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PSD e CDS celebram primeiro ano em separado

5 de Junho, 2012por Helena Pereira, Manuel A. Magalhães e Sofia Rainho
O PSD e o CDS assinalam hoje o primeiro aniversário sobre as eleições legislativas de 5 de Junho de 2011 separados, tal como foram a votos antes de formarem a coligação governamental.

Se Passos Coelho optou por mobilizar os pesos-pesados do partido para dar uma prova de força e união, Paulo Portas optou pelo envio de uma carta a todos os militantes do CDS no início desta semana, com o balanço deste primeiro ano e as perspectivas para o futuro, para comemorar a data.

O líder do PSD desafiou nomes como Francisco Pinto Balsemão, Manuela Ferreira Leite, Marcelo Rebelo de Sousa, Marques Mendes, Rui Rio, Luís Filipe Menezes, Rui Machete, Carlos Pimenta, Nuno Morais Sarmento, Paulo Rangel e Alexandre Relvas, entre muitos outros, para participarem numa jornada de 19 conferências, a realizar ao longo da semana, em vários pontos do país, sob o lema ‘Consolidação, Crescimento e Coesão’.

O próprio presidente do PSD vai participar hoje numa dessas conferências, em Lisboa, no Hotel Sana, que serviu de palco à festa social-democrata na noite eleitoral do ano passado.

Nestas iniciativas, os oradores vão falar sobre as principais reformas e medidas do Governo no seu primeiro ano de exercício. E, para o efeito, a direcção do partido já começou a fazer um levantamento do que foi feito.

Quanto ao CDS, está ainda a preparar a criação de um grupo de trabalho que integrará também figuras independentes, para fazer uma avaliação externa dos compromissos eleitorais do partido e concluir tudo o que já foi cumprido. Este grupo de trabalho ainda terá de ser aprovado em Conselho Nacional.

Para a última semana de Junho, altura em que se assinala um ano sobre a tomada de posse do Governo (21 de Junho), o CDS está a preparar uma iniciativa que contará com uma intervenção de fundo do líder, em que Paulo Portas fará uma reflexão sobre o primeiro ano de governação e as medidas tomadas.

Senadores dão ‘suficiente’ ao PM

Na avaliação pedida pelo SOL a figuras ‘senatoriais’, há opiniões desalinhadas sobre este primeiro ano.

Ferro Rodrigues, ex-líder do PS, apesar do ‘chumbo’ claro ao Governo, deixa meio elogio a Vítor Gaspar. «Portugal saiu dos títulos da imprensa internacional e do foco das agências de notação, em parte pela grave evoluções noutros países (Espanha, Grécia e Itália), em parte pelo relacionamento do Ministro das Finanças com esses agentes».

Do outro lado do espectro partidário, as questões sociais são um ponto negativo do primeiro ano de Governação.

Bagão Félix critica o «excesso de tecnocracia que se sobrepõe à sensibilidade social». Na linha do antigo ministro das Finanças, Mira Amaral é directo: «O pior foram as explicações do primeiro-ministro sobre a oportunidade de estar desempregado». O Governo tem um problema de comunicação, portanto.

À esquerda, Carlos Carvalhas, ex-líder do PCP, discorda da inabilidade estratégica de Passos Coelho. «Infelizmente para Portugal, o Governo tem tido uma capacidade para pôr o PS a fazer ‘teatro oposicionista’ sobre o que é secundário, amarrando-o nas questões estruturais».

À ferroada nos socialistas, José Manuel Pureza, antigo líder da bancada do BE, prefere ‘atirar’ ao ministro Álvaro: «Melhor, só se for aquilo que nos fez rir: o cluster dos pastéis de nata».

Chumbo à esquerda

Sem surpresa, Passos Coelho ‘chumba’ à esquerda. Manuel Alegre, que não vê «nada de bom» no Governo, dá-lhe 4 pontos em 10. Nas personalidades da ala direita, Passos passa com distinção. E o Governo é elogiado pela «coragem, seriedade e coerência», por Paulo Teixeira Pinto, autor do projecto de revisão constitucional do PSD.

O acordo de concertação social é o principal destaque do ex-conselheiro de Estado António Capucho e do ex-ministro Mira Amaral. Do ‘outro lado do espelho’, a esquerda sublinha a insensibilidade social e o desemprego.

helena.pereira@sol.pt
manuel.a.magalhaes@sol.pt
sofia.rainho@sol.pt

 




39 Comentários
jooliveira
06.06.2012 - 00:28
Tanta festa!
Olhe sr «bracejador»:
1º ainda não esclareceu o que quer dizer:

GOBVERNAR PORTUGAL É IR AO POTE!

2º Ja ´sabe explicar aos portugueses porque é que o Relvas à pergunta na audição parlamentar:

«O que é que o sr ministro queria dizer na mensagem: «VOU VER O QUE POSSO FAZER»»

nada respondeu?
ABA
05.06.2012 - 22:55
São férias conjugais. Depois, para explorar a pobreza nacional manterão o concubinato pois os bastardos cavaquistas aguardam por benesses.....
MPortugal
05.06.2012 - 22:34
MAs estes pulhas mentirosos e vígaros celebram o quê? A miséria em que lançaram Portugal? Eembora digam o contrário, quando dizem que vamos no bom caminho (para o buraco, claro)?
Portugalix
05.06.2012 - 20:59
O vigarista do laparo não manda investigar a ex-empresa do vigarista do Relvas que foge ao fisco….

http://visao.sapo.pt/ex-empresa-de-relvas-sob-suspeita=f668518
brisadomar
05.06.2012 - 20:57


Um ano após estarem no governo SÓ PODEM FESTEJAR MESMO O CAMBALACHO que montaram para enganar os portugueses e conseguirem chegar ao poder.

Prometeram não aumentar impostos, mas aumentaram.
Prometeram não cortar subsídios, mas cortaram.
Diziam só ser necessário cortar as gorduras do estado para equilibrar o défice, mas pouco ou nada lhe mexeram.

Implementaram as medidas acordadas com a troika e aproveitaram para camuflar nessas medidas o programa político de austeridade desnecessária ...

POIS QUE FESTEJEM ENQUANTO NÃO CHEGA O FIM DO VERÃO MAIS O FIM DO ANO CHEIOS DE SURPRESAS CAUSADAS PELO EXCESSO DE AUSTERIDADE.



E após este primeiro ano podemos constatar que
há mais desemprego,
há mais recessão,
o défice aumentou,
a economia regrediu,
o acesso aos cuidados de saúde e à educação deixaram de ser um direito ...

E para festejar o primeiro aniversário de vitória ALCANÇADA COM CAMBALACHO QUE ARMARAM,
vêm hoje dizer que estamos no bom caminho ...



jcesar
05.06.2012 - 19:42
E têm muito para festejar!

Após um ano a dívida pública aumentou mais de 20%, o desemprego idem, a recessão também está a aumentar, a despesa do Estado aumenta, a maioria dos Portugueses mais pobres.
jofimasa72
05.06.2012 - 18:57
Mais um rol de comentários escritos à sucapa, durante o horário de trabalho. Esquerdalha de mer.da=espelho do estado a que o país chegou. A reforma laboral vai ser feita a pensar em quem quer trabalhar, mas acima de tudo, em vocês.
mundonovo50
05.06.2012 - 18:40
até há um ano atrás éramos desgovernados pelo pinóquio I, agora somos desgovernados pelo pinóquio II
partidocracia
05.06.2012 - 17:04
1. PARLAMENTO: A CASA DA PARTIDOCRACIA -
Ao contrário do habitual em democracia, os portugueses não têm meios de escrutinar os políticos. A "casa da democracia" é na verdade a casa da partidocracia. O "julgamento nas urnas" é um logro, pois os candidatos colocados nos primeiros lugares das listas dos maiores partidos têm garantia prévia dum lugar no parlamento. Não há julgamento sem a possibilidade de penalização, mas os portugueses não têm maneira de penalizar os primeiros lugares das listas. Podem ser espiões, maçons ou outra coisa qualquer, não interessa. A ida para o parlamento não depende dos votantes, que apenas decidem o número de deputados de cada partido. A raiz do problema é a ausência do voto nominal no sistema eleitoral.

2. EM ELEIÇÕES DEMOCRÁTICAS NÃO HÁ VENCEDORES ANTECIPADOS -
É sabido que faz parte da essência da democracia que o resultado duma eleição não possa estar decidido antes da sua realização. O sistema português não cumpre este critério. Nas eleições legislativas, os candidatos recebem os lugares de deputado em função do lugar que ocupam na lista dos partido e não das preferências dos eleitores. Os candidatos dos primeiros lugares têm um lugar garantido, semanas antes das eleições - são os "lugares elegíveis". Como não existe uma relação entre o voto e a atribuição dum lugar de deputado, os deputados NÃO representam os eleitores. Seguramente representam alguém, mas não é quem vota.
partidocracia
05.06.2012 - 17:03
3. AUSÊNCIA DE ESCRUTÍNIO ORIGINA DESGOVERNO E CORRUPÇÃO -
As consequências deste sistema de listas fechadas são muitas e graves: A) Os barões dos principais partidos não podem ser desalojados do parlamento pela via dos votos. Vivem numa perpétua impunidade. Mesmo quando a votação do partido está em baixa, têm muitos "lugares elegíveis" para onde se refugiar. B) CORRUPÇÃO: os lóbis contornam o eleitorado e agem diretamente sobre os caciques parlamentares para fazer valer os seus interesses. Na prática, são os lóbis que têm representação no parlamento, não os eleitores. C) Cria-se o "fosso" entre "os políticos" e o "País Real". Cresce o sentimento pouco saudável de um político é, por omissão, um vigarista ou malfeitor.

4. IMPEDEM-NOS DE FAZER A NOSSA PARTE NA RENOVAÇÃO DOS PARTIDOS -
D) A ausência de voto nominal bloqueia a renovação interna dos partidos. "Renovação" é uns serem substituídos por outros. É o papel do eleitorado indicar quem vai e quem fica, através dos actos eleitorais. A maneira natural e democrática de conduzir a renovação é que os novos políticos que têm mais votos ascendam gradualmente às chefias dos partidos. Mas com um sistema eleitoral que impede os eleitores de expressar preferências dentro duma lista, o que realmente se faz é impedir o eleitorado de exercer o seu papel na renovação dos partidos. Em consequência, perpetuam-se os caciques e apenas os que têm a sua anuência sobem nas estruturas partidárias.
partidocracia
05.06.2012 - 17:03
5. OS PARTIDOS NÃO ESCOLHEM BONS DEPUTADOS -
E) o monopólio na ordenação das listas tem produzido elencos parlamentares altamente desequilibrados. A certa altura, João Duque afirmou na televisão ter examinado o CV de cada um dos deputados e constatado que nenhum teve experiência de integrar os quadros de administração duma empresa. Os desequilíbrios são nítidos a muitos níveis, por exemplo na representação desproporcionada de maçons e advogados. Lembremos também as frequentes cenas embaraçosas envolvendo deputados. Se fossem os eleitores a ordenar as listas, os partidos passariam a propor bons candidatos, pois ninguém votaria nos outros. Acima de tudo, há a questão de princípio: eleger os deputados é um DIREITO do eleitorado.

6. LISTAS: ZONA DE CONFORTO DOS BOYS -
Não é por acaso que os políticos nunca falam do sistema eleitoral. Não querem que os cidadãos se apercebam do que está errado na "democracia" portuguesa e comecem a exigir mudanças na sua "zona de conforto". Livres do escrutínio, os partidos sofrem todos de caciquismo avançado. Ao longo das décadas capturaram não só o sistema político, como o próprio regime e as instituições do Estado. Os problemas de obesidade do Estado, corrupção e desgoverno vêm daí. É por isso que a denúncia de actos escandalosos nunca resulta em penalização. Até é recebida com indiferença! O pior que pode acontecer a um cacique partidário é passar o mandato seguinte no parlamento. Mas não é possível tirá-lo de lá.
partidocracia
05.06.2012 - 17:03
7. NÃO SOMOS RESPONSÁVEIS POR POLÍTICOS QUE NÃO PODEMOS ESCOLHER -
Quem analisar o sistema português perceberá que é injusta a ideia de que os políticos são maus porque os eleitores não sabem votar. Os portugueses até são bastante exigentes; o problema é que não dispõem quaisquer meios para impor a sua exigência. A maioria das opções usadas em outros países são-lhes negadas pelo sistema eleitoral português. Não podem expressar uma preferência dentro duma lista eleitoral, o voto branco não é tido em conta na atribuição dos lugares de deputado, não têm o direito de iniciativa legislativa, os referendos estão limitados nas matérias sobre que podem incidir, o parlamento pode bloquear iniciativas referendárias, etc, etc.

8. UMA DEMOCRACIA MODERNA TEM SEMPRE O VOTO NOMINAL -
Não é possível desbloquear a partidocracia sem introduzir o voto nominal. Mas para haver sucesso, é essencial fazê-lo duma maneira simples e pacífica, para minorar o risco de negociações "intermináveis". Uma possível maneira é manter o sistema actual, mas com um voto preferencial a ordenar as listas. Estas são incluídas no boletim de voto e os eleitores votam num candidato da lista - que também conta como um voto nessa lista. O método de D'Hondt continua a ser usado tal como agora. Só muda a ordem de atribuição dos lugares, que passa a ser em função de quem recebeu mais votos. Nenhum candidato tem garantia prévia de ser eleito: passa a haver escrutínio.
Fandum
05.06.2012 - 16:18






A todos quantos estão contra o actual governo com a alegação de não ter legitimidade para governar porque faltou ao prometido enquanto oposição e na campanha eleitoral nada tenho a dizer ou contradizer, têm direito pleno de expor publicamente o que pensam.

Só pretendo perguntar:

Qualquer outro governo seja de salvação ou de afundamento, fará diferente?

Será que quem manda ou vai mandar são os que reunirem mais votos em qualquer eleição?

Se esses mesmos que estão contra o governo dizem abertamente que este rectângulo está entregue à trica da troika como podem pensar que despedindo este outro fará diferente?

Desde já há muito tempo que os governos não governam, são eles próprios governados por gente alheia à governação e mesmo ao país e ou seguem as directrizes que lhes apresentam ou pode haver um acidente de percurso ou mesmo num percurso que diariamente têm de percorrer.

Evidente se torna que quem governa nesta situação não tem princípios morais de qualquer espécie que lhe permitam afastar-se dessa lide e só por isso devia ser afastado compulsivamente.

E o reverso da medalha?

Quem substituiria a troika no fornecimento daquilo com que se compram os melões?

Não é por acaso que a sede do pingo doce foi transferida e como essa muitas outras colocam o capital em off.

Com a tampa da crise têm esbulhado e continuam, quem trabalhou uma vida e os que ainda têm trabalho mas nos que, em nome da liberdade e do amor pelo povo, impuseram a psicose de esquerda e usurparam o que se lhes aprouve e continuam imunes e impunes da e pela crise que ajudaram a criar.

A frutificação de um pomar ocorre muitos anos depois da plantação e o que está a acontecer é o fruto do que se plantou há alguns anos.















alexandrebm52
05.06.2012 - 15:55
nao gosto destes PULHAS esta gentalha esta de braços abertos para o grande capitalismo e o povo cada vez mais na P.UTA da miseria
Abss
05.06.2012 - 15:39
As celebrações deveriam antes de mais servir para uma reflexão responsável por parte dos pesos pesados envolvidos sobre o que de muito mau e menos mau aconteceu neste País ao longo deste último ano. Pois estes senhores tem todos eles uma boa quota de responsabilidade quanto ao estado lastimoso em que se encontra o País. Podiam por exemplo reflectir sobre as medidas vergonhosas que foram tomadas sobre os cortes de salários e muito mais vergonhosas sobre o corte das pensões, uma vez que estas são o natural retorno das entregas para o sistema ao longo de uma vida de trabalho de parte dos ordenados das pessoas ao longo das suas carreiras profissionais. Não houve coragem nem ousadia para atacar os lobies da energia e das PPP. Foi mais fácil e mais cómodo desrespeitar os direitos dos Funcionários Públicos e dos Pensionistas...
NaoGostoDesteGoverno
05.06.2012 - 15:38
Estamos há 38 anos desgovernados por laranjas, betinhos e rosas que sempre banqueteam-se, a rodos. Fizeram e continuam a fazer fila para os cargos e mordomias sempre que o "ciclo político" vira. E, alegremente, continuam, mesmo sabendo o que qualquer honesto merceeiro sabe: sem produção não há pão. E, estranhamente, uma e outra parte apontam os dedos, desculpando-se com a situação, com o tempo, com o infortúnio, com o árbitro. Nunca em culpa própria, nunca assumir o erro. Virtuosas almas do atual governo que, estando Seis anos na oposição, com os tais quadros de "brilhantes" economistas, não conseguiram sequer esboçar uma estratégia de crescimento para Portugal, o que diz bem da sua impreparação e incapacidade. Com o PIB a descer, sem produção industrial, agrícola e pescas com pouca capacidade de exportação, pressente-se o que todos evitam falar: o país caminha para a bancarrota em passo acelerado...!"
Banze
05.06.2012 - 15:34
Só não vê quém não quér. A Maçonaria tomou o poder em Portugal com Miguel Relvas. Pelo que se tem visto há pelo menos 2 lojas maçónicas que cortaram relações há algumas semanas.
Por isso é ve-los a comentar o caso do Relvas. Os Maçons conhecidos dos Portugueses vêm para a televisão, ou para condenar Miguel Relvas, ou então para o ilibar. Já não é um caso Político, ou de polícia, é uma batalha campal.
Todos querem o poder. O poder da maçonaria é superior ao poder político, judicial e económico. Todos os grandes dirigentes pertencem irmandade, e por isso se protegem e ajudam. As sociedades secretas são um contra-poder muito
forte na sociedade. Quém julga que quém nmanda são os partidos está muito enganado. A maçonaria tem membros desde a direita até ao partido comunista, passando por sindicatos e acabando nas secretas.
AJPC
05.06.2012 - 15:26
NaoGostoDesteGoverno
05.06.2012 - 15:20

Essa do dizer NãogostoDesteGoverno, até tem uma certa piada, mas deixe-me que lhe diga, teria mais piada se dissesse, não gostodeste(dês)governo. Sim, porque até aqui, essas Bestas que elegeram, só fizeram caca e da grossa.
maameGUI9
05.06.2012 - 15:26
Se na sondagem da «amiga» Católica, o PSD está como está e o CDS se afunda de vez, as próximas autárquicas serão o dobre de finados da direita portuguesa. Altura para regressar aos rumos traçados pelo 25 de Abril na Constituição da República.
tratorderasto
05.06.2012 - 15:24
Esta seleção tem de fazer jogo feio com a Alemanha,não podemos contar com o àrbito,logo,todos à molhada vamos lá cambada,futebol total.



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