terça-feira, 21 de Maio de 2013, 20:28
Pesquisa
pesquisar
Emprego Imobiliário Motores
iPad
Rejeitada inconstitucionalidades da reforma administrativa de Lisboa

14 de Abril, 2012
PS e PSD rejeitam suspender o processo da reforma administrativa de Lisboa, como defende o CDS-PP, que alegou inconstitucionalidades na proposta dos dois partidos, mas afirmam-se disponíveis para alterar o diploma.

O deputado e presidente da concelhia do CDS de Lisboa, João Gonçalves Pereira, apontou inconstitucionalidades aos diplomas relativos à reforma administrativa da capital, a aguardar debate na comissão parlamentar de Poder Local, por omitirem quais serão as sedes das futuras freguesias.

Em carta enviada à presidente da Assembleia da República, o democrata-cristão refere que a proposta do PS e PSD, bem como a iniciativa do CDS e as duas propostas do Bloco de Esquerda, violam o estipulado na respectiva lei-quadro- lei n.º 8/93, que define o regime jurídico de criação de freguesias.

Em declarações à agência Lusa, Miguel Coelho (PS) e António Prôa (PSD) defenderam que a lei em causa não enquadra a proposta dos dois partidos, que pretende reduzir das actuais 53 para 24 freguesias.

Ambos os deputados salientaram que as propostas se encontram em sede de especialidade e podem ser sujeitos a alterações.

«É o momento adequado para se introduzirem correcções e melhorias», sustentou o deputado social-democrata, enquanto Miguel Coelho destacou que «podem surgir propostas de alteração que resolvam quaisquer dúvidas formais».

Os dois deputados foram também unânimes nas críticas à posição do líder da concelhia centrista, recordando que João Gonçalves Pereira foi, em sede de comissão parlamentar, o relator da proposta do PS e PSD, tendo concluído que a iniciativa estava em condições de ser discutida na Assembleia da República.

«É muito estranho que, passados 15 dias, venha desdizer-se», considerou o socialista Miguel Coelho, para quem esta carta «é uma iniciativa política, porventura só da responsabilidade deste deputado, para travar um processo que tem uma grande consagração democrática e em que o CDS foi minoritário».

O também líder da bancada do PS na Assembleia Municipal de Lisboa (AML) considera que seria «uma monstruosidade jurídica» suspender a audição das freguesias sobre as propostas de reforma administrativa em Lisboa, como pede o CDS na carta enviada a Assunção Esteves.

Posição idêntica tem António Prôa: «Os adiamentos servem para quem não quer mudar. Quero que Lisboa possa ter um outro modelo de organização e que o processo termine rapidamente».

Prôa, que preside à bancada do PSD na AML, defende que deverão ser as futuras comissões instaladoras a definir qual será a sede das novas freguesias.

«Foi esse o espírito da proposta. Não faz sentido ser a Assembleia da República a determinar qual será a sede», sustentou.

Lusa / SOL




1 Comentário
simancas
14.04.2012 - 16:48
Lamentavel, uma eleição que se faz pelo merito/competencia/simpatia/confiança, em quem se candidata; pode ser destituida por um GOVERNO que foi eleito com menos de 50 % do Votos.
Esta Malta não perde a opurtunidade de se vingar de quem os condena e objetivamente, os expulsa.
Mesmo assim, fazem o saneamento admnistrativo e condenam os eleitores a levarem com eles.
Pois , têm MAIORIA.


PUB
PUB
Siga-nos
Marrocos Portugal
Passatempo SOL & ZOO: Ganhe bilhetes duplos para o Jardim Zoológico de Lisboa.
Siga o SOL no Facebook


© 2007 Sol. Todos os direitos reservados. Mantido por webmaster@sol.pt