários mas sim dirigindo-me directamente ao jornal e pedindo para falar com eles».
Ou não tem nada que fazer ou então é capaz de vender a ponte 25 de Abril cinco vezes por dia à mesma pessoa.
Sempre há cada badalada!
ccardozzo
26.07.2012 - 09:49
"Quando estava a entrar na faixa dos 20, tive uma amiga má. Uma amiga má é uma ferramenta fundamental para o crescimento" ... da misoginia...
Kalvin
26.07.2012 - 08:47
Já agora e antes que me torne a interpretar da forma errada como interpretou a avaliar pela questão que colocou, nunca é demais acrescentar que caso seja algum escritor, cronista ou até mesmo jornalista, saiba que se pretendesse criticar algum dos jornalistas ou cronistas deste espaço, não o faria em comentários mas sim dirigindo-me directamente ao jornal e pedindo para falar com eles. Portanto, se porventura se enquadrar numa destas profissões, não interprete mal os meus comentários.
Kalvin
26.07.2012 - 07:50
Caro sr. MakongoNgombo, uma das experiências que adquiri nestes espaços foi a distinguir a profissão dos comentadores de acordo com a intervenção dos mesmos.

Nos dois comentários que fiz, não só me limitei a concordar com a autora do artigo como acrescentei aquilo que considero um bom amigo ou amiga, tal como a articulista o fez, não constituindo crítica ao texto mas sim uma achega.

Da forma que escreveu, que naturalmente não passa despercebida, sendo até bastante reveladora, quem ler o seu comentário fica com a sensação de que eu estaria a dar uma conotação diferente ao meu comentário, o qual para mais não serviu do que acrescentar algo ao que já estava escrito, completando.

E já agora, pegando na sua frase, aproveito também para lhe dizer que para além do que já tinha escrito sobre o que considero um bom amigo, também não seria capaz de ser amigo de indivíduos com uma personalidade análoga à de Vales de Azevedo, entre outros. Felizmente que na minha profissão, o meu patrão ou pessoas do mesmo ramo que o dele, não permitem que qualquer um ingresse nos seus quadros, já que, sendo responsáveis, respeitam as suas próprias empresas e escolhem os melhores em todos os aspectos, incluindo no grau de honestidade e altruísmo de comportamentos. Se há coisa que aprecio são homens e mulheres que sobem na vida por mérito e não pela burla ou a aceitarem dinheiro de toda a gente, não importando de onde este vem, mesmo que seja sujo desde que subam.

E já agora, acrescento-lhe que embora não os tenha lido, adquiri todos os livros que MRP escreveu, todos eles, para oferecer aos familiares que gostam de ler o tipo de literatura que ela oferece.

Tenha um bom dia e já agora, sugiro que se esforce mais da próxima vez para elaborar um comentário com mais conteúdo e menos insinuação. Abraço ! :)
MakongoNgombo
26.07.2012 - 02:10
Mas ó Kalvin. Por acaso ela falou em engates, sexo, minetadas e afins para você vir para aqui badalar o assunto?
Kalvin
25.07.2012 - 21:24
(cont.) Porque num relacionamento, as pessoas só são más até permitirmos, nisso estou inteiramente de acordo e não me refiro apenas a namoros mas também ao corriqueiro, à camaradagem, ao acto de se privar com alguém pelos motivos mais diversos que nada tenham que ver com relações amorosas.

Ora pior do que ter de aturar uma mana chata seria aturar alguém que se atirasse à articulista, por exemplo, na mira de a fazer apaixonar-se para depois gozar consigo ou até a prejudicar a outros níveis. Ou, como fazem por exemplo em alguns serviços secretos internacionais, segundo se lê por aí, colocarem mulheres bonitas, sensuais e atiradiças na presença dos agentes para os induzirem a ter um caso com elas, sendo isso registado em suporte magnético e amplamente divulgado entre colegas, com os objectivos à vista.

Pessoalmente, acho todas as minhas amigas queridas, não no sentido amoroso mas no facto de se apresentarem como prestáveis, que estão lá quando se precisa de um conselho, que ajudam quando pressentem que necessitamos de algo.

O que espero de uma amiga ? Nunca jogos de sedução, apenas o mesmo que esperaria de um amigo: respeito, honestidade e um ombro amigo para nos acolher um desabafo e dar um conselho.

Agora naturalmente que cada ser humano deve saber escolher os seus amigos. Pessoalmente, detesto ordinarices, linguagem de engate e sobretudo, gente, homens ou mulheres, cuja conversação se resuma a sexo ou aproveite tudo e mais alguma coisa para falar de questões sexuais. De igual modo, evito as pessoas que falam mal da sua família, sobretudo quando o fazem em público. E também no que diz respeito à ausência de palavras para conosco, um dia aprendi que a distância da minha casa à dos meus amigos é exactamente a mesma que separa a dos meus amigos da minha, ou seja, se eu não regar o bonsai da amizade, não posso estar à espera que os meus amigos o façam por mim e reciprocamente ! Uma boa noite para todos.
Kalvin
25.07.2012 - 21:03
Em traços gerais, estou de acordo com o artigo e mais, complementando-o, acrescento que mais vale só do que mal acompanhado, já que efectivamente as pessoas más são indivíduos que não cresceram bem, tristes, difíceis e como tal, o melhor é o afastamento.

Discordo contudo da forma como o episódio da amiga má é descrito num contexto perfeitamente normal e que, se formos suficientemente maduros, sabemos que não se tratará de maldade mas sim uma simples reacção de preocupação de familiares, visível sobretudo entre irmãos. É raro o homem ou mulher que conheça que, tendo irmãos do sexo oposto, não se transforme no dia em que estes(as) arranjam namorado(a). São os chamados ciúmes de irmão em que aquela "criança" que agora é adulta imagina o terreno a fugir-lhe debaixo dos pés ao ver aquilo que julgava o(a) seu(sua) irmão(ã) ser "roubado(a)" por alguém de fora, aquele(a) confidente que surgiu do mesmo ventre, que era o braço direito, a companhia de nascença e que subitamente resolveu partilhar a sua vida com alguém que não pertence à família.

Nisto, caberá ao namorado(a) que vem de fora saber cativar, dar a volta por cima, demonstrar que está ali para ser mais um elemento da família e não para "roubar" um familiar aos seus pais e irmãos... ou seja, uma tarefa que qualquer homem ou mulher com maturidade saberá levar a cabo com naturalidade. Amando a sério, todos essas arestas são limadas com facilidade, mas isto, claro, apenas se gostarmos e estivermos dispostos a todos os sacrifícios para termos ao nosso lado a pessoa que escolhemos, quem desejamos.

Por outro lado, concordo que os adultos são como as crianças no sentido em que só vão até onde os deixam ir. Desde miúdo que me ensinaram a não gozar com os sentimentos dos outros e ai de mim que o fizesse, pois nesse tempo a educação era outra, pelo menos no que me diz respeito. (cont.)
PedroPenedo
24.07.2012 - 03:26
Cá tive de aprender a lidar com essa malta a murro. Sabe o que é a murro?
É meter-lhe um gancho debaixo dos queixos para ficarem meios abananados. Olhe Margarida funciona que é uma maravilha, os gajos passam de maus para bons num sopro.


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