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Seguro volta a acusar Governo de 'partidarizar' o Estado

17 de Fevereiro, 2012
O líder do PS, António José Seguro, voltou hoje a acusar o Governo de «partidarizar» a administração do Estado e de ter feito 2421 nomeações e disse não ser verdade que tenha havido 80 por cento de reconduções.

Na primeira intervenção da oposição após o discurso do primeiro-ministro, que abordou as reformas na administração central e no sector empresarial do Estado, o secretário-geral socialista ironizou: «Bonitas palavras, mas a realidade desmente-o».

Aos «sinais de desgovernamentalização» apontados pelo Governo, Seguro ripostou com «factos de partidarização» e afirmou que o actual Governo PSD/CDS-PP já fez 1138 nomeações para cargos dirigentes, 803 para gabinetes e 480 para de grupos de trabalho.

«Um total de 2421 nomeações», resumiu, usando ainda a capa de hoje do JN para sustentar a sua intervenção.

«Guerra entre PSD e CDS pela liderança do Hospital do Baixo Vouga, este facto desmente todas as palavras, uma por uma, que o senhor acabou aqui de dizer», considerou o socialista.

Por seu lado, Passos Coelho respondeu a Seguro no mesmo tom irónico, afirmando que «a tentação de seguir a agenda mediática é realmente muito forte» e considerou que acusar o actual Governo de partidarização «dá vontade de rir».

«Eu sei que o anterior líder do PS defendia as nomeações políticas, não sei é se é essa a opinião do senhor deputado ou não», continuou o primeiro-ministro, frisando que o Governo alterou a lei das nomeações e que esta «vai ser executada».

Passos reiterou ainda que este Governo «reconduziu cerca de 80 por cento daqueles que já estavam em funções».

O líder do PS contestou: «Não é verdade que os senhores tenham reconduzido 80 por cento, o que aconteceu é que esses ainda não foram substituídos».

«Faça um favor à verdade, não volte a insistir no que não é verdade», acrescentou.

Perante esta afirmação, Passos disse não se querer «alongar explicações sobre nomeações porque elas são por demais evidentes».

«Qualquer trabalho minimamente sério pode comprovar o que disse, não é por repetir mil vezes que a realidade será diferente», reforçou.

Durante o debate, António José Seguro referiu-se ainda às mudanças na mobilidade laboral para criticar o Governo.

«Eu sei bem qual é a sua política para a função pública, foi aliás muito bem explicada pelo CDS. Quem está mal que se mude, é a mobilidade para o desemprego», afirmou o socialista.

Já o primeiro-ministro assinalou que esta é «matéria prevista no memorando de entendimento» e voltou a usar da ironia.

«Claro, nós já nos vamos habituando a que o PS, para cada medida que está lá, diga que concorda genericamente porque assinou o memorando, mas que discorda das medidas do Governo para a concretizar», afirmou.

Lusa/SOL




4 Comentários
Antonyjunior
18.02.2012 - 23:50
Coitado do Jerónimo...aguentou com as culpas de beber muito!
Agora já se sabe quem lhe fanava o tintol do garrafão!
JChato
18.02.2012 - 10:22
parasol
17.02.2012 - 17:31

Oh zé socretinices,
Eu rio-me é da vossa "figura" seu paneleirote!
O vosso partidozeco é RIDICULO! PALHAÇOS!
Vc, oh zé socretinices não é palhaço!
É um filho dum phuta seu paneleirote!
parasol
17.02.2012 - 17:31
JChato
17.02.2012 - 12:53 Meu Deus! Até te ris de ti proprio!
És a perfeição em pessoa. Ridiculo mais ridiculo não há!
JChato
17.02.2012 - 12:53
Oh tózé betinho!

MAIS VALIA FAZERES ASSIM:
MASCARAVAS-TE DE CARPIDEIRA E CLAMAVAS:
SEU MALANDRO! ESTÁ A TIRAR OS TACHINHOS AOS MEUS BOIS!

hehehehehehehehehehehehe


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