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'Já fomos muito para além do que pode ser exigido aos portugueses'

10 de Julho, 2012
O PS defendeu hoje que «o estado da Nação não é recomendável» e que é preciso pôr fim à estratégia seguida pelo Governo PSD/CDS-PP, que já ultrapassou em muito o «limite do que pode ser exigido aos portugueses».

Em conferência de imprensa, na Assembleia da República, na véspera do debate sobre «o estado da Nação», o líder parlamentar do PS, Carlos Zorrinho, alegou que os portugueses têm a percepção de que «alguma coisa é necessário fazer, alguma coisa é necessário mudar», porque «o estado da Nação não é um estado recomendável».

Carlos Zorrinho defendeu que a acção do Governo PSD/CDS-PP fez «com que o país não só não tenha atingido os objectivos que se tinha proposto do ponto de vista da consolidação das contas públicas, como ficou mais pobre e mais enfraquecido no seu capital empresarial, no seu capital social, na mobilização para a mudança».

O líder parlamentar do PS assinalou a projecção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico de uma taxa de desemprego em Portugal de 16,2 por cento em 2013.

«Essa é uma projecção feita com base no prosseguimento desta estratégia política, e esta estratégia política não pode prosseguir, porque já atingimos o limite daquilo que pode ser exigido aos portugueses. Fomos, aliás, muito para além desse limite, e ainda por cima sem os resultados pretendidos em termos da consolidação das contas públicas», rematou.

Carlos Zorrinho afirmou que o PS defende um alargamento em mais um ano do prazo de ajustamento financeiro de Portugal e também «políticas concretas mais proactivas de crescimento e emprego», como a revogação da subida do IVA aplicado ao sector da restauração de 13 para 23 por cento.

«Hoje sabemos que essa subida, não só não gerou receita, como lançou para o desemprego, até agora, 33 mil pessoas. E, se não for rapidamente corrigida, lançará muito mais gente para o desemprego», sustentou.

Por outro lado, o vice-presidente do grupo parlamentar do PS José Junqueiro alertou para a situação de «risco de falência» de algumas instituições de solidariedade social, que disse ser causada por «défice de pagamento» da parte do Estado e poder levar a despedimentos.

Lusa/SOL




7 Comentários
Antonyjunior
12.07.2012 - 00:28
Pois é Zorrinho...imagine que este Governo fazia as mesmas cagadas do seu!

Isto é...empenhar o PIB em MAIS 40%.
Gastar mensalmente MAIS 1000 milhões!
Pedir ao BCE emprestado MAIS 42.000 milhões!
Pedir à troica MAIS 78.000 milhões!
Assinar MAIS 53 PPP!
Iniciar MAIS obras, como o TGV, sem o visto do Tribunal de Contas!
Fabricar MAIS 11,8% de desemprego!
Falir MAIS umas dezenas de empresas do Estado
Iniciar MAIS uma Parque Escolar, para além de outras negociatas!
Fabricar MAIS falcatruas no SNS!

Por último, este governo ter também 14 ministros e cinco Ministérios a serem investigados!

De facto, Zorrinho, o seu ex-Governo nem ao Diabo lembraria! Tentar passar por sério quando se é UM GRANDE CALOTEIRO e tentar ser competente quando nos colocou de joelhos a viver da caridade internacional...é preciso ter lata e não ter vergonha nessas ventas!

Bem pouco trabalham alguns seus amigos e compadres...
GUEDES1955
11.07.2012 - 14:48
Concordo com uma há limite para os sacrificios pedidos, aos portugueses!
A começar pelas PPP, pela nacionalização do BPN,
GALAICOLUSITANO
10.07.2012 - 23:16
SEI DE UMA REPARTIÇÃO DE FINANÇAS QUE HÁ MAIS DE 15 ANOS PAGA 5000 EUROS DE RENDA MÊS POR UM ESPAÇO DE 100 M 2. CAMBALACHO COM O DONO PRIVADO.
QUIMTUGA
10.07.2012 - 21:44
NA SECRETARIA DE ESTADO DO DESPORTO, FORAM APARECENDO FACTURAS NÃO PAGAS E NÃO CONTABILIZADAS, ANDAVAM POR LÁ ESPALHADAS.

E A POPULAÇA QUE PAGUE.



jcesar
10.07.2012 - 19:10
QUIMTUGA
10.07.2012 - 18:12

A dívida pública em 2011, segundo o Eurostat era de 187.000 milhões de euros, números rectificados em Junho de 2012.

Mas se somarmos os valores todos que apresenta, tínhamos atingido uma dívida pública, umas 3 vezes superior aos 187.000 milhões de euros.
QUIMTUGA
10.07.2012 - 18:12
Portugalix
09.07.2012 - 16:40 denunciar

Peçam ao fugitivo de Paris os 90,000 milhões de euros que aumentou na dívida pública entre 2005 e 2010.
Peçam ao fugitivo de Paris, que decidiu nacionalizar o BPN, colocando-o às costas do contribuinte, aumentando o seu buraco em 4300 milhões em 2 anos, e fornecendo ainda mais 4000 milhões em avales da CGD que irão provavelmente aumentar a conta final para perto de 8000 milhões, depois de ter garantido que não nos ia custar um euro.
Peçam ao fugitivo de Paris os 695 milhões de derrapagens nas PPPs só em 2011.

Peçam ao fugitivo de Paris, que graças à sua brilhante PPP fez aumentar o custo do Campus da Justiça de 52 para 235 milhões.

Peçam ao fugitivo de Paris os 300 milhões que um banco público emprestou a um amigo do partido para comprar acções de um banco privado rival, que agora valem pouco mais que zero. Quem paga? O contribuinte.

Peçam ao fugitivo de Paris os 450 milhões injectados no BPP para pagar os salários dos administradores.

Peçam ao fugitivo de Paris os 587 milhões que gastou no OE de 2011 em atrasos e erros de projecto nas SCUTs Norte.

Peçam ao fugitivo de Paris os 200 milhões de euros que “desapareceram” entre a proposta e o contrato da Autoestrada do Douro Interior.

Peçam ao fugitivo de Paris os 5800 milhões em impostos que anulou ou deixou prescrever.

Peçam ao fugitivo de Paris os 7200 milhões de fundos europeus que perdemos pela incapacidade do governo de programar o seu uso.

Peçam ao fugitivo de Paris os 360 milhões que enterrou em empresas que prometeu extinguir.

Peçam ao fugitivo de Paris para cancelar os 60,000 milhões que contratou de PPPs até 2040.

Peçam ao fugitivo de Paris, que usou as vossas reformas para financiar a dívida de SCUTs e PPPs.

Peçam ao fugitivo de Paris para devolver os 14000 milhões que deu de mão beijada aos concessionários das SCUTs na última renegociação.

Peçam ao fugitivo de Paris os 400 milhões de euros de agravamento do passivo da Estradas de Portugal em 2009.

Peçam ao fugitivo de Paris os 270 milhões que deu às fundações em apenas dois anos.

Peçam ao fugitivo de Paris os 3900 milhões que pagou em rendas excessivas à EDP tirados à força da vossa factura da electricidade
GALAICOLUSITANO
10.07.2012 - 17:17
FAÇAM O FAVOR DE APOIAR O POVO NA RUA E COMBATER OS LADRÕES POR TODO O LADO.


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