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Ministros europeus pedem acordo rápido a partidos portugueses

8 de Abril, 2011
Os ministros das finanças da Zona Euro e da União Europeia reunidos para activar o processo de resgate a Portugal pedem a «todos os partidos políticos em Portugal» para concluir «rapidamente» um compromisso sobre o programa de ajustamento.

«Pedimos a todos os partidos políticos em Portugal para rapidamente concluírem um acordo sobre o programa de ajustamento», de acordo com a 'Declaração dos Ministros do Eurogrupo e Ecofin'.

Os responsáveis europeus também instam os partidos portugueses a «formarem um novo Governo depois das próximas eleições com a capacidade de adoptar totalmente as medidas de consolidação orçamental e reformas estruturais».

Lusa/SOL




9 Comentários
Zedk
08.04.2011 - 21:28
brisadomar
08.04.2011 - 19:14
Acredito em si, nas suas dúvidas, nas suas interrogações, na falta de horizontes. Nada que qualquer português, medianamente informado, não tenha.
Não devo negar que também tenho as mesmas más perspectivas mas, sem especular, não enveredo pelo derrotismo, pelo pessimismo antecipado, mesmo perante os piores cenários.
O meu entendimento leva-me a acreditar que:
O TAL beco só existirá se os políticos quiserem.
O acordo entre todos é possível, diria mesmo inevitável e desejável. Perde-se o amiguismo, o facilitismo, o yes sir e ganha-se em transparência e competência, se nada mais houver de lucro.
Não tenha dúvidas, vamos ter a intervenção das altas competências económicas europeias nas estruturas e leis nacionais. É um mal necessário não só porque emprestam o capital e querem ver como é aplicado como, através disso, as poucas, ou muitas, assimetrias existentes terão de ser corrigidas.
Entendimento antes das eleições? Apenas o essencial e necessário. Para já, nenhum partido o deseja.
Sobre acusadores e réus, o mesmo líquido não pode ser derramado duas vezes. Ninguém estragou o que estava deteriorado há muito.
A culpa, se a tivermos que imputar a alguém, é apenas ao partido ou partidos que, perante os PEC 1, 2 e 3, quiseram, puderam e foi indiferente a sua aprovação, conscientes que tal resultado lhes viria, no futuro, a ser favorável.
A crise não é sequer deste ano; estava apenas adormecida e o resultado foi um pesadelo.
A juventude está mal: Tal como nós, embora de modo diferente, os jovens vão ter de aprender a viver uma vida que nunca desejaram, sem que a nossa experiência os possa ajudar.
Têm algo de melhor que nós: O direito à esperança.
Cptos.
brisadomar
08.04.2011 - 19:14

Zedk
08.04.2011 - 18:48

Eu não estou a brincar, eu estou a falar muito a sério.

Não vejo possibilidade de entendimento partidário para encontrar solução para este "beco sem saída". Até gostaria de estar enganada.

QUAL O ENTENDIMENTO POSSÍVEL? SABE EXPLICAR?

Até tenho dúvidas quanto à entrada, a breve prazo, do FMI e do Fundo Europeu ...

Será que vai haver entendimento cá dentro, ANTES DAS ELEIÇÕES, por parte de todos ou pela maioria necessária?

Depois, continuo na minha, a oposição juntou-se para estragar o que já não estava saudável. TAMBÉM NÃO APRESENTAM O REMÉDIO. Será que o têm?

Também me preocupa, E MUITO, o futuro dos nossos jovens. Por mim, já vivi tempos bem mais difíceis que o actual ...

Cumprimentos.

Zedk
08.04.2011 - 18:48
brisadomar
08.04.2011 - 18:18
Brinque, mas não abuse. Só por cretinice alguém pode, mas não deve, imputar as culpas da crise a outrem que não ao Governo. A palavra poder, por si só, define a responsabilidade nos actos passados e nas decisões do presente. Quero acreditar que, o por si expendido, é apenas uma inocente provocação sem graça à maioria dos comentadores deste espaço.
Até no último parágrafo denúncia a intenção: Os partidos oposicionistas ao ex-poder governativo ainda em funções denotam, para além do sentimento de frustração pela situação a que isto chegou, uma consciência responsabilizante e responsável pelo negro futuro que espera todos nós, portugueses, partidários do PS ou de outro qualquer partido, até mesmo daqueles que não têm representação parlamentar.
Neste momento, já não me preocupo em saber quem foi o culpado. Isso só pode ser um problema para a Justiça, se for o caso. Mais que nunca, penso no futuro, no meu, no seu, no dos portugueses em geral.
Disponha Z.
carcamano
08.04.2011 - 18:30
brisadomar.
a questão é que os partidos da oposição não querem mostrar agora os (CORTES) querem mostrá-los depois das eleições...
aprenderam muito com socrates!!!
brisadomar
08.04.2011 - 18:18


Por cá os partidos só estiveram de acordo para criar a crise política e agravar a crise económica.

Agora estarem de acordo para assumirem UM COMPROMISSO DE ENTENDIMENTE para resolver esta situação de ajuda, NEM PENSAR.

carcamano
08.04.2011 - 17:59
"PACOTE 5" NO CHÃO .... DINHEIRO NA MÃO....
onlyghost
08.04.2011 - 17:17
Olhem só onde Pinto de Sousa conduziu o país, que todos se arrogam em querer "mandar" em nós??? É humilhante para um povo o que se está a passar. Espero que o povo não se esqueça que para além da humilhação que foi acometido ainda vai pagar uma pesadíssima factura à custa dos desvarios xuxas de mais de uma década. NÃO SE ESQUEÇAM
Zedk
08.04.2011 - 15:07
Se fazem o favor, usa-se por aqui. Portugal não é o Cabaret da Coxa, se não cantas, bailas.
A situação, má, sabe-se, merece ser considerada em pormenor e fininho. Um país cujo povo sempre viveu no limiar da pobreza não pode, nem deve, decidir tão rápido como o próprio reconhece e deseja.
Mil milhões a mais, na ajuda, podem ter um significado letal para milhares de cidadãos.
Precisamos de ajuda? Sem dúvida ! Mais urgente é garantir que, quem nos trouxe a esta situação, fazendo parte do problema, não esteja, sorrateiramente, de mão estendida para fazer parte da solução(?).
Ricardo Filipe
08.04.2011 - 14:29
Eles estão é todos preocupados que a nossa situação se alastre a Espanha, ou acham que eles se preocupam minimamente com Portugal, ou com o povo português...


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