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Governantes sem direito a cartão de crédito dos ministérios

18 de Fevereiro, 2012
Nenhum membro do governo tem direito a cartão de crédito pago pelo orçamento dos ministérios, garante o ministro-adjunto, Miguel Relvas, em resposta à polémica sobre eventuais complementos de ordenado de governantes.

Após a tomada de posse do governo liderado por Pedro Passos Coelho, o Conselho de Ministros deliberou terminar a prática de atribuição de cartões de crédito dos ministérios. «Assim, fica tudo mais claro. Quando os governantes fazem uma despesa em nome do ministério pagam do seu bolso e a despesa é depois ressarcida», explicou à Lusa Miguel Relvas, ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, garantindo que nenhum actual ministro ou secretário de Estado tem direito a cartão de crédito pago pelo orçamento dos ministérios.

Numa auditoria realizada aos gabinetes ministeriais, em 2007, o Tribunal de Contas considerou não existir um quadro legal que regulamentasse o uso de cartões de crédito por parte de membros do governo.

Um acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, divulgado no início do corrente mês, condenou 11 Ministérios a fornecerem à Associação Sindical de Juízes Portugueses dados relativos a despesas de representação e com cartões de crédito, após uma acção interposta por essa organização de juízes, ainda durante o mandato do último executivo de José Sócrates.

Miguel Relvas considera que a decisão de eliminar a atribuição de cartões de crédito, antes de mais, tem um «valor simbólico», dizendo que não consegue avaliar a poupança conseguida com esta medida.

Contudo, Miguel Relvas considera que os cartões de crédito atribuídos em anteriores governos não podiam ser considerados um complemento de ordenado dos governantes.

Lusa / SOL




52 Comentários
JoaquimVaz1234
21.02.2012 - 15:41


ajvicente
18.02.2012 - 18:42

Vejamos dois cenários:
O ajvicente era funcionário público em Lisboa , engenheiro civil, e deslocou-se ao Porto para observar uma ponte.
1º cenário (o meu):
O funcionário encheu o depósito do seu carro (40 litros), gastou 1 decilitro de gasolina por Km x 600km = 60 litros. Teve, por isso, de voltar a encher o depósito, num total de 80 litros. Sobejaram-lhe 20 litros de gasolina no depósito. Devolveu-os ao Estado? Almoçou, jantou, tomou o pequeno almoço. Que restaurante escolheu? Um de *****, equivalente ao Tavares Rico? É essa a despesa que faz normalmente, quando está na sua casa em Lisboa? Come mais e melhor quando é o ajvicente a pagar? Vai beber umas cervejas depois do serviço. Pago eu? Depois vai-se deitar, mas primeiro vai procurar uma pensão a condizer... Como não a encontra nas redondezas, vai” descendo” por “estradas velhas” à procura... Passa por Viseu, Castelo Branco e vai-se alojar em Évora (Se pensa que estou a inventar, desengane-se!), com os respectivos custos de gasolina...Com esta espúria deslocação teve de encher novamente o depósito do carro, com todos os portugueses a pagar...
2º cenário (o de ajvicente):
Fez despesas com o transporte, com alimentação e alojamento. Pagou com tudo com cartão de crédito. Tudo bem, diz o ajvicente, pois estava dentro dos limites do plafond.
(embora o estabelecimento do plafond, os seus limites e excessos mereçam uma análise detalhada).
“Qual a diferença entre fazer a despesa pagando com Cartão que vai debitar a Conta do Ministério, ou pagar em cash, ou cartão pessoal e ser ressarcido da despesa???”
A diferença está no controlo, e, já que fala em inglês, acabar com o "Lets go"e com a "Fraud"

“Há no entanto uma coisa muito importante: Um Governante representa Portugal, portanto tem todo o direito de ser ressarcido das despesas que faz ao serviço do Governo (do Governo, não pessoais).”
“Then go to the dignity of state functions must rebaldaria"


JoaquimVaz1234
20.02.2012 - 21:23
Cartões de Crédito

Nenhum membro do governo tem direito a cartão de crédito pago pelo orçamento dos ministérios, garantia o governo em resposta à polémica sobre eventuais complementos de ordenado de governantes.

Após a tomada de posse do novo governo, o Conselho de Ministros deliberou terminar a prática de atribuição de cartões de crédito dos ministérios.

Assim, fica tudo mais claro. Quando os governantes fazem uma despesa em nome do ministério pagam do seu bolso e a despesa é depois ressarcida.

Numa auditoria realizada aos gabinetes ministeriais, em 2007, o Tribunal de Contas considerou não existir um quadro legal que regulamentasse o uso de cartões de crédito por parte de membros do governo.

Um acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, divulgado no início do Fevereiro, condenou 11 Ministérios a fornecerem à Associação Sindical de Juizes Portugueses dados relativos a despesas de representação e com cartões de crédito, após uma acção interposta por essa organização de juizes, ainda durante o mandato do último executivo de José Sócrates.

A decisão de eliminar a atribuição de cartões de crédito, antes de mais, tem um "valor simbólico", dizendo que não consegue avaliar a poupança conseguida com esta medida.
O actual governo considera que os cartões de crédito atribuídos em anteriores governos não podiam ser considerados um complemento de ordenado dos governantes.

Todos os portugueses se deveriam congratular com esta medida do governo e, já agora, com o parecer do Tribunal de Contas, que, diga-se de passagem, cujo presidente é militante do partido Socialista.

As despesas efectuadas pelos funcionários públicos no exercício da sua actividade, nunca deixaram de ser reembolsadas através de pós-pagamento de “ajudas de custo”, “despesas de transportes”, devidamente documentadas. Mais tarde, generalizou-se o uso do pagamento antecipado, cabendo aos funcionários e serviços processadores acertarem “a posteriori” as respectivas contas.

Durante muitos anos, tudo correu bem, até ser criado o paradigma dos cartões de crédito

Ao mesmo tempo que de distribuíram cartões de crédito aos políticos, entregavam-se também a funcionários intermédios, não só no Estado Central, como também no Poder Local e nas Empresas Públicas Municipais.

Oh, my God, how good it felt the glamor a well-stocked portfolio of credit cards!

E pagar só de gorjeta, num restaurante de França ou Suíça o que gasto em quatro almoços num restaurante da minha terra, à custa do dinheiro dos contribuintes! .

O paradigma dos cartões de crédito abriu a porta ao descontrolo das despesas públicas (se outras já não houvesse...), em nome de uma falácia de comodidade.
Podíamos ainda clamar contra os “plafons” dos ditos cartões e quem paga os juros agiotas quando os plafons e prazos são largamente excedidos...

Eu até sou capaz de acompanhar o progresso, facilitando a burocracia dos procedimentos do Estado...

Mas cartões de crédito? Eu possuo um único “cartão de débito” e faço toda a minha vida com ele, coisa que o Estado pode fazer também.

There is no money? is not spent!

A supressão dos cartões de crédito não é apenas um acto simbólico: acaba com o regabofe do despotismo, possibilita uma contabilidade mais séria e cerceia tentações de corrupção.

Quando esperava um aplauso por tal medida, eis que a turba despesista se insurge (aqui, em 50 comentários) contra o governo, na defesa do paradigma!

Freda
20.02.2012 - 17:54
(...)"Numa auditoria realizada aos gabinetes ministeriais, em 2007, o Tribunal de Contas considerou não existir um quadro legal que regulamentasse o uso de cartões de crédito por parte de membros do governo"(...)

Essa é muito boa!
Não existia um quadro legal, mas mesmo assim, o rega-bofe xuxialista continuou desde 2007, até levarem um pontapé bem dado, no traseiro!
Ninguém soube de nada, nem ninguém tomou providências, ninguém levantou a voz, para acabar com a pouca vergonha, mas agora, que alguém toma decisões, lá temos que aturar as pieguices dos esquerdopatas, como "virgens" ofendidas!
Até quando, este choramigar?
JoaquimVaz1234
20.02.2012 - 17:09
plagacio
20.02.2012 - 15:40
"Oh JoaquimVaz, o facto de reconheceres a tua imbecilidade, não faz de ti menos imbecil"
Como diria o outro, "imbecil é a sua tia"!
Mas convenhamos que m esmo que não tenha tia, ou talvez por via disso, o senhor plagacio é bastante abestalhado, cretino e asno!
Antonyjunior
20.02.2012 - 16:27
JoaquimVaz1234
20.02.2012 - 14:08

Para a AJPC ou Mónica, escreva pouco...ou corre o risco de ela não entender nada daquilo que lhe diz...
plagacio
20.02.2012 - 15:40
Oh JoaquimVaz, o facto de reconheceres a tua imbecilidade, não faz de ti menos imbecil.
JA082MF
20.02.2012 - 15:24
Pois , nem precisam deles . já deu muito nas vistas com os camaradas xuxas . O que estes merdosos roubam através dos mil e um expedientes facultados aos parasitas que nos têm desgovernado e pilhado , é mais do que suficiente para alimentarb as suas fortunas exponenciais.Os cartões de crédito eram apenas uns trocos !!
JoaquimVaz1234
20.02.2012 - 14:08
AJPC
20.02.2012 - 09:03
“Vou trata-lo como colega até ver. Leia com muita atenção, eu não me importo e até me estou a borrifar, se lamenta ou não, se concorda ou não com o que aqui escrevo.
1. para já vá chamar de ignorante à sua tia.
2. se eu sei ou não sei, não é da sua conta.
3. a minha educação seria o ideal para si, se eu por acaso até dissesse bem dessa corja alaranjada, mas, com não me apetece, digo-lhe, que endireitalhos ladrões alaranjados, os portugueses já andam fartos.

AGORA NÃO VENHA PARA AQUI COM PROSÁPIAS, PORQUE EU ALINHO SEMPRE CONTRA A CORJA DE LADRÕES”

1. Agradeço o seu conselho, mas eu não tenho tia...
2. O mal não é o que não sabemos, mas a diferença que vai entre o que não sabemos e aquilo que pensamos que sabemos...
3. O seu item 3. diz tudo: não se trata de educação, mas de fanatismo partidário. Já sei que vai dizer que não é do PS...

Mas a corja de ladrões que cita é toda alaranjada, sem laivos da esquerdalha cor-de-rosa, ainda que roubem gravadores aos jornalistas nas barbas dos portugueses pela via da TV!
Para ser coerente, deve deixar-se de aforismos de esquerda e de direita e denunciar apenas os ladrões vistam-se da cor que se vestirem.
Sem isso, as suas intervenções serão “conversas da treta”.
Quem quer ser respeitado, tem de se dar ao respeito, quem diz o que gosta, ouve aquilo que não gosta.
Li com muita atenção aquilo que eu disse e o que o senhor também disse. E não vou retirar uma vírgula sobre a verdade que eu disse!





AJPC
20.02.2012 - 09:03
Antonyjunior
19.02.2012 - 18:01

Tens razão ó bronco, eu não reconheço cães de fila, rafeiros alaranjadoss.

JoaquimVaz1234
19.02.2012 - 23:01

Vou trata-lo como colega até ver. Leia com muita atenção, eu não me importo e até me estou a borrifar, se lamenta ou não, se concorda ou não com o que aqui escrevo.

1. para já vá chamar de ignorante à sua tia.
2. se eu sei ou não sei, não é da sua conta.
3. a minha educação seria o ideal para si, se eu por acaso até dissesse bem dessa corja alaranjada, mas, com não me apetece, digo-lhe, que endireitalhos ladrões alaranjados, os portugueses já andam fartos.

AGORA NÃO VENHA PARA AQUI COM PROSÁPIAS, PORQUE EU ALINHO SEMPRE CONTRA A CORJA DE LADRÕES.
JoaquimVaz1234
20.02.2012 - 00:06
ASS1719
18.02.2012 - 22:07
Tenha fé homem, que nem todos são iguais.
JoaquimVaz1234
20.02.2012 - 00:01
plagacio
19.02.2012 - 08:25

Oh, plagacio, de um lado estão os imbecis e aldrabões (PSD, incluindo governo, simpatizantes e militantes) e do outro lado os que, como o senhor são inteligentes e pudicos...
Você, então, parece um poço de virtudes!
Pelo meu lado, posso mandá-lo catar!
Ou ir a correr pedir um cartão do seu partido!
JoaquimVaz1234
19.02.2012 - 23:50
jooliveira
18.02.2012 - 17:25
Esquecime da pergunta da praxe:

Os que roubaram o Estado são, de facto bandidos. Mas não está a pensar que o BPN foi o único covil de salteadores, pois não?
JoaquimVaz1234
19.02.2012 - 23:01
AJPC
19.02.2012 - 10:51
Lamento profundamente três coisas:
- A sua grande ignorância;
- A sua prosápia de falar sobre o que não sabe:
- A sua grande falta de educação.
JoaquimVaz1234
19.02.2012 - 22:50
Aqui vai outra vez a História do BPN
A história do BPN - outra vez a insinuação – é uma história distorcida e muito mal contada; devia sabê-lo. Garanto-lhe que há na nossa banca muitos livros bons sobre o tema. Porque não experimenta lê-los, antes de divagar, antes de insinuar e mentir e de enganar os seus leitores?
A história do BPN é uma história de múltiplos comparsas, a merecer uma longa metragem que o senhor bem poderia fazer: A primeira personagem - Oliveira e Costa - encontra-se sob a alçada da Justiça; a segunda chama-se Vítor Constâncio, o inefável ex-governador do Banco de Portugal e militante influente dentro do PS. Oliveira e Costa era um homem da banca. Os seus antecedentes e comportamentos desviantes eram bem conhecido de todo o universo bancário português, de Vítor Constâncio e do Banco de Portugal.
Requereu alvará para a constituição do BPN e Vítor Constâncio concedeu-lho inopinadamente. Foi incauto!
A “engenharia financeira” de Oliveira e Costa inventou produtos financeiros espúrios, de altos rendimentos (?) e elevadíssimos riscos que VJS não pode desconhecer. Todos ocorreram à casa da “Dona Branca” na intenção compreensível de maximizar os rendimentos das suas poupanças. Foi uma corrida em massa ao filão descoberto, agora também pelas plebes e não só pelos “barões” que cita do PSD. A “coisa deu” enquanto os clientes da Dona Branca aumentavam e a “derivada” subia Mas o surto de clientes havia um dia de estagnar; a “derivada” tornou-se então negativa; começaram os problemas de caixa que, em pouco tempo, haviam de levar o BPN à falência.
O Banco de Portugal do inefável Vítor Constâncio cometeu vários erros: 1º concedeu indevidamente um alvará a um banqueiro suspeito; 2º falhou estrondosamente na sua função de regulador. Como se pode entender que o BP, com mais de 1 000 funcionários tenha dedicado à sua principal função – a regulação do mercado bancário - apenas 60? 3º pactuou com a vergonha do BPN, pois, muito antes da falência havia já indícios notórios de fraude, indícios denunciados pela comunicação social e o inefável não se mexeu!
Já agora, falemos também do governo do seu partido: nacionalizou o BPN
mas não ressarciu os danos causados aos depositantes, considerando-os investidores conscientes em capital de risco. Nacionalizou o BPN mas não a casa-mãe, a SLN (Sociedade Lusa de Negócios), isto é nacionalizou os prejuízos e manteve os lucros intactos nas mãos de particulares, (tal como faz com as parcerias público-privadas) o que dá que pensar...
O governo entregou a gestão do BPN à CGD, gastou, no mínimo, 550 milhões € para tudo ficar em banho-maria...
Esta é a verdadeira história do BPN.

JoaquimVaz1234
19.02.2012 - 18:15






juanita
18.02.2012 - 19:18
E quando não existiam cartões de crédito, juanita?
Já não é desse tempo?
No tempo em que não havia cartões de crédito, a “bagunça” era bem menor...
“Ajudas de custo” sabe o que são? Despesas de representação” sabe o que são?
Os “guarda-costas” ,como diz, também as recebiam “ajudas de custo” e outras originadas pelo desempenho das missões do Estado...
Não andavam com sacos de dinheiro às costas nem eram menos inteligentes por não usarem cartões de crédito!
O uso de “cartões de crédito” não é assim tão antigo e, então, nas representações do Estado é relativamente recente...
E é um meio potenciador de corrupção!
É só ver o que se passou (ou ainda se passa) nas empresas Públicas da Cãmara Municipal de Lisboa...
O “cartão de crédito” (gastemos dinheiro que os portugueses pagam!) marca um estilo muito “solft” no modo de fazer corrupção e é um sinal dos nossos tempos...
Não subestime, por isso, a inteligência dos portugueses pagantes!

Antonyjunior
19.02.2012 - 18:01
AJPC
19.02.2012 - 10:51

Ó Mónica, cada vez aprecio mais a sua conversa de rameira barata!
Enfim…
É sabido que a retirada dos cartões de crédito É uma ajuda à economia e uma questão moral! Você não o reconhece porque os seus camaradas esquerdoides socialistas abusaram do esquema! A comprovar essa questão foi o processo em tribunal movido pelos juízes.
Como é lógico, só quem não tem vergonha na cara é que poderá ser a favor dessa benesse, mas estando você com as válvulas estragadas…faço-lhe um desconto!
Procure um ferreiro…
Silva50
19.02.2012 - 15:32
Palhaçada do Relvas. O ministro desloca-se a qualquer cidade ou Pais, ou já está tudo pago, ou alguem manda a conta para o ministério.muitos vão se aproveitar para ainda roubarem mais. O Pais vai ficar muito melhor com esta palhaçada do Relvas.
AJPC
19.02.2012 - 10:51
Antonyjunior
18.02.2012 - 23:08

Olhem o rafeirinho laranja, até nisto nota-se que não só é rafeiro laranja, como é um autêntico imbecil. Julga ele por este papa relvas acabar com essa mer-da, que o país vai sair da esterqueira a que este ca-brões nos estão a levar. Ó homem vá lavar o cu aos endireitalhos.
plagacio
19.02.2012 - 08:27
Ora aí está um bom exemplo de imbecil: o Antonyjunior
plagacio
19.02.2012 - 08:25
Além de imbecil é aldrabão! Alguém acredita que «Quando os governantes fazem uma despesa em nome do ministério pagam do seu bolso e a despesa é depois ressarcida»?
Estou a ver... um ministro qualquer desloca-se à China, por exemplo e paga as despesas "do seu bolso" para mais tarde ser reembolsado!
É evidente que, se não tiverem cartão de crédito, levantam ADIANTAMENTOS em cash, o que vai originar um bagunça ainda maior que os cartões de crédito. É por isso que os cartões de crédito foram adoptados, inclusivé nas empresas: MAIOR FACILIDADE DE CONTROLO DAS DESPESAS!
Este Relvas que seja imbecil à vontade, se não fosse não estaria neste governo, mas não pense que somos todos imbecis. São aqueles que apoiam este governo, E CHEGA!!!



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