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Catroga considera revogação da garantia de potência 'uma decisão política'

16 de Maio, 2012
O presidente do conselho geral e de supervisão da EDP, Eduardo Catroga, disse hoje que a suspensão da garantia de potência «é uma decisão política», que a eléctrica pretende respeitar.

«A EDP adoptou sempre uma postura construtiva e vai continuar a adoptar», afirmou hoje Eduardo Catroga, à margem de um debate promovido pelo Internacional Club of Portugal, em Lisboa.

Em declarações aos jornalistas, o presidente do conselho geral e de supervisão da EDP disse que «a garantia de potência existe em Espanha e é significativamente superior à que existia em Portugal”, realçando que “é uma tendência europeia para que a prazo não haja apagões».

«São decisões políticas e respeitamos», declarou, quando questionado sobre a decisão da Endesa de fechar a central de ciclo combinado do Pego, enquanto vigorar a suspensão da garantia de potência, cumprindo a ameaça feita quando o Governo começou a pôr em causa os incentivos à disponibilidade das centrais térmicas.

«Vamos hibernar a central e por tempo indeterminado, porque não sabemos quanto tempo dura esta medida», afirmou hoje o presidente da Endesa Portugal, Nuno Ribeiro da Silva, acusando o Governo de «má-fé e incumprimento das negociações».

Em declarações à Lusa, Nuno Ribeiro da Silva reconheceu que esta decisão limita a acção comercial da Endesa no sector eléctrico e impede a empresa de competir no sector do gás, além de colocar problemas ao país em caso de seca prolongada e de falta de vento, como aconteceu no primeiro trimestre do ano.

O Governo revogou a garantia de potência, renda anual que o sistema eléctrico paga aos produtores para compensar os dias em que as centrais térmicas estão paradas e de sobreaviso, decidida pelo Executivo de Sócrates em Agosto de 2010, que voltará a ser reposta «a partir do final do Programa de Assistência Financeira até ao final da vida útil de cada centro electroprodutor».

Lusa/SOL




4 Comentários
litos63
18.05.2012 - 18:27
outro que devia levar um tiro nos cornos
litos63
18.05.2012 - 18:25
outro que devia de levar um tiro nos cornos
paralelo40
18.05.2012 - 01:24
mas este ainda gira? Pensava que depois de ajudar o passitos a coser-nos estava a passar a reforma na zona do intendente ou rua escura, a lamber os pantenhos de alguma dama fixada por lá, ou caso seja dos que aproveitaram a lei da aliança socrática, estivesse na cama com o companheiro. Não sei é se costuma estar mais vezes por baixo ou por cima.
Resumindo, nunca pensei vêr tal fenómeno kuvaquista ainda em moda. Outra lili caneças, aí está.
Fandum
17.05.2012 - 12:43













O senhor Catroga descobriu a flatulência com rodas de borracha.

Haverá alguma decisão, asneirosa ou não, tomada por políticos que não seja uma decisão política?

Só não são políticas as tomadas por decisores honestos.










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