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Jardim diz não estar arrependido de ter aumentado a dívida

29 de Abril, 2012
O presidente do Governo da Madeira, Alberto João Jardim, afirmou hoje não se arrepender de ter aumentado a dívida da região, justificando que quando assumiu a liderança do Executivo foi para mudar o arquipélago.

«Quando assumi o Governo da Madeira, não assumi o Governo para andar a deixar tudo na mesma, tinha o dever, tinha a obrigação de fazer as transformações que fizemos e como não havia dinheiro recorri aos bancos para fazer com essa dívida aquilo que se tinha que fazer ao longo dos anos», disse Alberto João Jardim no adro da igreja do Estreito da Calheta, no âmbito de uma visita pela região para explicar à população a situação das finanças regionais.

Perante dezenas de pessoas, o presidente do Executivo insular apontou os quatro momentos que, no seu entender, explicam a existência de uma dívida pública da Madeira.

«Eu, em 1978, venho encontrar uma região autónoma em cujo dinheiro mal dava para as despesas correntes», recordou, referindo que a verba disponível não permitia «fazer qualquer obra, fosse o que fosse, e nem sequer dava todo para manter o pouco que então havia».

Alberto João Jardim esclareceu que o segundo momento reside na entrada de Portugal na União Europeia que tinha verbas à disposição da região.

«Não tinha, em consciência, o direito de deixar de aproveitar dinheiros de graça», declarou, esclarecendo que o aproveitamento dos fundos europeus obrigou a ter a comparticipação regional pelo que, também neste caso, teve de recorrer à banca.

O governante adiantou que o terceiro momento com implicações nas finanças da Madeira ocorreu com o Governo socialista de José Sócrates que «cortou» dinheiro «que foi para os Açores e para Lisboa».

«Eu tomei uma decisão que não me arrependo: vamos aumentar a dívida da Madeira, mas nós não desistimos, nós não nos rendemos, nós vamos continuar a fazer o que tínhamos de fazer. E não nos rendemos, a vida continuou, hoje estamos aqui e o Sócrates já foi dar uma volta», salientou.

O social-democrata acrescentou que o último dos momentos passa pelo recurso do país à ajuda externa.

«Ouviram-me, ao longo destes anos, dizer que o regime político português ia falhar, a prova que eu tinha razão está aqui, neste momento Portugal está sob administração estrangeira», observou.

Para Alberto João Jardim, «houve que retirar desta desgraça alguma vantagem para a Madeira» na sequência da sua «dívida pública grande», pelo que foi feito o acordo para o Plano de Ajustamento Económico e Financeiro da região.

Aos presentes, o presidente do Governo da Madeira, que termina o mandato em 2015, abordou também a sua sucessão.

«Temos que, ao mesmo tempo que endireitar as finanças, ter paz e sossego para se fazer uma transição», defendeu o também líder do PSD-Madeira.

Considerando que terá que ser encontrada «uma pessoa dentro do PSD que, com estabilidade, assegure a confiança do povo», Alberto João Jardim garantiu: «Não vai ser quem os nossos inimigos querem».

Lusa/ SOL




28 Comentários
pedescalco
30.04.2012 - 23:38
...


CLAAAAAAAAAROOOO!


parasol
30.04.2012 - 16:50
professorvicente
30.04.2012 - 11:51 Se a justiça nem a ti chega, como queres que chegue a ele?
parasol
30.04.2012 - 16:49
Não só não está arrependido como ainda vai aumentar mais porque também se chateou com o Coelho...
professorvicente
30.04.2012 - 11:51
Como é que o país pode evoluir com JAVARDOS destes.
E a nossa JUSTIÇA o que tem a dizer a tudo isto?
mundonovo50
30.04.2012 - 11:34
antoniopestana
30.04.2012 - 09:02

Ele está apenas a tentar passar por doente mental para evitar ser julgado.

ou seja o homem é inimputável não é verdade?
antoniopestana
30.04.2012 - 09:02
Ele está apenas a tentar passar por doente mental para evitar ser julgado.
icebreaker
30.04.2012 - 01:52
iu Albert Jiuão num está rependuido!..

pudera! quem ficou com a dívida às costas não foi ele.. queria ver o que ele achava se fossem os "contnentais" a fazer tuneis à farta, entre outros buracos, criando uma dívida que lhe fosse depois parar às mãos para pagar..

aí talvez o Alberto Jiuão já não gostasse tanto, de que os "contnentais" não se importassem em aumentar uma dívida, que iria sobrar pra ele.. que teria de chamar o FMI..
MPortugal
29.04.2012 - 22:01
É extraordinário que aqueles que se lançam às canelas de Sócrates não peçam o julgamento deste inacreditável indivíduo, responsável por ocultação de milhões de euros de dívida da Madeira, que nós temos que pagar.
mundonovo50
29.04.2012 - 20:57
enquanto não começarem a eliminarem gentalha desta nada se resolverá
ABA
29.04.2012 - 20:30
É evidente! Se houvesse um tribunal que julgasse os políticos irresponsáveis já seria diferente. Mas se nem os escroques e corruptos são julgados quanto mais os inconscientes que gastam á tripa forra à custa dos outros!
fom
29.04.2012 - 17:17
A propósito de palhaços, parce que o partido rompeu com o vosso...
AJPC
29.04.2012 - 16:48
quijote
29.04.2012 - 16:09

Um bem haja ao mamão da MAMADEIRA, O MAMÃO AGRADECE AOS PALHAÇOS QUE O APOIAM.
quijote
29.04.2012 - 16:09
Bem haja, Alberto João, o maior madeirense de sempre.
Os portugueses só têm de compreender que a sua mania de terem colónias lhes vai custar os olhos da cara. E é bem feito.
fom
29.04.2012 - 14:18
Se tivessem descoberto algum desvio de AJJ. em proveito próprio, eu tenho a certeza que já teria sido acusado disso pela intoxicação social e pelo procurador Pinto de Sousa.
Bem tentam, POR TODOS OS MEIOS, mas ainda não conseguiram.
Tentem o mesmo com outros políticos!.........
Por isso, por minha parte, goza do benefício da dúvida.
Ao menos.
jcesar
29.04.2012 - 14:09
Porque se ia arrepender!

Não é ele que paga a divida, nem sofre qualquer consequências, mesmo tendo cometido o crime de ocultação de dívida pública, perante entidades responsáveis, e a quem devia ter prestadas contas, sem qualquer ocultação.

fom,
Sócrates também não tinha ido para Paris, se tivesse ganho as eleições.

E o Jardim se tem perdido as eleições, onde estaria hoje, mas esse pode fazer o que fizer, porque tem a maioria dos Madeirenses na mão, e enquanto for candidato ganha sempre.

Mesmo contraindo uma dívida de 2002 a 2011, que em proporção equivale quase ao dobro da dívida pública do Continente, que tem vindo a ser acumulada desde antes do 25 de Abril de 74.
TerraQueimada
29.04.2012 - 14:07
Numa ilha com apenas 200 mil habitantes como é possível o banco de Portugal e outras entidades reguladoras terem deixado este alarve deixar as coisas chegarem a este ponto!
gipsyking
29.04.2012 - 13:59
Bem que podiam mudar o nome da ilha para Titanic...
fom
29.04.2012 - 13:33
"Capisce"
Galactus
29.04.2012 - 13:20
capice
Galactus
29.04.2012 - 13:15
A consideração da republica pela madeira sempre foi equivalente a consideração pela baixa da banheira, porn isso é que estes critinerios tiveram redea solta para delapidar os madeirenses e os vossos impostos, não é preciso ser-se muito inteligente para chegar la. Esperemos que a operação cuba livre tenha o desfecho que se lhe assiste. Sabem la o que é ver uns mentecaptos de cães de fila a gritarem pela independencia desta m_erda. Venham pas trincheiras da democracia para verem o que é bom. Qualquer dia vai haver peido em concentrado nas ventilações da casa militar do cavacus. Yupalhada de cueiros.



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