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Números são 'resultado lógico' de políticas que tornarão o país 'ainda pior' no futuro

23 de Fevereiro, 2012
O secretário-geral do PCP afirmou hoje que as estimativas da Comissão Europeia para a economia portuguesa são o «resultado lógico» de uma política do Governo que torna o país «pior agora» para ficar «ainda pior» no futuro.

Para Jerónimo de Sousa, as estimativas europeias hoje conhecidas são a «demonstração de que esta política de aplicação do pacto de agressão em que se desvaloriza o investimento público, se desvaloriza o emprego, se desvaloriza o aparelho produtivo e a produção nacional, em que tudo está virado para impor sacrifícios, não conduzem a lado nenhum a não às injustiças».

«Inevitavelmente, essas perspectivas são o resultado lógico de uma política que podia ser ficarmos pior agora e vamos ficar melhor mais à frente, mas a vida está a confirmar que estávamos pior e vamos ficar pior caso continue esta aplicação cega, brutal do pacto de agressão [o programa de ajustamento financeiro]», acrescentou o líder comunista, em declarações aos jornalistas no final de uma reunião com uma delegação da CGTP, na sede do PCP, em Lisboa.

Jerónimo de Sousa afirmou que «não é preciso nenhum rasgo» para perceber que sem «uma política de desenvolvimento, de crescimento económico, de favorecimento do aparelho produtivo e da produção nacional» e de «afirmação da própria soberania» nacional, «inevitavelmente, o resultado é esse».

«Por enquanto, a perspectiva será sempre uma certeza mais grave em relação ao futuro que aí vem», acrescentou, considerando ainda que a política do Governo se traduz em ver «nos direitos dos trabalhadores, nos salários, nas reformas e nas pensões um mal a abater».

Para Jerónimo de Sousa, «confirma-se» aquilo para que o PCP tem alertado.

Lusa/SOL




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